quinta-feira, 14 de setembro de 2023

 




 

CADEIRA SUSPENSA: 

UM EPI INDISPENSÁVEL

 



Se você é um profissional que realiza atividades em altura, já deve conhecer a importância de utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para garantir a segurança durante o trabalho.

Nesse contexto, um equipamento que se destaca é a cadeira suspensa, um EPI indispensável para quem trabalha em locais elevados.

Neste artigo, vamos esclarecer todas as dúvidas sobre a cadeira suspensa, desde sua capacidade de carga, material de fabricação, acessórios que tornam o uso mais seguro até as principais aplicações de uso.

Continue lendo e saiba tudo sobre esse equipamento essencial para a segurança no trabalho em altura.

 

Existe limite de altura para o uso da cadeira suspensa?

Não há um limite de altura estabelecido para o uso da cadeira suspensa, mas o equipamento deve ser utilizado apenas em locais onde não há outras opções de acesso, como escadas ou andaimes.

Além disso, é essencial realizar uma avaliação de risco antes de utilizar a cadeira suspensa em qualquer altura.

 

Quantos quilos a cadeira suporta?

A capacidade de carga da cadeira suspensa pode variar de acordo com o modelo e o fabricante.

Geralmente, a cadeira suporta entre 100 e 150 quilos, mas é importante verificar a capacidade de carga especificada pelo fabricante antes de utilizar o equipamento.

 

Qual o material da cadeira suspensa?

A cadeira suspensa é geralmente fabricada em alumínio, aço inoxidável ou outro material resistente. A escolha do material depende da aplicação e do ambiente em que o equipamento será utilizado.

 







Qual a diferença entre o trabalho em altura e acesso por cordas

O trabalho em altura se refere a qualquer atividade realizada a mais de dois metros do nível do solo.

Já o acesso por cordas é uma técnica utilizada para acessar locais elevados, que pode ser utilizada em conjunto com a cadeira suspensa.

No acesso por cordas, o trabalhador utiliza uma corda de segurança fixada em um ponto de ancoragem para se deslocar verticalmente.

Enquanto o trabalho em altura pode ser realizado de diversas formas, o acesso por cordas requer habilidades específicas e equipamentos de segurança adequados.

É frequentemente utilizado em atividades como inspeção, manutenção e reparação de estruturas elevadas.

 

10 principais aplicações da cadeira suspensa

 

A cadeira suspensa é utilizada em diversas atividades que envolvem o acesso a locais elevados, entre essas, destacamos 10 para você:

·       Limpeza de fachadas e vidros de edifícios

·       Pintura de fachadas e estruturas elevadas

·       Instalação e manutenção de sistemas de ar condicionado

·       Trabalhos em torres e antenas de telecomunicações

·       Inspeção e reparação de estruturas de pontes e viadutos

·       Instalação e manutenção de sistemas de iluminação pública

·       Limpeza e manutenção de equipamentos em silos e tanques

·       Trabalhos em plataformas de petróleo

·       Inspeção e manutenção de turbinas eólicas

·       Instalação e manutenção de sistemas de proteção contra incêndios em edifícios

 

Agora que você conhece as áreas de utilização, vamos ver como você pode usar de forma adequada no tópico a seguir.

 

Como utilizar corretamente a cadeira suspensa?

Para utilizar corretamente a cadeira suspensa, é necessário seguir algumas medidas de segurança e orientações específicas. Veja abaixo alguns dos principais passos:

 

Verificar o estado da cadeira suspensa

Antes de utilizar a cadeira suspensa, é importante verificar se a estrutura está em boas condições, sem danos ou desgastes que possam comprometer a segurança do trabalhador.

 

Equipamentos de segurança

É fundamental utilizar os equipamentos de segurança adequados, como capacete, cinto de segurança, cordas nr18, mosquetões e outros dispositivos de ancoragem.

 

Fixação da cadeira

A cadeira suspensa deve ser fixada corretamente à corda guia e ao sistema de ancoragem, verificando se a fixação está segura e resistente.

 

Regulagem de altura

É importante regular a altura da cadeira de acordo com a necessidade do trabalho a ser realizado, ajustando a corda guia e verificando se a cadeira está nivelada.

 

Realização do trabalho

Durante a realização do trabalho, o trabalhador deve permanecer sentado na cadeira suspensa, utilizando os equipamentos de segurança e mantendo-se sempre ancorado ao sistema de segurança.

 

Retirada da cadeira

Após a conclusão do trabalho, é necessário retirar a cadeira suspensa do local de trabalho, seguindo as orientações do fabricante e verificando se a estrutura está em boas condições.

É importante ressaltar que o uso da cadeira suspensa deve ser realizado somente por profissionais treinados e com o uso de equipamentos de segurança adequados para garantir a segurança do trabalhador durante a execução das atividades em altura.

