sexta-feira, 12 de maio de 2023

 




 

O QUE É EPI COM CERTIFICADO DE APROVAÇÃO?

 



Ao escolher um bom equipamento de proteção individual capaz de proteger colaboradores em atividades de risco, pode haver o dilema de selecionar o produto considerando entre os fatores preço ou qualidade. Mas uma coisa é certa: para proteger seus funcionários, é preciso buscar pelo EPI com certificado de aprovação.

Neste artigo, você vai entender a importância do uso de EPI’s de qualidade, com o devido certificado de aprovação e vai aprender a descobrir se o seu fornecedor oferece esse tipo de equipamento certificado. Continue a leitura para saber mais!

 

Importância de EPI’s de qualidade

Não é nenhum segredo que os equipamentos de proteção individual utilizados em atividades que oferecerem graus de risco devem ser de boa qualidade, fornecendo segurança e resistência a seus usuários, certo?

Por isso, na hora da revenda de EPI’s, é importante oferecer produtos de qualidade, feitos com bons materiais, quem seja resistente e compatível com as atividades desempenhadas e seus respectivos riscos. Mas como atestar a qualidade desse tipo de produto? É aí que entra o certificado de aprovação.

 

Certificado de Aprovação (CA)

O Certificado de Aprovação - CA trata-se de um documento emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego - MTe que informa que o equipamento de proteção individual passou em todos os testes de qualidade e obteve aprovação, tendo sido fabricado segundo as determinações da Norma Regulamentadora 6.

Segundo a NR 6, todo EPI, seja de fabricação nacional ou importado, só poderá ser comercializado e utilizado nos ambientes ocupacionais caso tenha sido submetido a testes específicos que garantam sua durabilidade, conforto e proteção nas atividades de risco e obtido aprovação, recebendo o número do CA, que o torna apto para ser comercializado.

 

Prazo de validade do EPI

O CA também determina o prazo de validade para que o equipamento seja comercializado em território nacional. Esse limite oferece uma garantia de que, dentro do prazo, o material conservará todas as suas propriedades e potencial de segurança e é delimitado pelo próprio fabricante do produto.

Entretanto, o CA e o prazo de validade do EPI são duas informações distintas e que não devem ser confundidas. A validade do CA deve ser observada no momento da compra do material e, caso esteja vencida, sua venda não será autorizada e o EPI não estará apto para uso. Já o prazo de validade do produto estipulado pelo fabricante deve ser observado na etapa após a compra, informando a vida útil do EPI.

 

Descobrindo se um EPI tem Certificado de Aprovação

Para descobrir se o EPI tem um CA válido, basta verificar o número de identificação do CA na embalagem do produto ou buscar essa informação na ficha de informações fornecida pelo fabricante, conferindo também se ele se encontra dentro do prazo.

O fato de o EPI contar com um CA válido informa que ele foi fabricado e está sendo comercializado conforme certos padrões de qualidade e segurança, garantindo a proteção de seus usuários em atividades que oferecem riscos à saúde e integridade física. Dessa forma, os usuários podem ficar tranquilos em relação à qualidade e eficiência do equipamento.

Como você viu, EPI com certificado de aprovação é um requisito para que ele possa ser comercializado em território nacional. Caso o CA esteja vencido, o produto não pode ser vendido, pois não há garantia de proteção ao usuário.

Para isso, são utilizados materiais de primeira qualidade, garantindo segurança, resistência e durabilidade aos equipamentos de proteção individual.

 

 



Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 

 


quinta-feira, 11 de maio de 2023

 




 

ENTENDA O QUE É A EXPOSIÇÃO A AGENTES NOCIVOS

 



Por sua própria natureza, as atividades profissionais e locais de trabalho oferecem alguns riscos ao trabalhador. A exposição a agentes nocivos pode se relacionar a condições do ambiente incluindo aspectos físicos, químicos e biológicos ou, até mesmo, à organização das rotinas de trabalho e fatores ergonômicos. 

Atualmente, porém, as atividades profissionais são orientadas por uma série de Normas Regulamentadoras que contribuem com a redução ou eliminação desses riscos. Assim, a empresa consegue proporcionar um ambiente de trabalho menos nocivo e, consequentemente, evitar danos à saúde física e mental do trabalhador.

