sexta-feira, 10 de março de 2023

 





 

SELEÇÃO ADEQUADA DOS DISPOSITIVOS DE INTERTRAVAMENTO DE PROTEÇÕES MÓVEIS EM MÁQUINAS

 



Conhecidos também como chaves de segurança, os interruptores de intertravamento para proteções móveis, como portas basculantes, corrediças ou removíveis, são dispositivos de proteção utilizados para indicar e garantir que as proteções estejam posicionadas no local correto em uma máquina ou equipamento. A utilização destes dispositivos é indicada após a apreciação de riscos realizada, em princípio, pelo fabricante da máquina, senão pelo proprietário dela. Fazem parte de sistemas de comando relacionados à segurança (SRP/CS) e produzem um sinal que indica a condição segura de uma proteção física móvel.

A instalação correta deste componente em conjunto com a interface de segurança e os atuadores de saída atende aos requisitos das Categorias de Segurança (Cat. B, 1, 2, 3 ou 4), dos Níveis de Desempenho PL (a, b, c, d ou e) e dos Níveis de Integridade de Segurança SIL (1, 2 ou 3), conforme suas respectivas normas.

Chamadas de carenagem, caixa, tampa, tela, grade, porta etc., as proteções físicas fixas e móveis são utilizadas para evitar o contato direto e constante com partes perigosas de uma máquina no momento em que os trabalhadores executam tarefas como a operação normal, a limpeza, o ajuste, a manutenção e outras atividades que fazem parte dos ciclos de vida de uma máquina.

A seleção destes interruptores de proteção deve ser feita por meio de critérios técnicos levando em consideração, principalmente, o tempo da abertura da proteção móvel. Este tempo de abertura deve ser suficiente para que cessem os movimentos perigosos, reduzindo o risco alto, médio ou baixo de acidentes na área de perigo da máquina que está sendo protegida.

Existem máquinas cujo mecanismo de funcionamento de partes móveis tem o comando de acionamento e desacionamento com velocidades de resposta muito pequenas. Nestes casos, o projeto, a construção e a seleção do dispositivo de intertravamento não precisa jasa kontraktor de bloqueio e de travamento, mas sim evitar o acidente e a tentativa de manipulação ou de burla por parte de pessoas mal intencionadas.

Caso um determinado mecanismo de uma máquina tenha movimentos perigosos com origem e sistema de transmissão com muitos elementos, além de um acúmulo de força e energia muito grande, dificilmente este sistema poderá ter uma frenagem em um tempo muito curto. Para esses casos deve ser considerada a inércia do sistema como um todo e o dispositivo de intertravamento deve permanecer bloqueado e travado até que o sistema esteja em movimento zero.

Para garantir essa condição é necessário que exista um sistema de segurança que detecte a condição de movimento zero por sensores de pulsos indicando movimentos residuais ou pelo monitoramento da sequência de fases do motor que gera os movimentos. Este tipo de dispositivo de intertravamento deve bloquear e travar a proteção móvel de modo a impedir o acesso ilegal, em termos de segurança efetiva, e somente liberar a proteção após um monitoramento seguro.

 

De acordo com a norma ISO 14119:2013, que trata dos princípios para o projeto e seleção dos dispositivos de intertravamento associados às proteções, existem quatro tipos de dispositivos e são eles:

 

Ø Tipo 1. Dispositivo de intertravamento com interruptor de posição acionado mecanicamente com atuador não codificado. Ex.: dispositivos de intertravamento tipo dobradiça, tipo came linear ou tipo came rotativo.

 

Ø Tipo 2. Dispositivo de intertravamento com interruptor de posição acionado mecanicamente com atuador codificado. Ex.: interruptores de posição acionados por lingueta (significa que o atuador possui um formato codificado) e a chave transferível (trapped key).

 

Ø Tipo 3. Dispositivo de intertravamento com interruptor de posição acionado sem contato com atuador não codificado. Ex.: interruptores de proximidade do tipo indutivo, tipo capacitivo, tipo magnético, tipo ótico e tipo ultrassônico.

 

Ø Tipo 4. Dispositivo de intertravamento com interruptor de posição acionado sem contato com atuador codificado. Ex.: interruptores de posição atuados por campo magnético codificado, atuados por um transponder (tag) de RFID (Radio-Frequency IDentification) ou atuados por um transponder (tag) ótico.

 

Os atuadores são codificados de acordo com os níveis possíveis, aos quais os formatos permitem ser diferenciados em baixo nível (de 1 a 9 níveis disponíveis), médio nível (de 10 a 1.000 níveis disponíveis) e alto nível (mais de 1.000 disponíveis). Quanto maior o nível de codificação, maior a dificuldade de burlar o dispositivo.

