quarta-feira, 30 de agosto de 2023

 





 

IDENTIFICAÇÃO DE PRODUTOS PERIGOSOS

 

A identificação de produtos perigosos para o transporte rodoviário é realizada por meio da simbologia de risco, composta por um painel de segurança, de cor alaranjada, e um rótulo de risco. Estas informações obedecem aos padrões técnicos definidos na legislação do transporte de produtos perigosos.

As informações inseridas no painel de segurança e no rótulo de risco, conforme determina a legislação, abrangem o Número de Risco e o Número da ONU, no Painel de Segurança, e o Símbolo de Risco e a Classe/Subclasse de Risco no Rótulo de Risco, conforme pode ser observado na Figura 2.2-1.

 



NÚMERO DE RISCO

Conforme pode ser observado na Figura 2.2.1, o número de risco é fixado na parte superior do Painel de Segurança e pode ser constituído por até três algarismos (mínimo de dois), que indicam a natureza e a intensidade dos riscos, conforme estabelecido na Resolução n° 420, de 12/02/2004, da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) /Ministério dos Transportes Quadro 2.2.1-1.

 



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 Observações:

1. O risco de violenta reação espontânea, representado pelo algarismo 9, inclui a possibilidade, decorrente da natureza da substância, de um risco de explosão, desintegração ou reação de polimerização, seguindo-se o desprendimento de quantidade considerável de calor ou de gases inflamáveis e/ou tóxicos;

2. Quando o número de risco for precedido pela letra X, isto significa que não deve ser utilizada água no produto, exceto com aprovação de um especialista.

3. A repetição de um número indica, em geral, um aumento da intensidade daquele risco específico;

4. Quando o risco associado a uma substância puder ser adequadamente indicado
por um único algarismo, este será seguido por zero.

 

O número de risco permite determinar imediatamente o risco principal (primeiro algarismo) e os riscos subsidiários do produto (segundo e terceiro algarismos); as diferentes combinações, que formam os diferentes números de risco, estão apresentadas na Quadro 2.2.1-2.

 

 











 

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PFg = Ponto de Fulgor;
(*) Não usar água, exceto com aprovação de um especialista.

 

Nas Figuras 2.2.1-1 a 2.2.1-5 são apresentados exemplos da aplicação da metodologia de identificação dos números de risco.

 



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Conforme mencionado anteriormente, a repetição de um número indica, em geral, o aumento da intensidade daquele risco específico, como mostra a Figura 2.2.1-3.

 



Também, conforme já mencionado, na ausência de risco subsidiário, deve ser colocado como segundo algarismo o zero, conforme pode ser observado na Figura 2.2.1-4.

 



NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO OU NÚMERO DA ONU

Trata-se de um número composto por quatro algarismos, que deve ser fixado na parte inferior do Painel de Segurança, servindo para a identificação de uma determinada substância ou artigo classificado como perigoso.

 

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Nas Figuras 2.2.2-1 e 2.2.2-2 são apresentados exemplos da aplicação do No ONU no Painel de Segurança, a ser utilizado em veículo transportador de produtos perigosos.

 



RÓTULO DE RISCO

Toda embalagem confiada ao transporte rodoviário deve portar o rótulo de risco, cujas dimensões devem ser estabelecidas de acordo com a legislação/ normalização vigente.

O rótulo de risco utilizado no transporte deve ser correspondente à classe ou subclasse de risco do produto. Os números das classes e subclasses são fixados na parte inferior dos rótulos de risco e ou discriminados em campo especifico constante nos documentos fiscais portados pelo condutor do veículo.

Os rótulos de risco têm a forma de um quadrado, colocado num ângulo de 45° (forma de losango), podendo conter símbolos, figuras e/ou expressões emolduradas, referentes à classe/subclasse do produto perigoso.

 

Os rótulos de risco são divididos em duas metades:

A metade superior destina-se a exibir o pictograma, símbolo de identificação do risco. Exceto para as subclasses 1.4, 1.5 e 1.6;

A metade inferior destina-se para exibir o número da classe ou subclasse de risco e grupo de compatibilidade, conforme apropriado, e quando aplicável o texto indicativo da natureza do risco.

