quarta-feira, 12 de abril de 2023

 




 

ISO 50001:

O QUE É E PARA QUE SERVE?

 



Recentemente, recebi vários questionamentos sobre a norma internacional ISO 50001 que acabaram gerando este post para te apontar o que afinal ela representa e para que serve.

 

A Norma Unternacional ISO 50001 visa aumentar e melhorar a eficiência energética e reduzir custos nas empresas. Ela é uma norma que pode ser aplicada ao setor público, ao setor privado e visa aumentar e melhorar a eficiência energética e reduzir a pena.

Neste texto, expressaremos brevemente o que consiste na ISO 50001, seu propósito e seus benefícios, para que possamos entender os aspectos mais básicos desta Norma Internacional.

 

O que é ISO 50001?

 

As organizações devem desenvolver uma política para um uso mais eficiente da energia.

ISO 50001:2011, “Energy Management System – Requerimentos with Guide for Use” foi criado pela ISO, Organização Internacional para Padronização e é baseado no modelo de sistema de gestão, que se mostrou muito útil, e é construído internacionalmente por organizações em todo o mundo.

Como diz a publicação da ISO ” Win the Energy Challenger with ISO 50001″, a aplicação dessa norma “pode fazer uma diferença positiva para organizações de todos os tipos em um futuro muito próximo, ao mesmo tempo em que apoia esforços de longo prazo para melhorar as tecnologias energéticas”.

 

Qual é o propósito da ISO 50001?

 

A mesma publicação anterior nos diz que “a norma visa fornece às organizações uma estrutura reconhecida para integrar a eficiência energética em suas práticas de gestão”.

 

Desta forma, podemos adiar que a norma seguirá para cumprir os seguintes pontos:

 

1.   Disponibilizar às empresas as ferramentas que as ajudam a aproveitar efetivamente seus ativos atuais de consumo de energia.

2.   Facilitar a criação de transparência e comunicação fácil sobre gestão de recursos energéticos.

3.   Melhorar as práticas de gestão de energia e promover boas práticas de gestão de energia.

4.   Facilitar a avaliação das instalações e permitir que a aplicação seja dada às empresas de novas tecnologias no campo da eficiência energética.

5.   Ajudar a conscientização sobre a eficiência energética a se espalhar por toda a cadeia de suprimentos, em última análise, por toda a organização.

6.   Permitir que a empresa integre projetos de melhoria da eficiência energética com outros sistemas de gestão, como o Sistema de Gestão Ambiental de acordo com a ISO 14001.

 

Portanto, devemos indicar que a ISO 50001 segue o processo já observado na ISO 9001- Sistema de Gestão da Qualidade, ISO 14001 - Sistema de Gestão Ambiental e ISO 27001 - Sistema de Gestão da Segurança da Informação.

Ou seja, segue o Processo de Plan-Do-Verify-Acting que permite a melhoria contínua e a busca contínua pela integração das últimas notícias e tecnologia.

 

Vantagens da ISO 50001 para organizações:

 

A publicação acima nos diz que “como todas as normas do sistema de gestão, a ISO 50001 foi projetada para ser aplicada por qualquer organização, seja qual for o seu tamanho ou atividade, seja no sistema público ou privado, independentemente de sua localização geográfica”.

 

Nesta mesma publicação, ela nos diz que a ISO 50001 fornece um quadro de requisitos que permite às organizações:

 

1.   Desenvolver uma política para um uso mais eficiente da energia.

2.   Estabelecer metas e objetivos para cumprir a política.

3.   Usar os dados para entender melhor e tomar decisões sobre uso e consumo de energia.

4.   Medir os resultados.

5.   Rever a eficácia da política.

6.   Melhorar continuamente a gestão de energia.

 

 





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A SEGURANÇA NÃO É UM PROBLEMA DE PROCESSO, É UM PROBLEMA DE MARKETING E EU TE EXPLICOU O PORQUÊ

 



Vou contar o meu segredo para atingir 100% de engajamento. Estão preparados?