Continue a leitura para entender melhor como se dá essa exposição e quais as principais formas de evitá-la!

 

O que é a exposição a agentes nocivos?

Os agentes nocivos são quaisquer elementos que geram condições de trabalho que prejudicam a saúde ou a integridade física e mental dos trabalhadores. A empresa é responsável por identificar esses elementos para, então, administrar a exposição dos colaboradores a eles.

Muitas vezes, o trabalhador pode se expor a algum agente nocivo desde que dentro de limites estabelecidos e por um tempo determinado. Além disso, a exposição implica em benefícios específicos, como a aposentadoria especial, destinada a colaboradores que têm uma exposição permanente a riscos. 

Por isso, a atuação da empresa passa pela gestão das jornadas de trabalho e pelo uso de estratégias de saúde e segurança no trabalho - SST, que ajudam a conter ou eliminar esses riscos. Tudo isso deve ser guiado pelas normas regulamentadoras.

 

Quais são os principais agentes nocivos?

Em geral, os agentes nocivos à integridade física e mental do trabalhador podem ser classificados em riscos ambientais, mecânicos e ergonômicos.

 

Veja!

 

Riscos ambientais

Além de tratar dos limites de tolerância para a exposição a atividades insalubres, os anexos da NR15 estabelecem os agentes ambientais considerados nocivos à saúde e à segurança do trabalhador.

São eles:

Físicos: aqueles representados por agentes existentes no ambiente de trabalho, incluindo ruídos, vibrações, pressões anormais, calor, frio, radiações, umidade;

Químicos: são representados por substâncias que podem contaminar o ambiente e comprometer a saúde física ou mental do trabalhador, como poeiras, névoas, fumos, gases, vapores, compostos e produtos químicos;

Biológicos: são representados por microorganismos, incluindo bactérias, fungos, parasitas, vírus, protozoários e outros.

 

Riscos mecânicos

O trabalhador também está sujeito a agentes mecânicos causadores de acidentes de trabalho, como aqueles relacionados à infraestrutura, aos procedimentos operacionais e ao estado de ferramentas e máquinas, elevando os riscos de quedas, cortes, choques etc.

São exemplos:

·       arranjo físico inadequado;

·       utilização de máquinas e equipamentos sem proteção;

·       uso de ferramentas impróprias ou defeituosas;

·       instalações elétricas malfeitas;

·       probabilidade de incêndio, explosão ou desmoronamento;

·       iluminação excessiva ou insuficiente;

·       armazenamento incorreto de produtos, entre outros aspectos.

 

Riscos ergonômicos

São aqueles relacionados à execução de tarefas e à organização do trabalho, com impactos físicos e também mentais.

Alguns exemplos são:

·       mobiliário inadequado;

·       esforço físico intenso;

·       controle muito rígido da produtividade;

·       execução de tarefas repetitivas;

·       imposição de ritmos excessivos de trabalho;

·       situações causadoras de estresse.

 

Como evitar a exposição a agentes nocivos?

A exposição a agentes nocivos pode ser minimizada ou eliminada por meio da atuação da equipe de SST. Atualmente, as diversas normas regulamentadoras tornam essa preocupação uma obrigatoriedade para as empresas, que ficam sujeitas a multas e outras sanções em caso de negligência com a saúde e a segurança dos trabalhadores.

 

Mapeamento de riscos

O primeiro passo para qualquer ação da equipe de segurança do trabalho é mapear os riscos existentes no ambiente e na própria atividade a ser executada pelo colaborador.

 

Existem muitos documentos que guiam esse mapeamento, sendo que todos têm em comum:

·       a visualização didática dos agentes nocivos;

·       a gestão mais eficiente de riscos;

·       o estabelecimento das medidas preventivas mais adequadas, que normalmente passam por ações coletivas e individuais.

 

Os principais documentos de SST são:

·       o Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR, que substitui o antigo Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA);

·       o Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional (PCMSO);

·       a Análise Preliminar de Risco (APR);

·       a Análise Ergonômica Preliminar (AEP);

·       o Laudo Técnico de Insalubridade e Periculosidade (LTIP);

·       o Atestado de Saúde Ocupacional (ASO).