Em termos de seleção do dispositivo de intertravamento, vale considerar ambientes com altos níveis de humidade e que necessitam de um grau de proteção (IP) maior e, eventualmente, com temperaturas também elevadas. Nestes casos, existem dispositivos que atendem às exigências com as devidas certificações e garantias de cada fabricante.

Outra informação importante relacionada quanto à seleção de um dispositivo de intertravamento é o fato de que, caso sejam acionados repentinamente, podem produzir novos perigos. Muitos processos contínuos, como a usinagem com desbaste de uma peça grande em alta velocidade ou um sistema automático de soldagem de precisão, não podem ter uma parada brusca, pois podem gerar outros perigos, tais como o estilhaço devido à quebra da ferramenta situs poker de corte e o incêndio ou explosão devido ao superaquecimento de superfícies. Torna-se necessária uma parada controlada para que o sistema se ajuste para permanecer em condição segura. O dispositivo de intertravamento com bloqueio e travamento é requerido.

Existem ainda outras formas de intertravamento que permitem o comando de partida da máquina. Porém, devem ser muito bem analisadas, compreendendo suas exigências por meio da apreciação de riscos e identificando os mecanismos e perigos existentes em cada tipo de máquina.

Em resumo, os avanços tecnológicos, especialmente na área da eletrônica, proporcionaram o desenvolvimento de dispositivos de intertravamento com maior confiabilidade quanto à aplicação nas diversas áreas industriais. A solução atende a principal meta de garantir a segurança nas operações e nas intervenções humanas nas máquinas, evitando ao máximo os acidentes e as possibilidades de manipulação ou burla.

 

Referências normativas


ISO 14119:2013 – Safety of machinery – Interlocking devices associated with guards – Principles for design and selection.

ISO 14120:2015 – Safety of machinery – Guards – General requirements for the design and construction of fixed and movable guards.

ABNT NBR ISO 12100:2013 – Segurança de máquinas – Princípios gerais de projeto – Apreciação e redução de riscos.

ABNT NBR ISO 13849-1:2019 – Segurança de máquinas – Partes de sistemas de comando relacionados com segurança – Parte 1: Princípios gerais de projeto.

ABNT NBR ISO 13849-2:2019 – Segurança de máquinas – Partes de sistemas de comando relacionados com segurança – Parte 2: Validação.

IEC 62061:2012 – Safety of machinery – Functional of safety of safety-related electrical, electronic and programmable electronic control systems.

ABNT NBR IEC 60034-5:2009 – Máquinas elétricas girantes – Parte 5: graus de proteção proporcionados pelo projeto completo de máquinas elétricas girantes (Código IP) – Classificação.

*Justiniano Vieira Lima Junior – instrutor técnico de segurança da Schmersal

 

 

 

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COMO SUPERAR OS DESAFIOS DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS EM SEU LOCAL DE TRABALHO

 

 


Não importa o quanto você se preparou para emergências com treinamento operacional ou equipamentos confiáveis, sempre há fatores que estão simplesmente fora do seu controle.

É por isso que é vital ter planos de resposta que minimizem a oportunidade de erro humano e permitam que você reúna as informações necessárias para resgate e resposta quando ocorrer um incidente. Velocidade e precisão são fundamentais quando a vida de seus trabalhadores e membros da comunidade está em jogo, então a hora de criar um plano de preparação para emergências é agora.

Vamos examinar um cenário de emergência e como o pessoal de segurança respondeu a uma liberação de gás não planejada.

 

Os desafios da resposta a emergências

 

No início da jornada de trabalho, um tanque desabou no lado norte de uma planta industrial. Uma quantidade desconhecida de gás perigoso foi liberada, criando um ambiente potencialmente explosivo e tóxico tanto para os trabalhadores quanto para a comunidade do entorno.


Esta cena ilustra algumas das frustrações que o pessoal de segurança, como chefes de bombeiros, gestores de segurança e técnicos de segurança, enfrentam em uma emergência industrial e as perguntas que podem se seguir:

 

Ø Quando começou o vazamento?

Ø Que tipo de gás e quanto foi liberado?

Ø Para onde está indo depois?

Ø Quem será afetado? Quem já foi exposto?

Ø Como posso proteger minha equipe e a comunidade eles podem se abrigar no local ou devo ordenar uma evacuação? Como posso proteger nossas instalações?

 

As respostas a essas perguntas podem esclarecer a situação para que você implemente os procedimentos de emergência adequados, interrompa a ameaça e acompanhe quando for necessário.

Mas onde você pode conseguir essas informações? Aqui estão as três coisas que você deve examinar ao criar qualquer plano de resposta a emergências.

 

1. Comunicação e informação acessível

 

Ação rápida para entender e comunicar a situação é fundamental para as equipes de resposta a emergências e todos os envolvidos.

Em nosso cenário, os socorristas chegam ao local e usam os monitores multigás pessoais Ventis Pro5. Há monitores de área Radius BZ1 e Gateways RGX ao redor do tanque e em toda a comunidade para monitorar continuamente a situação em tempo real e criar uma segunda linha de defesa.