 

Acessórios que tornam o uso da cadeira mais seguro

Existem diversos acessórios que podem ser utilizados em conjunto com a cadeira suspensa para tornar o trabalho mais seguro.

 

Alguns exemplos são:

Corda NR 18

A NR 18 é uma norma regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil que estabelece as diretrizes de segurança para trabalhos em construção civil.

Em relação às cordas, a NR 18 estabelece requisitos mínimos de segurança para o uso de cordas em atividades de trabalho em altura.

Por exemplo, o uso de cordas de nylon com resistência mínima de 20 kN (kilonewtons) e a realização de inspeções periódicas nas cordas para detectar danos ou desgaste.

 





Mosquetão

O mosquetão para trabalho em altura é um tipo específico de mosquetão.

Por isso é projetado para ser utilizado em atividades em que a segurança em altura é crucial, como trabalhos em torres, postes, telhados, andaimes e outras estruturas elevadas.

Esses mosquetões são geralmente feitos de materiais leves, como alumínio ou aço inoxidável, e são projetados para suportar cargas elevadas e resistir a impactos e quedas.

 

Cinto de segurança

O cinto de segurança para trabalho em altura é responsável por proteger o trabalhador contra quedas e outros acidentes relacionados à altura.

É composto por um cinto ajustável e um sistema de ancoragem que fixa o trabalhador à estrutura ou sistema de segurança.








 

O uso correto do cinto de segurança para trabalho em altura é fundamental para garantir a segurança do trabalhador, juntamente com outras medidas de proteção e treinamentos adequados.

 

 

 



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SAIBA TUDO SOBRE SINALIZAÇÃO REFLETIVA

 



Com a sinalização refletiva, é possível aumentar a visibilidade de placas, faixas e outros elementos em condições de baixa luminosidade, tornando mais segura a circulação de pessoas e veículos.

Essa técnica é fundamental para prevenir acidentes e garantir que todos possam se deslocar com segurança e confiança, especialmente em ambientes noturnos.

Quando a sinalização refletiva é de qualidade e instalada de forma estratégica, é possível garantir a visibilidade adequada, reduzindo significativamente o risco de acidentes.

Por isso, é importante conhecer bem essa técnica e saber onde ela pode ser aplicada.

Neste texto, vamos explorar em detalhes a sinalização refletiva, abordando onde ela pode ser utilizada e seus benefícios em diferentes ambientes, como trânsito, construções e indústrias.

Além disso, vamos falar sobre o uso do colete refletivo, a sinalização refletiva, e as fitas refletivas para caminhões.

Se você deseja garantir a segurança em ambientes de baixa luminosidade, continue lendo e saiba mais sobre essa técnica crucial para prevenir acidentes.

 

Para que é quando utilizar faixa refletiva?

A segurança no trânsito e em outros ambientes é um assunto de grande importância, e a sinalização refletiva é uma técnica que tem um papel fundamental nesse sentido.

Ela consiste em utilizar materiais que refletem a luz para aumentar a visibilidade de placas, faixas e outros elementos de sinalização em condições de baixa luminosidade.

Seja no trânsito, em prédios ou em construções, a sinalização refletiva desempenha um papel crucial na prevenção de acidentes e na garantia de que as pessoas possam se deslocar com segurança e confiança.

Neste texto, vamos explorar com mais detalhes essa técnica e seus benefícios.

 

Onde utilizar a faixa refletiva?

Como mencionado, é preciso utilizar em locais como:

 

Prédios comerciais

·       Indústrias

·       Construções

·       Trânsito

·       Saídas de emergência

·       Escadas de emergência

·       Extintores e locais onde são dispostos

·       Rotas de fuga

·       Equipamentos de segurança

·       Uniformes de trabalhadores noturnos

 

A sinalização refletiva pode ser utilizada para delimitar áreas de trabalho e dispositivos de segurança, o que contribui para uma melhor organização e segurança do ambiente.

 

O que acontece se não tiver sinalização refletiva?

A falta de sinalização refletiva em ambientes noturnos ou de baixa luminosidade pode aumentar significativamente o risco de acidentes, uma vez que os elementos de sinalização podem se tornar praticamente invisíveis aos olhos dos usuários.

Por isso, é fundamental que sejam utilizados materiais de qualidade e instalados de forma estratégica para garantir a visibilidade adequada.

Em alguns casos, como no transporte e rotas de fuga, a falta de sinalização refletiva acarreta em multas.

 

Sinalização refletiva para estradas

Em ambientes escuros, como em rodovias sem iluminação adequada, a sinalização refletiva é essencial para garantir a segurança dos motoristas e pedestres.

A sinalização refletiva em estradas funciona por meio de materiais especiais que possuem a capacidade de refletir a luz dos faróis dos veículos.

Portanto, tornando as placas e demais elementos de sinalização mais visíveis durante a noite ou em condições de baixa luminosidade.