 

Equipamentos de Proteção Coletiva - EPC’s

Todos os dispositivos e medidas incorporadas no ambiente de trabalho para reduzir os riscos de um grupo de trabalhadores são chamados de equipamentos de proteção coletiva - EPC’s.

Alguns exemplos são:

·       sinalizadores de segurança (placas, cartazes, fitas zebradas etc.);

·       chuveiros de segurança;

·       exaustores;

·       extintores de incêndio;

·       redes de proteção;

·       kits de primeiros socorros;

·       lava-olhos.

 

A incorporação de EPC’s deve ser sempre acompanhada de treinamentos e capacitações dos colaboradores.

 

Equipamentos de Proteção Individual - EPI’s

Além dos EPC’s, cada tarefa realizada pelo trabalhador exige equipamentos de proteção individual - EPI’s adequados para os riscos daquela situação.

São exemplos:

·       capacetes de segurança;

·       abafadores de ruídos ou protetores auriculares;

·       óculos de proteção;

·       máscaras;

·       luvas de segurança;

·       botas e sapatos;

·       cintos, cinturões e sistemas de paraquedas;

·       aventais, macacões e outras vestimentas de segurança.

 

Para garantir que os EPI’s realmente contribuam com a integridade física do trabalhador, é fundamental que eles tenham qualidade e estejam sempre nas condições adequadas de uso, isto é, com a manutenção em dia, em boas condições de armazenamento e com certificados de aprovação válidos. 

Além disso, é fundamental que aconteçam treinamentos e capacitações, bem como a conscientização dos colaboradores a respeito da importância do uso constante e adequado dos EPI’s. Como você viu, a exposição a agentes nocivos é uma das principais causas de danos à saúde e à segurança do trabalhador. Por isso, é fundamental seguir as NR’s para minimizar ou eliminar essa exposição, e o uso de EPI’s se destaca como uma das principais medidas preventivas.

 

 



Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 

 


 





 

4 R’s DA SUSTENTABILIDADE:

O QUE É E QUAL A IMPORTÂNCIA

 



É inegável que os avanços tecnológicos e industriais trazem inúmeros benefícios e comodidades à vida da sociedade atual. Entretanto, a exploração do meio ambiente tem um preço: o esgotamento dos recursos não renováveis. Pensando nisso, é fundamental buscar formas práticas de tornar as atividades mais sustentáveis. Uma solução para isso é compreender e implementar os 4 R’s da sustentabilidade.

Quer saber mais sobre os 4 R’s e sua importância para o meio ambiente e para o trabalho na indústria? Então continue a leitura!


As consequências do descarte incorreto de resíduos


Segundo pesquisa realizada pela Abrelpe - Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, dos 27,7 milhões de toneladas de resíduos recicláveis produzidos anualmente no Brasil, grande parte é descartada incorretamente e apenas 4% são destinados à reciclagem.

Esse número coloca o Brasil muito atrás nos índices de reciclagem, principalmente quando comparado a países de mesmo grau de desenvolvimento econômico, como Chile, Argentina, Turquia e África do Sul, cujo índice de reciclagem é de 16%, conforme dados coletados pela ISWA (International Solid Waste Association).

O alto índice de descarte incorreto de resíduos no Brasil traz não somente impactos ambientais negativos, como também um grande impacto econômico, uma vez que os resíduos recicláveis que vão para os lixões deixam de gerar uma receita de cerca de R$ 14 bilhões de reais anualmente para aqueles que trabalham com essa atividade.

Os 4 Rs da sustentabilidade

Pensando em reduzir as consequências geradas pelo descarte incorreto de resíduos, existem algumas medidas que podem ser implementadas: os 4 R’s da sustentabilidade.

Tratam-se de 4 ações que visam mudar a forma de enxergar o descarte de resíduos e promover novos usos para o que seria descartado.

 

Confira a seguir!

 

1. Repensar

O primeiro passo é realmente mudar a forma de pensar em relação às atitudes de consumo, passando a levar em consideração o meio ambiente. Repensar os hábitos de consumo e mudar simples atitudes rotineiras pode ter um grande impacto positivo a longo prazo.

