segunda-feira, 16 de outubro de 2023







 

17 INDICADORES DE SEGURANÇA DO TRABALHO PARA ACOMPANHAR

 


São métricas usadas para avaliar a eficácia das medidas de proteção e controle no ambiente de trabalho.

 

O que são indicadores de segurança do trabalho?

Indicadores de segurança do trabalho são métricas quantitativas e qualitativas utilizadas para monitorar o desempenho das medidas de segurança em um ambiente de trabalho.

Eles fornecem informações importantes sobre segurança dos trabalhadores, identificando áreas de risco, tendências de acidentes, e ajudando as empresas a tomar decisões informadas para melhorar as condições de trabalho.

Os indicadores podem variar de acordo com o setor e a natureza do trabalho, mas geralmente incluem medidas relacionadas a acidentes, doenças ocupacionais, condições de trabalho, treinamento, uso adequado de equipamentos de proteção individual e conformidade com regulamentos de segurança.

 

Qual a importância dos indicadores de segurança do trabalho?

Os indicadores de segurança do trabalho desempenham um papel crucial na gestão e melhoria da segurança em um ambiente de trabalho. Vamos ver alguns dos benefícios que eles trazem:

 

Identificar e prevenir acidentes

Ao monitorar indicadores, as empresas podem identificar áreas ou situações de risco e focar seus esforços em mitigar os perigos que têm maior probabilidade de causar acidentes ou lesões.

Também é mais fácil identificar tendências e padrões que podem levar a acidentes, permitindo a implementação de medidas preventivas antes que ocorram incidentes graves.

Manter as operações da empresa dentro da lei

Muitas indústrias estão sujeitas a regulamentos rigorosos de segurança. Os indicadores ajudam as empresas a monitorar e demonstrar sua conformidade com essas normas regulamentadoras.

 

Utilizar os bons resultados a favor da empresa

Os indicadores fornecem uma maneira objetiva de avaliar o desempenho da segurança do trabalho em uma empresa. Eles permitem medir a eficácia das políticas, procedimentos e práticas de segurança implementadas.

Além disso, indicadores de segurança positivos podem motivar os funcionários, pois eles percebem que a empresa valoriza sua segurança e bem-estar, resultando em mais engajamento e uma cultura de segurança mais forte.

Ainda, indicadores transparentes podem melhorar a prestação de contas dentro da empresa, o que incentiva a liderança e os funcionários a serem mais conscientes e proativos em relação à segurança.

 

Quais são os principais indicadores de segurança do trabalho?

Existem muitos indicadores de segurança do trabalho que podem ser acompanhados, conforme as necessidades da sua empresa e os regulamentos do setor. Vamos conhecer os 17 principais indicadores de segurança do trabalho:

 

Total de acidentes relatados

O total de acidentes relatados, como o nome já diz, é a quantidade de ocorrências registradas. Quanto mais baixo esse número, melhor.

Você pode organizar o total de acidentes por período de tempo, como meses ou até anos.

 

Taxa de frequência de acidentes

A taxa de frequência de acidentes indica a regularidade com que os acidentes acontecem, considerando o tempo de exposição dos trabalhadores aos agentes de risco.

Para calcular a taxa de frequência de acidentes, vamos considerar a quantidade de acidentes por milhão de horas trabalhadas.

Com isso, a fórmula da taxa de frequência é:

·       TF = (N x 1.000.000) / HR

·       Lembrando que:

·       TF: taxa de frequência

·       N: número de acidentes

·       HR: horas de exposição — total de horas trabalhadas pelo total de funcionários

 

Imagine: vamos medir a taxa de frequência de acidentes durante uma semana em uma empresa com 100 colaboradores, em que cada um trabalha 40 horas por semana. Se durante esse período foram registrados 2 acidentes e a HR equivale a 4.000, nosso cálculo ficará assim:

·       TF = (2 x 1.000.000) / 4.000

·       TF = 2.000.000 / 4.000

·       TF = 500

 

A Organização Internacional do Trabalho - ILO recomenda os seguintes parâmetros para a taxa de frequência das empresas:

·       Até 20: muito bom;

·       De 20,1 a 40: bom;

·       40,1 a 60: ruim;

·       Acima de 60 = péssima.

 

Se considerarmos que a taxa de frequência do nosso exemplo ficou em 500, ela pode ser considerada péssima. 

 

Dias sem acidente

Ao contrário do total de acidentes, o número de dias sem acidentes deve ser elevado, mostrando a quantidade de horas de trabalho consecutivas sem ocorrências.

 

Taxa de gravidade de acidentes

A taxa de gravidade representa a quantidade de dias de trabalho perdidos em decorrência dos acidentes ou doenças ocupacionais registradas.