Os materiais mais comuns utilizados na fabricação da sinalização refletiva em estradas são os prismáticos e os de filme, que são revestidos com uma camada de tinta refletiva sobre uma base de filme plástico.

 

E onde usar o colete refletivo?

O colete refletivo é um equipamento de proteção individual (EPI) essencial para trabalhadores que atuam em ambientes escuros ou de baixa luminosidade.

O colete refletivo deve ser utilizado em locais onde a visibilidade é reduzida e existe o risco de acidentes envolvendo pessoas que trabalham ou transitam nas vias públicas, como em:

 

Rodovias e estradas

Tanto em caso de acidentes, como para a realização de serviços de manutenção ou sinalização nas pistas;

 

Canteiros de obras

Em áreas urbanas e também rurais, para sinalizar a presença de trabalhadores e máquinas;

 

Áreas portuárias e aeroportuárias

São usados na sinalização de trabalhadores que lidam com cargas e descargas de equipamentos e produtos;

 

Estacionamentos

Para sinalizar a presença de pessoas e veículos;

 

Eventos públicos

Como shows, festivais, feiras e atividades esportivas que ocorrem em vias públicas.

 

Em geral, o colete refletivo deve ser utilizado por trabalhadores que atuam nessas áreas, como, por exemplo:

·       Motoristas

·       Motoboy

·       Operadores de máquinas,

·       Bombeiros,

·       Policiais,

·       Socorristas,

·       Seguranças,

·       Agente de trânsito

 

É importante ressaltar que o uso do colete refletivo pode ser obrigatório por lei em algumas situações e é fundamental para a segurança dessas pessoas.

 

Visão refletiva noturna para caminhões

As fitas refletivas para caminhões são um item obrigatório de segurança em muitos países, incluindo o Brasil.

Elas são utilizadas para aumentar a visibilidade dos caminhões em rodovias e vias públicas, especialmente em condições de baixa luminosidade, como à noite ou em dias de neblina ou chuva intensa.

O uso das fitas refletivas é essencial para reduzir os riscos de acidentes de trânsito envolvendo caminhões

As fitas refletivas para caminhões podem ser encontradas em diferentes cores, como amarelo, vermelho e branco, e são equipadas com faixas refletivas de alta qualidade que garantem a visibilidade do caminhão de diferentes ângulos.

É importante que as fitas refletivas sejam de boa qualidade e estejam limpas e em bom estado de conservação para que possam refletir a luz adequadamente.

 



Onde usar tachão de sinalização?

O tachão de sinalização é um dispositivo utilizado para melhorar a visibilidade e segurança em diversas situações de tráfego, principalmente em:

 

Rodovias

É um item indispensável pois indica faixas de rolamento, áreas de ultrapassagem, limites de velocidade, curvas perigosas, entre outros trechos com risco de acidentes;

 

Em pistas de pouso

Essencial para delimitar a pista e orientar os pilotos na hora do pouso;

 

Garagens

Nesse caso, se usa para sinalizar áreas de estacionamento, delimitar as vagas e orientar o tráfego interno

 

Estacionamentos externos

Serve para sinalizar as áreas de circulação, delimitar as vagas e orientar o tráfego interno

 

Áreas de carga e descarga

Deve ser usado para sinalizar as áreas de circulação e de estacionamento de veículos de carga

 

Áreas urbanas

Para sinalizar faixas de pedestres, ciclovias, rotatórias, cruzamentos e outros pontos com grande fluxo de veículos e pedestres.

Além disso, eles também são úteis para sinalizar faixas exclusivas para ônibus, táxis e bicicletas, garantindo a segurança dos usuários desses meios de transporte.

Os aspectos refletivos dos tachões são fundamentais para a sua eficácia na sinalização viária, pois eles ajudam a aumentar a visibilidade dos dispositivos à noite e em condições de baixa luminosidade.

Os tachões são fabricados com materiais que apresentam alta refletividade, como o plástico ou o vidro, que refletem a luz dos faróis dos veículos e alertam os condutores sobre a presença dos dispositivos.

Além disso, a cor dos tachões também é importante para a sua identificação, sendo comum o uso de tachões amarelos ou brancos para a sinalização horizontal e tachões vermelhos para a sinalização vertical.

 

 



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quarta-feira, 13 de setembro de 2023

 





 

NR-12 SEGURANÇA EM ESTEIRAS TRANSPORTADORAS

 



A portaria 197 da Norma Regulamentadora 12 (NR-12) do Ministério do Trabalho ampliou as exigências de segurança para a utilização de transportadores de correias. Na prática, a resolução implica em adequações tanto para fabricantes de equipamentos quanto para usuários, incluindo condições mínimas de segurança, como a utilização de proteções para evitar o contato do operador com partes rotativas ou em movimento das máquinas.