Para colocar esse passo em prática, por exemplo, é possível repensar a compra de materiais, optando pelos produtos ecológicos ou de empresas comprometidas em adotar práticas sustentáveis, reduzindo o impacto no meio ambiente.

 

2. Reduzir

Seja em casa ou no ambiente de trabalho, é sempre possível reduzir o consumo de papel, de água ou de energia, certo? A prática de reduzir a utilização de recursos, elimina o desperdício e ajuda na economia.

Ao apagar as luzes em um ambiente que não está sendo ocupado ou reduzir a quantidade de água utilizada na limpeza, você pagará valores menores nas contas de água e de luz e ajudará a economizar recursos.

 

3. Reutilizar

Em vez de descartar um objeto quebrado, que tal levá-lo para o conserto? Muito desperdício pode ser evitado quando reutilizamos objetos que teriam como destino o lixo. Itens de decoração ou, até mesmo, itens funcionais como mesas, aparadores e estantes podem ser bem aproveitados quando reutilizamos objetos que seriam jogados fora.

 

4. Reciclar

Por fim, a reciclagem de materiais pode dar uma cara totalmente nova a materiais que não teriam uso e, inclusive, render dinheiro, seja na venda dos produtos reciclados, seja na economia gerada.

Papéis reciclados podem ser utilizados no escritório, garrafas PET podem virar bolsas, brinquedos e até camas para animais de estimação. Muitos itens podem ganhar uma nova função e ajudar a manter um ambiente sustentável.

Como você viu, os 4 R’s da sustentabilidade trazem inúmeros benefícios não só para a preservação ambiental, como também para a economia. Com ações simples e práticas, é possível garantir o reaproveitamento de materiais que seriam descartados e deixar de gerar grandes quantidades de resíduos que poluiriam o meio ambiente.

 

 



Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.

 


quarta-feira, 10 de maio de 2023

 




 

DIA MUNDIAL DA SAÚDE

 

 

07 de abril de cada ano é um dia destinado à promoção de campanhas com foco na saúde, criado pela OMS – Organização Mundial da Saúde.

A cada ano a OMS traz um tema para ser abordado, porém, nesse ano (2019), a mesma apresenta 10 prioridades para promover a saúde.

 

Origem do Dia Mundial da Saúde

 



Oficialmente, o Dia Mundial da Saúde é comemorado em 7 de abril desde 1950.


De acordo com o conceito definido pela OMS “a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade”.

O dia 07 de abril foi definido como Dia Mundial da Saúde pela Assembleia Mundial da Saúde no ano de 1948, por coincidir com a data da criação da Organização Mundial da Saúde

O objetivo principal dessa comemoração é a conscientização da população sobre a importância de manter-se fisicamente, mentalmente e socialmente saudável.

Como forma de conscientizar, no dia 07 de abril de cada ano, durante todo o dia é desenvolvido atividades abordando assuntos referentes a problemas de saúde que atingem a população, alertando sobre os riscos e, mais importante, sobre a prevenção destas doenças.

 

Escolha do tema

 



A cada ano é escolhido pela Organização Mundial da Saúde um tema relacionado a saúde e abordado ao redor do mundo através de campanhas de conscientização.


No último ano (2018), o tema escolhido foi “Saúde para todos”.

 

Este ano (2019), a OMS trás 10 prioridades, entre elas:

 

1.   Poluição do ar e mudanças climáticas;

2.   Doenças crônicas não transmissíveis;

3.   Pandemia de gripe;

4.   Cenários de fragilidade e vulnerabilidade;

5.   Resistência antimicrobiana;

6.   Ebola;

7.   Atenção primária de saúde;

8.   Relutância em vacinar;

9.   Dengue e;

10. HIV.

 

Outros temas escolhidos e abordados em anos anteriores foram:

 

·       “Depressão” (2017);

·       Diabetes (2016);

·       “Segurança alimentar, do campo à mesa” (2015);

·       “Doenças transmitidas por vetores” (2014);

·       “Hipertensão” (2013);

·       “Envelhecimento saudável” (2012), etc.