Momentos após a implantação, as medições de gás em andamento e os dados em tempo real do equipamento são compartilhados entre os socorristas, melhorando a visibilidade do perigo no solo e permitindo que o pessoal de segurança permaneça a uma distância segura.

Por meio do compartilhamento de alarmes e resumos visuais de alarmes, a equipe de resposta descobre quem precisa de ajuda, onde encontrar as pessoas, qual é a ameaça e mais, permitindo um resgate mais seguro e eficaz.

Para garantir que todos os envolvidos sejam atualizados continuamente sobre a liberação, os alertas móveis personalizáveis são configurados, que notifica os socorristas quando há alguma mudança nas condições.

 



2. Previsão de zona de perigo

 

As medições de gás e dados meteorológicos locais dos sensores também alimentam, um software de modelagem dinâmica de plumas que cria um modelo da liberação de gás e seu caminho futuro para um período de duas horas. Com essas perspectivas, os operadores podem reduzir o risco de mais incidentes e dar aos socorristas as informações necessárias para configurar bloqueios de estrada, centros de evacuação, postos de comando e áreas de descontaminação, triagem e preparação.

Você pode visualizar um modelo de pluma em tempo real que se ajusta constantemente às condições do seu local, combinando dados de sensores de gás, estações meteorológicas e padrões de tráfego local. Ao capturar os fatores de mudança automaticamente, você pode eliminar cálculos e estimativas manuais de seu plano de resposta a emergências e dar ao pessoal de segurança a capacidade de agir com confiança durante emergências, protegendo sua equipe, comunidade e o meio ambiente.

 

3. Relatório e acompanhamento de incidentes

 

Depois de resolver uma emergência controlando o perigo e confirmar que todos estão em um local seguro, a última coisa que você deseja é o fardo de uma documentação extensa. No entanto, os insights obtidos de seus dados de detecção de gás são extremamente valiosos para relatórios de conformidade e prevenção de incidentes.

Um software de gerenciamento de detecção de gás, pode ajudar você a automatizar os relatórios para que possa se concentrar mais em como evitar exposições repetidas e menos em pesquisar dados em busca de informações relevantes. Você pode visualizar todos os registros do seu local, registros de dados e de alarmes em um painel fácil de acessar.

Sem essa combinação de hardware conectado e soluções de nuvem inteligentes, esse cliente precisaria mobilizar muito mais pessoal e, ao mesmo tempo, fazer cálculos de modelo manualmente para entender o impacto na comunidade.

No entanto, como a equipe investiu em soluções de resposta a emergências eles economizaram tempo, reuniram os insights certos e agiram na hora para proteger seu pessoal e a comunidade.

 





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quinta-feira, 9 de março de 2023

 




 

6 DOENÇAS QUE CAUSAM AFASTAMENTO DO TRABALHO E COMO EVITÁ-LAS

 



Você sabia que as doenças ocupacionais são registradas juntamente com os acidentes de trabalho? Sim, o (MTE) divulga, anualmente, o número de trabalhadores que sofreram ocorrências com ou sem afastamento do trabalho. O Brasil registra, em média, 700 mil acidentes de trabalho por ano desde 2010. Já os valores pagos pelo governo entre os anos de 2012 e 2016 para trabalhadores afastados chega a R$ 20 bilhões.

Segundo o MTE, as doenças ocupacionais são “produzidas, adquiridas ou desencadeadas pelo exercício da atividade ou em função de condições especiais de trabalho”. Legalmente, os trabalhadores afastados por doenças ocupacionais possuem os mesmos direitos daqueles que sofreram acidentes.

Por isso, é preciso ficar atento às principais causas de doenças ocupacionais e como evitá-las. Você sabe quais são?

 

1 – Lesões por esforços repetitivos (LER) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT)

 

As principais causas são esforços repetitivos, posturas inadequadas e a ansiedade por pressão psicológica. No caso dos distúrbios, as doenças mais comuns são tendinites e lesões de ombro.

Para as lesões por esforços repetitivos e de posturas, é preciso ter um correto posicionamento para o trabalho, com adequação da mesa e cadeira, reduzir o número de repetições de movimentos, incluir pausas nas atividades, exercícios preparatórios para evitar as lesões. Sempre é indicado a realização de atividades físicas regulares.

Já para a pressão psicológica, o ideal é sempre haver um diálogo aberto entre funcionário e gestor, com a definição de metas adequadas e clareza sobre o que é esperado de cada profissional.

 

2 – Problemas de coluna

 

Os problemas de coluna, como a hérnia de disco, por exemplo, ocorrem muito frequentemente com trabalhadores que têm posturas inadequadas, que estão acima do peso ou são sedentários, quando fazem movimentos repetitivos para o levantamento de peso, já que envolve o uso da força e a movimentação do tronco.