A normatização define ainda que os movimentos potencialmente perigosos dos transportadores contínuos de materiais (correias transportadoras) devem ser protegidos, especialmente nos pontos de esmagamento, agarramento e aprisionamento. Em suma, isso implica em maior proteção aos acessos dos profissionais de operação e manutenção, principalmente ao conjunto das correias, roletes e tambores.

 

ACIONAMENTO POR MOTO-REDUTOR

 

As premissas da norma já são atendidas pelos produtos oferecidos ao mercado por muitos fabricantes, porém, os clientes contavam com a opção de adquirir somente parte deles, o que causava inadequação da segurança. A referência é o uso de moto-redutores como padrão nos acionamentos, um ponto da nova norma nem sempre atendido pelos fabricantes, principalmente na área de construção. A transmissão por corrente é a causadora da maior parte dos acidentes.

Tecnicamente, essa exigência se explica por si mesma. Afinal, o acionamento é considerado o “coração” do transportador, uma vez que é o responsável por transmitir o movimento à correia e, por isso, acaba recebendo os maiores esforços durante a partida do equipamento.

 

ROLETES DE APOIO E RETORNO DA CORREIA

 



Ao se projetar uma esteira transportadora, é preciso considerar a rotação de trabalho e a carga à qual serão submetidos os roletes. Os equipamentos que trabalham 24 horas por dia, por exemplo, são dimensionados para uma vida útil teórica de 30 mil horas. Logo, em função da velocidade da correia, e carga dinâmica é preciso selecionar com atenção os roletes. A Agrimaqui utiliza roletes com diâmetros diferentes para cada aplicação, sempre com rolamentos de primeira linha ou mancais. Os roletes devem possuir proteções para que não fiquem expostos. Para diminuir a manutenção e desgastes é importante usar roletes com tapa pó e acabamento galvanizado.

 

CILINDROS DE TRAÇÃO DE ESTICADORES DA CORREIA

 

Nos tambores, outro ponto de atenção contra avarias, é a seleção do diâmetro que exige cuidado. Como regra padrão, os projetistas precisam atender às especificações mínimas recomendadas pelos fabricantes, sob o risco de danificar e diminuir a vida útil das emendas. Além do diâmetro, o dimensionamento do eixo dos tambores deve ser calculado com atenção, para evitar tensões de operação e, assim, impedir a flexão excessiva, que pode resultar em uma sobrecarga dos rolamentos e na quebra do eixo por fadiga.

 

ESCOLHA E DIMENSIONAMENTO DA CORREIA TRANSPORTADORA

 

O dimensionamento correto e a escolha da correia ideal para a aplicação, devem fazer parte de um projeto seguro. Se o objetivo é manter os operadores livres de acidentes, o projetista deverá evitar componentes que irão sofrer desgastes prematuros, evitando paradas desnecessárias para manutenção. Um sistema de correias deve avaliar as características do material transportado, de acordo com o seu tipo, granulometria, peso específico, ângulo de repouso, temperatura, teor de umidade e abrasividade.

O procedimento também leva em conta o perfil do transportador, de acordo com o seu comprimento entre centros de tambores extremos, altura de elevação ou de declive. A capacidade de carga desejada e as condições de operação (ambiente e regime de funcionamento) também entram no cálculo.

 



Conheça as principais exigências da NR-12

A Norma Regulamentadora NR-12 está disponível na íntegra no portal do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A M&T selecionou alguns pontos, mostrados no quadro abaixo.

12.85 - Os movimentos perigosos dos transportadores contínuos de materiais devem ser protegidos, especialmente nos pontos de esmagamento, agarramento e aprisionamento formados pelas esteiras, correias, roletes, acoplamentos, freios, roldanas, amostradores, volantes, tambores, engrenagens, cremalheiras, correntes, guias, alinhadores, região do esticamento e contrapeso e outras partes moveis acessíveis durante a operação normal;

12.86 - Os transportadores contínuos de correia, cuja altura da borda da correia que transporta a carga esteja superior a 2,70 m do piso, devem possuir, em toda a sua extensão, passarelas em ambos os lados;

12.86.1 - Os transportadores cuja correia tenha largura de até 762 mm ou 30 polegadas podem possuir passarela em apenas um dos lados, devendo-se adotar o uso de plataformas moveis ou elevatórias para quaisquer intervenções e inspeções;

12.87 - Os transportadores de materiais somente devem ser utilizados para o tipo e capacidade de carga para os quais foram projetados;

12.88 - Os cabos de aço, correntes, eslingas, ganchos e outros elementos de suspensão ou tração e suas conexões devem ser adequados ao tipo de material e dimensionados para suportar os esforços solicitantes;

12.91 - Nos transportadores contínuos de materiais que necessitem de parada durante o processo, é proibida a reversão de movimento para esta finalidade. Os transportadores contínuos acessíveis aos trabalhadores devem dispor, ao longo de sua extensão, de dispositivos de parada de emergência, de modo que possam ser acionados em todas as posições de trabalho.