 

Ela é determinada pela NBR 14.280. Assim como a taxa de frequência, a taxa de gravidade é calculada com base em um milhão de horas trabalhadas. Portanto:

·       TG = (TC x 1.000.000) / HR

·       Lembrando que:

·       TG: taxa de gravidade

·       TC: tempo computado — dias perdidos com os acidentes

·       HR: horas de exposição — total de horas trabalhadas pelo total de funcionários

Vamos voltar para o exemplo que demos anteriormente. Se em uma semana o tempo perdido em decorrência de acidentes foi de 2 dias e o HR é de 4.000 (totalizando 100 operadores que trabalham 40 horas por semana cada), nossa conta ficará a seguinte:

·       TG = (2 x 1.000.000) / 4.000

·       TG = 2.000.000 / 4.000

·       TG = 5.000

·       A ILO também fornece parâmetros para os índices ideais da taxa de gravidade:

·       Até 500: muito bom;

·       De 500,01 a 1.000: bom;

·       De 1000,01 a 2.000: ruim;

·       Acima de 2.000: péssima.

 

No nosso exemplo, a taxa de gravidade está bem acima do ideal, portanto será preciso implementar medidas de prevenção e controle para melhorar esse índice.

 

Total de quase acidentes

Os quase acidentes são eventos que não se tornaram acidentes de fato, mas que ainda assim apresentaram algum tipo de risco aos trabalhadores.

É um indicador importante de acompanhar porque mostra pontos de melhoria sem que tenha havido uma ocorrência com ferimentos ou outros danos.

 

Nível de produtividade da equipe pós-acidente

Acidentes e doenças ocupacionais afetam a produtividade dos trabalhadores. Por isso, o indicador nível de produtividade da equipe mostra os efeitos do acidente ou doença no desempenho da equipe desfalcada.

 

Quantidade de doenças ocupacionais

A segurança do trabalho não está relacionada apenas a acidentes, mas também a doenças ocupacionais. Portanto, registre a quantidade de doenças relacionadas ao trabalho relatadas, como Lesão por Esforço Repetitivo (LER).

 

Quantidade de EPIs distribuídos x utilizados

A quantidade de EPIs distribuídos e utilizados indica o percentual de funcionários que receberam os equipamentos de proteção adequados em relação ao total de funcionários expostos a riscos. Também pode ser usada para mostrar a quantidade de EPIs utilizados em relação ao total distribuído.

 

Número de encontros da CIPA

É uma das responsáveis por sugerir e implementar as medidas de segurança. Portanto, a frequência de encontros da comissão está diretamente relacionada com a eficácia dos cuidados preventivos.

 

Número de treinamentos promovidos

Outro indicador que ajuda a entender as condições de segurança no trabalho é o número de treinamentos oferecidos aos colaboradores. A tendência é que, quanto mais treinamentos, menos chances de acidentes ou doenças ocupacionais. 

Portanto, crie um cronograma de treinamentos, oficinas e palestras.

 

Número de inspeções realizadas

As inspeções de segurança também são responsáveis por apontar riscos e sugerir novas medidas, portanto a quantidade de inspeções realizadas também atua como um indicador de segurança do trabalho.

O cálculo do número de inspeções realizadas deve levar em conta o percentual de áreas ou equipamentos inspecionados em relação ao total de áreas ou equipamentos.

Por exemplo: se a empresa possui 20 departamentos diferentes e apenas 10 passaram pelas inspeções de segurança, nosso percentual de inspeções realizadas é de 50%. 

 

Indicadores de participação

Dentre o total de funcionários, quantos deles participaram dos treinamentos de segurança obrigatórios? Para calcular, basta ver o percentual de funcionários que receberam o treinamento versus o número total de funcionários.

Você também pode levar em conta o percentual de funcionários que participam ativamente de programas de segurança, como CIPA e SESMT.

 

Indicadores de solução de problemas

Quando os problemas são identificados (seja por inspeções ou após a ocorrência de acidentes), qual é a taxa de solução desses problemas?

Esse indicador mostra as medidas de controle efetivas estão sendo aplicadas.

Quantidade de manutenções preventivas realizadas x projetadas

A manutenção preventiva de equipamentos é essencial para evitar acidentes causados pelo mau funcionamento dos ativos. 

Com base no percentual de equipamentos que receberam manutenção preventiva adequadamente em relação ao total de equipamentos, avalie se as manutenções estão sendo realizadas na frequência adequada para evitar acidentes.

 

Tempo médio para resolução

Após um acidente ser registrado, quanto tempo demora para a situação ser regularizada? Esse indicador mostra a agilidade da empresa na resolução dos problemas. Quanto mais rápido, melhor.

Para fazer esse cálculo, considere desde o momento em que a ocorrência foi relatada até a hora em que ela foi corrigida. Também é possível pré-determinar um intervalo ideal e verificar o percentual de incidentes investigados e resolvidos dentro desse período

 

Não conformidades detectadas

Uma vez que todas as inspeções e manutenção sejam realizadas, reúna a quantidade de não conformidades encontradas durante as vistorias. Assim, você registra o índice total de problemas identificados e consegue se programar para corrigi-los.