Para evitar este tipo de problema é importante primeiro, estar em forma. Por isso, as empresas devem incentivar a prática regular de exercícios e a reeducação alimentar.

As atividades que requerem o levantamento de peso devem ser feitas gradualmente, com exercícios preparatórios e compensatórios. Além disso, as cargas devem ser fracionadas e com maior número de repetições, garantindo a redução da velocidade de execução das tarefas.

 

3 – Depressão e ansiedade

 

Cobranças excessivas por resultados satisfatórios, frustração profissional, problemas familiares e condições de trabalho inadequadas, por exemplo, são alguns dos motivos que causam estresse e depressão.

Em alguns casos os sintomas podem ser físicos, apresentando dores de cabeça, dor nas costas, fadiga, insônia e gastrite — o que pode causar confusão e fazer com que as pessoas acreditem ter outros problemas. O tratamento requer acompanhamento médico e o afastamento pode chegar a meses, dependendo do quadro clínico que o colaborador apresenta.

 

4 – Problemas articulares

 

Os problemas nas articulações são geralmente causados por movimentos repetitivos, posturas inadequadas, além da obesidade e do sedentarismo. As articulações são as conexões naturais existentes entre dois ou mais ossos.

Assim como em outras doenças ocupacionais, neste caso, recomenda-se a prática de exercícios, a reeducação alimentar e a adequação do mobiliário onde o trabalhador atua. Além disso, a redução da necessidade de uso da força e do número de repetições; pausas e exercícios preparatórios e compensatórios.

 

5 – Varizes

 

As varizes são veias que se tornam tortas e dilatadas devido ao acúmulo de sangue e surgem principalmente nas pernas e nos pés, causando dor e inchaço. Nas doenças ocupacionais, ocorrem mais comumente em pessoas que trabalham em pé ou sentada com pouca movimentação. Além de serem comuns em pessoas obesas e sedentárias.

Nestes casos, é preciso haver uma adequação das tarefas para que o trabalhador tenha a possibilidade de se movimentar, alternando a postura e realize exercícios preparatórios e compensatórios. No caso de pessoas obesas ou sedentárias, recomenda-se a prática de exercícios físicos.

 

6 – Problemas auditivos

 

A redução ou perda auditiva pode ocorrer devido à exposição excessiva ruídos ou até no caso de trabalho com produtos químicos solventes (tinner, tolueno, xileno e similares).

 

7- Acidentes de trabalho

 

Causalidades no próprio ambiente laboral são responsáveis por grande parte dos afastamentos dos trabalhadores de suas atividades. Fraturas, lesões e cortes por descuido ou má utilização das ferramentas são as causas desse tipo de acidente, bem como a não utilização dos equipamentos de proteção individual (EPI’s).

 

8- Dor nas costas

 

As dores nas costas, que incluem problemas na coluna, configura entre as principais causas de afastamento do trabalho. O motivo, normalmente, são problemas relacionados à ergonomia — seja para trabalhos realizados em escritório (que envolve postura), seja para trabalhos no processo produtivo (carregando peso de forma inadequada, por exemplo).

 

9- Lesões no joelho

 

As causas podem estar relacionadas a sedentarismo, doenças genéticas, trabalhos em escritórios (em que se passa muito tempo sentado), obesidade e carregamento de peso de forma inadequada. Em casos mais graves, pode ser necessário fazer cirurgia e acompanhamento com fisioterapia, o que aumenta o período de afastamento.

 

10- Hérnia inguinal

 

Acomete mais homens do que mulheres e não necessariamente está ligada a problemas no ambiente de trabalho — o que faz com que o empregador não tenha meios de elaborar planos de prevenção. Porém, ainda assim, esse problema possui um índice alto de afastamento do trabalho.

 

11- Doenças do coração

 

Problemas do coração podem estar ligados a condições genéticas, má alimentação e sedentarismo. O estresse no ambiente de trabalho pode ser um agravante, que, inclusive, também pode provocar hipertensão.

 

12- LER

 

As lesões por esforço repetitivo são uma doença crônica que afeta o desempenho do trabalhador ao atingir músculos, nervos, ligamentos e tendões. É cada vez mais comum, principalmente entre aqueles que desempenham tarefas manuais recorrentes

 

13- Problemas urológicos

 

Problemas urológicos acometem homens e mulheres e podem estar relacionados à incontinência, infecção urinária e pedra nos rins, por exemplo. Apesar de em menor número, esse tipo de doença também causa afastamento do trabalho no caso de inflamação da bexiga (cistite) e da pedra nos rins, por exemplo, o funcionário pode mesmo ter que passar por cirurgia, o que aumenta o tempo de afastamento.

 

Qual é o papel do profissional de saúde ocupacional na prevenção dessas doenças?