Na Figura 2.2.3-1 é mostrada a forma de aplicação do símbolo, texto e número da classe/subclasse no rótulo de risco.

 

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Nas Figuras 2.2.3-2 a 2.2.3-10 são apresentados os rótulos de risco aplicados nas classes/ subclasses de risco de 1 a 9, respectivamente.

 





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Observação:

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O veículo que transporta produtos perigosos, conforme a legislação vigente deve fixar a sua sinalização na frente (painel de segurança, do lado esquerdo do motorista), na traseira (painel de segurança, do lado esquerdo do motorista) e nas laterais (painel de segurança e o rótulo indicativo da classe ou subclasse de risco) colocados do centro para a traseira, em local visível.

Quando a unidade de transporte a granel trafegar vazia, sem ter sido descontaminada, está sujeita às mesmas prescrições que a unidade de transporte carregada devendo, portanto, estar identificada com os rótulos de risco e os painéis de segurança conforme pode ser observado na Figura 2.2.3-11.

 






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Fonte: Manual de Produtos Perigosos (DER Departamento de Estradas de Rodagem) – Secretaria dos Transportes – Governo do Estado de São Paulo/SP

 

 



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terça-feira, 29 de agosto de 2023

 





 

AUTOESTIMA NO TRABALHO:

EXISTE RELAÇÃO COM A PREVENÇÃO DE ACIDENTE?

 



É comprovado que fatores externos e internos influenciam completamente a qualidade e produtividade de um funcionário, incluindo o ambiente, relação entre os colegas e a autoestima no trabalho, tudo isso pode culminar em um acidente de trabalho.

Afinal, a mente comanda o corpo, portanto, um corpo controlado por uma mente cansada, insegura ou insatisfeita possui seu funcionamento prejudicado.

Por isso é primordial que os funcionários estejam bem consigo, mas como é possível contribuir para esse resultado?

 

O que é autoestima?

Para solucionar um problema, é necessário entender todas as partes que o compõe, no caso da autoestima no trabalho, é preciso compreender o que é autoestima e como ela se comporta em um ambiente profissional.

Em conceito, a autoestima é uma avaliação ou percepção que um indivíduo possui de si próprio, que pode ser positiva ou negativa.

Desenvolver uma boa autoestima é um processo gradual, que exige comprometimento, afinal, é um processo individual.

No ambiente de trabalho, a autoestima pode ser considerada uma das necessidades que os trabalhadores possuem, sendo essencial para a produtividade e saúde mental dos trabalhadores.

É completamente comum que hajam pequenas variações na autoestima, afinal, não é todo dia que o indivíduo estará bem consigo, mas, o ideal é que essas sejam exceções, e não a maioria, tornando a autoestima uma característica permanente da personalidade.

 

A relação da autoestima com o trabalho:

A autoestima elevada garante mais confiança no serviço prestado, segurança para a tomada de iniciativas, aumenta perceptivelmente a produtividade do funcionário, enquanto contribui para a saúde mental do trabalhador.

O tornando mais tranquilo ao assumir responsabilidades, aumenta sua satisfação com seu trabalho, devido à redução da insegurança intelectual, além de motivar o desemprenho das respectivas funções e estimular o cuidado pessoal, com seu trabalho e sua saúde.

É importante observar o nível de autoestima dos indivíduos, devido à possibilidade da sua baixa desencadear outros problemas relacionados a saúde mental, como a depressão, ansiedade e outros que interferem diretamente na qualidade do serviço prestado.

Alguns dos fatores que estão presentes na baixa autoestima são a timidez em excesso, o medo da rejeição, a procrastinação, preguiça, hábito de comparação com os outros componentes da equipe, pessimismo, dificuldade de reconhecer as conquistas e a necessidade de ser reconhecido.

 

Como elevar a autoestima de um trabalhador?

Após identificados os sintomas da baixa autoestima, existem algumas ações que podem contribuir para o seu progresso.

O fator mais essencial para isso é o ambiente de trabalho, que influencia diretamente como o trabalhador enxerga o seu serviço e a si mesmo, afinal, não há como se manter produtivo em um ambiente desestimulante.

