quinta-feira, 28 de dezembro de 2023

 




 

RIMA –

RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL

 



O Relatório de Impacto Ambiental, ou RIMA, é uma obrigatoriedade da lei brasileira para registrar como um projeto pode afetar a natureza.

 

O que é um Relatório de Impacto Ambiental?

Um Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) é um documento técnico que descreve e avalia os possíveis impactos ambientais significativos de um projeto ou atividade que pode afetar o meio ambiente.

O RIMA é uma parte essencial do processo de Avaliação de Impacto Ambiental (AIA), que é um procedimento para garantir que as decisões de desenvolvimento sejam tomadas levando em consideração as implicações ambientais.

No Brasil, tanto o Relatório de Impacto Ambiental quanto a AIA são uma exigência da Lei Federal nº 6.938/1981, assim como da Resolução n° 001/1986 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA).

 

O que é impacto ambiental?

O impacto ambiental se refere a qualquer alteração e efeitos significativos (positivos ou negativos) que uma atividade humana, projeto ou ação pode causar no meio ambiente.

 

Esses impactos podem ser de curto ou longo prazo e podem afetar diversos componentes do ambiente, incluindo:

Ar: poluição atmosférica, emissões de gases de efeito estufa, degradação da qualidade do ar;

Água: poluição da água, degradação da qualidade da água, esgotamento dos recursos hídricos, alterações nos ecossistemas aquáticos;

Solo: erosão do solo, contaminação do solo por produtos perigosos ou tóxicos, compactação do solo devido a construções, degradação da fertilidade do solo;

Biodiversidade: destruição de habitats naturais, extinção de espécies, introdução de espécies invasoras, fragmentação de ecossistemas;

Paisagem: alterações na paisagem devido à construção de infraestruturas, mineração, urbanização, entre outros;

Recursos naturais: esgotamento de recursos naturais, como petróleo, minerais, árvores, etc.;

Clima: contribuição para as mudanças climáticas devido às emissões de gases de efeito estufa;

Saúde humana: impactos na saúde das pessoas devido à exposição a poluentes ou outros fatores ambientais adversos;

Sociedade: impactos sociais, como deslocamento de comunidades locais, mudanças na qualidade de vida, emprego e economia.

 

É importante ressaltar que nem todos os impactos ambientais são negativos. Alguns projetos podem ter impactos positivos, como a criação de empregos, a geração de energia limpa, a preservação de ecossistemas, entre outros.

A Avaliação de Impacto Ambiental é a ferramenta utilizada para identificar, avaliar e gerenciar os impactos ambientais, e o Relatório de Impacto Ambiental registra e formaliza essas informações.

 

Qual o objetivo do Relatório de Impacto Ambiental?

O principal objetivo do Relatório de Impacto Ambiental é fornecer informações claras e acessíveis sobre os impactos ambientais de um projeto proposto para que a sociedade, as autoridades reguladoras e outras partes interessadas possam tomar decisões informadas em relação a projetos que podem afetar o meio ambiente.

O RIMA ainda é um instrumento importante para a transparência. Em muitos países, sua elaboração e análise são parte fundamental do processo de licenciamento ambiental, no qual os órgãos competentes avaliam se um projeto deve ou não ser autorizado com base em seu impacto ambiental potencial e nas medidas de mitigação propostas.

 

Qual a importância de elaborar o Relatório de Impacto Ambiental – RIMA?

A elaboração do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) é importante por várias razões, sendo fundamental para a tomada de decisões embasadas sobre projetos, atividades ou empreendimentos que podem afetar o meio ambiente.

 

Vamos ver algumas das principais razões para a importância do RIMA:

·       Transparência: o RIMA fornece informações claras e detalhadas sobre os possíveis impactos ambientais de um projeto, promovendo a transparência e permitindo que as partes interessadas, incluindo o público em geral, entendam as implicações ambientais do projeto;

·       Tomada de decisões informadas: o relatório oferece dados e análises objetivas que ajudam as autoridades reguladoras a tomar decisões informadas sobre a aprovação, modificação ou rejeição de um projeto. Isso permite avaliar se os benefícios do projeto superam seus impactos ambientais negativos;

·       Identificação de alternativas: o relatório ambiental muitas vezes inclui uma análise de alternativas ao projeto proposto. Com isso, as partes interessadas avaliam se existem opções mais sustentáveis ou menos impactantes disponíveis;

·       Mitigação de impactos negativos: ao identificar os impactos ambientais potencialmente prejudiciais, o RIMA também apresenta medidas de mitigação que podem ser implementadas para minimizar ou compensar esses impactos, contribuindo para a redução dos efeitos adversos sobre o meio ambiente.