 

A empresa pode e deve exercer um papel ativo na prevenção de doenças decorrentes das funções e do ambiente de trabalho dos colaboradores.

 

Nesse sentido, algumas ações podem ser tomadas, como:

 

·       Realização de ginástica laboral diariamente, ensinando exercícios de alongamento que, além de ajudar a iniciar o trabalho de maneira mais disposta, servem para incentivar os movimentos nos intervalos, evitando longos períodos sentados ou lesões em decorrência da atividade realizada;

·       Treinamentos de ergonomia, orientando sobre a postura adequada, a forma correta de abaixar e carregar pesos, entre outras coisas;

·       Fornecimento das ferramentas e equipamentos adequados para a realização das atividades;

·       Palestras para conscientização a respeito de alimentação correta, hábitos saudáveis e a importância de realizar check-ups com o médico periodicamente;

·       Acompanhar e monitorar os afastamentos do trabalho, avaliando quais são as principais causas e qual a frequência em que eles ocorrem.

 

Para evitar é preciso que a empresa implante as medidas de proteção coletiva, com o isolamento das fontes de ruído e a ventilação exaustora no caso dos solventes, o trabalhador use o protetor auditivo ou máscaras de proteção específica para produtos químicos.

Além disso é importante estar atento com relação aos equipamentos de EPI e EPC, pois em qualquer área de atuação a segurança do funcionário é de responsabilidade da empresa.

Proteja-se! Se tiver dúvidas ou quiser compartilhar comigo a sua opinião, envie um e-mail para. Aguardo o seu contato!

 

 



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EDIFÍCIOS DOENTES:

PERIGO INVISÍVEL AOS FREQUENTADORES

 



Síndrome do edifício doente: Saiba mais sobre esse perigo invisível que afeta muitos trabalhadores no ambiente de trabalho.

 

Alguns sintomas como:

 

·       Dor de cabeça;

·       Mal-estar;

·       Fadiga;

·       Náusea;

 

Irritação nos olhos, nariz e garganta.

São muito comuns nos locais de trabalho que aparentemente são seguros e saudáveis.

Torna-se até difícil imaginar que um ambiente assim possa prejudicar nossa saúde.

 

Mas …. Ao contrário do que muitos pensam, esses locais podem ser muito prejudiciais.

 

O perigo é invisível, mas está em nossa volta.

Muitas pessoas se preocupam em ter uma alimentação saudável, praticar exercícios, beber três litros de água por dia.

Mas quem de fato presta atenção no ar que respira?

E olha que respiramos por volta de 9000 litros de ar por dia…

 

Mas afinal, o que é a Síndrome do Edifício Doente?

 

A síndrome do edifício doente foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 1982.

Trata-se de um conjunto de doenças desencadeadas pela proliferação de microorganismos infecciosos e partículas químicas em prédios fechados. 

E foi identificada a partir da grande incidência de doenças acometidas em trabalhadores que não desenvolviam suas atividades em setores industriais.

Uma vez que a princípio todos os olhares estavam voltados a assuntos relacionados a emissão de poluentes por parte das indústrias e dos automóveis.

 

Pode não parecer, mas nossas roupas, cortinas, móveis, produtos de limpeza, plantas, impressoras, papéis e até mesmo nossa pele desprendem aerossóis, gases e vapores que se dispersam pelo ar.

Outro fator de poluição é a biológica no ambiente, e ela se dá através da emissão de bio aerossóis, como fungos, mofos e bolor, e esses são justamente nossos maiores inimigos.

Na Resolução RE nº 09, de 16 de janeiro de 2003 ficou estabelecido que o ideal para o ambiente seria a relação de 750 unidades formadoras de colônia por metro cúbico.

Portanto se a taxa estiver maior, nós teríamos um ambiente com o ar de baixa qualidade.

 

O que devemos fazer?

 

Primeiramente a medida macro, ou seja, a eliminação da fonte do problema.

Ela pode estar no sistema de climatização de ar condicionado, ou até mesmo no próprio ambiente de trabalho.

Além dos aerossóis temos também a questão química, onde não pode haver mais 1000 PPM (partículas por milhão) de CO2 no ambiente e na questão física a temperatura ideal seria em torno de 22 a 24 graus célsius com a umidade relativa do ar entre 40% e 60%.

A falta de limpeza e manutenção regulares e o mal funcionamento do sistema de ar condicionado podem trazer diversos malefícios a nossa saúde, como lesões sérias no pulmão, olhos, pele.

A forma de implantação e multiplicação dos microrganismos no ar condicionado se dá onde a água condensada é recolhida,

Nessa água eles se multiplicam exponencialmente e com a ajuda do próprio equipamento eles são dispersados pelo ambiente.

 

Existem medidas de prevenção Síndrome do edifício doente?

