segunda-feira, 7 de abril de 2025

 



 

O QUE É E PARA QUE SERVE A SIPAT?

 

 


 

A SIPAT ou Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho foi instituída pela Portaria nº 3.214, de 08 de junho de 1978, através da NR-5, cujo o título é Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA.

A CIPA é obrigatória em todas as organizações privadas, públicas e demais estabelecimentos que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, conforme o dimensionamento previsto no Quadro I da NR-05 (Dimensionamento da CIPA).

Entre suas atribuições, a CIPA tem a responsabilidade de promover, anualmente, em conjunto com o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT, onde houver, a SIPAT.

 

Duração da SIPAT

Como o próprio nome diz, a SIPAT terá duração de uma semana e deve ser realizada anualmente, durante o horário de trabalho, visando possibilitar a participação da maioria dos empregados do estabelecimento.

 

O que é e qual o significado da SIPAT?

Conforme já vimos, a sigla SIPAT significa Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho.

A SIPAT é um evento realizado anualmente pelas empresas, que consiste em tratar de forma incisiva determinados assuntos relacionados à segurança e saúde no trabalho, mediante a realização de treinamentos, palestras, dinâmicas, etc.

 

Como surgiu a SIPAT

Apesar do Decreto nº 34.715/1953, que instituiu a Semana de Prevenção de Acidentes do Trabalho - SPAT.

O termo SIPAT surgiu em 1978, a partir da publicação da Portaria n. º 3.214, de 08 de junho de 1978, que aprova as NR do capítulo V, Título II, da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, relativas à Segurança e Medicina do Trabalho.

 

Para que serve a SIPAT

A SIPAT tem como objetivo sensibilizar e orientar os trabalhadores a respeito de diversos temas, sobretudo, relacionados aos riscos ocupacionais existentes nas atividades ou nos locais de trabalho, bem como as medidas de prevenção a serem adotadas.

Dessa forma, a SIPAT tem a finalidade de informar e orientar os trabalhadores, de forma prática e dinâmica, a respeito de assuntos relacionados à segurança e saúde no trabalho, bem como reforçar as ações já praticadas pela empresa, minimizando ou eliminando a ocorrência dos acidentes e das doenças ocupacionais.

É importante destacar, que a SIPAT na atividade de mineração se chama Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho na Mineração - SIPATMIN, nas empresas portuárias de Semana Interna de Prevenção de Acidente no Trabalho Portuário - SIPATP e nas atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura de Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho Rural (SIPATR).

 

Como funciona a SIPAT

A SIPAT funciona como um importante instrumento na promoção da segurança e saúde ocupacional, tornando o ambiente de trabalho mais saudável e seguro, influenciando positivamente na produtividade, na qualidade dos produtos e serviços, bem como no comprometimento dos trabalhadores com relação às medidas de segurança adotadas pela empresa.

 

Como organizar a SIPAT

Para saber como realizar uma SIPAT, por favor, acesse o texto: Como Organizar uma SIPAT – Passo a Passo.

 

A SIPAT possui diversos benefícios. Entre eles, podemos destacar:

·       Redução dos acidentes e das doenças ocupacionais;

·       Redução das despesas administrativas e médicas;

·       Redução dos gastos com absenteísmo e rotatividade;

·       Aumento da produtividade;

·       A melhora na relação entre os trabalhadores, supervisores e diretores;

·       Maior adesão às medidas preventivas;

·       Estimula o bem-estar e a qualidade de vida no trabalho.

 

A importância da SIPAT

A SIPAT tem uma grandiosa importância no que tange a segurança e saúde dos trabalhadores, possibilitando ações capazes de trazer resultados muito gratificantes, tanto para empresa como para o trabalhador.

 


 

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COMO SURGIU O CONE DE SINALIZAÇÃO?

 

 


 

Você já parou para pensar de onde surgiu o famoso cone de sinalização?

Aquele objeto laranja (às vezes, de outras cores) que vemos nas ruas, nas estradas e até em eventos para organizar o fluxo de pessoas e veículos. Pois é, ele está tão presente no nosso dia a dia que a gente até esquece que ele tem uma história! Os cones de sinalização são como super-heróis silenciosos do controle de tráfego, evitando acidentes e ajudando na organização de obras, vias e muito mais.

Mas será que sempre foi assim? Como esse objeto passou de uma simples ideia a um item fundamental em todo o mundo? No artigo de hoje, vamos fazer uma viagem no tempo e descobrir como os cones de sinalização surgiram e se tornaram indispensáveis. Aposto que, no final, você nunca mais vai olhar para um cone da mesma maneira!

 

Como Tudo Começou: A Necessidade de Sinalização

Antes do surgimento dos cones, a sinalização de áreas perigosas ou de restrição no trânsito era feita de maneiras bem improvisadas. Utilizava-se de tudo um pouco: bandeiras, cavaletes de madeira, até mesmo barris cheios de areia! Não era muito prático, nem seguro, já que esses métodos eram difíceis de movimentar e não chamavam tanta atenção. A questão da segurança no trânsito e em obras urbanas começou a ganhar mais importância no início do século XX, especialmente nas grandes cidades dos Estados Unidos, onde o fluxo de veículos crescia cada vez mais rápido.