·       Cumprimento legal: no Brasil, a elaboração e a análise do RIMA são requisitos legais para a aprovação de projetos que possam afetar o meio ambiente. O não cumprimento dessas regulamentações pode resultar em ações legais e sanções;

·       Participação pública: como o relatório frequentemente envolve consultas públicas, ele permite que as comunidades locais e outras partes interessadas expressem suas preocupações e opiniões sobre o projeto. Isso contribui para a inclusão de perspectivas variadas no processo de tomada de decisões;

·       Preservação da biodiversidade e dos ecossistemas: o RIMA ajuda a identificar os impactos que um projeto pode ter sobre a biodiversidade e os ecossistemas locais, incentivando a busca de soluções que minimizem danos à natureza;

·       Prevenção de consequências não planejadas: ao analisar cuidadosamente os impactos ambientais, o RIMA ajuda a evitar consequências não planejadas que podem ocorrer se um projeto for aprovado sem uma avaliação adequada.

 

Em resumo, o Relatório de Impacto Ambiental é uma ferramenta essencial para garantir que o desenvolvimento econômico e industrial seja equilibrado com a preservação do meio ambiente e o bem-estar das comunidades locais.

 

Quando o Relatório de Impacto Ambiental é necessário?

A necessidade de um Relatório de Impacto Ambiental varia de acordo com a legislação ambiental local. Geralmente, o RIMA é exigido em situações em que um projeto tem o potencial de causar impactos significativos no meio ambiente.

Ele deve ser apresentado ainda na fase de licença prévia das atividades.

 

Aqui estão algumas circunstâncias comuns em que o RIMA é necessário:

·       Projetos de grande porte: projetos de construção de grande escala, como usinas elétricas, barragens, rodovias, aeroportos, complexos industriais e empreendimentos imobiliários, frequentemente requerem a elaboração de um RIMA devido ao seu potencial para causar impactos significativos no ambiente;

·       Atividades potencialmente poluidoras: atividades industriais, agropecuárias ou de mineração que envolvem o uso intensivo de recursos naturais ou a emissão de poluentes são geralmente sujeitas à elaboração de RIMA;

·       Mudanças no uso da terra: projetos que envolvem a conversão de áreas naturais em áreas urbanas, agrícolas ou industriais podem exigir um RIMA devido ao impacto na paisagem, nos ecossistemas e nos recursos naturais;

·       Infraestrutura de transporte: a construção de estradas, ferrovias, portos e outras infraestruturas de transporte pode afetar o meio ambiente e, portanto, muitas vezes requer a elaboração de RIMA;

·       Exploração de recursos naturais: projetos de exploração de petróleo, gás, minerais e outros recursos naturais podem causar impactos significativos no meio ambiente, de modo que são frequentemente sujeitos a avaliações de impacto ambiental, incluindo a elaboração de RIMA;

·       Grandes planos ou programas governamentais: planos governamentais de grande alcance, como planos de desenvolvimento regional ou planos de uso da terra, podem exigir a Avaliação de Impacto Ambiental, incluindo a produção de um RIMA;

·       Atividades próximas a áreas sensíveis: projetos localizados próximos a áreas protegidas, habitats de espécies ameaçadas, corpos d’água importantes ou outras áreas ambientalmente sensíveis podem requerer um RIMA devido ao potencial impacto sobre esses locais.

 

É importante observar que os critérios para determinar a necessidade de um RIMA podem variar de região para região e podem estar sujeitos a regulamentações específicas. Portanto, é essencial consultar a legislação ambiental local e as autoridades competentes para determinar quando um RIMA é necessário para um projeto específico.

 

 



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A IMPORTÂNCIA DA BIQUEIRA NA SEGURANÇA DOS PÉS

 


A biqueira é um EPI comum para a saúde dos pés do trabalhador e com diversos materiais, está presente em diversas áreas da indústria, como por exemplo na construção civil.

O equipamento funciona como protetor contra impactos de objetos, cortes e até esmagamento. Para que o calçado seja identificado como calçado de segurança, ele precisa ter esse equipamento.

Entre os materiais que podem ser feitos, a biqueira tem dois que são campeões de venda que são a biqueira de aço e a biqueira de PVC.

 

Biqueira de aço, a mais tradicional

A biqueira feita de aço é, de longe, a mais tradicional do mercado de EPIs. Esse equipamento suporta impactos no nível de energia de, no mínimo, 200 J e de resistência na compressão do bico de, no mínimo, 15 kN.