 

Custos com multas

Além dos perigosos à integridade dos funcionários, os acidentes de trabalho podem acarretar multa aos empregadores. Portanto, contabilize o valor gasto com multas e outros custos que poderiam ser evitados com um cuidado maior com a segurança do trabalho.

Como escolher quais indicadores de segurança do trabalho acompanhar?

A escolha dos indicadores de segurança do trabalho a serem acompanhados depende das características específicas da sua empresa, do segmento em que ela opera e dos riscos ocupacionais presentes.

Por exemplo: se a atividade da sua empresa oferece baixo risco de acidentes, mas alto índice de doenças ocupacionais, faz mais sentido focar seus esforços no acompanhamento das doenças e suas causas.

Para te ajudar nesse processo, separamos algumas etapas que você pode seguir para selecionar os indicadores mais relevantes:

Avalie as necessidades da empresa: comece identificando os objetivos e as necessidades da sua empresa em relação à segurança do trabalho. Isso pode incluir metas de redução de acidentes, conformidade com regulamentos, melhoria da cultura de segurança, etc;

Identifique os riscos: analise os riscos ocupacionais presentes em sua empresa, avaliando as tarefas realizadas pelos funcionários, as condições de trabalho, as áreas de maior exposição a perigos, etc.

Leve em consideração regulamentos: verifique quais regulamentos e normas de segurança se aplicam ao seu setor e região para ajudar a identificar quais indicadores são relevantes para cumprir essas exigências legais;

Consulte a equipe de saúde e segurança: envolver a equipe de saúde e segurança no processo de seleção dos indicadores é fundamental. Esses profissionais têm conhecimento especializado sobre os riscos e podem sugerir indicadores relevantes com base em sua experiência;

Defina objetivos claros: estabeleça objetivos específicos para a segurança do trabalho, isso ajudará a determinar quais indicadores estão mais alinhados com esses objetivos. Por exemplo, se o objetivo é reduzir acidentes graves, indicadores relacionados a taxas de frequência e gravidade de acidentes podem ser relevantes;

Considere a disponibilidade de dados: certifique-se de que os dados necessários para calcular os indicadores estejam disponíveis e sejam precisos. Indicadores inacessíveis ou difíceis de calcular podem não ser práticos para monitorar;

Escolha uma mistura de indicadores: opte por uma combinação de indicadores que abranja diferentes aspectos da segurança do trabalho, como indicadores de incidentes, conformidade com treinamento, condições de trabalho, entre outros;

Seja realista: evite escolher muitos indicadores. É melhor ter alguns indicadores-chave que sejam relevantes e possam ser acompanhados de forma eficaz do que sobrecarregar a equipe com um grande número de métricas;

Estabeleça metas: defina metas para cada indicador, considerando o histórico da empresa e as melhores práticas da indústria. Ter uma linha de base inicial ajudará a avaliar o progresso ao longo do tempo;

Reveja e atualize regularmente: a escolha dos indicadores não é fixa. Periodicamente, reveja os indicadores para garantir que eles ainda sejam relevantes e úteis para a melhoria contínua da segurança do trabalho.

 

Como melhorar indicadores de segurança do trabalho na sua empresa?

Melhorar os indicadores de segurança do trabalho em uma empresa envolve uma abordagem abrangente que inclui planos de ação em diversas áreas. Aqui estão algumas estratégias que você pode adotar para promover melhorias significativas:

 

Questionários para verificação

Crie questionários de verificação, como ficha de EPI e relatório de segurança do trabalho, para documentar as não conformidades encontradas, as medidas de segurança aplicadas e outros registros.

 

 




Ele foi especialmente desenvolvido para auxiliar na verificação e comprovação das medidas de segurança.

Você pode começar a usar esse e outros modelos agora mesmo, é só fazer o cadastro!

 

Relatórios em tempo real

Além disso, após o preenchimento do formulário, um relatório em PDF é enviado na hora, assim tanto o gestor quanto outros stakeholders têm acesso ao que foi preenchido, tudo isso em tempo real. Que tal criar seu próprio relatório inteligente.

 

Dashboards personalizados

Para facilitar a distribuição e acompanhamento das auditorias de segurança, aposte em dashboards personalizados.

O gestor tem acesso a todas as informações pelo painel web, mesmo à distância. Assim, fica mais fácil ver quais atividades já foram concluídas, quais estão pendentes e até criar um plano de manutenção para garantir que a segurança dos seus equipamentos esteja sempre em dia.

 


Plano de ação

Você investiu em recursos como relatório de não conformidade para melhorar os indicadores de segurança do trabalho, e agora? O próximo passo é elaborar um planejamento do que será feito a seguir.

Uma sugestão é apostar em modelos de plano de ação, como o plano de ação 5w2h, em que você define o objetivo, o motivo, a área afetada, o prazo, a equipe responsável e o custo para alcançar esse objetivo.

