sexta-feira, 14 de abril de 2023

 




 

QUAL A IMPORTÂNCIA DA SEGURANÇA DO TRABALHO NA INDÚSTRIA?

 



Proteger a saúde e a integridade dos colaboradores é uma obrigação das empresas. Quando elas investem em segurança do trabalho, além de estarem cumprindo as exigências legais, ainda criam uma filosofia organizacional com propósitos, favorecendo o desenvolvimento de pessoas.

 

Quais são as normas regulamentadoras da segurança do trabalho?

 

As normas regulamentadoras da segurança do trabalho — Normas Regulamentadoras (NR’s) — são determinadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e têm como objetivo zelar pela segurança e integridade dos colaboradores.

Todas as empresas (tanto públicas quanto privadas) que tenham empregados contratados pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) precisam obedecer às leis vigentes relacionadas ao assunto.

Sendo assim, existem diversas leis (mais de 30) que visam manter a integridade física e emocional dos colaboradores, evitando acidentes laborais. Portanto, vale a pena dar uma estudada em cada uma delas para conferir quais se aplicam em cada negócio.

 

Quais são os benefícios de aplicar a segurança do trabalho nas indústrias?

 

Elaborar estratégias para evitar acidentes em uma indústria traz benefícios para qualquer tipo de negócio. Vamos conferir quais são eles? Veja!

 

Conserva melhor as instalações da empresa

 

Além de preservar e proteger a saúde do colaborador, apostar na segurança do trabalho beneficia também as instalações da empresa a edificação como um todo e o patrimônio.

Isso acontece porque as pessoas estão conscientes e preocupadas em proteger a integridade física de todos, assim como o ambiente de trabalho.

 

Reduz os custos

 

Precisamos considerar que a segurança do trabalho deve ser vista como um investimento. Quando os colaboradores entendem a importância de proteger a si e aos colegas, há um aumento na produtividade, promovendo uma melhoria na qualidade da produção. Consequentemente, há a otimização dos custos.

 

Garantir um clima saudável

 

Quando a empresa investe em ações que visam proteger os colaboradores, a motivação se eleva e há uma melhora no clima organizacional. Além disso, há uma melhoria na reputação da indústria, pois contribui com a responsabilidade socioambiental.

 

Como implementar a segurança do trabalho na sua empresa?

 

Existem diversas ações que a sua empresa pode fazer para implementar a segurança do trabalho.

Queremos trazer alguns insights para que você crie um ambiente mais seguro e protegido na sua indústria.

 

Confira:

 

·       atualize-se sobre as leis de forma constante;

·       contrate uma consultoria em segurança do trabalho;

·       disponibilize treinamentos, cursos e workshops aos colaboradores;

·       desenvolva uma boa análise de riscos;

·       avalie a qualidade do trabalho;

·       certifique-se de que todos os colaboradores cumprem as normas diariamente;

·       invista nos melhores equipamentos de proteção.

 

Qual é a relação da segurança no trabalho e a prevenção de incêndios?

 

O fogo é um dos maiores perigos para uma empresa, uma vez que afeta o patrimônio e as pessoas no local. Por isso, ter um bom plano de prevenção de incêndios se torna fundamental.

A NR 23 é a que traz informações importantes relacionadas à proteção contra incêndios. Ela determina que as empresas adotem medidas de acordo com a legislação estadual e as normas técnicas aplicáveis.

 

A empresa é responsável por providenciar a todos os trabalhadores treinamentos e informações sobre:

 

·       utilização dos equipamentos de combate ao incêndio;

·       procedimentos para evacuação dos locais de trabalho com segurança;

·       dispositivos de alarme existentes.

 

Também é obrigatório que a empresa tenha saídas devidamente sinalizadas e em número suficiente para que os colaboradores possam sair com segurança, em caso de evacuação do prédio em emergências.

 

 



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AGOSTO:

O MÊS DAS MANUTENÇÕES

 



Mês de Agosto, muitas fábricas suspendem a produção e aproveitam a época de férias para proceder à manutenção das máquinas e equipamentos de trabalho.