 

 



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QUAL A DIFERENÇA ENTRE RUÍDO OCUPACIONAL E RUÍDO AMBIENTAL?

 



O que é ruído?

O ruído é um som indesejado que é desagradável, alto ou perturbador. Outras palavras para ruído incluem zumbido, cacofonia, comoção, estrondo, grito, explosão, rugido ou turbulência.

A poluição sonora é descrita como qualquer som perturbador ou indesejado que interfere ou prejudica a saúde humana ou a vida selvagem.

A poluição sonora é um perigo invisível. São sons ou ruídos que não são naturais em volume ou produção.

O volume do som é medido em decibéis (dB). Uma conversa normalmente tem cerca de 60 dB, mas um cortador de grama tem cerca de 90 dB e um show de rock tem cerca de 120 dB.

A exposição repetida a sons de 85 dB ou mais pode prejudicar a audição de uma pessoa. Esse dano auditivo pode ser permanente.

Níveis de som entre 120 dB e 140 dB podem causar dor e níveis de som acima de 137 dB podem causar choque acústico (perda repentina de audição).

Por isso, há a necessidade do controle de ruído em ambientes internos e externos, regidos por leis específicas de acordo com a localização, horário e atividades desenvolvidas, entre outros pontos.

É a partir daí que nasceram as medições de ruído ocupacional e ambiental.

O que é o ruído ambiental e ocupacional?

O ruído ambiental é o resultado da poluição sonora proveniente do exterior, causada por transportes, atividades diversas.

Já o ruído ocupacional é aquele que acontece no ambiente de trabalho e os prejuízos são voltados aos trabalhadores.

 

O impacto do ruído no local de trabalho na saúde ocupacional

Hoje, o ruído é considerado uma forma de contaminação que tem efeitos negativos para a saúde humana, o que o torna uma questão social e ambiental. A exposição prolongada ao ruído aumenta a pressão arterial e o cansaço, além de causar diversos outros problemas de saúde, como os detalhados a seguir:

Deficiência auditiva temporária: a exposição constante a ruídos intensos leva à fadiga auditiva, da qual a audição pode levar de 12 a 16 horas para se recuperar. Se os sintomas de fadiga persistirem após esse período, o dano é considerado permanente.

Perda auditiva: o primeiro sintoma da perda auditiva tende a ser a incapacidade de detectar ruídos agudos. Em casos de exposição contínua ao ruído na vida cotidiana, a perda auditiva também pode começar a envolver sons de baixa frequência. Essa perda auditiva também pode ser induzida por uma breve exposição a ruídos muito intensos, como os produzidos por pistolas de grampos, pois essas explosões intensas de som também podem perfurar o tímpano e causar zumbido.

Zumbido: causado pela exposição excessiva a ruídos altos. O zumbido ou zumbido associado a ele pode ser o primeiro sinal de que o ouvido foi danificado.

Maior risco de acidentes: os funcionários podem se distrair com o barulho e, portanto, têm maior probabilidade de se tornar desajeitados ou cometer erros. Eles também podem deixar de ouvir os avisos e alarmes ou compreender totalmente as instruções faladas que recebem.

Mudanças na fala e na comunicação: o ruído ambiente mais alto do que o normal significa que os funcionários são forçados a levantar a voz para manter uma conversa.

Estresse: causado por fatores como incapacidade de concentração ou necessidade de levantar a voz. A falta de condições seguras e controladas pode tornar o ambiente de trabalho uma fonte de estresse. O ruído ambiente também pode ter um impacto fisiológico, como um aumento perigoso da pressão arterial durante o sono.

Problemas de sono: podem ter um efeito prejudicial no corpo e contribuir para distúrbios crônicos, como doenças cardíacas.

 

Existem normas que regulamentam?

 

ABNT NBR 10151 de 2019 influencia diretamente, por exemplo, a vida do cidadão comum, empresas que buscam a gestão ambiental de suas organizações, promotores de grandes eventos e agentes públicos de fiscalização.

A norma (ABNT NBR 10151:2019 Versão Corrigida:2020) estabelece que devem ser realizados levantamentos das características predominantes do local. Além disso, ressalta em vários pontos que sons intrusivos devem ser descartados da medição e também foi incluído o método de monitoramento de longa duração, o Ldn, para medições realizadas em um período de 24 horas. Sendo o método estabelecido por fórmula específica com o propósito de padronizar as medições de ruído conforme ABNT.

NR-15 estabelece as atividades que devem ser consideradas insalubres, gerando direito ao adicional de insalubridade aos trabalhadores.