Por exemplo: imagine que seu objetivo é zerar o número de acidentes de trabalho. O motivo ou justificativa é o alto gasto com despesas trabalhistas. Já a área afetada é o setor de produção, e o prazo é de 12 meses. Por fim, selecione quem serão os colaboradores responsáveis e os custos planejados, como compra de novos EPI’s e treinamentos de segurança.

O plano de ação pode e deve ser adaptado para atender às suas necessidades, levando em conta também suas limitações.

 

O que são indicadores proativos e reativos de segurança do trabalho?

Indicadores proativos e reativos de segurança do trabalho são duas abordagens distintas para medir a segurança ocupacional no ambiente de trabalho. Eles se concentram em diferentes aspectos da prevenção de acidentes e na gestão da segurança. Vamos entender melhor a diferença entre eles:

 

Indicadores proativos

Os indicadores proativos de segurança do trabalho se concentram na prevenção de acidentes e na identificação antecipada de potenciais riscos. Eles são utilizados para avaliar a eficácia das medidas preventivas e do ambiente de trabalho em termos de evitar a ocorrência de incidentes.

Esses indicadores são voltados para ações e medidas que podem ser tomadas antes que um acidente aconteça.

 

Alguns exemplos de indicadores proativos incluem:

·       Frequência de auditorias internas;

·       Índice de utilização dos EPI’s;

·       Perigos detectados na análise de risco;

·       Quantidade e frequência de treinamentos.

 

Indicadores reativos

Já os indicadores reativos de segurança do trabalho estão mais relacionados à resposta após a ocorrência de acidentes ou incidentes. Eles se concentram na análise dos incidentes para entender as causas e implementar medidas corretivas.

Esses indicadores são úteis para identificar pontos fracos no sistema e para evitar a repetição de acidentes semelhantes.

 

Alguns exemplos de indicadores reativos incluem:

·       Quantidade de incidentes reportados;

·       Taxa de investigação e análise de incidentes;

·       Índice de implementação de ações corretivas;

·       Reincidência de acidentes.

 

O que é KPI segurança do trabalho?

O termo KPI - Key Performance Indicator pode ser traduzido como Indicador-Chave de Desempenho, e é a mesma coisa que indicador, ou seja, dados que mostram o andamento de determinado parâmetro.

Portanto, KPI’s segurança do trabalho e indicadores de segurança do trabalho são a mesma coisa, apenas termos diferentes. 

Como a tecnologia pode ajudar no acompanhamento de indicadores de segurança do trabalho?

Você sabia que a tecnologia pode ser uma aliada no registro e acompanhamento dos indicadores de segurança do trabalho?

Alguns sistemas, permitem registrar as não conformidades identificadas nas inspeções de segurança do trabalho com facilidade e praticidade. Um exemplo é o Checklist de EPI, que registra o fornecimento dos equipamentos de proteção individual.

 

Olha só como fica o checklist preenchido e exportado:

 

 


 



O preenchimento é feito diretamente na tela do celular ou tablet durante a inspeção, assim não é preciso depender da prancheta para fazer o acompanhamento. Você pode até incluir fotos tiradas na hora!

Os modelos digitais evitam alguns transtornos das versões em papel, como rasuras, risco de perda e retrabalho na hora de inserir as informações no computador. É só preencher no celular e pronto! Os dados ficam armazenados em nuvem e podem ser acessados por meio do painel do gestor e dos relatórios exportados.

Outro benefício da tecnologia para os indicadores de segurança do trabalho é que alguns softwares analisam os dados armazenados, transformando as informações em indicadores por meio de gráficos fáceis de entender.

 



Assim, além do acompanhamento manual dos indicadores de segurança do trabalho, você pode usar os filtros do sistema para identificar pontos de melhoria e automatizar o acompanhamento dos KPI’s.

 





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sábado, 14 de outubro de 2023

 





 

NR-13 PARA TANQUES DE ARMAZENAMENTO

 

 

Os tanques de armazenamento desempenham um papel fundamental em diversos setores da indústria, incluindo petróleo, química e alimentos.

Esses recipientes são projetados para armazenar grandes quantidades de líquidos ou substâncias, garantindo a segurança, a integridade e a eficiência do processo.

Para regular as atividades relacionadas a esses tanques, existe a NR-13, um conjunto de diretrizes estabelecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego - MTE do Brasil.

Neste artigo, exploraremos em detalhes a NR-13 para tanques de armazenamento, seu objetivo, requisitos e importância para a segurança no local de trabalho.

 

1. Introdução à NR-13

A NR-13 é uma regulamentação criada pelo MTE para garantir a segurança e a integridade dos tanques de armazenamento.

Ela estabelece requisitos técnicos e procedimentos para o projeto, instalação, operação, inspeção e manutenção desses tanques, com o objetivo de prevenir acidentes e minimizar riscos ocupacionais.