 

Dia Internacional da Saúde e Segurança do Trabalho

 



Outra data ligada ao Dia da Saúde é 28 de abril, que é o Dia Internacional da Saúde e Segurança do Trabalho, criado pela OIT – a Organização Internacional do Trabalho para conscientizar trabalhadores e empresas sobre os riscos de acidente no ambiente de trabalho.

A data foi criada em homenagem a 78 trabalhadores que morreram em uma explosão ocorrida em uma mina nos EUA em 28 de abril de 1969.

 

O que é saúde?

 

Segundo a Organização Mundial da Saúde, podemos definir saúde como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não consiste apenas na ausência de doença ou de enfermidade”.

Isso significa dizer que não basta a pessoa não ter uma enfermidade para ser considerada saudável, mas sim, estar de bem consigo mesma e ter bom relacionamento social.

A definição do conceito de saúde pela Organização Mundial da Saúde, é até criticada por estudiosos, por ser considerado um padrão difícil de ser alcançado. Por este motivo, alguns consideram saudável apenas o indivíduo que não apresenta doenças.

Por outro lado, é sabido que qualidade de vida e saúde estão relacionadas, uma vez que nem todas as pessoas conseguem viver sem tristezas, sem preocupações e interagindo com o restante da sociedade de maneira harmoniosa.

A saúde deve ser vista como uma forma de total bem-estar, que é conseguido não só através do tratamento de doenças ou sua prevenção, mas sim através de qualidade de vida.

 

Constituição Federal de 1988

 

Independentemente de um estado de bem-estar ou não, saúde é um direito de todo cidadão, e cabe ao Estado garantir que todos tenham acesso a serviços de promoção, prevenção e recuperação da saúde.

Segundo o Art. 196 da Constituição Federal de 1988, “a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.

 

Lei 8.080 de 1990

 

De acordo com a Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1990 é dever do estado:

 

“Art. 2º- a saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.

 

1º- o dever do estado é de garantir a saúde e consiste na reformulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos no estabelecimento, de condições que assegurem o acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a sua promoção, proteção e recuperação.

2º- o dever do estado não exclui o das pessoas, da família, das empresas e sociedades.

 

Art. 3º- Os níveis de saúde expressam a organização social e econômica do País, tendo a saúde como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, alimentação, moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, educação, o transporte, o lazer e acesso aos bens e serviços essenciais.


Parágrafo único. Dizem respeito também à saúde as ações que, por força do disposto no artigo anterior, destinam-se a garantir às pessoas e à coletividade condições de bem-estar físico, mental e social.

Vale a pena ressaltar que a saúde no Brasil passa por um momento crítico e que, quando se fala em saúde, pensa-se que deveria haver maiores investimentos em hospitais e medicamentos aos doentes, porém, a questão é que conforme lemos acima, a saúde não se limita penas nisso.

Além de hospitais e medicamentos, é preciso investir em saneamento básico para todos, promover campanhas com informações de qualidade para que todos saibam sobre os riscos e as formas de prevenir doenças, é alimentação de qualidade e principalmente a promoção da qualidade de vida.

De acordo com § 2º do Art 2º, o dever do estado não exclui o das pessoas, da família, das empresas e sociedades.

Sendo assim, não podemos esquecer que não basta cobrarmos dos governantes, afinal, a responsabilidade de promover a saúde não é única e exclusiva do Estado, mas, sim, de todos, independentemente de posição ou classe social.

Quando deixamos de cumprir com nossas obrigações, podemos perder os nossos direitos.

 



Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.


 




 

VANTAGENS DA MANUTENÇÃO PREDIAL PARA CONDOMÍNIOS

 



Problemas no elevador, infiltrações, rachaduras, pane em sistemas de gás, portão quebrado. Mesmo com um projeto original bem feito, tudo isso pode ser evitado com a manutenção predial.

Inclusive, conservar e guardar as partes comuns do imóvel é uma obrigação definida pelo artigo 1348 da Lei 10.406.

A importância da manutenção predial também foi comprovada com estudos. Em 2012, a Câmara de Inspeção Predial do Ibape/SP apontou que 66% dos acidentes prediais são por falta de manutenção, enquanto 34% está relacionado a vícios construtivos, que são anomalias que afetam o desempenho do imóvel, tornando-o inadequado.