Envolvendo desde a qualidade estrutural do ambiente de trabalho, como o conforto das cadeiras, a praticidade da configuração dos móveis, a adequação dos dispositivos tecnológicos.

Até as questões de segurança, como possuir uma jornada de trabalho adequada, utilizar todos os equipamentos de segurança exigidos e ser exposto ao mínimo de risco necessário.

Além disso, o isolamento é extremamente prejudicial para a saúde mental dos indivíduos, portanto, o ideal é que hajam áreas de convivência para que os funcionários da empresa socializem e possam ter um momento de descontração e descanso.

É igualmente importante propagar o respeito entre os colegas e não a competitividade, afinal, a competição ou comparação entre os profissionais pode tornar o ambiente de trabalho desagradável.

Outra alternativa é estimular a prática de exercícios entre os funcionários, trazendo benefícios para diversas áreas da vida pessoal dos colaboradores, devido a sua ação na saúde mental e física dos indivíduos.

A maioria dos trabalhadores precisa estar sentados durante o período do serviço, o que a longo prazo pode prejudicar a saúde e mobilidade, caso não seja praticado nenhum exercício físico nos momentos vagos.

Esse momento de atividade física pode se tornar um momento de lazer, relaxamento e autocuidado, contribuindo expressivamente para o aumento da autoestima.

Por fim, é interessante manter um bom diálogo entre os colaboradores, composto por compreender o momento de ouvir o outro e de falar também.

Discussões saudáveis, também são interessantes para o aprimoramento do trabalho e desempenho dos funcionários, que compartilhem suas experiências, contribuindo para o aprimoramento de ambos.

A boa comunicação é a chave para o entendimento geral da equipe, que precisa receber as informações claramente, evitando possíveis desmotivações causadas pela falta de informação.

 

 

 

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MELHORES MANEIRAS DE EVITAR ACIDENTES DE TRABALHO

 



Saúde e Segurança do trabalho

Segundo o Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho do Ministério Público, no ano de 2017 foram registrados 574 mil acidentes de trabalho dos quais, aproximadamente, 2 mil resultaram em mortes acidentárias. O pior é que este número pode não refletir a realidade.
Como muitos casos não são notificados, ele tende a ser ainda maior!

 



Os riscos ocupacionais, incluindo acidentes e doenças ocupacionais, marcam um dos grandes problemas encontrados na SST – Saúde e Segurança do Trabalhador. Seja por negligência, por pouco investimento no setor, por más condições estruturais ou pelo não cumprimento de protocolos importantes, todas acabam gerando graves danos à saúde ou à integridade física do profissional.
Entretanto, engana-se quem acha que é apenas o trabalhador quem sofre com os prejuízos gerados pelos acidentes. Estes acidentes afetam diretamente a economia da empresa gerando custos com absenteísmo, queda na produtividade, impacto direto no lucro mensal, aumento no FAP, entre outros diversos impactos negativos para o negócio. Portanto, manter um ambiente livre de riscos ocupacionais é de interesse mútuo, tanto do empregador, quanto do empregado.

 

Então, qual a melhor forma de prever os riscos acidentários ocupacionais?

A melhor maneira de combater esses riscos é elaborar ações preventivas de segurança através da identificação dos riscos em que cada empresa está exposta. Mesmo com as peculiaridades operacionais de cada setor, é possível mapear tais riscos ocupacionais a partir da atividade fim exercida pela empresa.
O pontapé inicial para este mapeamento é analisar cada área da empresa através das seguintes perspectivas: exposição à riscos químicos, físicos, biológicos, ergonômicos ou acidentais. A partir destas análises, cria-se uma subdivisão das áreas da empresa em: áreas com riscos operacional, comportamental ou ambiental. E, com isto em mãos, cabe ao RH ou ao time de SST criar políticas estratégicas de combate aos riscos laborais.

 

De responsabilidade da CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – esse mapeamento é feito da seguinte maneira:

Riscos Físicos: mapeamento de risco para os funcionários expostos à ruído, calor, frio, pressões, umidade, radiações (ionizantes ou não) e vibrações.