Durante anos, a manutenção era considerada um "mal necessário" e aplicada apenas quando o equipamento evidenciava anomalias ou falhava, causando problemas ao nível do fluxo de trabalho. Estamos a falar, portanto, de Manutenção de Correção (ou corretiva).

 

Esta política de reação resultava, muitas vezes, num aumento de custos e desperdícios imensuráveis tais como:

 

·       Atraso no processo produtivo

·       Baixa produtividade

·       Ineficiência

·       Investimento forçado em novas máquinas de substituição num curto período de tempo

·       Má qualidade dos produtos fabricados

 

Com o aumento da procura pela eficiência e a introdução de princípios Lean no combate ao desperdício nas organizações, a manutenção de máquinas e equipamentos assume um papel vital para qualquer gestor consciente dos benefícios que uma gestão de prevenção pode trazer ao seu negócio. 

Aliás, atualmente, reconhece-se que a manutenção é uma das áreas mais importantes dentro de uma organização e parar um processo de produção devido a avarias já não é opção, bem como assumir os custos que daí advêm. 

Falamos, portanto, de Manutenção Preventiva, um conceito que se define como “Manutenção efetuada em intervalos de tempo pré-determinados, ou de acordo com critérios prescritos, com a finalidade de reduzir a probabilidade de avaria ou de degradação do funcionamento de um bem” (NP EN 13306:2007).

O principal objetivo deste tipo de manutenção é garantir a máxima disponibilidade de todos os equipamentos e mantê-los em perfeitas condições para uma produção a 100%. A sua contribuição para o desenvolvimento do negócio é, pois, inegável, uma vez que são muitos os benefícios desta ação.

 

Benefícios de uma Política de Manutenção Preventiva

 

·       Diminuição da perda de receitas decorrente de interrupções na produção;

·       Redução dos custos de reparação de máquinas e equipamentos;

·       Minimização dos riscos de acidentes de trabalho;

·       Garantia da qualidade dos produtos fabricados:

·       Os custos de uma manutenção preventiva são mais baixos do que de uma manutenção de correção.

 

Dar a devida importância a este tema e proceder correta e eficientemente a qualquer processo de manutenção é um grande diferencial competitivo e pode alavancar o seu negócio já a partir do 2º semestre. Por isso, não deixe de fazer manutenção às suas máquinas e equipamentos durante este mês. 

 



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quinta-feira, 13 de abril de 2023

 




VANTAGENS DA MECANIZAÇÃO/AUTOMAÇÃO PARCIAL DE POSTOS DE TRABALHO

 


Na decisão de mecanização ou automação parcial de um posto de trabalho podem estar presentes três ordens de objetivos:

 

·       Diminuir a carga ao operador,

·       Aumentar a qualidade,

·       Diminuir a variabilidade dos tempos de operação.

·       Diminuir a carga:

 

As tarefas realizadas em postos de trabalho onde a natureza do trabalho é repetitiva, trazem normalmente aos operadores cargas que podem a médio prazo levantar questões relacionadas com a saúde; particularmente se houver solicitação repetida e continuada de pequenos grupos musculares, como é típico, por exemplo, em tarefas de montagem; ou solicitação de grandes músculos com cargas elevadas, como é o caso de postos que exigem movimentação de cargas dinâmicas, no mesmo plano, ou, pior, entre planos diferentes.

Nestas circunstâncias a introdução de mecanismos auxiliares ou substitutos do esforço humano, traz vantagens óbvias e facilmente visíveis, se bem que muitas vezes de difícil quantificação e valorização objetiva, embora com incríveis potenciais de melhoria (ver O Impacto da Indústria 4.0 na Ergonomia).

 

Aumentar a qualidade:

 

A introdução de mecanismos traz sempre a clara vantagem de permitir um maior controlo sobre as variáveis do processo. Pense-se, por exemplo, no controlo da força de aperto de um parafuso ou na força exercida sobre um rebite, ou ainda a verificação dimensional e geométrica que é possível com a colocação de uma peça num gabarito de pré-posicionamento. Esta diminuição da variabilidade, com o consequente aumento da capacidade do processo, traz vantagens diretamente quantificáveis através da diminuição do nível de rejeições e, muitas vezes, justifica só por si a opção pela mecanização.