 

Por anos, assisto colegas tentado fazer com que colaboradores adotem a segurança por meio de barreiras e tentativas desajeitadas para assustá-los (histórias horríveis, vídeos que arrancam o intestino, medo e represar…).

Nós tentamos a aplicação de regras punitivas, procedimentos, fluxos intermináveis de papelada e as famosas REGRAS DE OURO!

Criamos reuniões de segurança, apresentações, slides e ainda ficamos exasperados que não atingimos o engajamento que tanto almejamos.

Mas estes meios não engajam, me perdoe em falar isso!

 

Colaboradores não compram coisas que são impessoais e, especialmente, aquelas que são empurradas sobre eles.

As pessoas que nos dizem o que fazer e como fazer não criam camaradagem e confiança, por favor, mas sim, criam desconfiança e nos colocam contra elas.

Procedimentos e processos para operações seguras são mecânicos.

Dados, rastreamento e relatórios são mecânicos.

Formulários, inspeções e avaliações de perigos são mecânicos.

Tecnologia e aplicativos em tempo real são mecânicos.

E, claro, tudo isso é importante para medir a eficácia, mas os meios mecânicos não criam motivação ou engajamento. Tampouco inspiram melhorias.

 

Sério, alguém já foi inspirado para o seu desempenho de segurança porque a taxa mensal melhorou por. 004%?)

 

E como o marketing pode consertar isso e por que é importante para a sua Cultura de Segurança?

 

O engajamento em segurança requer uma nova mentalidade

 

Nunca antes na história houve tantos trabalhos para a melhoria de processo, procedimento, dados, rastreamento, relatórios, formulários, inspeções ou tecnologia.

 

E ainda assim, ACIDENTES ACONTECEM!

 

Se todos seguissem simplesmente os processos e os procedimentos, nós reduziríamos drasticamente o número de incidentes, certo?

Então, parece claro que não precisamos de mais regras e processos mecânicos.

Precisamos de obter das pessoas voluntariamente e voluntariamente abraçar as regras existentes e processos mecânicos de forma mais consistente.

No entanto, para fazer isso requer uma abordagem muito diferente e mentalidade.

Em um evento que assisti na ONU em Adis Abeba (Etiópia) sobre o engajamento de países ricos em investir naquela região da África Oriental escutei o palestrante onde dizia:

A democracia é um problema de marketing. A saúde é um problema de marketing. A mudança climática é um problema de marketing.

Temos que fazer o mesmo para o pessoal olhar para nós nesse lado do mundo! Terminava assim sua fala e aquilo mexeu bastante comigo.

 

Enraizar e fortalecer uma Cultura de Segurança não são problemas de engenharia ou problemas de economia. São problemas de marketing.

 

Nós fazemos escolhas. Se vivemos em uma cultura onde as pessoas são livres para escolher, nós oferecemos o controle sobre o nosso futuro para os outros.

 Quando os seres humanos fazem escolhas, isso é marketing.

 Marketing não é sobre atalhos, agitação ou decepção.

O marketing é a arte (e a ciência) de servir as pessoas que você procura para servir, para fazer um melhor trabalho, encontrando e satisfazendo as necessidades.

 Marketing é a prática de fazer as coisas melhor, fazendo coisas melhores.

Fazer com que as pessoas escolham os processos e procedimentos corretos consistentemente é marketing.

Fazer com que eles completem, leiam e utilizem os dados, rastreamento e relatórios é marketing.

Fazer com que as pessoas se envolvam nos formulários, inspeções e avaliações é marketing. Motivá-los a adotar e usar a nova tecnologia é o marketing.

 Em outras palavras, criar uma infraestrutura de segurança é mecânico. Conseguir que os colaboradores usem consistentemente essa infraestrutura de segurança, é marketing.

 

Você acaba confiando demais nas comunicações e não no marketing.

 

A diferença? Comunicação informa. Mas o marketing move as pessoas.

 

Marketing cria ação. O marketing faz com que escolhas sejam feitas. Marketing cria impulso. A informação fica lá.

As comunicações são jogadas em grande quantidade, mas não criam motivação para fazer melhores escolhas.

Estatísticas e gráficos não inspiram um melhor trabalho em equipe ou uma vontade de cuidar um do outro.