Esta norma regulamentadora define os Limites de Tolerância para agentes físicos, químicos e biológicos, quando é possível quantificar a contaminação do ambiente, ou listando ou mencionando situações em que o trabalho é considerado insalubre qualitativamente.

Há também a NHO-01 (Normas de Higiene Ocupacional) que é um conjunto de diretrizes técnicas que define os parâmetros que devem ser seguidos para a avaliação dos riscos ambientais presentes no ambiente de trabalho.

Existe limite de ruídos?

Sim! Ele é regulamentado pela ABNT NBR 10151:2019, que traz os limites de níveis de pressão sonora em função dos tipos de áreas habitadas e do período. O limite pode variar de acordo com zoneamento e legislação municipal.

 


São muitos pontos para observar, não é?

Lembre-se, os Laudos de Ruídos devem ser assinados por profissionais legalmente habilitado, devidamente registrados no conselho de classe, portanto, o empreendedor deve sempre consultar se empresa oferece calibração RBC, certificado de aprovação de modelo para atendimento da NBR 10.151:2019.

 

 

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terça-feira, 12 de setembro de 2023





 

SUSTENTABILIDADE NA CONSTRUÇÃO CIVIL: ENTENDA A IMPORTÂNCIA E COMO APLICAR

 


 Está sem tempo para ler? Aperte o play abaixo e ouça o artigo sobre sustentabilidade na construção civil em áudio!

A sustentabilidade na construção civil é um tema cada vez mais indispensável em qualquer empresa do ramo. A grande quantidade de resíduos e entulhos gerados nos canteiros de obras, além das nocivas atividades de extração de matéria-prima e o elevado uso de energia elétrica trazem problemas para o meio ambiente. 

Por isso, o desafio está na minimização dos impactos provocados pelas construções. A seguir, descubra o verdadeiro papel da sustentabilidade no setor e conheça as vantagens e as principais práticas que você deve adotar frente aos desafios ecológicos do ramo!

 

A Importância da sustentabilidade na construção civil

Ser sustentável é garantir que antes, durante e após as construções, sejam feitas ações que reduzam os problemas ambientais, potencializem a viabilidade econômica e proporcionem uma boa qualidade de vida para as gerações atuais e futuras. 

Fazer com que os insumos sejam reutilizados, definir alternativas para a exploração dos recursos naturais e encontrar novas formas de gerar e economizar energia são atitudes que diminuem os impactos da construção civil no ecossistema. 

Hoje há uma maior preocupação com esta questão em todos os setores da sociedade, e no ramo da engenharia não é diferente. Além da questão ética e ecológica, a conservação da natureza também se torna uma demanda por parte dos clientes finais. 

A área consome muitos bens naturais e gera quantidades exorbitantes de resíduos. Segundo o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável - CBCS, quase 75% dos recursos do meio ambiente são extraídos pelas indústrias da construção. Além disso, os canteiros geram cerca de 80 toneladas de detritos anualmente 

 

Vantagens da sustentabilidade na construção civil

Abrangendo o consumo consciente de matéria-prima, o reaproveitamento de resíduos e a minimização de desperdícios, o conceito de sustentabilidade na construção civil traz uma série de vantagens aos empreendedores. Entre os principais benefícios, nós destacamos:

 

Gera economia a longo prazo

O processo pode trazer mais economia para os projetos. Com a otimização de etapas no canteiro, há uma redução de gastos. Além disso, com contenção na geração de resíduos, uso mais inteligente dos insumos e maior controle produtivo, é possível diminuir os custos ao longo da obra.

 

Melhora a imagem da empresa

Adotar a sustentabilidade na construção civil gera um melhor argumento de vendas, uma vez que o conceito é cada vez mais valorizado no mundo contemporâneo. Assim, a organização consegue criar uma imagem mais positivo com os compradores e com o mercado, mostrando que se importa com os impactos ambientais.

Além dessas vantagens, há os incentivos fiscais, que são cada vez mais comuns para as práticas ecológicas no segmento. As práticas sustentáveis também geram mais conforto aos proprietários, garantindo cuidados arquitetônicos que preservam a natureza relacionados ao controle térmico, de luz e demais fatores.

Cada vez mais comuns, eficientes e baratas, as tecnologias sustentáveis proporcionam uma grande influência positiva sobre o ecossistema. Além disso, elas atendem a exigências frequentes do nosso cotidiano, relacionadas aos cuidados com as pessoas, trazendo ainda maior apelo e conforto visual.

 

O incentivo fiscal a obras sustentáveis

Como citado acima, uma das vantagens de aderir essa estratégia são os incentivos fiscais por parte do governo brasileiro, tanto em âmbito federal, como estadual e municipal. 

Assim, uma construção verde, que é uma edificação ecologicamente correta, poderá contar com alguns financiamentos e descontos em impostos fiscais.