 

Diminuir a variabilidade dos tempos de operação:

 

Os postos de trabalhos manuais caracterizam-se por terem grande variação (dispersão) no rendimento do trabalho tanto entre operadores como, em momentos diferentes, para o mesmo operador. Esta variação, sempre observada, encontra a sua explicação nas alterações da oferta de rendimento que qualquer colaborador experimenta ao longo da jornada de trabalho e em diferentes dias.

A variação no rendimento do trabalho dos postos individuais - que se traduz na variação dos tempos individuais de operação por peça - conduz a alguns dos maiores problemas na gestão da produção. Por um lado, ao introduzir erro na previsão da capacidade real, mas também e, principalmente, ao provocar variabilidade incontrolável na linha. Efetivamente, variações não controladas nos postos de trabalho, de amplitude/tempo desconhecida e com um carácter de alguma aleatoriedade, embora se possam anular, na maior parte das vezes, tendem a ter um efeito multiplicador, introduzindo perdas não controladas que se propagam na linha. Este efeito de chicote provoca um aumento da quantidade de peças em curso de fabrico e, para ser contido, induz o aumento dos stocks intermédios de alimentação. Também aqui se verifica a regra de que a quantidade de stock intermédio, necessário para estabilizar o fluxo, é inversamente proporcional à estabilidade nos tempos nas linhas de produção.

A mecanização/automação dos postos, ao reduzir os graus de liberdade dos operadores e com isso estabilizar a respectiva oferta de rendimento, tem o efeito imediato de tornar mais previsíveis os tempos de operação. Esta previsibilidade permitirá predeterminar a produção efetiva dos postos, estabilizar os fluxos das linhas e com isso permitir diminuir os stocks dos produtos em curso de fabrico, e ainda facilitar toda a operação logística de alimentação aos postos.


Como nota final referimos que apesar das claras vantagens alcançadas com a mecanização/automação parcial, há que ter alguns cuidados na sua implementação. O primeiro, é garantir que o operador “tem tempo”, ou seja, o ritmo imposto pelos mecanismos está dentro dos limites do chamado rendimento normal. Em segundo lugar, há que garantir a necessária formação e período de adaptação aos colaboradores e, finalmente, mas não menos importante, é necessário também garantir que do ponto de vista ergonómico (principalmente ao nível antropométrico) existem efetivas melhorias nos postos de trabalho.

 

 

 

 

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COMO GARANTIR A SEGURANÇA DO TRABALHO NA SUA INDÚSTRIA?

 


A segurança do trabalho deve ser uma preocupação de todo empregador, especialmente na indústria. Esse elemento é composto pela identificação, prevenção e mitigação de riscos — de modo a contribuir para a saúde e o bem-estar dos funcionários.

Com o objetivo de garantir que isso seja colocado em prática, foram elaboradas diversas normas regulamentadoras, as quais precisam ser seguidas para evitar problemas com o Ministério do Trabalho e Emprego. Reforçar esse tamanho cuidado é fundamental para estimular a motivação e diminuir o absenteísmo.

 

1. Crie uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes


A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) é formada por representantes que são indicados pelos empregadores e eleitos pelos trabalhadores. Ela funciona quase que de forma autônoma dentro da empresa, sendo responsável por agir de modo a prevenir acidentes de trabalho através da observação de riscos.

Com o esquema de mandatos, seu principal objetivo é facilitar a comunicação entre empregados e empregador, de modo que haja um acréscimo na segurança. Além disso, sua formação é obrigatória, de acordo com a NR-5.

 

2. Tenha um programa de saúde ocupacional


Outro elemento obrigatório por lei é a criação de um programa de saúde ocupacional. Instituído pela NR-7, esse programa é relevante porque as doenças decorrentes do trabalho também são consideradas como acidentes.

Se houver acompanhamento profissional e mitigação de condições que podem provocar essas doenças, a saúde dos colaboradores fica favorecida.