A revisão das regras de segurança não inspira melhor qualidade e melhora o envolvimento. Os dados simplesmente informam seu pessoal.

O que você quer que eles façam com as informações?

Peça-lhes para fazer algo diferente. Isso é marketing. Desenvolva uma frase de chamariz para as informações. Isso é marketing.

 

As grandes culturas de segurança que eu conheço estão focadas em fazer com que cada membro da equipe ajude os outros membros da equipe a vencer.

 

Como você está pedindo ao seu pessoal para ajudar os colegas de equipe a trabalhar melhor e obter melhores resultados? Isso é marketing!

 Você está definindo novos padrões de como sua equipe trabalhará em conjunto? Isso é marketing!

Você está pedindo à sua equipe que aceite a visão e a missão de segurança e qualidade? Isso é marketing.

Você está demonstrando entusiasmo e cuidando da sua equipe e colaboradores? Isso também é marketing.

Qual é a ideia, plano ou visão que você está vendendo? O que você quer que eles façam que não estão fazendo agora? Isso é marketing.

 

Crie uma Cultura de Segurança muito mais envolvente e inspiradora para o funcionário.

O marketing de segurança claro e focado faz com que as pessoas queiram fazer parte de algo especial.

 

 



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terça-feira, 11 de abril de 2023

 





 

COMO CUIDAR DA SAÚDE MENTAL DOS TRABALHADORES

 



As empresas precisam prezar pelo bem mais valioso que elas têm: as pessoas.

 

De nada adianta contratar os melhores profissionais e disponibilizar as melhores ferramentas de trabalho se os funcionários não se sentem bem recebidos e felizes no seu trabalho.

Contar com o suporte da instituição em todos os momentos é fundamental para que o colaborador enfrente as adversidades e consiga entregar o seu melhor.

Um funcionário feliz e saudável mentalmente é mais propenso a prosperar na vida pessoal e no trabalho, desempenhando suas funções com qualidade e ótima relação com a equipe.

Dessa forma, o número de faltas e a taxa de absenteísmo tendem a cair significativamente.

 

Pensando nisso, separamos algumas dicas para cuidar da saúde mental do trabalhador:

 

·       Manter uma comunicação eficaz – Quando não se tem um fluxo de informações eficiente os setores se sentem desguarnecidos. A troca de experiências é muito importante para que os departamentos trabalhem de forma integrada.

·       Manter uma rotina sólida – Organize reuniões diárias pela manhã para garantir que os funcionários estão prontos para começar o dia – esses encontros precisam ser breves (15 minutos) e você pode começar essas reuniões com boas notícias. Da mesma forma, estabelecer horários específicos para pausas e almoços leva a equipe a fazer pausas regulares.

·       Incentivar a desconexão – Estimular práticas de relaxamento, alongamento e meditação, por exemplo, pode fazer com que os participantes resgatem suas origens e lidem melhor com suas dores.

 

Essas são apenas algumas práticas que podem ser desenvolvidas. O essencial é assumir a saúde mental como um ativo primordial para uma empresa mais saudável.

 





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ABRIL VERDE: PAÍS REGISTRA MAIS DE 450 MIL ACIDENTES DE TRABALHO POR ANO EM 2020 E 2021

 




O Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho de 2020 foi divulgado recentemente pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O número, embora já esteja “desatualizado”, tendo em vista que estamos em 2022, novamente acende alerta: somente em 2020, mais de 450 mil acidentes de trabalho ocorreram no Brasil. É uma média de aproximadamente 1232 acidentes por dia. Mesmo que todos nós saibamos ao máximo como evitar acidentes, por que eles ainda acontecem?

Para atualizarmos um pouco mais os números, mesmo que “não oficiais” pelo Anuário Estatístico, em 2021, foram comunicados ainda mais acidentes de trabalho: 571 mil. Destes, 2.487 resultaram em mortes no trabalho. 

É por isso que a cada mês de abril nós trazemos essa discussão aqui em nosso blog e redes sociais. É neste mês, em alusão ao Dia Mundial da Saúde lembrando em 7 de abril, e ao Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, data instituída pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) no dia 28 de abril, que vivenciamos a campanha Abril Verde.