Esse tipo de calçado é utilizado em boa parte da indústria, mas principalmente em transporte, carga e descarga de materiais e construção civil.

 

Modelos de alta qualidade

Óbvio que separamos aqui alguns modelos de qualidade para deixar você bem informado na hora de escolher o seu calçado de segurança com biqueira.

 

SAPATO DE SEGURANÇA

Modelo sapato de amarrar com colarinho acolchoado, design moderno, e pode ser usado em diversos ambientes de trabalho. Uma ótima alternativa para quem quer segurança e excelente custo-benefício.

 

BOTA PVC PRETA CA 35399/35400

Bota de segurança, de cano longo (desenho tipo D). Facilidade de usar, lavar e secar, além de ser totalmente vedada e com sola antiderrapante.

Além dos modelos com biqueira, contamos com uma linha completa de calçados que melhor se encaixam nas suas necessidades. Tudo isso com a agilidade e procedência que você já conhece.

 

 



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QUAL É A DIFERENÇA ENTRE MANGA PLÁSTICA E MANGA DE PVC?

 

 

Você sabe por que utilizar mangas de segurança?

As mangas de segurança são equipamentos de proteção individuais (EPI’s) mais utilizados na indústria e possuem como objetivo proteção para os braços e antebraços contra a umidade em operações que fazem uso de água.

São utilizadas nos mais diversos setores da indústria e podem ser fabricadas com diversos tipos de materiais, como plástico e PVC (policloreto de vinila).

 

As suas funcionalidades são inúmeras, incluindo proteção contra:

·       Agentes abrasivos;

·       Agentes cortantes e perfurantes;

·       Choques elétricos;

·       Umidade.

 

Por isso, neste artigo trouxemos as principais diferenças para cada tipo de manga e qual é a melhor a ser utilizada para determinado tipo de serviço, conferindo segurança.

 

O que são mangas plásticas

As mangas plásticas são confeccionadas, normalmente, em resina de polietileno e possuem elástico nas extremidades para evitar a movimentação nos braços.

Além disso, não apresentam nenhum componente metálico ou substância nociva ao usuário.

 

Possuem também uma variedade de cores e podem ser utilizadas nas mais diversas áreas, como:

·       Agricultura;

·       Indústria alimentícia;

·       Construção civil;

·       Indústria Química

·       Salões de beleza;

·       Pet shops.

 

E esse tipo de EPI também não oferece nenhum dano à saúde, caso seja utilizado da maneira correta.

 

O que são mangas de PVC

Já as mangas de PVC, por outro lado, são fabricadas com policloreto de vinila, outro tipo de polímero. E assim como os mangotes de plástico, possuem elástico que se ajustam tanto no punho como no ombro e também não possuem componentes metálicos.

Suas aplicações são inúmeras, assim como as mangas plásticas.

 

Podendo ser utilizados nos diversos setores, como:

·       Indústria têxtil;

·       Confeitarias;

·       Cozinhas industriais;

·       Restaurantes;

·       Laboratórios.

 

E também não oferece nenhum risco à saúde, desde que usada de maneira apropriada.

 

Qual a importância de utilizar a manga plástica e a manga de PVC

Todos os EPI’s possuem uma grande importância quanto o assunto é segurança. 

Diariamente, nos diversos setores da indústria, os colaboradores podem se deparar com situações de risco, nos quais o uso de equipamentos de proteção individual é indispensável para realização do trabalho com qualidade e zero risco.

As mangas, tanto de plástico quanto de PVC, devem ser utilizadas para proteger o braço e o antebraço contra a umidade, mas além disso, podem e devem ser utilizadas contra o respingo de substâncias quentes e até mesmo corrosivas.

Esse tipo de equipamento também pode ser utilizado para oferecer proteção térmica no caso de atividades que requerem altas temperaturas, contudo deve-se escolher o material certo da manga para que não ocorra comprometimento desse tipo de EPI devido à exposição.

 

Qual a diferença entre manga plástica e manga de PVC

A maior diferença entre os dois tipos de manga é o material: enquanto a manga plástica é fabricada em polietileno, a manga de PVC, como o próprio nome já diz, é feita de policloreto de vinila.

 

Sendo assim, podemos dizer a diferença entre esses dois tipos de materiais.

Ambos os materiais são à prova d’água, contudo o PVC é mais e ainda é mais resistente ao fogo. Isso já pode ser um grande diferencial na hora de escolher o material para a sua manga de segurança.

Colaboradores que precisam estar, frequentemente, em contato com fontes baixas de calor podem optar pela manga de PVC para que o EPI não seja facilmente danificado pelo aumento da temperatura.