Para que ele seja efetivo, é necessário contar com um médico do trabalho para a execução das medidas, que podem ir desde o uso de equipamentos específicos até a realização de exames periódicos.

 

3. Faça um levantamento de riscos


Essa comissão e esse programa de saúde são importantes, mas não são os únicos elementos para garantir a segurança do trabalho. Estando em uma indústria, é fundamental agir de maneira completamente preventiva — e uma das formas de conseguir isso é fazendo uma análise de risco.

Esse levantamento, que pode ser feito pela CIPA, tem como objetivo principal apontar todos os elementos que podem, eventualmente, resultar em acidentes. Locais elevados sem muita segurança, falta de sinalização, espaço de circulação incorreto e presença de maquinário são alguns pontos de risco.

Mesmo as menores coisas, como fios desencapados, precisam ser abordadas nesse momento. Isso não significa apontar apenas o que está errado, mas, sim, o que merece atenção especial na execução das tarefas.

 

4. Elimine ou diminua as ameaças de acordo com o trabalho


A partir do conhecimento de quais são os riscos durante a execução de funções, é fundamental realizar uma mitigação. Em alguns casos, é possível eliminar o risco, mas, em outros, só dá para diminuí-los.

Alguns trabalhos são naturalmente arriscados e, por isso, precisam seguir instruções muito específicas. Assim, é obrigatório seguir a NR correspondente a cada tipo.

As NR-15 e NR-16 mostram, por exemplo, o que deve ser feito em atividades insalubres e perigosas, respectivamente. Isso ajuda a aumentar a segurança, porque evita que as ações sejam executadas sem o devido acompanhamento e sinalização.

Enquanto isso, a NR-21 fala do trabalho a céu aberto. Ela determina, por exemplo, a existência de abrigos contra intempéries, a presença de sanitários e moradias adequadas, se for o caso.

Já a NR-33 trata do desenvolvimento de atividades em áreas confinadas para evitar a entrada de pessoas não autorizadas, assim como o cuidado com a atmosfera do local e a realização de testes contínuos para a total segurança.

Para o trabalho em altura, a norma obrigatória é a NR-35. Ela determina as condições de segurança na execução, além de tratar quais são os pontos impeditivos para que a função aconteça. Em caso de acidentes, estabelece como deve acontecer o resgate.

Há outras normas ligadas ao trabalho portuário, com líquidos inflamáveis, fornos, vasos de pressão e assim por diante. Dependendo da atuação da indústria e de cada setor, é necessário basear-se na correspondente.

 

5. Estimule o uso de EPI’s


Independentemente da função, o uso de equipamentos de proteção individual (EPI’s) é um dos elementos mais importantes para a proteção contra acidentes. Ele é obrigatório, de acordo com a NR-6 e é especialmente útil na indústria, que normalmente possui processos mais pesados.

Alguns exemplos de EPI’s incluem os protetores auriculares, óculos de proteção, luvas especiais e capacetes. A obrigatoriedade de cada um depende da atividade e do ambiente. Além disso, é dever do empregador fornecer, gratuitamente, equipamentos adequados e de qualidade e conforto para seus funcionários, assim como estimular o uso correto desses elementos.

 

6. Cuide bem da sinalização dos ambientes


É bem provável que a sua indústria possua áreas que são menos seguras do que outras. Espaços com uma grande quantidade de máquinas pesadas ou que se relacionam ao uso de produtos químicos e/ou inflamáveis são apenas alguns dos exemplos.

Áreas de risco ou que demandam atenção ou cuidados especiais precisam ser devidamente apontadas, de modo a proteger os colaboradores.

Sem a devida orientação, pessoas não autorizadas e sem o devido treinamento podem chegar ao local, colocando-se em risco. Por isso, a NR-26 estabelece a obrigatoriedade de fazer a sinalização no ambiente de trabalho.

 

7. Atente-se para a ergonomia do local


A ergonomia consiste em melhorar a relação entre os trabalhadores, os equipamentos industriais e o ambiente em geral. A partir da otimização dessas condições, os riscos de acidentes e doenças ocupacionais diminuem.