 

Você já ouviu falar sobre o Abril Verde?

 

A campanha Abril Verde engloba ações de conscientização relacionadas à Saúde e Segurança do trabalhador brasileiro. Ela parte do pressuposto de que se pode fazer mais por um trabalho saudável e sem acidentes, por meio da disseminação de informações qualificadas que fortaleçam a cultura de prevenção de acidentes no ambiente de trabalho.


No dia 13 de abril, o assunto foi discutido no Senado Federal, em Brasília.

 

A vice-procuradora-geral do Trabalho, Maria Aparecida Gurgel, afirmou ao senador que o movimento de conscientização sobre Segurança do Trabalho é um convite à reflexão sobre como a sociedade brasileira quer a evolução do país.

De acordo com ela, os movimentos econômicos recentes e os fatores e fatos sociais, como os processos de migração e a revolução tecnológica e científica têm ampliado o número de trabalhadores submetidos a ambientes inseguros. Para Gurgel, é necessário a implantação de uma política de estado voltada à promoção de melhorias nas condições sociais e de trabalho dos trabalhadores.


É preciso falar ainda mais sobre Segurança do Trabalho


Na prática, todo o cuidado é pouco, não somente para evitar aquelas tragédias que aumentam os números, mas para que doenças que surgem lentamente, como asma ocupacional, pneumoconioses ou, ainda, distúrbios relacionados à saúde mental, se desenvolvam.

A importância também cresce na medida em que os empresários ainda acreditam que uma equipe responsável pela Segurança do Trabalho é um “gasto desnecessário”, descumprindo, ainda, a legislação.

Vale ressaltar, sobretudo neste “Abril Verde”, que as empresas precisam de um time multidisciplinar com técnico de Segurança do Trabalho, além de engenheiros, médicos e enfermeiros de Segurança do Trabalho, formando o que chamamos de SESMT – Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho.

 

 



 

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segunda-feira, 10 de abril de 2023

 




 

INVENTÁRIO DE RISCOS: 

TUDO QUE O TST PRECISA SABER

 



Apesar de não trazer um modelo pronto de PGR, a NR-01 traz a estrutura do inventário de riscos, como podemos observar em seu item 1.5.7.3.2. Então, vamos ver o que a NR exige que o inventário possua, estruturalmente falando.


Caracterização dos processos e ambientes de trabalho


Aqui, deve-se caracterizar o que a empresa faz, como um todo (como são os processos), e os ambientes existentes na empresa. O que significa “caracterizar”? Meio óbvio, mas, significa dar as características, evidenciar, informar os processos de trabalho e seus ambientes, de modo que conste no inventário uma visão geral do que vem pela frente.

 

Caracterização das atividades

 

Assim como fizemos com os processos e os ambientes de trabalho, é necessário caracterizar as atividades que são realizadas dentro desses ambientes, o que os funcionários fazem, como são suas atividades de trabalho. Precisamos fazer esta caracterização justamente para identificarmos a existência de perigos e riscos.

 

Perigos e Riscos

 

Descrição de perigos e de possíveis lesões ou agravos à saúde dos trabalhadores, com a identificação das fontes ou circunstâncias, descrição de riscos gerados pelos perigos, com a indicação dos grupos de trabalhadores sujeitos a esses riscos, e a descrição das medidas de prevenção implementadas.

 

Análise preliminar

 

Dados da análise preliminar ou do monitoramento das exposições a agentes físicos, químicos e biológicos e os resultados da avaliação de ergonomia nos termos da NR-17. Ou seja, os agentes que podem ser quantificados devem ser informados nesta etapa, com sua devida análise quantitativa.

 

Matriz de Riscos

 

A NR-01 não usa o termo “matriz”, mas aqui é o momento onde indicamos sua elaboração. A norma pede avaliação dos riscos, incluindo sua classificação, e isso é possível mediante a matriz de riscos. Vamos obter a classificação do risco cruzando seus níveis de probabilidade e severidade.