 



Existem medidas práticas e muito eficazes de prevenção que podem evitar a síndrome do edifício doente, sendo elas:

·       Salas claras e espaçosas;

·       Pouco tecido na decoração;

·       Móveis com superfícies lisas, claras e fácil de limpeza.

 

Essas medidas são muito importantes, mas não podemos esquecer que nada disso vale se o sistema de ar condicionado não for de qualidade e ter um programa de limpeza e manutenção preventiva.

O segredo para evitar a síndrome do edifício doente está ligada a não somente a limpeza e higienização, vem desde as etapas de projeto, instalação e operação do sistema de ar condicionado.

Sem esquecer é claro de ficar atento às normas e legislações.

 

Autor:  Guilherme Severiano Lage / Engenheiro de saúde e segurança.

 

 

 

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quarta-feira, 8 de março de 2023

 





 

ALERTA: 95% DAS EMPRESAS BRASILEIRAS PODEM PERDER CERTIFICAÇÕES ISO 9001 E 14001

 



No mês de setembro, a versão 2008 da norma ISO 9001 (qualidade) e a versão 2004 da norma ISO 14001 (ambiental) simplesmente perderão a validade. Segundo dados da organização ISO, responsável pela acreditação das normas, cerca de 95% das empresas brasileiras certificadas – mais de 20 mil – ainda não efetuaram a migração para a nova versão da norma, que está em vigor desde 2015. As empresas que não fizerem a atualização, perderão a certificação por completo. Entre os motivos para o atraso, estão os cortes advindos da crise, a falta de conhecimento dos empresários quanto à necessidade de atualização e o velho hábito do brasileiro de deixar tudo para a última hora.

De tempos em tempos as normas são revistas, a fim de garantir que os requisitos avaliados estejam em conformidade com as transformações pelas quais o mercado atravessa. O objetivo é mantê-las atualizadas, garantindo sempre as melhores práticas. A grande novidade da versão 2015 é a inclusão de metodologias para a gestão de riscos, garantindo mais qualidade aos produtos, redução dos impactos ambientais e dos problemas financeiros. As normas dão garantias ao mercado de que suas organizações possuem altos padrões de qualidade dos produtos e/ou serviços prestados (ISO 9001), além que cumprem rigorosamente as legislações ambientais do país (ISO 14001).

O Brasil já foi o 10° país do mundo em número de certificações, sendo o maior da América Latina. No total, 20.232 empresas brasileiras conquistaram a ISO 9001 na versão 2018. No entanto, apenas 676 possuem a 2015. No caso da ISO 14001, 2.978 possuem a versão 2018. Na 2015, apenas 98. Caso as empresas realmente deixem de fazer a migração, passaremos então ao menor número de empresas certificadas no continente latino-americano. Dessa forma, o Brasil irá perder competitividade com empresas estrangeiras e uma parcela significativa da sua participação no mercado exterior.

Além de melhoria nos processos, empresas certificadas conquistam muitos outros benefícios. Há significativa redução nos desperdícios, os chamados savings, e ainda uma grande melhoria na imagem perante o perante a sociedade, visto que várias ações de marketing valorizam esse tipo de reconhecimento. Cabe destacar ainda que boa parte das empresas de grande porte e multinacionais só costumam aceitar fornecedores certificados, reduzindo drasticamente a participação de mercado das não certificadas. Isso reduz o market share e, consequentemente, as possibilidades de receita das empresas.

O custo de ficar de fora das oportunidades certamente é muito mais alto do que os investimentos envolvidos para a conquista das certificações. As empresas de pequeno e médio porte, cujo faturamento não justifica a manutenção de um departamento interno de qualidade, devem recorrer às consultorias. Além de contar com auditores especializados, que conhecem cada detalhe dos requisitos, essas empresas cuidam de todo o processo, desde a análise da organização, passando pela apresentação da solução até o acompanhamento junto às certificadoras, que farão apenas a avaliação dos itens da norma. Normalmente, essas consultorias atrelam parte de sua remuneração ao sucesso da certificação. Sendo assim, a empresa tem garantia na qualidade do serviço prestado.

A grande questão é que, apesar de simples, o processo é um pouco demorado. Em média, leva-se em torno de 6 a 8 meses para concluir todas as etapas da certificação ou da Recertificação. Sendo assim, a urgência das empresas que ainda não iniciaram a migração é muito grande. Caso as atualizações efetivamente não sejam feitas, o Brasil certamente perderá muito em competitividade. Num mundo cada vez mais globalizado, a contratação de fornecedores nos países vizinhos da América Latina – ou mesmo de outros mais distantes – não é tão complicada. O fato pode agravar ainda mais a crise que assola o Brasil, inclusive influenciando negativamente o PIB.