 

Foi nesse cenário que surgiu a ideia revolucionária do cone de sinalização.

O Inventor: Charles P. Rudabaker e Sua Grande Sacada

Em 1914, um homem chamado Charles P. Rudabaker teve uma ideia simples, mas genial. Ele desenvolveu o primeiro modelo de cone de sinalização, inicialmente feito de concreto. A ideia era criar algo que fosse fácil de identificar à distância e que pudesse ser movido com facilidade quando necessário. O formato cônico foi escolhido por sua estabilidade – dificilmente tombava com o vento ou com o impacto, e sua cor, geralmente laranja brilhante, ajudava a torná-lo visível mesmo à noite.

No entanto, os primeiros cones de concreto ainda eram pesados e não tão práticos. Foi apenas na década de 1950 que o cone de sinalização passou por uma grande evolução, quando ele começou a ser produzido com materiais mais leves e flexíveis, como o plástico e a borracha. Essa mudança permitiu que os cones fossem utilizados de maneira muito mais eficiente em obras temporárias e em grandes áreas de tráfego intenso.

 

De Ideia Local a Fenômeno Global

O uso do cone de sinalização começou a se espalhar nos Estados Unidos após a popularização do automóvel. Com o aumento das rodovias e o crescimento da infraestrutura urbana, a necessidade de organizar o trânsito e delimitar áreas de risco tornou-se essencial. Foi então que o cone de sinalização, leve, resistente e prático, passou a ser adotado em larga escala em diferentes locais: rodovias, obras urbanas e até em aeroportos.

A adoção universal dos cones de sinalização veio com as regulamentações internacionais de trânsito e segurança. Diversos países perceberam a eficiência do modelo criado por Rudabaker e passaram a incluir o cone em seus próprios sistemas de segurança e controle de tráfego. Hoje, os cones são regulamentados por normas técnicas que variam entre países, mas a essência permanece a mesma: o cone é um padrão mundial na sinalização.

 

Curiosidades Sobre os Cones de Sinalização

ü Material evoluído: Hoje em dia, os cones são fabricados com materiais como PVC, polietileno e borracha, que são leves, flexíveis e extremamente duráveis. Eles podem até ser atropelados por um veículo e voltarem à forma original!

ü Cores Diferentes: Embora o laranja seja o mais comum, cones também podem ser encontrados em outras cores, como verde, amarelo, azul ou vermelho. As cores são usadas para indicar diferentes tipos de alerta ou regulamentação em várias partes do mundo.

ü Tamanhos e Modelos: Existe uma variedade enorme de tamanhos de cones, desde miniaturas para uso em treinamento e eventos, até cones gigantes utilizados em aeroportos ou em grandes obras de construção.

 

Hoje, ao olhar para um simples cone de sinalização, é difícil imaginar que ele foi uma invenção revolucionária do início do século XX. De um objeto pesado de concreto a um item flexível de PVC amplamente usado no mundo todo, o cone de sinalização tem desempenhado um papel crucial na segurança de trânsito e obras. Sua simplicidade e eficiência garantem que ele continue sendo um dos principais aliados de engenheiros, técnicos de segurança e controladores de tráfego.



 

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sexta-feira, 4 de abril de 2025

 



 

6 TIPOS DE INSUFLADOR DE AR PARA ESPAÇO CONFINADO

 

 


 

Muitos ambientes de trabalho têm pouco espaço e limitam a circulação de ar. Isso faz com que seja impossível para qualquer pessoa permanecer no local por um período prolongado. Para garantir a segurança dos profissionais e manter sua produtividade, a empresa deve utilizar um insuflador de ar para espaço confinado entre suas medidas de saúde e segurança no trabalho.

Existem vários tipos de insufladores, cada um sendo mais adequado para um determinado tipo de espaço confinado. Entender suas diferenças é um bom ponto de partida para definir qual equipamento será utilizado em sua empresa.

Continue a leitura para entender melhor a função do insuflador de ar para espaço confinado, conhecer os 6 tipos principais de insufladores e saber como escolher o melhor para seu contexto.

 

Quais são as funções dos insufladores de ar?

O insuflador é um equipamento utilizado para fazer a circulação de ar em espaços confinados. Assim, é possível manter o conforto térmico, a qualidade de vida e a respiração adequada do trabalhador.

Espaços confinados são aqueles em que a circulação de ar natural é insuficiente, apresentando risco de saúde. É o caso em muitos ambientes onde é feito o manuseio de substâncias perigosas, por exemplo. Além de compensar as limitações desse tipo de ambiente, a empresa deve estabelecer métodos de resgate em caso de acidente.

 

Como os insufladores de ar são usados em espaços confinados?

O insuflador de ar funciona de forma reversa a um exaustor. Ao invés de jogar o ar de um ambiente fechado para fora, ele faz a canalização do ar de um espaço externo para dentro. Se houver uma saída de ar no ambiente, o equipamento permite a circulação adequada.

Se for um ambiente totalmente fechado, ele pode ser combinado com um exaustor para cumprir sua função. Alguns modelos incluem ambas as funções no mesmo aparelho, o que os torna mais práticos para diversos ambientes.

Durante as avaliações de risco de trabalho, a empresa deve constatar se a circulação de ar é suficiente para manter a saúde dos trabalhadores. Caso contrário, o uso do insuflador é obrigatório.