Já para uso geral, pode-se optar por qualquer uma das mangas, desde que utilizadas de maneira correta.

É importante lembrar que as mangas desses materiais não devem ser utilizadas, sob hipótese alguma, para manipulação de agentes químicos e líquidos quentes, já que as temperaturas elevadas podem alterar a resistência mecânica das mangas.

 

Quais segmentos precisam da manga plástica ou manga de PVC como EPI

Como já mencionado, os mais diversos segmentos podem utilizar tanto a manga de PVC como a manga plástica como um equipamento de proteção individual.

 

Outros segmentos não mencionados são:

·       Fruticultura;

·       Laticínios;

·       Curtume;

·       Prestadoras de serviços;

 

E para saber se a sua empresa necessita da utilização desse EPI é só entrar em contato conosco que estamos dispostos a tirar todas as suas dúvidas!

Isso é muito importante, pois os EPI’s são regulamentados pela NR6 e as mangas de segurança estão descritas no anexo I, sendo obrigação do empregador:

·       Adquirir o EPI adequado para cada atividade;

·       Exigir o uso;

·       Fornecer equipamento que sejam regulamentados;

·       Orientar e treinar o colaborador;

·       Substituir o EPI quando necessário.

 

E da mesma forma, o funcionário também tem obrigações:

·       Usar o EPI apenas para sua finalidade;

·       Responsabilizar-se pela guarda, limpeza e conservação;

·       Comunicar ao empregador qualquer alteração no equipamento.

 

Como utilizar e armazenar as mangas plásticas e de PVC

As mangas, de ambos os materiais, são de fácil higienização. Deve-se lavá-las em água corrente e utilizar detergente neutro.

E para o armazenamento, as mangas devem ser mantidas em local limpo, seco, fresco e protegidas da luz, umidade e calor excessivo.

Para utilizá-las é necessário escolher o tamanho certo, que varia entre P, M e G. Além disso, o ajuste de fechamento deve ser feito de forma que as mangas fiquem bem fixas ao corpo, não atrapalhando os movimentos e nem correndo risco de exposição.

Todas as mangas de segurança possuem as medidas expostas no título para orientar quanto à compra.

 

Onde encontrar as mangas plásticas e de PVC?

Você pode encontrar as mangas plásticas e de PVC.

Todas possuem certificação de aprovação CA, garantindo confiabilidade! E você ainda conta com profissionais qualificados que irão atender a todos os clientes com qualidade e agilidade.

 

 

 

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quarta-feira, 27 de dezembro de 2023

 





 

AVALIAÇÃO DE RISCOS INDUSTRIAIS –

POR QUE É IMPORTANTE?

 


As avaliações de riscos são comuns em locais de trabalho e instalações industriais em todo o mundo. Elas servem como uma ferramenta poderosa para empresas e trabalhadores avaliarem os riscos das tarefas, atividades e projetos que estão realizando, a fim de que possam criar medidas proativas que diminuam a chance dos riscos se transformarem em algo mais sério, como um incidente, ou pior, um acidente.

As avaliações de riscos industriais olham para questões de nível mais amplo, geralmente envolvendo elementos comerciais e financeiros, bem como questões ambientais, de segurança do trabalho e de saúde ocupacional amplamente aplicáveis.

Mas você sabe a importância de se fazer uma avaliação de riscos industriais que seja assertiva e eficiente?

 

Identificação, classificação e comparação dos impactos dos riscos

Sua avaliação de risco lhe dá a oportunidade de melhorar continuamente. Reservar um minuto para identificar, classificar e comparar os impactos dos riscos oferece a você uma grande oportunidade de fazer melhorias constantes na forma como os gerencia e, por fim, fazer avaliações mais minuciosas e precisas ao longo do tempo.

 

Proteção dos colaboradores

Compreender o perfil de risco de uma indústria é essencial para proteger o futuro e os ativos dela e também de seus funcionários. A avaliação de risco é uma forma de identificar perigos e fatores de risco que têm o potencial de causar danos, analisando e avaliando o risco associado a esse perigo (análise de risco e avaliação de risco).

Além disso, determinar as formas apropriadas de eliminar o perigo ou controlar o risco de acidentes com seus colaboradores, quando o perigo não pode ser eliminado (controle de risco).

 

Aprimoramento dos processos de tomada de decisão

Os métodos de avaliação de risco são componentes desejáveis ​​do processo geral de tomada de decisão associado à remediação ambiental, por exemplo ações para reabilitação de áreas contaminadas, utilizando técnicas para remoção, contenção ou minimização de agentes contaminantes. Esse processo geral vai além da avaliação de risco ou mesmo do processo de gerenciamento de risco.