 

 

 


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terça-feira, 7 de março de 2023

 




 

O NOVO RIG:

DICAS TÉCNICAS ATUALIZADAS

 



Enquanto o RIG continua a evoluir, todas as dicas técnicas associadas também evoluíram. Abaixo está uma visão geral das últimas atualizações das dicas técnicas para o RIG.

 

1. USOS BÁSICOS PARA O NOVO RIG E COMPARAÇÃO COM O RIG ANTIGO

 

Essas novas dicas técnicas resumem todos os possíveis usos para o RIG, especificando as tolerâncias de desempenho para cada tipo de uso (limite de peso, diâmetros de corda compatíveis, normas...). Para casa uso, é apresentada uma tabela que fornece informações comparativas entre o RIG novo e o antigo.

 


O RIG é um descensor autoblocante / dispositivo de rapel que pode ser usado tanto no cinto quanto na ancoragem.

 

Diferenciação entre os modelos do RIG

 



Descensor de Acesso por Corda

 

O RIG pode ser usado por uma pessoa de até 150 kg, ou por duas pessoas em uma situação de resgate, de até 200 kg com fricção adicional.

 



A ponta livre da corda pode correr tanto na placa lateral reforçada, quanto no canal de fricção, dependendo do diâmetro da corda, da preferência do usuário, da posição do mosquetão de frenagem e da mão...

 



POSICIONAMENTO NO TRABALHO, POSIÇÃO DE MÃOS LIVRES

 

O sistema AUTO-LOCK do RIG 2018 automaticamente bloqueia a carga e retorna a alavanca para a posição de bloqueio. Antes de soltar a corda, o usuário deve garantir que a alavanca retornou adequadamente para a posição de bloqueio.

 



OCASIONAL ESCALADA EM CORDA

 

Dois métodos possibilitam uma rápida ascensão na corda para precisamente de posicionar na estação de trabalho.

 





 

DESCENDO COM O RIG CONECTADO NA ANCORAGEM

 

Com o RIG na ancoragem, uma pessoa pode ser descida até a estação de trabalho, ou uma pessoa ferida pode ser evacuada. A corda deve passar por um redirecionamento na ancoragem.

O usuário nunca deve soltar a ponta livre da corda enquanto estiver operando a alavanca. (No RIG 2018, o usuário pode soltar a corda após ter certeza que a alavanca automaticamente retornou para a posição de bloqueio. No RIG anterior a 2018, o usuário não pode soltar a corda até ter posicionado a alavanca na posição B (posicionamento no trabalho).

Durante longas descidas e/ou com cargas pesadas, a velocidade deve ser reduzida para evitar o aquecimento excessivo do equipamento.

 



ASSEGURANDO COM O RIG CONECTADO NA ANCORAGEM

 

O RIG na ancoragem permite assegurar uma pessoa que está usando outro sistema de progressão.

O usuário nunca deve soltar a ponta livre da corda. O usuário deve sempre deve manter folga na corda entre o RIG e a ancoragem, para reduzir o risco de queda.

 





ASSEGURANDO UM ESCALADOR USANDO A TÉCNICA DE LEAD CLIMBING

 

Para acesso desde baixo, o RIG permite o asseguramento de um escalador lead, que conecta a corda nos pontos de ancoragem intermediários enquanto escala.

 





O assegurador pode controlar a descida do escalador abrindo o manípulo, sem soltar a ponta livre da corda.

 



2. POSICIONAMENTO NO TRABALHO: DEIXANDO AS MÃOS LIVRES

 

O Sistema AUTO-LOCK da versão 2018 do RIG automaticamente trava a carga e retorna a alavanca à posição inicial.

 

3. RESULTADOS DE TESTES PARA O RIG

 

Veja as certificações e outros resultados de testes para o novo RIG, assim como as últimas informações sobre o RIG Antigo.




Testes estáticos e dinâmicos no RIG

 

Os testes a seguir foram realizados em laboratórios, com equipamentos e cordas novas, certificados pelas normas atuais. Os resultados dos testes são fornecidos apenas para informação: eles podem ser diferentes com equipamentos e/ou cordas que estão gastas pelo uso, ou com outros tipos ou modelos de corda.

 

A. Testes no RIG 2018

A1: TESTES ESTÁTICOS NO RIG 2018

 

Testes de tração lenta feitos em diferentes cordas; o valor medido é a carga pela qual a corda começa a deslizar no dispositivo.

 



A2: TESTES DINÂMICOS NO RIG 2018

 

Testes de travamento de queda feitos durante as certificações EN 12841, EN 341, EN 15151 e NFPA, e testes adicionais da para cobrir situações excepcionais. Nota: todos os testes que foram realizados não são mencionados aqui, apenas foram citados aqueles que produziram informações pertinentes sobre a utilização do RIG.