Contudo, mais do que evitar surpresas desagradáveis, fazer correções e prolongar a vida útil do condomínio, a manutenção predial traz uma série de vantagens. É o que explicaremos a seguir. Continue a leitura para saber!

 

O que é manutenção predial?

A manutenção predial é um conjunto de serviços e atividades que buscam promover e garantir as melhores condições de conservação, segurança, sustentabilidade, habitabilidade e uso correto dos equipamentos e sistemas de edificações. 

Na prática, essas atividades buscam manter o bom estado da infraestrutura, desde reparos de rotina a inspeções de rotina. 

Os principais serviços da manutenção predial em condomínios podem ser separados em três tipos: gestão preventiva, corretiva e preditiva. 

Essa gestão é de extrema importância para qualquer empresa, inclusive para os próprios síndicos, que devem considerar a norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT) sobre a manutenção de edificações, a NBR 5674.

Por meio do conhecimento dela, é possível buscar serviços de manutenção predial adequados, que garantam a preservação das características originais do condomínio.

Infelizmente, não é incomum encontrar gestores que não sabem identificar os pontos de melhorias, mas a manutenção predial pode solucionar o gargalo ao implementar uma cultura de alto desempenho.

 

Confira mais vantagens da manutenção predial:

 

Redução de custos

A manutenção predial permite identificar problemas antes que eles se tornam críticos. Ou seja, além das correções necessárias devido ao uso e deterioração do tempo, também dá para fazer um planejamento de custos e evitar gastos inesperados. 

Com isso, também há outra vantagem: a diminuição de desperdícios. Uma boa gestão garante o uso inteligente dos recursos. Um exemplo prático são os problemas na rede hidráulica, que além de desperdiçar água também exigem custos operacionais. 

 

Mais segurança

Um dos principais motivos para realizar a manutenção predial é garantir a segurança de todos: proprietários, funcionários e usuários. 

A partir da avaliação da estrutura e condições dos equipamentos, por exemplo, é possível eliminar riscos que podem causar acidentes. 

 

Valorização comercial

Um estímulo a mais para colocar a manutenção predial em dia é a própria valorização do imóvel, afinal, todo condomínio necessita de reformas ao longo do tempo, ainda mais as construções mais antigas.

Cuidados com a estrutura, pintura e fachada são atrativos e podem chamar atenção de um público maior interessado na compra ou aluguel de apartamentos residenciais ou salas comerciais. 

 

Maior controle na administração

Como a manutenção predial é muito abrangente, pode acabar sobrecarregando um gestor inesperiente. Por isso, é primordial contar com profissionais especializados que atendam todas as necessidades: elevadores, parte hidráulica e elétrica, sistemas de automação, etc.

Isso vai garantir um melhor atendimento sem contar com um funcionário específico para encontrar e solucionar demandas.

 

Contrate uma equipe especializada em manutenção predial

Nada melhor do que ter a confiança de equipes especializadas para realizar o gerenciamento de serviços e acompanhar todo o trabalho da manutenção predial. 

Afinal, garantir a qualidade dos processos não é gasto, é investimento, pois tem total impacto na disponibilidade das instalações e facilidades de forma a garantir a operação, segurança e conforto para os usuários.

O serviço de manutenção predial é realizado em condomínios residenciais e comerciais para manter o prédio em bom estado.

 

As atividades realizadas são: 

·       Manutenção e operação predial civil;

·       Manutenção de instalações elétricas, eletromecânicas e hidraúlicas;

·       Sistema de refrigeração, automação e segurança;

·       Gerenciamento de energia, água, gás e combustível;

·       Operação de utilidades (geração de energia, vapor, ar comprimido, sistemas de refrigeração industrial);

·       Limpeza industrial (aspiração de resíduos, limpeza química, sucção com alto vácuo, hidrojateamento de baixa e média pressão).

 

 



Gostou do conteúdo? Conte para gente nos comentários e não deixe de compartilhar nas redes sociais. 

Siga o Blog e Deixe seu comentário e compartilhe este artigo em suas redes sociais para que mais pessoas se informem sobre o tema.


    COZINHAS INDUSTRIAIS - RISCOS E PREVENÇÃO DE ACIDENTES       As cozinhas industriais são locais onde cozinheiros, ajudantes e ...