Como comentei antes, a NR-01 não entrega um modelo pronto de PGR, até porque cada empresa vai ter suas particularidades e fica complicado ter um modelo pronto que atenda a todas. Mas ela dá as diretrizes, a estrutura que o documento deve ter, o que já é uma mão na roda na hora de fazer sua elaboração, concorda?

 

 

 

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4 DICAS PARA UM DDS EXCELENTE

 



O Diálogo Diário de Segurança, chamado carinhosamente de DDS, é uma das principais ferramentas da Segurança do Trabalho na busca por evitar acidentes.

Utilizado com frequência (ou pelo menos deveria, pois chama-se “diário”) requer algumas habilidades específicas para que possa cumprir seu papel, afinal, não é tão fácil prender a atenção do pessoal durante 10 ou 15 minutos todo santo dia.

Eu sei que em algumas situações não há disponibilidade para o diálogo ser diário, e acaba rolando o “DSS” (Diálogo Semanal de Segurança), mas isso não diminui a importância desta ferramenta. Aliás, pelo contrário, pois o diálogo passa a ser mais “raro” e precisamos otimizar aquele tempo.

Justamente por precisarmos ser mais assertivos é que precisamos trabalhar com todas as armas a fim de reter a atenção do nosso público, o que não é nada fácil. Mas calma que é exatamente por isso que trouxemos este conteúdo, fica com a gente e acompanha as dicas que trouxemos. Vamos lá?

 

1. Utilize local adequado

 

DDS é um tipo de treinamento onde os colaboradores devem prestar a máxima atenção possível no conteúdo ministrado. É ideal que seja feito no “habitat natural” da equipe, em seu setor de trabalho. Caso não seja possível, utilize uma sala ou recinto que comporte o pessoal. Por se tratar de um treinamento importante e muito curto, evite locais com ar condicionado ligado, slides e luz apagada, visto que os trabalhadores podem dar mais importância ao sono que vai chegar do que ao conteúdo ministrado.

É claro que, em algumas situações, pode ser interessante levar um conteúdo diferente com slides ou vídeos, pontualmente e sincronizado com o tema abordado, mas se for recorrente, o tiro pode sair pela culatra.

 

2. Fale para o seu público

 

Utilize linguagem condizente com o público que está lhe assistindo. Se são engenheiros (só um exemplo) pode usar um vocabulário mais robusto e rebuscado. Se são pedreiros em uma obra, a abordagem será outra. O mais importante é que seu público entenda a mensagem que está sendo passada naquele momento. É isso que vai fazer total diferença no trabalho a ser executado. Eles precisam entender e compreender o que está sendo dito, senão, é tempo perdido e trabalho jogado fora. Comunicação assertiva é responsabilidade do emissor.  

 

3. Postura

 

Evite imprimir temas prontos para fazer leitura. É normal imprimir temas de DDS, porém, utilize como base. Estude o que você imprimiu e fale com propriedade sobre o assunto. Leia apenas em último caso. Uma notícia, uma história ou algo que foge do seu entendimento, mas que seja fundamental que o pessoal tome conhecimento. Evite falar olhando para cima, para baixo ou pro nada. Olho no olho passa confiança e credibilidade, “encare” os colaboradores cobrando atenção deles naquele momento apenas com o olhar, desta forma você inibe seu público a fazer outra coisa que não seja te olhar também, chamando atenção para si.

 

4. Incentive a participação dos colaboradores

 

Alguns vão querer participar mais, outros menos, mas é importante deixá-los falar para que sintam que possuem voz ativa. Deixe-os contar casos e dar exemplos. Assim, você vai acabar aprendendo muito com eles também, afinal, não somos o Google para saber de tudo. O nome da ferramenta é “diálogo” e não “monólogo”. Traga o pessoal pra palestrar, faça-os falar e expor suas fraquezas e necessidades. Uma boa sugestão é fazer com alguns também ministrem DDS de vez em quando, sob sua supervisão. Lembre-se: quem ensina precisa aprender antes, portanto, esta participação vai otimizar o aprendizado deles também. Além disso, a tendência é que com o DDS sendo ministrado por um trabalhador, os outros prestem atenção também, justamente por ser algo que foge da rotina.