A NR-17 estabelece questões que devem ser observadas no trabalho sentado, em pé e com transporte de cargas. Assim, há mais conforto e qualidade de vida para os funcionários. Também é vedado o uso de papel brilhante em documentos (para evitar ofuscamento), assim como a iluminação, que deve ser adequada.

Quanto à atmosfera, o ambiente precisa ser devidamente climatizado, de modo que fique confortável e seguro para o corpo humano. Isso significa que locais muito quentes ou muito frios são excluídos — e é função do empregador garantir isso.

Também é fundamental manter a circulação, assim como a qualidade do ar dentro do ambiente, evitando riscos de doenças respiratórias.

Seguindo esses cuidados e obrigatoriedades sobre a segurança do trabalho, sua indústria terá riscos menores de encarar situações de acidente. Para tornar tudo ainda melhor, não perca nenhuma outra orientação ou novidade!

 

 

 


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quarta-feira, 12 de abril de 2023

 




 

ISO 50001:

O QUE É E PARA QUE SERVE?

 



Recentemente, recebi vários questionamentos sobre a norma internacional ISO 50001 que acabaram gerando este post para te apontar o que afinal ela representa e para que serve.

 

A Norma Unternacional ISO 50001 visa aumentar e melhorar a eficiência energética e reduzir custos nas empresas. Ela é uma norma que pode ser aplicada ao setor público, ao setor privado e visa aumentar e melhorar a eficiência energética e reduzir a pena.

Neste texto, expressaremos brevemente o que consiste na ISO 50001, seu propósito e seus benefícios, para que possamos entender os aspectos mais básicos desta Norma Internacional.

 

O que é ISO 50001?

 

As organizações devem desenvolver uma política para um uso mais eficiente da energia.

ISO 50001:2011, “Energy Management System – Requerimentos with Guide for Use” foi criado pela ISO, Organização Internacional para Padronização e é baseado no modelo de sistema de gestão, que se mostrou muito útil, e é construído internacionalmente por organizações em todo o mundo.

Como diz a publicação da ISO ” Win the Energy Challenger with ISO 50001″, a aplicação dessa norma “pode fazer uma diferença positiva para organizações de todos os tipos em um futuro muito próximo, ao mesmo tempo em que apoia esforços de longo prazo para melhorar as tecnologias energéticas”.

 

Qual é o propósito da ISO 50001?

 

A mesma publicação anterior nos diz que “a norma visa fornece às organizações uma estrutura reconhecida para integrar a eficiência energética em suas práticas de gestão”.

 

Desta forma, podemos adiar que a norma seguirá para cumprir os seguintes pontos:

 

1.   Disponibilizar às empresas as ferramentas que as ajudam a aproveitar efetivamente seus ativos atuais de consumo de energia.

2.   Facilitar a criação de transparência e comunicação fácil sobre gestão de recursos energéticos.

3.   Melhorar as práticas de gestão de energia e promover boas práticas de gestão de energia.

4.   Facilitar a avaliação das instalações e permitir que a aplicação seja dada às empresas de novas tecnologias no campo da eficiência energética.

5.   Ajudar a conscientização sobre a eficiência energética a se espalhar por toda a cadeia de suprimentos, em última análise, por toda a organização.

6.   Permitir que a empresa integre projetos de melhoria da eficiência energética com outros sistemas de gestão, como o Sistema de Gestão Ambiental de acordo com a ISO 14001.

 

Portanto, devemos indicar que a ISO 50001 segue o processo já observado na ISO 9001- Sistema de Gestão da Qualidade, ISO 14001 - Sistema de Gestão Ambiental e ISO 27001 - Sistema de Gestão da Segurança da Informação.

Ou seja, segue o Processo de Plan-Do-Verify-Acting que permite a melhoria contínua e a busca contínua pela integração das últimas notícias e tecnologia.

 

Vantagens da ISO 50001 para organizações:

 

A publicação acima nos diz que “como todas as normas do sistema de gestão, a ISO 50001 foi projetada para ser aplicada por qualquer organização, seja qual for o seu tamanho ou atividade, seja no sistema público ou privado, independentemente de sua localização geográfica”.