 

Teste da certificação EN 12841 – Dispositivo em 1 m de corda, queda de 1 m em um longe de corda dinâmica de 1 m x 11 mm

 



Teste da certificação EN 341 – queda de 60 cm em 4 m de corda

 



Teste da certificação EN 15151 e testes adicionais da Petzl – queda de 2 m em 1 m de corda

 



Teste da certificação NFPA com massa rígida.

Testes adicionais da Petzl com manequim e cinto – queda de 60 cm em 3 m de corda.

 



Teste da certificação NFPA com massa rígida.

Testes adicionais da Petzl com manequim e cinto – queda de 60 cm em 3 m de corda.

 



B. Arquivo: Testes no RIG < 2018 (anterior a 2018)

B1: Teste dinâmico no RIG 2018

 

Condições do teste:

Comprimento da corda: 1 m

Massa: 100 kg

 

Os valores apresentados são médios; eles variam dependendo dos modelos de corda utilizados.

 



B2: Teste estático no RIG < 2018

Estes testes foram realizados usando uma tração lenta.

 



B3. Assegurando com o RIG < 2018, dispositivo na ancoragem: 150 kg

 



Situação de uso extremo:

 

Testes com quedas de fator 0,3 foram realizados com uma massa rígida de 150 kg: queda de 1 em 3m de corda nova. A massa pode ter diminuído após o teste.  As forças de impacto obtidas nestas quedas estão entre 6 a 7kN, devido ao deslizamento da corda no dispositivo (em cordas kernmantel com baixo alongamento). Esses resultados são ligeiramente mais altos em cordas estáticas (por exemplo cordas certificadas pela NFPA Technical Use): de 0,5 kN a 1 kN.

O deslizamento na mão de bloqueio da corda é de mais de 100 cm. Estes testes mostraram a importância de limitar a folga na corda e de SEMPRE manter uma pegada firme na ponta livre da corda. Segurar a ponta livre da corda possibilita que o deslizamento no dispositivo seja minimizado.

 

4. RESGATE COM DESCIDA ACOMPANHADA COM O RIG

 

No caso de uma emergência no trabalho, uma solução para evacuação rápida para uma única vítima é uma descida acompanhada, realizada por um colega de trabalho.

O RIG pode ser utilizado para controlar uma descida de 2 pessoas, com uma carga de no máximo 200 kg. Para um melhor controle, a corda deve passar por um mosquetão de fricção.




O resgatista transfere o peso da vítima para o descensor do resgatista, e então controla a descida.

 



Exemplo de uma técnica para transferir o peso da vítima:

 











 

5. ESCOLHA DO MOSQUETÃO PARA CONECTAR UM DESCENSOR COM PATILHA DE SEGURANÇA (I’D S, RIG, STOP...) AO CINTO

 



Fatores-chave e riscos

 

Quando a corda está tensionada, o mosquetão e o dispositivo são mantidos na posição por causa da tensão.

Mas quando a corda não está tensionada, o dispositivo e seu mosquetão podem se mover e ficarem posicionados incorretamente. Portanto, há um risco de atrito com a trava, ou de uma sobrecarga entre o dispositivo e o ponto de ancoragem do cinto.

 

Os riscos mais importantes a se considerar

 



Recomendações sobre o mosquetão e acessórios

 

·       Use um mosquetão Am'D e uma barra de posicionamento CAPTIV

 

·       Escolha um Sistema de trava adequado ao seu uso

 



Por que esta escolha?

 

Am’D

 

A assimetria do formato D possibilita uma boa distribuição da carga e ajuda a resistir à cotação do mosquetão. Para esse uso, há somente um dispositivo para conectar, então uma ampla abertura e uma grande capacidade não é necessária.

 

CAPTIV

 

·       Em dispositivos com patilha de segurança, a corda pode ser inserida sem retirar o mosquetão, então é possível fixar o dispositivo no mosquetão com a barra CAPTIV.

·       O CAPTIV limite o risco de posicionamento incorreto do mosquetão.

·       O mosquetão é mantido na posição escolhida pelo usuário, por exemplo com a trava na placa móvel lateral do I’D.

·       O risco remanescente de fricção entre a trava e o ponto de ancoragem do cinto deve ser monitorado pelo usuário. A importância é maior ou menor, dependendo da situação e do sistema de trava usado.

 



Precauções de uso

 

·       Regularmente verifique se o mosquetão permanece com carga no eixo principal, especialmente quando ele é recarregado após ter sido descarregado.

·       Com um mosquetão de travamento automático, cerifique a cada abertura e fechamento se a trava está completamente fechada.

·       Instale o mosquetão com a trava voltada para si, (no lado da placa móvel lateral), para evitar pressões acidentais na trava pela estrutura, em caso de passagens apertadas ou movimentos falsos.

·       Evite qualquer pressão ou fricção que possa danificar ou abrir a trava, e/ou causar a abertura do gatilho.

·       No trabalho, utilize um segundo sistema de asseguramento, além do seu sistema de progressão.

 




 

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