 

2. Objetivo da NR-13

O principal objetivo da NR-13 é assegurar que os tanques de armazenamento sejam projetados, construídos, operados e mantidos de forma segura e eficiente.

Ela visa proteger os trabalhadores, o meio ambiente e as instalações contra incidentes como vazamentos, explosões e incêndios. Além disso, a NR-13 busca promover a qualidade e a confiabilidade dos tanques, garantindo a proteção dos recursos naturais.

 

3. Requisitos de projeto de tanques de armazenamento

A NR-13 estabelece uma série de requisitos técnicos para o projeto de tanques de armazenamento. Esses requisitos incluem especificações para materiais, resistência estrutural, sistemas de segurança, ventilação, dispositivos de controle, acessórios e muito mais.

É fundamental que os tanques sejam projetados de acordo com essas diretrizes para garantir sua segurança e eficiência operacional.

 

4. Inspeção e manutenção de tanques

A NR-13 também define as diretrizes para a inspeção e manutenção regular dos tanques de armazenamento. Ela estabelece intervalos de inspeção, métodos de avaliação da integridade estrutural, testes de vazamento, limpeza e reparos.

A inspeção adequada e a manutenção preventiva são essenciais para identificar e corrigir problemas antes que eles se tornem grandes riscos.

 

5. Segurança no local de trabalho

A NR13 destaca a importância da segurança no local de trabalho em relação aos tanques de armazenamento.

Ela estabelece requisitos para sinalização de segurança, sistemas de alarme, controle de acesso, treinamento dos trabalhadores, medidas de emergência e planos de evacuação.

É fundamental que os funcionários estejam cientes dos riscos envolvidos e capacitados para lidar com situações de emergência.

 

6. Treinamento e qualificação de profissionais

A NR13 estabelece requisitos para o treinamento e a qualificação dos profissionais envolvidos na operação e manutenção dos tanques de armazenamento.

Ela exige que os funcionários sejam devidamente treinados em relação aos procedimentos de segurança, operação adequada, manutenção preventiva e resposta a emergências.

Isso garante que as tarefas sejam realizadas por profissionais capacitados e conscientes dos riscos envolvidos.

 

7. Documentação e registros

A NR13 requer que as empresas mantenham uma documentação completa e registros atualizados de todas as atividades relacionadas aos tanques de armazenamento.

Isso inclui registros de projeto, inspeção, manutenção, treinamento, incidentes e outras informações relevantes.

A documentação adequada é essencial para comprovar a conformidade com a norma e facilitar a rastreabilidade das ações realizadas.

 

8. Importância da NR13

A NR13 desempenha um papel fundamental na garantia da segurança no manuseio de tanques de armazenamento. Ela ajuda a prevenir acidentes, proteger o meio ambiente e preservar as instalações industriais. Além disso, a conformidade com a NR13 fortalece a reputação das empresas, melhora as condições de trabalho e reduz os riscos legais e financeiros associados a acidentes.

 

9. Benefícios da conformidade com a NR13

A conformidade com a NR-13 traz uma série de benefícios para as empresas. Além de garantir a segurança dos funcionários e a proteção ambiental, a conformidade ajuda a evitar multas e sanções legais, reduz os custos de manutenção corretiva, aumenta a eficiência operacional, melhora a confiabilidade dos tanques e fortalece a imagem da empresa perante clientes e parceiros.

 

10. Responsabilidades das empresas

As empresas que possuem tanques de armazenamento são responsáveis por garantir a conformidade com a NR-13.

Elas devem investir em projetos adequados, implementar medidas de segurança, realizar inspeções regulares, treinar seus funcionários e manter registros atualizados.

Além disso, é essencial promover uma cultura de segurança no local de trabalho e incentivar a participação ativa de todos os colaboradores.

 

Conclusão

A NR-13 desempenha um papel crucial na garantia da segurança e integridade dos tanques de armazenamento. Ela estabelece requisitos técnicos e procedimentos que devem ser seguidos para garantir que esses tanques sejam projetados, operados e mantidos de forma segura e eficiente.

A conformidade com a NR-13 é essencial para prevenir acidentes, proteger os trabalhadores e o meio ambiente, além de evitar multas e sanções legais.

Ao seguir as diretrizes da NR-13, as empresas garantem que seus tanques de armazenamento sejam construídos com materiais adequados, tenham sistemas de segurança eficientes, sejam inspecionados regularmente e mantenham registros precisos de todas as atividades relacionadas.

Além disso, a NR-13 enfatiza a importância do treinamento adequado dos funcionários, promovendo uma cultura de segurança no local de trabalho.

Em conclusão, a NR-13 para tanques de armazenamento é uma regulamentação importante que visa garantir a segurança e a integridade desses equipamentos.

As empresas devem aderir a essa norma, cumprindo os requisitos estabelecidos, a fim de garantir um ambiente de trabalho seguro, proteger o meio ambiente e evitar riscos legais e financeiros.