A avaliação é fundamental para um programa de gerenciamento de risco abrangente. Este, por sua vez, fornece informações para os formuladores de políticas que participam do processo geral de tomada de decisão, que também usam outras informações quantitativas e qualitativas.

 

Implementação dos controles de segurança

Uma empresa precisa determinar e manter processos para identificar perigos de forma contínua, além de avaliar de forma efetiva os riscos e implementar medidas de controle que sejam necessárias. Dessa forma, todas as organizações que apresentem atividades que possam ocasionar acidentes precisam determinar uma gestão melhor de seus riscos, com o intuito de viabilizar orientações gerais de gestão, com foco na prevenção dos acidentes.

Depois de definir os riscos, será possível saber com exatidão quais atividades representam risco e, assim, executar medidas preventivas e processos de controles relacionados ao meio ambiente, à saúde ocupacional e à segurança do trabalho dentro da organização.

Por fim, o profissional de segurança do trabalho é o responsável pela elaboração da avaliação de riscos operacionais, e para realizá-la é necessário seguir quatro passos, como diagnosticar os riscos existentes, avaliá-los, criar soluções preventivas e implementá-las, além de continuar monitorando os indicadores de segurança para entender a eficácia das medidas adotadas.

Lembrando que é essencial contar com uma consultoria especializada no assunto. Ela é uma empresa de assessoria e consultoria em saúde ocupacional, gestão de riscos, segurança do trabalho e meio ambiente que oferece as melhores soluções para atender as demandas de seus clientes.

 

 



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IMPORTÂNCIA DOS EPIS NA HIGIENE OCUPACIONAL

 

 

A Importância do EPI

O EPI é um conjunto diversificado de equipamentos, que inclui capacetes de segurança, luvas, óculos protetores, roupas de alta visibilidade, calçados de segurança, arneses de segurança e equipamentos de proteção respiratória. Esses equipamentos desempenham um papel fundamental na redução de riscos no ambiente de trabalho, ajudando a prevenir lesões e doenças ocupacionais. Eles são particularmente necessários em situações em que outros controles, como medidas de engenharia ou sistemas de trabalho seguros, não são suficientes, devem ser a última opção.   

Os EPI’s oferecem proteção abrangente para diversas partes do corpo, incluindo os olhos, cabeça, ouvidos, mãos, pés, pernas, pulmões e todo o corpo. Isso é essencial, uma vez que os trabalhadores podem estar expostos a diferentes tipos de riscos, como partículas voadoras, materiais corrosivos, extremos de calor ou frio, entre outros. Os EPI’s são projetados para atender às necessidades específicas de cada situação, reduzindo assim o risco de lesões. 

  

O Dever dos Empregadores 

Os empregadores têm a responsabilidade de garantir que os EPI’s sejam usados de maneira adequada e eficaz. Isso inclui fornecer treinamento, instruções, procedimentos e supervisão para incentivar os funcionários a usá-los de forma responsável. Os EPI’s devem ser considerados como um último recurso, a serem utilizados quando outras medidas de controle de risco não são suficientes.   

Os empregadores devem selecionar cuidadosamente os EPI’s, levando em consideração fatores como o risco residual, o tamanho, ajuste e peso dos equipamentos, bem como a compatibilidade de diferentes itens de EPI quando usados simultaneamente. Além disso, é crucial instruir os funcionários sobre o uso correto, os motivos de sua necessidade e suas limitações.   

A manutenção adequada dos EPI’s é igualmente crucial. Eles devem ser cuidadosamente armazenados quando não estiverem em uso, limpos e mantidos em boas condições, caso sejam reutilizáveis. Os empregadores também devem monitorar regularmente o uso dos EPI’s e ajustar suas práticas de segurança conforme necessário.   

A implementação correta dos EPI’s não é apenas uma obrigação legal, mas também um investimento no bem-estar dos funcionários e na produtividade a longo prazo. A conscientização sobre a importância dos EPI’s deve ser promovida tanto entre empregadores quanto entre trabalhadores, para assegurar que todos possam realizar suas atividades profissionais de forma segura.  

 

 

 

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terça-feira, 26 de dezembro de 2023

 





 

SAIBA MAIS SOBRE OS EFEITOS DA RADIAÇÃO NO CORPO HUMANO

 



A elevação da classificação do acidente nuclear na usina de Fukushima Daiichi para o nível sete, o mais alto possível, aumentou a preocupação com os possíveis efeitos da radioatividade na saúde da população.