 

Quais são os tipos de insufladores de ar?

Existem diferentes modelos de insuflador de ar para espaço confinado, cada um adequado para um contexto diferente. Veja aqui as principais categorias e como cada um deles funciona.

1. Insuflador elétrico

O insuflador de ar elétrico é um dos tipos mais comuns. Ele usa uma turbina movida por um motor elétrico para fazer a canalização do ar de uma área externa para o espaço confinado. Para cumprir sua função, deve estar conectado a uma fonte de energia, que pode ser a rede elétrica da própria empresa ou um gerador portátil.

É um modelo bem fácil de aplicar em fábricas e outros ambientes controlados, mas requer um pouco mais de atenção em áreas externas, por exemplo. Também exige cuidados para minimizar risco de incêndio ou choque.

2. Insuflador a bateria

Para tarefas em cavernas, construções e outras áreas com menor acesso a uma fonte consistente de energia, você pode usar um insuflador a bateria. Ele funciona de forma similar ao insuflador elétrico, mas com uma fonte de energia própria e independente.

Essa autonomia é ideal se a empresa atua em diferentes áreas e precisa movimentar seu equipamento regularmente. Aqui também é importante atentar à manutenção do insuflador, já que o calor pode danificar a bateria e causar acidentes.

3. Insuflador pneumático

O insuflador pneumático faz uso de ar comprimido para criar uma corrente no ambiente interno. Após sua compressão, o ar é canalizado para o ambiente fechado. Ao mesmo tempo, isso faz com que o ar no local seja expelido naturalmente devido à diferença de pressão.

Esse método faz com que o equipamento seja bem eficiente em áreas com alta concentração de poeira, gases tóxicos e afins. Muitos modelos também têm função de exaustor integrado no mesmo equipamento.

4. Insuflador hidráulico

Também existe o insuflador de ar para espaço confinado com motor hidráulico, que usa a diferença de pressão dos pistões para pressionar a turbina e fazer a circulação. Esse modelo é ideal para áreas com maior risco de incêndio, já que emite menos calor enquanto funciona.

Também tem a vantagem de ser um modelo mais silencioso, o que contribui com o bem-estar dos trabalhadores. Isso se torna necessário para minimizar o ruído produzido por maquinário pesado, por exemplo.

5. Insuflador a combustão

Alternativamente, você pode optar por um insuflador a combustão. Como o nome indica, seu motor é movido por combustível fóssil, o que produz maior potência e eficiência energética. Assim como o modelo a bateria, ele também pode ser autônomo, já que o tanque e o motor são parte do mesmo sistema. Naturalmente, ele não deve ser usado em locais com risco de incêndio.

6. Insuflador para uso em áreas classificadas

As áreas classificadas espaço confinados em que há um risco inerente de explosão ou incêndio, como previsto na NR-10. Quando há presença de material inflamável, alta pressão, e não existe saída adequada para essa energia, temos uma alta probabilidade de que se forme uma explosão no ambiente.

Por esse motivo, o tipo de insuflador de ar para espaço confinado que você utiliza deve ser escolhido para atender a orientações específicas de segurança. Qualquer tipo de fagulha, calor intenso ou combustão deve ser evitado para minimizar as chances de explosão.

 

Insufladores de ar

A escolha do melhor insuflador de ar para espaço confinado impacta diversos aspectos da saúde e segurança no trabalho. Você quer um modelo adequado para o tipo de ambiente, mas que também minimize ruídos, vibrações, risco de acidentes e promova o melhor desempenho da equipe?

Encontrar os melhores modelos disponíveis no mercado. Assim, pode continuar investindo na melhoria contínua de segurança no trabalho, garantindo o ambiente adequado para a respiração dos trabalhadores.

A linha completa de equipamentos e ferramentas para promover a saúde e segurança dos seus trabalhadores, seja em espaços confinados, em altura ou em qualquer outro tipo de ambiente.

 

 

 



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QUAIS OS CUIDADOS COM A SEGURANÇA DO TRABALHO EM BARRAGENS?

 

 


 

As barragens trazem diversos ​​benefícios para a sociedade, porém elas envolvem riscos potenciais. No Brasil, as barragens dependem da fiscalização realizada por diversos órgãos públicos para funcionar. A responsabilidade de fiscalizar pode variar, dependendo do território onde estão localizados os recursos hídricos e de como eles serão utilizados.

A segurança das barragens é de extrema importância, razão pela qual os seus gestores precisam investir em manutenção das estruturas e em estratégias operacionais seguras. Esses investimentos são essenciais para preservar a natureza, a vida e a saúde dos colaboradores. 

Neste artigo, vamos falar sobre os principais cuidados necessários para a segurança do trabalho em barragens. Gostariam de saber quais ferramentas contribuem para aumentar a segurança das barragens? Acompanhem a leitura!

 

Por que é importante conhecer as leis sobre segurança em barragens?

É fundamental saber as regras referentes à segurança do trabalho nas barragens, visto que o desconhecimento pode ser a causa de acidentes cujas consequências podem ser muito graves. As leis que abordam esse assunto foram editadas visando a eliminar as vulnerabilidades que precisam ser corrigidas pela gestão desses empreendimentos.