A conformidade com a NR-13 é uma demonstração de compromisso com a segurança e a excelência nas operações de armazenamento.

 

Perguntas Frequentes

 

Quais setores são afetados pela NR13?

A NR13 afeta diversos setores da indústria, incluindo petróleo, química, alimentos, farmacêutica e muitos outros que utilizam tanques de armazenamento para líquidos ou substâncias.

 

A NR13 é aplicável a todos os tipos de tanques de armazenamento?

Sim, a NR13 é aplicável a todos os tipos de tanques de armazenamento, independentemente do tamanho, capacidade ou material de construção.

 

Qual é a frequência de inspeção exigida pela NR13?

A frequência de inspeção exigida pela NR13 pode variar de acordo com o tipo de tanque e suas características específicas. Geralmente, são estabelecidos intervalos regulares de inspeção, que devem ser seguidos de acordo com a norma.

 

Quais são as consequências da não conformidade com a NR13?

A não conformidade com a NR13 pode levar a multas, sanções legais, interdição das instalações e até mesmo a ocorrência de acidentes graves. É de extrema importância que as empresas sigam as diretrizes da norma para garantir a segurança de todos os envolvidos.

 

Onde posso obter mais informações sobre a NR13?

Para obter mais informações sobre a Norma Nr13, recomenda-se consultar o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) do Brasil, que é o órgão responsável pela regulamentação e fiscalização do cumprimento das normas trabalhistas e de segurança.

 

 



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PPCI: O QUE É E COMO DEVE SER ELABORADO?

 



Para garantir a segurança dentro do ambiente de trabalho, é necessário contar com uma série de certificados e adotar diferentes medidas. Tratando-se da parte relacionada à documentação, é possível destacar a função do PPCI - Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndios

 

Esse tipo de planejamento tem como intuito proteger principalmente a integridade física dos trabalhadores em caso de problemas envolvendo fogo. De acordo com as normas, o PPCI é um processo que todo proprietário ou responsável pelas áreas de risco de incêndio e edificações deve encaminhar ao Corpo de Bombeiros. Esse procedimento deve ocorrer de acordo com as orientações do referido órgão. Além disso, o PPCI será exigido na sua forma completa ou simplificada de acordo com o uso, a classificação e a atividade desenvolvida na edificação.

 

PPCI: saiba como o documento deve ser elaborado?

O primeiro passo é elaborar a documentação por escrito, sendo esse um dos requisitos mínimos definidos pela norma ABNT 15219. Em seguida, é preciso que seja assinado pelo profissional elaborador e pelo responsável da edificação ou área de risco.

 

Após esse procedimento, é necessário que o Corpo de Bombeiros do estado em que o edifício se encontra realize a averiguação do PPCI. Desse modo, é possível garantir que as medidas adequadas foram adotadas, se é indicado realizar mudanças e estipular um prazo para efetuação desse processo. Por fim, cabe aos bombeiros emitir o alvará que certificará que o PPCI está devidamente regulamentado e atualizado.

 

SERVIÇOS E REGULARIZAÇÕES 

Existem empresas especializadas que através da experiência e conhecimento técnico, e forma eficaz e econômica as diretrizes de regularização a Prevenção e Combate a Incêndios, indo de uma simples regularização (CLCB) de comércios a elaborados projetos industriais, contando com uma equipe de especialistas teóricos e práticos, prontos a solucionar problema de sua empresa e condomínios.

 



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sexta-feira, 13 de outubro de 2023

 






 

SISTEMA DE RENOVAÇÃO DE AR: POR QUE É IMPORTANTE?

 


Entenda por que é importante ter um sistema de renovação de ar personalizado para a sua indústria.  
Para uma indústria funcionar corretamente é necessário cumprir uma série de normas e legislações. O sistema de renovação de ar, por exemplo, é um item essencial para garantir a segurança dos funcionários. 
Além da preocupação em relação ao ar que circula pelo local, é preciso observar a questão térmica relacionada. Dessa maneira, a renovação do ar atua para que as pessoas que trabalham se sintam confortáveis com a temperatura interior.  
Porém, a preocupação vai muito além de garantir bem-estar ao funcionário. Esse sistema serve para purificar o ar e evitar contaminações de agentes químicos na atmosfera.


Por que ter um sistema de renovação de ar na sua empresa? 

Em ambientes industriais, principalmente os que manipulam agentes tóxicos, deve-se ter um rígido controle, que atue para que possíveis contaminações sejam evitadas. Para manter os padrões de qualidade do ar, é necessário ter um sistema de renovação de ar que atenda à necessidade de cada tipo de indústria.  

Dentre os principais motivos para ter um sistema de renovação de ar na empresa estão:

·       Melhoria da produtividade

·       Aumento da qualidade de vida dos colaboradores 

·       Prevenção de acidentes

 

Como funciona o sistema de renovação de ar? 