 

Finalizando…

 

Ouvimos falar sobre DDS desde a época do curso técnico, não é verdade? Mas o que vejo, de um modo geral, é que as empresas utilizam esta ferramenta apenas para cumprimento de protocolo. Passam uma lista de presença e não dão tanta importância com o resultado, o que vale é “provar que o DDS aconteceu”.

Então, já que precisamos utilizar a ferramenta, vamos tentar otimizar seu aproveitamento, indo além do procedimento padrão de recolher assinaturas. Vamos tentar fazer com que este momento sirva, de fato, para contribuir com a saúde e segurança dos trabalhadores. Vale a pena e o resultado pode ser gratificante!

 



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sábado, 8 de abril de 2023

 




 

DOENÇAS OCUPACIONAIS: CONHEÇA AS 3 MAIS COMUNS E COMO EVITÁ-LAS

 



No Brasil o número de casos relacionados a doenças ocupacionais cresce consideravelmente a cada dia. Segundo dados do Anuário da Saúde do Trabalhador realizado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), em 2014 mais de 180 mil trabalhadores foram afastados por esse motivo.

São consideradas doenças ocupacionais todo tipo de enfermidade adquirida ou desenvolvida durante a realização de práticas profissionais. Diferentemente do que muitas pessoas pensam, doenças ocupacionais estão presentes em todo tipo de áreas de serviços, desde indústrias até consultórios.

Esse tipo de doença pode ter diversas causas, como esforço ou movimentos repetitivos e exposição a componentes que afetam o organismo. Doenças ocupacionais estão sempre relacionadas ao tipo de função desempenhada dentro de determinada profissão.

Pensando nisso, criamos esse post com as três doenças ocupacionais mais comuns e dicas de como podem ser evitadas. Confira!

 

Doenças ocupacionais mais comuns e prevenção

 

1. Lesão por esforço repetitivo (LER)


A lesão por esforço repetitivo, também conhecida como LER, pode atingir diversos tipos de pessoas. Causada por exercício prolongado e repetitivo de determinado movimento, é desenvolvida e adquirida por pessoas de qualquer idade e gênero. Além de poder atingir qualquer parte do corpo humano, a LER só é identificada no estágio avançado e é capaz de forçar uma aposentadoria por invalidez.

Como prevenção é recomendado o uso de equipamentos ergonômicos, como descanso para os pés e costas, assim como exercícios e ginástica laboral para que as articulações e musculaturas possam ser fortalecidas.

 

2. Asma ocupacional

 

Considerada a doença respiratória ocupacional mais comum, é classificada como frequente no trabalho, podendo ser causada por diversos fatores, como contato com algodão, linho, couro, borracha e madeira. Caracterizada pela obstrução e/ou estreitamento das vias respiratórias a partir da inalação de partículas alergênicas e irritantes, a asma apresenta diversos sintomas — dentre eles falta de ar, tosse e sensação de pressão torácica.

A doença pode ser prevenida a partir da utilização correta do equipamento de proteção individual (EPI), no caso da asma é um respirador facial. Para um tratamento mais promissor o trabalhador deverá evitar o agente causador da enfermidade.

 

3. Dermatose ocupacional

 

Comum entre mecânicos e profissionais que lidam com manutenção de equipamentos, a dermatose ocupacional consiste em reações alérgicas na pele, muitas vezes persistentes. Podendo ser causadas por diversos fatores, como contato com graxa e óleo mecânico, as alergias são caracterizadas por coceiras e aspecto rígido e escamoso na pele.

O uso dos equipamentos de proteção individual como roupas especiais — peças de manga longa e calça, com materiais reforçados e botas de borracha — ajuda a prevenir o indivíduo contra esse tipo de doença. A prevenção com relação ao sol também pode ser indicada.

Cataratas, surdez, antracose, bissinose e distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT) são mais algumas doenças ocupacionais que costumam ocorrer com frequência. A melhor forma de prevenir qualquer enfermidade no trabalho é seguir as indicações de segurança e fazer uso de trajes adequados.