Uma zona de evacuação de 20 quilômetros afetando 70 mil pessoas foi estabelecida ao redor da usina nuclear, e está sendo estendida a outras cinco comunidades fora da delimitação original.

Pessoas vivendo a menos de 30 quilômetros de Fukushima foram aconselhadas a deixar a área ou a ficar dentro de casa.

Especialistas acreditam que a ação rápida das autoridades japonesas pode ter minimizado os riscos para a saúde humana, mas há preocupação com o nível de radiação a que os funcionários da usina foram expostos e com a possível contaminação de água e alimentos.

 

Quais são os efeitos imediatos da exposição à radioatividade?

Exposição a níveis moderados de radiação - acima de um gray (a medida padrão da dose absorvida pelo corpo) - podem resultar em náusea e vômitos, seguidos de diarreia, dores de cabeça e febre.

Depois da primeira série de sintomas, pode haver breve período sem qualquer problema aparente, mas algumas semanas depois, os sintomas podem voltar ainda mais fortes.

Com níveis mais altos de radiação, todos esses sintomas podem ser imediatamente aparentes, assim como lesões - possivelmente fatais - aos órgãos internos.

Normalmente, a exposição a uma dose de quatro grays mataria cerca de metade dos adultos saudáveis.

Em comparação, o tratamento com radiação contra câncer geralmente utiliza várias doses entre um e sete grays de cada vez, mas as doses são altamente controladas e normalmente dirigidas a uma área específica do corpo.

 

E os efeitos de longo prazo?

Câncer é o maior risco de longo prazo. Normalmente quando as células do corpo atingem sua "data de validade", elas cometem suicídio. O câncer aparece quando as células perdem esta habilidade e efetivamente se tornam imortais, continuando a se dividir e se multiplicar de forma descontrolada.

O corpo tem vários processos para garantir que as células não se tornem cancerosas, mas os danos causados por exposição à radiação podem atrapalhar esses processos de controle, fazendo com que o câncer se torne muito mais provável.

O fracasso em consertar de forma efetiva os danos causados pela radiação também podem gerar mutações genéticas não apenas associadas ao câncer, mas que também podem ser passadas para os filhos, levando a deformidades em futuras gerações. Entre os problemas que podem surgir daí estão mudanças no tamanho da cabeça e do cérebro, má formação dos olhos, problemas de crescimento e de aprendizado.

 

As crianças são mais vulneráveis a problemas causados pela radioatividade?

Potencialmente sim, porque como elas estão crescendo mais rapidamente, mais células estão se dividindo, e as chances de mais coisas darem errado se torna maior.

Após o acidente nuclear em Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, a Organização Mundial de Saúde notou um aumento significativo na incidência de câncer de tireoide em crianças das redondezas.

Isso aconteceu porque materiais radioativos liberados no acidente continham altos níveis de iodo radioativo, uma substância que se acumula na tireoide.

 

Que risco Fukushima Daichii representa para a população atualmente?

As autoridades japonesas mediram um nível de radiação de 400 milisieverts por hora na usina. Um sievert é equivalente a um gray, mas costuma ser usado para medir quantidades menores de radiação e para estimar riscos de longo prazo.

Há mil milisieverts (mSv) em um sievert e as pessoas são normalmente expostas a cerca de 2 mSv de radiação por ano por fontes naturais.

O especialista em radiação da Universidade de Manchester, na Grã-Bretanha, Richard Wakeford diz que a exposição a uma dose de 400 milisieverts - o equivalente a algo entre 50 e 100 tomografias computadorizadas - não seria suficiente para causar problemas de saúde imediatos. O dobro dessa dose seria necessário para causar enjoos.

No entanto, a dose já causaria uma queda na produção de células vermelhas e provavelmente aumentaria as chances de um câncer fatal em 2-4%. Normalmente, o risco de ter um câncer fatal durante a toda a vida no Japão é de 20-25%.

Wakeford frisou que apenas os funcionários que trabalham na usina de Fukushima teriam sido expostos a essa dose, mas provavelmente cada um deles teria sido exposto à radiação por curtos períodos de tempo.

O nível de exposição para a população em geral, mesmo para quem vivia perto da usina, não deve ter sido tão alta. O risco seria próximo do zero para quem vive mais longe do local.

 

Como as autoridades japonesas podem minimizar os riscos à saúde?

Segundo Wakeford, com a ação rápida das autoridades, a maioria da população não deve enfrentar problemas sérios de saúde.

Ele diz que nessas circunstâncias, os únicos com risco de sofrer efeitos mais graves são os funcionários da usina nuclear e dos serviços de emergência que atuaram no local e foram expostos a altos níveis de radiação.