 

Autuações e multas ambientais

A segurança das barragens depende de recursos técnicos e da obediência às Normas Regulamentadoras vigentes. Os gestores que desconhecem os requisitos legais, as ferramentas e os equipamentos de proteção obrigatórios correm o risco de receber autuações emitidas pelas autoridades competentes.

A desobediência ao ordenamento jurídico do nosso país pode dar origem a diversas penalidades, inclusive multas ambientais.

 

Processos administrativos ou judiciais

A falta de informações e de profissionais especializados em segurança do trabalho em barragens para atender a eventuais exigências da fiscalização pode gerar processos administrativos ou judiciais.

Por outro lado, se houver um acidente nesses ambientes de trabalho, os gestores serão obrigados a responder pelos danos e a pagar altas indenizações aos prejudicados.

 

Continuidade no fornecimento dos serviços

A segurança do trabalho nas barragens é responsável por proteger as áreas circundantes e as comunidades próximas ao local. A gestão adequada desses empreendimentos é fundamental para garantir que os serviços continuem sendo oferecidos à população.

As barragens envolvem investimentos de longa duração, e, se forem realizadas atividades inseguras, as perdas financeiras podem ser inestimáveis. 

 

Quais são os pontos da NR 22 que aumentam a segurança nas barragens?

Diversas alterações realizadas no conteúdo da NR 22 foram efetuadas para melhorar a segurança nas barragens. Um exemplo é o subitem 22.6.1, que trata sobre a organização dos ambientes de trabalho e saúde ocupacional.

Conforme as mudanças realizadas, é proibido construir, manter ou colocar em funcionamento instalações para a execução de determinadas atividades nesses locais.

A NR 22 proíbe a criação de ambientes destinados à saúde, vivência, recreação ou realização de atividades administrativas próximo às barragens.

Isso porque essas áreas podem sofrer inundações, caso ocorra um rompimento inesperado das estruturas. Se forem construídas essas instalações, elas são passíveis de interdição por estarem em desconformidade e causar risco grave à vida dos trabalhadores.

Sendo assim, as barragens podem ter apenas as instalações sanitárias indispensáveis para uso dos colaboradores que trabalham nesses ambientes.

Os profissionais da segurança do trabalho são responsáveis por realizar avaliações e análise de riscos, bem como por tomar decisões que reduzam os perigos, incluindo medidas de controle e monitoramento das atividades.

 

Quais são os cuidados necessários para a segurança do trabalho em barragens?

A construção de barragens é uma atividade crucial para a sociedade. Com o passar dos anos, surgem inovações e estratégias para diminuir as falhas. Hoje existem muitas medidas de segurança que podem impedir desastres, evitar danos materiais e salvar vidas. Veja, a seguir, detalhes sobre as ações que podem favorecer essas instalações!

 

Inspeções visuais

Os engenheiros e técnicos em segurança do trabalho devem realizar inspeções visuais nas barragens e nas áreas circundantes para a verificação de segurança dos reservatórios.

Se surgirem características incomuns nas proximidades, esses profissionais podem identificar sinais sobre a condição das instalações, como cavidades, protuberâncias e fissuras. Alguns indicadores podem revelar que há possibilidade de deslizamento de terra.

 

Análise de risco

Os profissionais da segurança do trabalho realizam a análise de risco para determinar se os colaboradores estão seguros durante a sua jornada de trabalho.

Eles fiscalizam o uso dos equipamentos de proteção individual, sinalizam as áreas perigosas e promovem a disseminação de informações que levem os trabalhadores a seguir as instruções das Normas Regulamentadoras.

 

Uso de tecnologias

Algumas tecnologias são instaladas nas barragens, e várias ferramentas podem ser levadas ao ambiente de trabalho para fazer medições. A utilização de instrumentos científicos e dispositivos tecnológicos pode facilitar a medição de pequenas alterações ou comportamentos indesejáveis antes que causem problemas graves para os gestores. 

 

Quais são os produtos da Conect para alcançar esse objetivo?

A Conect fornece uma série de equipamentos que ajudam a promover a segurança nas barragens. Um deles é o mastro estaca de inserção para poste de ancoragem, fabricado com aço, que tem um disco de base radial e limitador. Há também uma instalação sob laje de concreto, conhecida como base de piso para postes de ancoragem.

 

Poste de ancoragem

Outro dispositivo interessante para as barragens é a base para poste de ancoragem, usada para o engate nos reboques de veículos. Ele tem duas sapatas para ajuste de nível e regulagem. Já o poste de ancoragem com dois discos ou de ancoragem temporária previne quedas e protege os colaboradores em planos inclinados.

 

Sistema de ancoragem

O sistema de ancoragem da Conect tem mastros especialmente projetados para serem utilizados em sapatas, lajes de concreto ou no solo argiloso, arenoso, calcário ou humoso.

Os dispositivos também podem ser instalados em uma base com sapatas articuladas e servem para vários colaboradores que podem montar linhas de vida horizontais entre os postes.

 

Suporte para adaptador de guincho

Um suporte para adaptador de guincho serve para vários tamanhos de cabos para resgate, descidas e subidas. O equipamento é planejado para oferecer mobilidade total aos colaboradores enquanto estes realizam inspeções ou manutenções nas barragens. Alguns suportes permitem a utilização de travaquedas retrátil.