A renovação de ar industrial é um sistema que controla a retirada do ar contaminado, de dentro do ambiente, e realiza a inserção de ar novo. 
Com esse processo, reduz-se o nível de contaminantes dentro de fábricas e indústrias.
Em ambientes abertos, a troca de ar acontece de forma natural e rápida, sem precisar de um renovador de ar industrial. 
Porém, em ambientes fechados o ar não circula, aumentando consideravelmente o nível de concentração de poluentes. Isso causa uma série de doenças em humanos e poluição ao meio ambiente. 

 

Perigos de não ter um sistema de renovação de ar  

Ao inalar o ar contaminado/parado, a pessoa pode desenvolver asma, bronquite, rinite alérgica e uma série de outras doenças respiratórias. 
Somado a isso, dentro de ambientes industriais, o risco da contaminação por vias aéreas é alto. Muito mais que a quantidade de poluição que inalamos todos os dias ao andar na rua normalmente. 
Por isso, existe um limite de concentração de tóxicos que uma pessoa pode inalar sem que isso afete a sua saúde.
Dessa forma, além de prover um bom plano de saúde ao funcionário que vá cobrir as despesas com eventuais doenças, a empresa também precisa pagar o adicional de insalubridade. 

 

Cálculo de renovação de ar em ambientes

Para entender melhor qual o limite de poluição que uma pessoa pode inalar ao longo da vida sem comprometer a saúde, existe uma fórmula. 

·       O cálculo de renovação de ar é obtido pela fórmula: T = Q/V.

·       A letra Q significa a vazão em metros cúbicos por segundo; V o volume em metros cúbicos; e T a taxa de renovação do ar.

Esse cálculo de vazão tem o objetivo de promover a renovação do ar e baixar a concentração de CO² dos ambientes que são climatizados artificialmente. A medição da taxa de renovação do ar, determina o volume do ar do ambiente, o número de pessoas e o intervalo que a troca total deve durar.
Fique atento, pois em um lugar com alto número de pessoas, a concentração de CO² aumenta consideravelmente, na mesma medida em que cai o nível de oxigênio do local. 
Este elemento também é considerado um agente poluidor do ar. Tão nocivo à saúde quanto a circulação de contaminantes como vírus, fungos e bactérias.

 

Qual o tempo de renovação do ar? 

O tempo de renovação do ar depende diretamente do tamanho do ambiente e da quantidade de pessoas no local. Por isso, é muito importante realizar um projeto de ventilação e renovação de ar com especialistas que entendem no assunto.

 

Quais são os equipamentos utilizados no sistema de renovação de ar industrial?

Os equipamentos utilizados no sistema de renovação de ar industrial são os insufladores, em conjunto com exaustores de ar. 
Além de realizar a dissipação de substâncias tóxicas, asfixiantes e inflamáveis na atmosfera, esses equipamentos reduzem o tempo de renovação do ar no interior do espaço. O que proporciona, também, maior conforto térmico.

 

Sistema de renovação de ar

Equipamentos que desenvolve de forma correta ventilação e exaustão industrial. Busca-se atender os requisitos aplicáveis, e a melhoria contínua do Sistema de Gestão da Qualidade.

 

 

 

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MANEJO NO DESCARTE DOS LIXOS INFECTANTES

 

 

RESÍDUO INFECTANTE

O lixo hospitalar, também chamado de resíduo hospitalar e de resíduo de serviços de saúde, é todo tipo de lixo proveniente do atendimento a pacientes ou de qualquer estabelecimento de saúde ou unidade que execute atividades de natureza de atendimento médico, como o SAMU. Esse tipo de lixo também pode ser encontrado em locais como centros de pesquisa e laboratórios de farmacologia. Seja qual for sua origem ou tipo, o descarte do lixo hospitalar deve ser feito seguindo regras específicas que evitem contaminação ambiental.

O lixo hospitalar pode representar risco à saúde humana e ao meio ambiente se não houver adoção de procedimentos técnicos adequados no manejo dos diferentes tipos de lixo gerados.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa estabeleceu regras nacionais sobre acondicionamento e tratamento do lixo hospitalar gerado. Estas regras de descarte devem ser seguidas por hospitais, clínicas, consultórios, laboratórios, necrotérios e outros estabelecimentos de saúde como viaturas ou bases centralizadas e/ou descentralizadas SAMU.

O objetivo da medida é evitar danos ao meio ambiente e prevenir acidentes que atinjam profissionais que trabalham diretamente nos processos de coleta seletiva do lixo hospitalar, bem como no armazenamento, transporte, tratamento e destinação desses resíduos.

 

TIPOS DE LIXO INFECTANTE

Grupo A (potencialmente infectantes) – que tenham presença de agentes biológicos que apresentem risco de infecção. Como materiais já utilizados. Ex.: bolsas de sangue contaminado; Equipos; Cateteres; SVA; SVD; Resíduos de Curativos; Compressas cirúrgicas; Luvas Cirúrgicas e/ou de Procedimentos utilizadas.