A prioridade, além de retirar pessoas de áreas com maior risco de contaminação, deveria ser evitar que as pessoas comam alimentos contaminados, de acordo com o especialista.

A distribuição de pílulas de iodo - que impedem a absorção de iodo radioativo pelo corpo - também ajudaria a minimizar o risco de câncer de tireoide na população.

 

Há indícios de que alimentos foram contaminados?

Sim. O Ministério da Saúde do Japão pediu que alguns moradores das proximidades da usina parem de beber água encanada depois que amostras apresentaram altos níveis de iodo radioativo, aproximadamente três vezes maiores que o nível normal.

Iodo radioativo também foi encontrado no suprimento de água de Tóquio, em níveis duas vezes maiores que o considerado seguro para bebês, mas ainda dentro da margem de segurança para adultos.

Níveis elevados de radiação foram detectados em amostras de leite e espinafre, algumas vezes em localidades distantes da zona de exclusão de 20 quilômetros ao redor da usina de Fukushima.

No entanto, nada indica que esses níveis de radiação representem alguma ameaça imediata à saúde humana.

O nível de radioatividade encontrado no espinafre, por exemplo, se consumido durante um ano, seria equivalente à dose de radiação de uma única tomografia computadorizada.

O consumo da água contaminada por um ano traria um pequeno risco adicional de câncer, mas, na prática, nada além do risco trazido pela exposição aos níveis normais de radiação no ambiente.

 

E a contaminação da água do mar?

Níveis de iodo radioativo 131 no mar, próximo à usina de Fukushima, chegaram a mais de 3 mil vezes o limite legal.

Autoridades japonesas admitiram que a situação é preocupante, mas afirmaram que não há ameaça imediata à saúde humana. O especialista em contaminação nuclear Richard Wakeford diz que é necessário garantir que peixes contaminados não sejam consumidos.

Apesar disso, ele enfatizou que o iodo radioativo será diluído pelas correntes marinhas e terá praticamente desaparecido em três meses.

 

Como a situação de Fukushima se compara à de Chernobyl?

Apesar de a Comissão de Segurança Nuclear do Japão ter elevado a classificação do acidente de cinco para sete, o nível máximo e comparável ao de Chernobyl, autoridades dizem que o vazamento de material radioativo em Fukushima é hoje de cerca de 10% daquele verificado no desastre de 1986.

O especialista Gerry Thomas, que estudou os efeitos do acidente em Chernobyl, diz que é muito improvável que a situação no Japão se transforme em algo remotamente comparável a Chernobyl.

"Em Chernobyl, você teve uma explosão que deixou exposto o núcleo do reator, o que significa que havia muita radiação entrando na atmosfera."

Segundo Thomas, apesar de o desastre de Chernobyl ter causado muitos casos de câncer, as únicas pessoas afetadas foram as que viviam perto da usina e que eram jovens na época do desastre.

 

E se a situação se agravar?

Se houver uma fusão nuclear ou um grande incêndio na usina, além de ventos desfavoráveis, especialistas dizem que o material radioativo poderia chegar até Tóquio, a 241 quilômetros de distância.

No entanto, mesmo em uma situação como esta, o nível de radiação deve ser baixo e medidas simples, como ficar dentro de casa com as janelas fechadas, devem ser suficientes para neutralizar o risco.

 

 

 

 

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BENEFÍCIOS DA ENTREGA DE EPI’S POR BIOMETRIA NA SUA EMPRESA

 



A entrega de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) por biometria é uma prática que traz diversos benefícios para a segurança e saúde dos colaboradores.

 

O que é a biometria?

A biometria de entrega de EPI - Equipamento de Proteção Individual é um sistema que utiliza tecnologia biométrica para facilitar a distribuição e controle dos equipamentos de proteção individual aos funcionários de uma empresa.

Esse sistema utiliza a leitura das características físicas únicas de cada indivíduo, como impressão digital, palma da mão, íris ou rosto, para identificar os funcionários e liberar o acesso aos EPI’s. Dessa forma, a empresa tem um controle mais preciso sobre a distribuição e uso desses equipamentos, garantindo que cada funcionário receba o equipamento correto e que seja devidamente utilizado.

A biometria de entrega de EPI também pode ser integrada a sistemas de gerenciamento de estoque, permitindo o controle automático do estoque de EPI’s e a solicitação de reposição quando necessário. Isso contribui para a redução de perdas e o melhor gerenciamento dos recursos da empresa.