Ao redor do mundo, principalmente em países desenvolvidos, há uma série de estímulos financeiros para esse tipo de obra. Um exemplo é a Alemanha, país que remunera os cidadãos que produzem um excedente de energia obtida por placas fotovoltaicas.

No Brasil os fomentos na área ajudam a reduzir a carga tributária. Um exemplo que existe em diversas cidades brasileiras é o IPTU Verde, desconto que é dado para projetos que implementarem sistemas ecoeficiente nas suas construções ou reformas.

Cada cidade que utiliza essa taxa determina o valor das reduções. 

 

Os sistemas coeficientes que devem ser implementados também variam, mas alguns exemplos são: 

·       Captação e reutilização de água; 

·       Reciclagem e reuso de resíduos de materiais de construção; 

·       Uso de placas solares para o aquecimento de água; 

·       Uso de placas fotovoltaicas para geração de energia elétrica.

 

Vale destacar ainda que, em 2018, o Senado aprovou um Projeto de Lei (PLS 252/2014), elaborado em 2014, que visa oferecer incitações monetárias aos imóveis que adotarem práticas de redução de consumo de água e maior eficiência energética. Porém, a diretriz precisa passar ainda pela sanção da presidência.

Tendências da Engenharia Civil para 2023: o que esperar do setor?

As principais práticas sustentáveis na construção civil

Agora você já sabe como a sustentabilidade na construção civil é indispensável para se destacar no mercado, cuidar do meio ambiente e entregar uma melhor qualidade aos clientes. 

 

Confira a seguir as melhores práticas para adotar esse tipo de cuidado:  

1. Aposte no conceito de Green Buildings

Definido como edifício verde ou obra sustentável, o Green Building é um espaço que deve utilizar processos de preservação da natureza em toda a sua concepção e até eventual demolição, gerando benefícios econômicos, ambientais e à saúde.

Essas construções contam com requisitos de segurança, praticidade e conforto necessários, além de fornecer uma alta qualidade de vida para seus moradores. 

O preço dos materiais utilizados nesse tipo de projeto, como o tijolo ecológico, por exemplo, é significativamente menor. Uma vez que a produção é diferente dos insumos convencionais, que são queimados para ficarem prontos, o que acaba elevando o custo e gastando mais energia.

O impacto gerado para a natureza deve ser mínimo, e a economia de recursos, como água e energia elétrica, deve ser alta. A própria obtenção e manutenção de materiais respeita os principais padrões de sustentabilidade na construção civil, por meio de procedimentos de extração e fabricação que permitem a recuperação das jazidas.

 

2. Realize o gerenciamento adequado dos resíduos

A fim de diminuir os impactos produzidos durante a realização de um projeto, qualquer empresa preocupada com a preservação do ecossistema deve garantir um gerenciamento eficiente de detritos.

Em uma pequena edificação, a utilização de caçambas é um excelente meio de armazenar todos os tipos de elementos sólidos inutilizáveis. Estes devem ser levados para locais de triagem ou seguir para aterros adequados. 

No caso de grandes projetos, as empresas devem investir em programas de gestão ambiental, visando a separação de resíduos desde o início até o término do processo.

Existem diversas soluções que podem ser adotadas para gerir melhor os resquícios gerados na execução de um empreendimento. Um método que vem ganhando o gosto das pessoas é a compostagem doméstica feita em casa, método que reaproveita e transforma o lixo orgânico. 

No vídeo abaixo a analista de sustentabilidade da Bild Desenvolvimentos Imobiliários ensina como fazer uma compoteira:

Com isso, há reaproveitamento de recursos, reduz os custos de coleta e ainda garante que uma maior quantidade de rejeitos seja reutilizada e encaminhada às usinas de reciclagem. Assim não há tanto desperdício e nem a contaminação do meio ambiente com substratos nocivos.

 

3. Invista em novas tecnologias

O gerenciamento correto do canteiro e das etapas de uma edificação pode ser otimizado com o auxílio de softwares. Eles contribuem de maneira a economizar energia e recursos, já que tudo pode ser feito da maneira mais eficiente, automatizada e produtiva possível, sem desperdícios e retrabalhos. 

Atualmente, há diversas ferramentas para smartphones e tablets que auxiliam na elaboração de projetos. Tornando mais fácil e assertivo o cálculo da quantidade de materiais necessários, o tempo de construção, o controle dos insumos, entre outros fatores importantes.

A adoção de um sistema inteligente de gestão também reduz o volume de papéis impressos. Até porque dados importantes, que antes eram registrados somente com papel e caneta, agora podem ser obtidos digitalmente. Seja em vistorias de rotina, checklists de qualidade ou em diversos outros documentos do imóvel.

 

4. Certifique a construtora 

As empresas que aderem a um padrão de excelência capaz de atestar a máxima qualidade de suas atividades, podem se submeter a diferentes tipos de certificação, que avaliam o seu desempenho com base em normas específicas para cada setor.