Grupo B (químicos) – que contenham substâncias químicas capazes de causar risco à saúde ou ao meio ambiente, independentemente de suas características inflamáveis, de corrosividade, reatividade e toxicidade. Por exemplo, medicamentos para tratamento de câncer, reagentes para laboratório e substâncias para revelação de filmes de Raio-X;

Grupo C (rejeitos radioativos) – materiais que contenham radioatividade em carga acima do padrão e que não possam ser reutilizados, como exames de medicina nuclear.

Grupo D (resíduos comuns) – qualquer lixo hospitalar que não tenha sido contaminado ou possa provocar acidentes, como gesso, luvas, gazes, materiais passíveis de reciclagem, embalagens.

Grupo E (perfurocortantes) – objetos e instrumentos que possam furar ou cortar, como lâminas, bisturis, agulhas e ampolas de vidro (descarpacks).

 

RISCO AMBIENTAL DO LIXO HOSPITALAR

De acordo com estudos feitos pelo Hospital Albert Einstein, o maior risco ambiental do lixo hospitalar é representado pelo chamado lixo infectante. Caracteriza-se pela presença de agentes biológicos como sangue e derivados, secreções e excreções humanas, tecidos, partes de órgãos, peças anatômicas; além de resíduos de laboratórios de análises e de microbiologia, de áreas de isolamento, de terapias intensivas, de unidades de internação, assim como materiais perfuro cortantes.

Uma vez que esses materiais entram em contato com o solo ou a água, podem causar sérias contaminações no ambiente e danos à vegetação. Também podem haver sérios problemas caso esses materiais contaminados entrem em contato com rios, lagos ou até mesmo com lençóis freáticos, pois dessa forma a contaminação irá se espalhar com maior facilidade, prejudicando qualquer ser vivo que entrar em contato com essa água.

Os resíduos perfurantes, contaminados com patógenos ou infecciosos, quando seu descarte é feito de forma incorreta em aterros sanitários comuns, trazem um grande risco aos catadores de lixo. Os indivíduos podem ser contaminados caso entrem em contato com alguns desses materiais.

 

O DESCARTE DE LIXO INFECTANTE

No Brasil destaca-se que, especificamente com relação ao descarte de lixo infectante, a matéria é disciplinada tanto pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) como pelo CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente).

Salienta-se então que as normas relativas ao correto descarte de resíduos infectantes, encontra embasamento na Resolução Anvisa de número 306 de 2004, que, entre outras coisas, especifica:

Todo o resíduo considerado infectante tem de ser alocados em sacos plásticos de cor branca ou vermelha, contendo identificação indelével do laboratório/biotério, salienta-se ainda que esse mesmo saco plástico deve conter também a identificação do símbolo infectante de forma visível.

Não misturar os materiais classificados como lixos comuns juntamente aos classificados infectantes. Os sacos plásticos, para maior segurança, deverão conter não mais do que 2/3 de sua capacidade total, evitando-se assim que os mesmos rasguem ou transbordem;

Os sacos plásticos que contém lixo infectante não podem, em hipótese alguma, ficar em contato com o chão; Não é permitido o depósito de sacos de lixo contendo resíduos infectantes em locais como elevadores, corredores ou demais dependências que não sejam a lixeira externa, voltada para esta finalidade.

Em casos de VTR’s, podem ser utilizados e acomodados sacos menores, mas com a mesma identificação e cores inalteradas, mantendo a proibição de descartes de sacos simples e/ou acomodação de lixos não infectantes.

Ressalta-se que somente deverão ser recolhidos pela equipe de limpeza os resíduos infectantes que estiverem estritamente em consonância com as normas acima estabelecidas.

 

LIXOS INFECTANTES RESÍDUOS DO GRUPO A

São considerados lixos infectantes resíduos do grupo a, que apresentam Riscos frente a presença de agentes biológicos:

·       Sangue hemoderivados;

·       Meios de cultura;

·       Órgãos, tecidos, peças anatômicas e fetos;

·       Filtros de gases aspirados provenientes de áreas contaminadas;

·       Resíduos (mesmo alimentares) provenientes de áreas de isolamento;

·       Resíduos gerados em laboratório de análises clínicas;

·       Resíduos gerados em unidade de atendimento ambiental;

·       Resíduos de sanitário de unidades de internação;

·       Objetos perfuro cortantes que sejam provenientes de estabelecimentos que prestem serviços de saúde.

 

Ressalta-se ainda que os estabelecimentos deverão dispor sempre de profissionais habilitados e treinados a reconhecer e manejar tais materiais, sendo necessário também responsável técnico, que seja devidamente registrado em conselho profissional, apto para o gerenciamento dos seus resíduos, de forma continua, presencial ou remota.

 

 



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