Entenderam quais são os principais cuidados com a segurança do trabalho em barragens? A Conect fornece os melhores equipamentos de proteção individual e coletiva disponíveis no mercado.

Além dos sistemas e dispositivos já mencionados, a empresa oferece excelentes capacetes de proteção, protetores auditivos auriculares, máscaras, luvas resistentes e muito mais!

Desejam obter mais informações sobre este e outros assuntos relevantes? Assinem a newsletter e atentem ao seu e-mail!

 



 

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quinta-feira, 3 de abril de 2025

 



 

ACIDENTE DE TRAJETO

ENTENDA O QUE É E QUANDO ACONTECE

 

 


 

O acidente de trajeto é cada vez mais comum, principalmente em grandes cidades. Os que mais acontecem são os acidentes de trânsito com motociclistas, mas também ocorrem com pedestres e motoristas de carro.

Além disso, ele se refere a qualquer tipo de acidente que envolva o trabalhador no percurso de ida ou volta do trabalho. Isso inclui os que ocorrem no caminho do trabalho para a refeição e vice-versa. Dessa forma, é importante o profissional de segurança do trabalho ficar atento em relação às responsabilidades da empresa e aos direitos do trabalhador.

Para você se aprofundar no assunto e saber mais, abordamos neste artigo o conceito de acidente de trajeto segundo a legislação, o que a empresa deve fazer nesses casos e quais as principais dicas de prevenção para manter os colaboradores seguros. Boa leitura!

 

O que é acidente de trajeto?

O acidente de trajeto ou acidente de percurso é a situação na qual o trabalhador se envolve em um acidente no caminho da casa para o trabalho ou dele para casa. Dessa maneira, é considerado um acidente de trabalho.

Isso também inclui os acidentes que ocorrem em outros destinos, fora a residência do colaborador. Um exemplo disso é quando o trabalhador se acidenta ao se deslocar do trabalho para a escola.

Se esse deslocamento fizer parte da sua rotina, também será considerado acidente de trajeto. O que importa é ser um itinerário habitual.

O que a legislação diz a respeito desse tipo de acidente?

Embora muitas pessoas pensem que esse assunto é tratado na CLT, o acidente de trajeto é especificado na Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, que dispõe sobre os direitos previdenciários.

O acidente de trajeto é definido em seu artigo 21º, que enumera as situações em que os acidentes são equiparados a acidentes de trabalho, para fins legais. O dispositivo também inclui a situação do trabalhador que sofre acidente quando se encontra em viagem corporativa para fazer cursos, conforme estabelece a lei:

 

Art. 21. Equiparam-se também ao acidente do trabalho, para efeitos desta Lei:

IV — O acidente sofrido pelo segurado ainda que fora do local e horário de trabalho:

c) em viagem a serviço da empresa, inclusive para estudo quando financiada por esta dentro de seus planos, para melhor capacitação da mão de obra, independentemente do meio de locomoção utilizado, inclusive veículo de propriedade do segurado;

d) no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, independentemente do meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do segurado.

 

Quais são as responsabilidades da empresa em acidentes de trajeto?

Uma vez que o acidente de trajeto é equiparado ao acidente de trabalho, é responsabilidade da empresa emitir a CAT - Comunicação de Acidente do Trabalho para acidente de trajeto.

Aqui, é importante observar que, diferentemente do acidente de trabalho, que ocorre no espaço físico da organização, não há como o empregador saber da ocorrência de um acidente de percurso sem a devida comunicação do trabalhador.

Nesse sentido, o funcionário deve comunicar à empresa em 24 h, de preferência por escrito, por meio de e-mail ou WhatsApp. Em casos de morte, a família precisa fazer essa comunicação imediatamente.

Isso porque o empregador tem um prazo (até o primeiro dia útil seguinte) para a emissão do CAT, bem como para informar o INSS. No caso de acidente com falecimento no trabalho, a empresa precisa comunicar de imediato.

 

Não emissão do CAT

A não emissão da CAT para os acidentes de trajeto pode gerar multas e problemas jurídicos. Uma forma de evitar problemas nesse sentido é criar procedimentos e informá-los a todos os colaboradores.

Deixe claro que é preciso comunicar o acidente à empresa e trazer comprovante de atendimento médico, a fim de agilizar a emissão da CAT. Explique também quando fazer, como fazer e onde entregar o comprovante de atendimento.

 

Caso ocorra um acidente de trajeto na sua empresa, proceda da seguinte maneira:

·       Investigue o acidente, para verificar se realmente foi relacionado ao trajeto;

·       Abra a CAT;

·       Respeite a estabilidade acidentária do trabalhador.

 

O trabalhador fica estável por 12 meses a partir da alta previdenciária para os casos de benefício classificado como “B91”. Essa classificação se refere ao auxílio-doença acidentário concedido pelo INSS, conforme artigo 118 da Lei nº 8.213/91. Durante esse período, o funcionário não pode ser dispensado sem justa causa.

 

Auxílio-doença

O auxílio-doença é concedido quando o trabalhador fica impossibilitado de trabalhar devido a um acidente de trabalho ou de trajeto. Ele é pago pelo INSS quando o colaborador tiver que se ausentar por mais de 15 dias.