Essas documentações ajudam a atrair os clientes que, cada vez mais, desejam adquirir projetos que sejam ecológicos e coeficientes. Sem deixar de lado a qualidade.

No que se refere às construtoras, destacamos a Certificação LEED da Greenbuilding Council Institute, que é reconhecida internacionalmente e exige requisitos de sustentabilidade na construção civil. 

 

Estes são avaliados perante:

·       Implantação Sustentável;

·       Eficiência Hídrica;

·       Energia e Atmosfera;

·       Materiais e Recursos;

·       Conforto Ambiental;

·       Inovação e Projeto;

·       Crédito Regional.

 

norma de desempenho NBR 15575 também merece uma menção especial, pois é cada vez mais relevante no mercado construtivo nacional e diz respeito aos pontos fundamentais de uma obra. 

Tais como as características geomorfológicas do lugar, as condições de agressividade ao ambiente, a necessidade de interações com propriedades próximas para a diminuição de impactos, o controle de detritos, o uso de recursos, entre outros.

 

5. Evite o consumo excessivo de energia

Diminuir o consumo de energia é indispensável para a redução de danos à natureza. Sendo assim, ainda na fase de planejamento, é fundamental considerar as práticas simples para a sustentabilidade na construção civil, como o uso de artifícios para iluminação e ventilação naturais.

E também, outros cuidados básicos que garantam a eficiência desse tipo de medida, como adoção de insumos que demandam menos energia na produção e até lâmpadas que gastam menos energia elétrica.

É possível ir além nesse sentido, adotando formas próprias no que se refere a preservação dos ecossistemas. Tais como painéis solares a fim de esquentar a água, cisternas para a captação da chuva e até pequenos geradores eólicos para finalidades específicas.

 

Tecnologias sustentáveis mais usadas na construção civil

A cada dia surgem novas soluções e tecnologias sustentáveis que podem ser implementadas nas obras.

 

Cada uma delas tem seus diferenciais e suas vantagens. Por isso, confira abaixo algumas das principais que vêm sendo utilizadas no Brasil:

 

1. Telhado Verde

O telhado verde é uma estratégia de sustentabilidade na construção civil que vem ganhando espaço em obras residenciais e até comerciais. Ele consiste em substituir as telhas convencionais por uma cobertura de plantas. Isso ajuda a melhorar o conforto térmico e acústico na edificação e também a captar e filtrar as águas pluviais.

 

2. Iluminação natural

Uma solução simples, mas que gera grandes resultados, é utilizar ao máximo a luz natural nas moradias. Para isso, é possível utilizar claraboias e outras aberturas que permitam que o sol entre no ambiente por diversos ângulos. Assim, se reduz o gasto com iluminação artificial.

 

3. Pré-moldados

Os pré-moldados já não são novidade nos canteiros, mas eles vêm sendo utilizados em muito mais partes das estruturas. Hoje já existem propriedades desenvolvidas totalmente dessa forma. Isso não só agiliza a construção, mas reduz os desperdícios, os resíduos e gera menos problemas na qualidade.

 

4. Energia limpa

Outra solução de sustentabilidade na construção civil é utilizar energia limpa nas construções. Isso é possível instalando, por exemplo, painéis fotovoltaicos nas instalações provisórias do canteiro. Assim, utiliza-se a energia solar para realizar alguns serviços, reduzindo a necessidade de utilizar energia da rede.

 

5. Captação de água da chuva

Uma tecnologia que também pode ser adotada nos projetos e no próprio canteiro é a captação de água da chuva. A água é utilizada para fazer limpezas durante a obra ou até em alguns serviços construtivos, como na cura do concreto. Isso permite economia e traz um diferencial competitivo para a empresa.

 

A sustentabilidade na construção civil como meta

Uma construção consciente, além de evitar todos os prejuízos que uma edificação normal traria ao meio ambiente, pode diminuir o custo final do projeto e até o seu tempo de conclusão. Mas para isso, a sustentabilidade na construção civil precisa virar um ideal das empresas, sendo aplicada desde a elaboração até o pós-obra.

Conhecer as principais maneiras com que uma empresa pode respeitar a natureza e o meio onde vive não se trata meramente de um diferencial competitivo, mas sim de uma exigência cada vez maior para todas as organizações do ramo. 

Construir de maneira ecológica é ainda um meio de oferecer melhor qualidade de vida para as pessoas que utilizarão as edificações. Já que boa parte delas se preocupa com a natureza. Saber que sua edificação foi construída e pensada para preservar o ecossistema trará uma maior satisfação destes clientes.

É fato que esse tipo de cuidado não é mais restrito às obras de grande orçamento, e que já está presente nas mais diversas construções, sejam edifícios, casas, centros comerciais ou até espaços públicos sustentáveis para as cidades.

 



 

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