Além disso, esse sistema também pode oferecer maior segurança e controle nas auditorias e inspeções de segurança do trabalho, pois é possível rastrear quais equipamentos foram entregues a cada funcionário e se estão sendo utilizados corretamente.

No geral, a biometria de entrega de EPI traz mais eficiência e segurança para o controle e distribuição desses equipamentos, garantindo a proteção dos trabalhadores e o cumprimento das normas de segurança do trabalho.

 

Legislação e permissão para entrega de EPI’s por biometria

A NR-6 permite a entrega eletrônica de EPI’s, desde que todas as informações sejam controladas, registradas e possam ser extraídas para fiscalização.

Ela diz que a empresa precisa registrar o seu fornecimento ao empregado podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico, inclusive, por sistema biométrico.

 

Vantagens da entrega de EPI’s por biometria

A entrega de Equipamentos de Proteção Individual - EPI’s por meio da biometria é de grande importância por diversos motivos:

Autenticação: A biometria permite autenticar a identidade do usuário de forma rápida e precisa, evitando fraudes e garantindo que os EPI’s sejam entregues à pessoa correta. Isso garante que os EPI’s não sejam desviados, perdidos ou mal utilizados.

Controle de acesso: A biometria pode ser utilizada para controlar o acesso às áreas de distribuição dos EPIs, garantindo que apenas as pessoas autorizadas possam retirá-los. Isso evita que pessoas não autorizadas obtenham EPIs indevidamente.

Registro de entregas: A biometria permite registrar todas as entregas de EPIs, incluindo a identidade da pessoa que recebeu e a data e hora da entrega. Isso proporciona um controle mais efetivo e transparente, facilitando a gestão do estoque de EPIs e permitindo identificar eventuais falhas ou inconsistências. O processo de verificação biométrica é rápido e eficiente. Reduz o tempo gasto na entrega dos EPIs. O sistema integrado permite um controle mais preciso do estoque de EPIs. Evita falta ou excesso de equipamentos.

Rastreabilidade: A utilização da biometria permite rastrear a utilização dos EPI’s, uma vez que é possível relacionar o usuário ao EPI entregue. Isso possibilita uma maior segurança, pois é possível identificar eventuais problemas no uso dos equipamentos ou mesmo a necessidade de reposição. Os registros biométricos permitem rastrear quem recebeu quais EPI’s e quando. Facilita auditorias e conformidade com regulamentações

Monitoramento e fiscalização: com a utilização da biometria, é possível realizar monitoramento e fiscalização mais efetivos, garantindo que os EPI’s estejam sendo utilizados corretamente e em conformidade com as normas de segurança e saúde ocupacional. Isso contribui para a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.

Em resumo, a entrega de EPI’s por biometria proporciona maior segurança, controle e eficiência na gestão desses equipamentos, garantindo sua correta utilização e contribuindo para a saúde e segurança dos trabalhadores.

 

Como sistematizar a entrega de EPI’s por Biometria?

 

Aquisição do Sistema Biométrico:

Adquira um sistema biométrico confiável que possa capturar e armazenar dados biométricos, como impressões digitais ou reconhecimento facial.

Certifique-se de que o sistema esteja em conformidade com as regulamentações de privacidade e segurança.

 

Cadastro dos Colaboradores:

Registre os dados biométricos de cada colaborador no sistema.

Associe esses dados aos registros individuais de EPI’s.

 

Integração com o Controle de Estoque:

Conecte o sistema biométrico ao controle de estoque dos EPI’s.

Crie um banco de dados que relacione cada colaborador aos EPIs necessários para sua função.

 

Processo de Entrega:

Quando um colaborador precisa receber um EPI, ele se apresenta ao local designado.

O sistema biométrico verifica sua identidade (por meio da leitura da biometria).

O colaborador recebe os EPI’s apropriados.

 

Registro e Notificações:

Registre a entrega no sistema, incluindo data, hora, colaborador e EPI’s fornecidos.

Envie notificações automáticas para o setor responsável ou para o próprio colaborador confirmando a entrega.

 

Auditoria e Relatórios:

Regularmente, verifique os registros para garantir que todas as entregas tenham sido feitas corretamente.

Gere relatórios para fins de auditoria e conformidade.

 

Treinamento dos Colaboradores:

Eduque os colaboradores sobre o novo processo.

Explique como a biometria será usada para a entrega dos EPI’s.

Lembre-se sempre de seguir as regulamentações locais e garantir a privacidade dos dados biométricos dos colaboradores. A sistematização da entrega por biometria pode melhorar significativamente a eficiência e a segurança desse processo fundamental em ambientes de trabalho.

 

 



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