Embora o INSS seja responsável pelo pagamento do auxílio em casos de licença médica, é de responsabilidade da empresa remunerar o trabalhador nos primeiros 15 dias de afastamento.

 

Como prevenir os acidentes de trajeto?

A conscientização dos colaboradores sobre os riscos de acidentes de trajeto é essencial para prevenir e diminuir essas ocorrências. Veja, a seguir, como agir nesse sentido.

 

Faça um treinamento regular

Ofereça treinamentos regulares para os colaboradores, enfatizando os riscos comuns durante o trajeto e as medidas de prevenção de acidentes que podem ser implementadas.

 

Compartilhe as estatísticas para conscientizar melhor

Os dados estatísticos impactam mais as pessoas porque mostram a quantidade real de acidentes de trajeto. Isso é muito importante para a conscientização sobre a gravidade da situação e a importância de adotar medidas preventivas.

 

Informe sobre o uso seguro do transporte público

A empresa não deve se limitar a entregar o vale-transporte. É importante explicar como utilizá-lo corretamente, o que envolve o respeito às normas de segurança, itinerários e horários.

 

Impulsione a carona solidária

Estimule a formação de grupos de carona entre os colaboradores que residam próximos uns dos outros. Desse modo, há uma diminuição no número de veículos circulando nas ruas e, por consequência, menos riscos de acidentes.

 



 

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CONHEÇA A IMPORTÂNCIA DA MELHORIA CONTÍNUA NA SEGURANÇA DO TRABALHO

 


Os processos envolvidos na Gestão de Segurança e Saúde do Trabalho - SST demandam a integração de diversas atividades voltadas para garantir a saúde e a segurança do colaborador. Além disso, dependem de ações focadas em melhoria contínua para atender às exigências de Normas Regulamentadoras - NR’s e técnicas.

As normas relacionadas à segurança do trabalho são constantemente atualizadas e precisam ser implementadas e respeitadas, como a NR-15,NR-21, entre outras. Nesse sentido, um aspecto que merece destaque é o citado pela NR 01-GRO, o qual estabelece a necessidade de a empresa adotar medidas para melhorar o desempenho em SST.

É disso que vamos tratar neste artigo. Continue a leitura para entender o conceito de melhoria contínua contido na metodologia do ciclo PDCA e como aplicá-la na segurança do trabalho.

 

O que é o PDCA?

PDCA é a sigla para Plan, do Check, Act, que em tradução livre significam Planejar, Fazer, Verificar, Agir. Trata-se de uma metodologia de gestão de processos que visa à melhoria contínua em produtos e serviços.

Quando trabalhamos com o gerenciamento de riscos para a SST, sempre nos deparamos com as necessidades de mapear os problemas, organizar e atualizar diferentes gaps a fim de prevenir acidentes nas empresas. Para isso, otimizamos recursos e garantimos conformidade com a legislação da segurança do trabalho.

O ciclo PDCA é uma ferramenta muito útil para desenvolver os passos desses processos. Ele nos permite fazer o controle de qualidade, identificando gargalos e corrigindo-os continuamente em um ciclo.

Essa metodologia promove o envolvimento e a participação de líderes e colaboradores na implementação de determinadas ações que garantem a segurança do trabalho, bem como a saúde e a qualidade de vida dos envolvidos.

A aplicação do ciclo PDCA para a melhoria contínua vem ao encontro do atendimento das exigências contidas na NR 01-GRO quanto à adoção de medidas em SST. De acordo com essa norma, após a avaliação, é preciso classificar os riscos ocupacionais para identificar quais medidas de prevenção são necessárias e elaborar o plano de ação.

 

Como aplicar o ciclo PDCA na segurança do trabalho?

Para aplicar o ciclo PDCA na segurança do trabalho, é importante observar alguns aspectos essenciais. Isso envolve desde o levantamento de riscos até a adoção de medidas de proteção. Confira, a seguir!

 

Faça um levantamento de riscos

Comece fazendo um levantamento de todos os acidentes registrados nos últimos anos. Busque identificar quais fatores eles têm em comum, já que esse é um aspecto fundamental para direcionar melhorias.

 

Envolva os colaboradores nesse processo de melhoria

No ciclo PDCA, é fundamental o envolvimento de todos para ter ciência de cada etapa dos processos, verificar o que precisa ser melhorado e saber como implementar as melhorias necessárias.

 

Verifique o uso correto de EPI’s

Como sabemos, cabe à empresa fornece os equipamentos de proteção individual. Na aplicação do ciclo de melhoria contínua, é importante acompanhar constantemente se os colaboradores estão com acesso aos EPIs. Essa é também a hora de verificar a necessidade de substituir equipamentos antigos por modelos mais recentes e fiscalizar o uso correto.

 

Garanta a manutenção preventiva de máquinas e equipamentos

A falta de manutenção de máquinas e equipamentos pode causar acidentes, muitas vezes fatais. Para evitar que isso aconteça e garantir um funcionamento seguro e correto, a empresa precisa elaborar um calendário agendando essas manutenções preventivas.

 

Monitore os processos

É fundamental monitorar cada etapa dos processos envolvidos para garantir que todas as atividades sejam realizadas conforme as normas de segurança. Além disso, é preciso orientar os colaboradores sobre o que pode ser melhorado para tornar os procedimentos mais seguros.