Qualquer tipo de medida preventiva deve ser adotado por meio de estudos. A partir disso, devem ser elaborados laudos de Segurança e Medicina do Trabalho para analisar as ações necessárias para a preservação da saúde dos colaboradores.

Vale lembrar que doenças ocupacionais e acidentes de trabalho são duas coisas diferentes. A doença é desenvolvida com o tempo a partir de algum tipo de atividade, já o acidente de trabalho é imediato, como uma queda ou queimadura.

 



 

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ENTENDA A IMPORTÂNCIA DA ERGONOMIA NO POSTO DE TRABALHO

 



Seja qual for o porte ou o segmento de atuação da empresa, o fato é que o gestor tem a responsabilidade de se preocupar com a forma como os empregados realizam suas funções. Sendo assim, a ergonomia no trabalho tem papel fundamental para garantir saúde e segurança a toda a equipe.

Todas as profissões exigem algum nível de esforço físico, desde profissionais dos setores de construção civil e industrial que lidam com procedimentos pesados até aqueles que trabalham em escritórios e que passam o dia sentados na frente de um computador.

Por isso, neste conteúdo abordamos a importância da ergonomia no trabalho e os seus principais benefícios para a organização e os colaboradores. Quer saber mais sobre o assunto? Então, não deixe de conferir o artigo completo!

 

O que é ergonomia no trabalho?

 

Ergonomia consiste no estudo da relação entre o indivíduo e o seu ambiente de trabalho. É correto afirmar que a ergonomia no trabalho proporciona ao trabalhador conforto adequado e métodos de prevenção de patologias e acidentes decorrentes de cada tipo de atividade exercida nas empresas.

A má postura e as lesões consequentes de esforço repetitivo, com o decorrer do tempo, são responsáveis pelos mais variados males que afetam e comprometem a saúde do colaborador. Muitas vezes, isso impossibilita a execução de uma mesma atividade em decorrência, por exemplo, de deficiência motora.

 

Como a ergonomia impacta no desempenho do trabalhador?

 

A NR-17, estabelecida pelo MTE e regulamentada pela Portaria 3.214, tem o objetivo de estabelecer a obrigatoriedade de padrões que permitam as condições ideais de trabalho, adaptando-se às características psicofisiológicas dos colaboradores, de forma que eles tenham um ambiente laboral seguro, confortável e produtivo.

Dado o contexto, é importante destacar que aspectos como o nível de ruídos, a temperatura do ambiente de trabalho e a iluminação são alguns dos principais causadores de problemas que prejudicam de forma direta a saúde dos empregados de uma empresa.

Sendo assim, a ergonomia também pode contribuir para evitar que doenças ocupacionais ocorram, visando tornar os procedimentos de controle e regulação das condições adequadas de trabalho cada vez mais eficientes.

 

Quais são os benefícios da ergonomia no trabalho?

 

Reduz a rotatividade por afastamentos

 

É muito comum que ocorram afastamentos de funcionários por conta de acidentes e doenças do trabalho, gerando alta rotatividade de pessoas, o que prejudica a produtividade do negócio.

Assim, a ergonomia no trabalho está diretamente ligada à redução da rotatividade, diminuindo o número de ausências e afastamentos, já que contribui com a saúde e o bem-estar dos colaboradores durante a jornada de trabalho.

 

Proporciona melhora postural

 

Os ajustes na realização das funções laborais, por menores que pareçam, são capazes de proporcionar melhorias significativas na postura dos funcionários.

 

Alguns exemplos de melhoria postural que evitam lesões, dores e fadiga que podemos citar são:

 

·       sentar corretamente na cadeira;

·       alinhar pernas e braços de maneira adequada;

·       ajustar o monitor na altura correta;

·       manusear uma ferramenta ou maquinário de modo seguro.

 

Aumenta a produtividade no ambiente laboral

 

Sem dúvida, uma das maiores vantagens da ergonomia no trabalho é o notável aumento na produtividade dos empregados. Afinal, ninguém é capaz de realizar sua função laboral com eficiência se está se sentindo desconfortável ou com dores, concorda?