Riscos Químicos: mapeamento de risco para os funcionários expostos a poeiras, fumo, gases, vapores, névoas, neblinas, substâncias compostas ou produtos químicos em geral.

Riscos Biológicos: mapeamento de risco para os funcionários expostos à fungos, vírus, parasitas, bactérias, protozoários e bacilos.

Riscos Ergonômicos: mapeamento de risco para os funcionários expostos à esforço físico intenso, levantamento e transporte manual de peso, exigência de postura inadequada, controle rígido de produtividade, imposição de ritmos excessivos, trabalho em turno e noturno, jornadas de trabalho prolongadas, monotonia e repetitividade e outras situações causadoras de stress físico e/ou psíquico.

Riscos de Acidentes: mapeamento de risco para os funcionários expostos à arranjo físico inadequado, iluminação inadequada, probabilidade de incêndio e explosão, eletricidade, máquinas e equipamentos sem proteção, armazenamento inadequado, quedas e animais peçonhentos.

 

Além do mapeamento, outros modos de prevenção de acidentes são:

·       Participar efetivamente das Semanas Internas de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT);

·       Realizar todos os treinamentos de segurança ofertados pela empresa; ou cobrar, caso eles não ocorram;

·       Utilizar sempre os EPI’s conforme determinação da Norma Regulamentadora nº 6;

·       Prezar pela manutenção dos EPIS e sinalizar caso eles não estejam em boas condições;

·       Se atentar às sinalizações do mapeamento de risco;

·       Fiscalizar equipamentos e instrumentos de trabalho sempre antes de utilizá-los;

·       Manter ambiente de trabalho limpo e organizado;

·       Sugerir melhorias ou necessidades de reparações, quando necessárias.;

·       Ficar atento aos erros dos colegas de trabalho e sinalizar quando eles estiverem expostos à possíveis riscos;

·       Reporte acidentes no imediato momento;

·       Informou-se sobre a CIPA e sua atuação;

·       Não trabalhe sob efeito de álcool e outras drogas;

·       Se possível, não exceda a carga horária da sua jornada de trabalho.

 

A melhor forma de evitar acidentes e doenças de trabalho é elaborando e seguindo campanhas de prevenção!
Fique atento às possíveis situações de risco.

 

 

 

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segunda-feira, 28 de agosto de 2023

 





QUAIS EMPRESAS DEVEM CONSTITUIR A CIPA?

 



A sigla CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.

A CIPA é regulamentada pelos artigos 162 a 165 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT e pela NR 05, contida na portaria 3.214 de 08/06/78, do Ministério do Trabalho e Emprego.

Conforme, estabelece o item 5.2, da NR 05 (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) deve constituir a CIPA, por estabelecimento, e mantê-la em regular funcionamento as empresas privadas, públicas, sociedades de economia mista, órgãos da administração direta e indireta, instituições beneficentes, associações recreativas, cooperativas, bem como outras instituições que admitam trabalhadores como empregados.

 

Saiba quais empresas devem constituir a CIPA

Empresas com até 19 funcionários:

Ao verificar o Quadro I da NR 05 (Dimensionamento de CIPA), observamos que na coluna referente as empresas com até 19 funcionários, independente do grupo de risco, encontra-se vazia, ou seja, sem a determinação do nº de membros da CIPA.

Porém, devemos ficar atentos para não cometermos o equívoco de considerar essas empresas, totalmente desobrigadas de constituir a CIPA, pois conforme determina o item 5.6.4 da NR 05, quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I da NR 05, a empresa deve designar um responsável para o cumprimento dos objetivos da norma regulamentadora nº 05, podendo ser adotados mecanismos de participação dos empregados, através de negociação coletiva.

 

Empresas com mais de 19 funcionários:

Nesse caso, conforme o item 5.6, da NR 05 (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA será composta de representantes do empregador e dos empregados, de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I da NR 05 (Dimensionamento de CIPA), ressalvadas as alterações disciplinadas em atos normativos para setores econômicos específicos.