Quando esse tipo de monitoramento é realizado de maneira contínua, garante que as atividades sejam cumpridas de acordo com o estabelecido.

 

Adote metodologias para gerenciar com foco em segurança

Existem várias metodologias de gestão que funcionam bem no contexto da segurança do trabalho. É importante entender todas as opções para selecionar a que for mais adequada à rotina da empresa.

Nesse sentido, além da metodologia do ciclo PDCA, é possível (e desejável) aplicar outras ferramentas que ajudam a gerenciar com foco em segurança. Exemplo disso é método 5S (Seirei, Seiton, Seiso, Seiketso e Shitsuke), um programa japonês elaborado com base em cinco conceitos, respectivamente:

·       senso de utilização;

·       organização;

·       limpeza;

·       padronização;

·       autodisciplina.

·       Invista em recursos tecnológicos

 

Há diversos recursos tecnológicos que uma empresa pode aplicar em sua rotina. As barreiras de proteção flexível são exemplos inovadores que ajudam a promover a melhoria contínua na segurança do trabalho.

Elaboradas a partir de um polímero, as barreiras flexíveis se apresentam como uma alternativa moderna em comparação às rígidas. Isso porque absorvem os impactos com mais eficiência, não são danificadas por colisões e não danificam o piso quando instaladas.

Além de adequadas aos processos de melhoria contínua, essas barreiras são alinhadas à tendência da indústria 4.0, que utiliza os avanços tecnológicos no desenvolvimento do setor.

Há diversos tipos de barreira para atender a diferentes necessidades. Por exemplo, as barreiras antitombamento, de tráfego, de freio, entre outras. Elas devem ser instaladas em cores normatizadas de segurança.

 

Quais são os diferenciais do PDCA?

A implementação do ciclo PDCA nos processos de Segurança no Trabalho proporciona diversos benefícios que resultam em grandes diferenciais para as empresas. A seguir, confira os principais:

·       Garante o compliance regulatório — ajuda a empresa a cumprir as exigências regulamentares de segurança do trabalho e, assim, evitar eventuais sanções e multas;

·       Promove a melhoria contínua — os processos de segurança se tornam mais eficientes, garantindo maior qualidade nos resultados;

·       Reduz acidentes — a identificação precoce de riscos e a prevenção garantem a redução de acidentes de trabalho.

·       Melhora a satisfação das equipes — os colaboradores se sentem mais valorizados e seguros, o que tende a melhorar o clima organizacional;

·       Aumenta a produtividade — processos mais eficazes e com melhor qualidade no ambiente de trabalho permitem que os colaboradores produzam mais e melhor.

 

Conforme acompanhamos, existem diversas normas fundamentais para garantir a segurança e a saúde do trabalhador. É importante adotar metodologias, como a de melhoria contínua, para uma constante atualização da empresa.

 

 

 

 

 

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quarta-feira, 2 de abril de 2025

 




 

ENTENDA COMO AMENIZAR A EXPOSIÇÃO AO CALOR NO TRABALHO

 

 


 

O aquecimento global tem provocado recordes de temperatura. No ambiente de trabalho, os esforços físicos combinados com a exposição ao calor extremo podem trazer sérios riscos à saúde dos colaboradores. Nesse sentido, é fundamental adotar cuidados para garantir o bem-estar da sua equipe e atender a algumas das exigências normativas.

A seguir, entenda a importância de se preocupar com essa questão e saiba quais medidas tomar para proporcionar um ambiente de trabalho mais agradável e obedecer a legislações específicas. Boa leitura!

 

Por que é importante tomar cuidado com a exposição ao calor?

Um dos riscos mais complexos para ser mitigado no ambiente de trabalho é o calor. Isso porque seu controle depende de diversos aspectos, como a fonte de calor, o tipo de ambiente (aberto ou fechado), o meio de transmissão, entre outros.

O calor impacta diretamente o bem-estar do colaborador e sua produtividade. Para entender melhor as consequências desse impacto, é preciso compreender como o corpo reage a altas temperaturas.

Para se refrigerar, o corpo humano reage ao calor elevando o fluxo sanguíneo na pele, transferindo-o para a parte externa por meio do suor. No entanto, quando a temperatura é muito alta, o suor pode ser excessivo, o que provoca perda de líquidos e sais minerais, além de hipotensão (queda abrupta da pressão arterial).

A combinação desses fatores pode levar à exaustão por calor. Mas quando e como isso acontece? A partir de 39 °C, os músculos começam a reduzir seu ritmo. Então, o cansaço se manifesta.

Quando as temperaturas estão entre 40 °C e 41 °C, há risco iminente de exaustão por calor — acima de 41 °C, o corpo começa a se desligar e o suor é interrompido devido à redução do fluxo sanguíneo. Nessa condição, pode ocorrer a falência múltipla de órgãos.

 

Os principais sintomas da exaustão provocados pelo excesso de calor são:

·       Cansaço;

·       Confusão mental;

·       Desmaio;

·       Dor de cabeça;

·       Náusea;

·       Pele fria e palidez;

·       Tontura;

·       Transpiração intensa.