 

Torna o ambiente de trabalho mais seguro

 

Para finalizar, vale a pena citar um dos aspectos de maior importância que a ergonomia do trabalho promove nas organizações: maior segurança no ambiente de trabalho.

Vale lembrar que, ao demonstrar compromisso com a saúde e a segurança de seus funcionários, a empresa melhora sua imagem perante o mercado e a sociedade, além de aproximar os colaboradores e incentivá-los a ter ótimo desempenho.

Como você pôde conferir neste artigo, a ergonomia no trabalho é um assunto de extrema importância e uma das principais responsabilidades dos gestores das empresas. Garantir um local de trabalho seguro e confortável aos seus funcionários não é mero capricho, mas uma questão de garantir segurança e saúde a toda a equipe.

 

 



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quinta-feira, 6 de abril de 2023

 






 

CURSO DE OPERADOR DE EMPILHADEIRA:

VEJA POR QUE SUA EMPRESA DEVE INVESTIR!

 



O operador de empilhadeira é o profissional que utiliza de uma máquina motorizada para transportar materiais nas indústrias dos mais diversos tipos. Trata-se de uma atividade imprescindível, uma vez que os lotes de produtos são muito pesados e impossíveis de serem carregados com a força humana.

Porém, não é qualquer pessoa que pode ser designada para essa função. É preciso fazer um curso de operador de empilhadeira, conforme prevê a Norma Regulamentadora – NR 11. Para saber mais informações sobre o assunto, siga a leitura e informe-se agora mesmo!

 

Por que é importante investir em um curso de operador de empilhadeira?

 

As empresas precisam investir em cursos de operador de empilhadeira a fim de qualificar os funcionários que exercem essa função. Tal investimento é necessário não apenas com o objetivo de seguir as normas regulamentadoras, mas também para garantir a segurança e integridade física do operador e demais trabalhadores da empresa. Além disso, no curso são trabalhados conteúdos interessantes, como dicas para realizar o trabalho de forma otimizada, sem que se perca a segurança por conta disso.

 

O que é ensinado em um curso de operador de empilhadeira?

 

Existem várias técnicas e tipos de carregamento que podem ser feitos nas empresas. Desse modo, no curso para formação profissional, são ensinados todos esses procedimentos. Abordam-se ainda técnicas de primeiros socorros e de como proceder no caso da ocorrência de acidentes de trabalho envolvendo o equipamento.

 

Que tipos de equipamentos estão enquadrados na NR 11?

 

A NR 11, norma que regulamenta o transporte, a movimentação, a armazenagem e o manuseio de materiais nas empresas, não classifica apenas as empilhadeiras como equipamentos que necessitam de um treinamento especializado para serem operados. Segundo essa normativa, ascensores, elevadores de carga, guindastes, monta-cargas, pontes-rolantes, talhas, guinchos, esteiras-rolantes e transportadores de modo geral necessitam ser operados por pessoas que tenham conhecimentos adequados para isso.

 

Como escolher uma empresa qualificada para realizar esse tipo de treinamento?

 

Os cursos de operador de empilhadeira só são válidos quando seguidas algumas regras que podem ser encontradas na NR 11. Pontos importantes que devem ser analisados é se os motoristas são habilitados e se portam um cartão de identificação com nome e fotografia em local visível.

 

Além disso, os certificados só são válidos quando contêm uma série de itens, tais como:

 

·       o nome do trabalhador que está sendo qualificado;

·       um resumo do conteúdo programático;

·       a carga horária diária e total do treinamento;

·       a data e o local do treinamento;

·       a formação profissional, nome completo e assinatura dos instrutores;

·       o nome completo e assinatura do responsável técnico pela instituição de ensino.

 

Portanto, antes de contratar uma empresa ou escola para ministrar esse curso para os seus colaboradores, é necessário verificar se ela cumpre todos esses itens. Em caso contrário, o treinamento não terá validade legal.

Conseguimos esclarecer as suas dúvidas sobre o curso de operador de empilhadeira? Ele é muito importante para que a segurança e qualidade dos serviços na sua empresa sejam garantidas.

 

 

 



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