 

Como dimensionar a CIPA – Passo a Passo:

·       Verificar no CNPJ - Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica da empresa, qual sua atividade econômica e o sua Classificação Nacional de Atividade Econômica – CNAE;

·       Buscar no Quadro II e III da norma regulamentadora nº 05, o CNAE e qual o grupo de risco referente a empresa;

·       Conferir na empresa a Quantidade de Empregados registrados na data de constituição da CIPA;

 

Verificado o Grupo de Risco e a Quantidade de Empregados da empresa, localizar no Quadro I da NR 05 (Dimensionamento da CIPA), no campo “Grupos” e no campo “Nº de Empregados no Estabelecimento”, o número de membros da CIPA, Efetivos e Suplentes, que deverão constituir a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA.

 

 



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SAÚDE PREVENTIVA: SAIBA COMO REDUZIR OS CUSTOS COM ASSISTÊNCIA MÉDICA

 

 



Saúde preventiva é o conjunto de ações e medidas voltadas para a prevenção de doenças, traumas ou seu agravamento. Ela tem como objetivo melhorar a qualidade de vida das pessoas.

O diagnóstico precoce da enfermidade proporciona agilidade no tratamento e, por isso, cada vez mais empresas têm buscado investir na saúde preventiva de seus trabalhadores.

Organizações de sucesso compreenderam que assegurar o bem-estar de seus trabalhadores vai muito além de cumprir obrigações trabalhistas, e que promover a saúde preventiva é, na verdade, um investimento que proporciona retorno positivo para o negócio. 

 

Qual o impacto da saúde preventiva na vida dos trabalhadores?

Programas de promoção da saúde mostram comprometimento da empresa em relação ao seu capital humano. Ao sentir-se cuidado e acolhido, ele se torna mais engajado e motivado. Além disso, o monitoramento periódico da saúde possibilita à organização realizar diagnósticos precoces evitando, assim, doenças graves e o possível afastamento do trabalhador.

 

Como a saúde preventiva ajuda na redução de custos com assistência médica?

A saúde preventiva determina uma mudança no modelo de assistência médica focado no tratamento de doenças para uma abordagem que dá prioridade à prevenção. O objetivo é ajudar o trabalhador a se manter saudável e incentivar o doente a participar de programas que contribuam para manter a sua qualidade de vida. Isso auxilia a empresa na redução de custos com assistência médica.

 

Como implementar ações de prevenção na empresa?

O processo de implementação de ações de saúde preventiva deve ser cuidadosamente planejado e incluir uma definição inicial dos objetivos do programa e do seu público-alvo, além das áreas da saúde que se pretende atingir. A seguir, veja as ações a serem implementadas e os resultados desejados.

 

MONITORAMENTO DO ESTADO DE SAÚDE

Os programas de saúde preventiva devem ser planejados para que seja possível levantar todas as questões que dizem respeito à qualidade de vida dos trabalhadores, tais como histórico familiar e hábitos de vida.

Por isso, é necessário que a empresa monitore frequentemente o quadro geral de saúde dos funcionários, para que, assim, adeque as ações dos programas às reais necessidades de cada trabalhador.

 

PROGRAMA NUTRICIONAL

A inclusão de programas nutricionais e de reeducação alimentar voltados à saúde preventiva é outra ação que pode ser implantada nas empresas. Nessa ação, é importante, especialmente, conscientizar os participantes sobre a dieta balanceada. Ela proporciona benefícios como a redução de índices de colesterol, pressão alta, diabetes, entre outras.

 

INCENTIVO à ATIVIDADE FÍSICA

Para atingir as metas de saúde, é imprescindível incentivar a prática de atividades físicas entre os trabalhadores, pois os exercícios contribuem muito para a melhora da saúde e o bem-estar de todos.

Implementar programas de ginástica laboral também é uma alternativa a ser levada em consideração.

Dessa maneira, com a saúde em dia, os trabalhadores estarão mais motivados, aumentarão a produtividade, se sentirão mais seguros para realizar as atividades cotidianas, e terão orgulho de pertencer à organização

 

 

 

 

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    COZINHAS INDUSTRIAIS - RISCOS E PREVENÇÃO DE ACIDENTES       As cozinhas industriais são locais onde cozinheiros, ajudantes e ...