 

Além disso, a exposição ao calor excessivo pode provocar as seguintes alterações na saúde:

·       Distúrbios no sistema cardiovascular — altas temperaturas alteram os níveis de colesterol, a pressão arterial, a frequência cardíaca e a espessura do sangue. Tais alterações aumentam o risco para doenças cardiocirculatórias, como insuficiência cardíaca, derrame e infarto;

·       Cãibras — espasmos musculares dolorosos que ocorrem por diversos fatores, como a exposição excessiva ao calor, entre outros;

·       Câncer de pele — o excesso de radiação solar interfere no ciclo de recuperação das células, levando à formação de Tumores que podem ser fatais se o tratamento demorar muito para ser iniciado;

·       Desidratação — ocorre devido à transpiração excessiva e pode causar náusea, vômito, tontura, dor de cabeça, fraqueza muscular e inconsciência;

·       Erupção cutânea — manchas avermelhadas causadas pelo calor excessivo;

·       Fadiga física — provocada pelo aumento no gasto de energia para o organismo se manter fresco em um ambiente muito quente;

·       Queimaduras — possíveis de ocorrerem no contato direto com a fonte do calor;

·       Transtornos psicológicos — o calor excessivo pode provocar ansiedade, estresse e desânimo, condições que afetam a qualidade de vida e a produtividade no trabalho.

 

Como amenizar a exposição ao calor no ambiente de trabalho?

Algumas medidas são fundamentais para melhorar a qualidade de vida no trabalho, bem como atender a legislações específicas. A seguir, conheça nossas dicas de como amenizar a exposição ao calor e tornar o ambiente de trabalho mais seguro e agradável.

 

Conscientize as equipes

Para os colaboradores que trabalham ao ar livre, é sempre muito importante o uso de protetor solar, óculos e chapéu. São equipamentos de proteção individual (EPIs) essenciais para essas condições que devem ser fornecidos aos colaboradores.

 

Avalie os riscos

No Anexo III da NR-15, focada na insalubridade no ambiente de trabalho, estão previstos os limites de exposições. Essa regulamentação relaciona o grau de esforço empenhado nas atividades com o período máximo de exposição ao calor. Também define o tempo de descanso que precisa ser observado.

De acordo com essa norma, é necessário avaliar as condições do local de trabalho utilizando o Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo - IBUTG, conforme a NR-15. Esse cálculo permite identificar a exposição do trabalhador ao calor local. Dessa forma, você consegue verificar, junto ao quadro constante na norma, o regime de trabalho intermitente.

 

Forneça EPI’s apropriados

Quando o risco está relacionado ao contato direto com a fonte de calor, as queimaduras podem acontecer. Elas devem ser prevenidas pelo uso de EPI’s certificados, como:

Balaclava;

·       Botas de couro;

·       Capuz;

·       Luvas térmicas;

·       Mangotes de segurança;

·       Máscaras;

·       Óculos de segurança;

·       Respiradores com filtros específicos;

·       Vestimentas térmicas.

 

Já em condições cujo calor do ambiente é gerado por espaços confinados, como acontece em mineradoras, as medidas de proteção podem envolver o uso de EPI’s e EPC’s, além de estratégias específicas estabelecidas.

 

Invista em barreiras

As barreiras são úteis para bloquear a incidência do calor radiante, uma de suas principais fontes em ambientes externos. Elas podem ser:

·       Barreiras de absorção — absorvem o calor, evitando que atinja o trabalhador;

·       Barreiras de reflexão — refletem o calor para longe do trabalhador.

 

Para trabalhos a céu aberto, o uso de EPI’s como camisas de manga longa, toucas árabes e protetor solar é essencial. Além disso, é preciso observar a NR-21, que regulamenta essa condição de trabalho.

 

Flexibilize os horários de trabalho ao ar livre

Sempre que possível, seja flexível em relação aos horários de trabalho ao ar livre. Ou seja, evite os períodos mais quentes. Para isso, organize as escalas dos colaboradores mantendo o período de exposição ao calor no início da manhã ou no final da tarde, quando a temperatura é mais amena.

 

Garanta a movimentação do ar em ambientes fechados

Para dissipar o calor de um ambiente fechado e torná-lo mais fresco, é importante movimentar o ar. A seguir, veja como isso é possível:

·       Instale aparelhos de ar-condicionado — é o método mais eficaz para movimentar e resfriar o ambiente;

·       Utilize ventiladores e climatizadores — esses aparelhos também ajudam a diminuir a temperatura do local;

·       Abra janelas e portas — em dias com maior incidência de ventos, a ventilação natural também é uma excelente forma de refrescar o ambiente.

 

Ajude a reduzir a temperatura corporal dos colaboradores

É possível ajudar a reduzir a temperatura corporal diminuindo a taxa de metabolismo dos colaboradores. Nesse sentido, algumas boas práticas são:

·       Automatizar parte do processo — utilizar máquinas e equipamentos para reduzir o esforço físico exige menos gasto de energia;

·       Proporcionar intervalos regulares de descanso — isso permite que o corpo resfrie e se recupere;

·       Adotar ferramentas ergonômicas e leves — instrumentos inadequados e pesados exigem maior esforço físico.

 

O calor excessivo e constante pode ser extremamente prejudicial à saúde dos colaboradores, com impactos na produtividade e na qualidade de vida no trabalho

 

 

 

 

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