 

Nesta mesma publicação, ela nos diz que a ISO 50001 fornece um quadro de requisitos que permite às organizações:

 

1.   Desenvolver uma política para um uso mais eficiente da energia.

2.   Estabelecer metas e objetivos para cumprir a política.

3.   Usar os dados para entender melhor e tomar decisões sobre uso e consumo de energia.

4.   Medir os resultados.

5.   Rever a eficácia da política.

6.   Melhorar continuamente a gestão de energia.

 

 





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A SEGURANÇA NÃO É UM PROBLEMA DE PROCESSO, É UM PROBLEMA DE MARKETING E EU TE EXPLICOU O PORQUÊ

 



Vou contar o meu segredo para atingir 100% de engajamento. Estão preparados?

 

Por anos, assisto colegas tentado fazer com que colaboradores adotem a segurança por meio de barreiras e tentativas desajeitadas para assustá-los (histórias horríveis, vídeos que arrancam o intestino, medo e represar…).

Nós tentamos a aplicação de regras punitivas, procedimentos, fluxos intermináveis de papelada e as famosas REGRAS DE OURO!

Criamos reuniões de segurança, apresentações, slides e ainda ficamos exasperados que não atingimos o engajamento que tanto almejamos.

Mas estes meios não engajam, me perdoe em falar isso!

 

Colaboradores não compram coisas que são impessoais e, especialmente, aquelas que são empurradas sobre eles.

As pessoas que nos dizem o que fazer e como fazer não criam camaradagem e confiança, por favor, mas sim, criam desconfiança e nos colocam contra elas.

Procedimentos e processos para operações seguras são mecânicos.

Dados, rastreamento e relatórios são mecânicos.

Formulários, inspeções e avaliações de perigos são mecânicos.

Tecnologia e aplicativos em tempo real são mecânicos.

E, claro, tudo isso é importante para medir a eficácia, mas os meios mecânicos não criam motivação ou engajamento. Tampouco inspiram melhorias.

 

Sério, alguém já foi inspirado para o seu desempenho de segurança porque a taxa mensal melhorou por. 004%?)

 

E como o marketing pode consertar isso e por que é importante para a sua Cultura de Segurança?

 

O engajamento em segurança requer uma nova mentalidade

 

Nunca antes na história houve tantos trabalhos para a melhoria de processo, procedimento, dados, rastreamento, relatórios, formulários, inspeções ou tecnologia.

 

E ainda assim, ACIDENTES ACONTECEM!

 

Se todos seguissem simplesmente os processos e os procedimentos, nós reduziríamos drasticamente o número de incidentes, certo?

Então, parece claro que não precisamos de mais regras e processos mecânicos.

Precisamos de obter das pessoas voluntariamente e voluntariamente abraçar as regras existentes e processos mecânicos de forma mais consistente.

No entanto, para fazer isso requer uma abordagem muito diferente e mentalidade.

Em um evento que assisti na ONU em Adis Abeba (Etiópia) sobre o engajamento de países ricos em investir naquela região da África Oriental escutei o palestrante onde dizia:

A democracia é um problema de marketing. A saúde é um problema de marketing. A mudança climática é um problema de marketing.

Temos que fazer o mesmo para o pessoal olhar para nós nesse lado do mundo! Terminava assim sua fala e aquilo mexeu bastante comigo.

 

Enraizar e fortalecer uma Cultura de Segurança não são problemas de engenharia ou problemas de economia. São problemas de marketing.

 

Nós fazemos escolhas. Se vivemos em uma cultura onde as pessoas são livres para escolher, nós oferecemos o controle sobre o nosso futuro para os outros.

 Quando os seres humanos fazem escolhas, isso é marketing.

 Marketing não é sobre atalhos, agitação ou decepção.

O marketing é a arte (e a ciência) de servir as pessoas que você procura para servir, para fazer um melhor trabalho, encontrando e satisfazendo as necessidades.

 Marketing é a prática de fazer as coisas melhor, fazendo coisas melhores.

Fazer com que as pessoas escolham os processos e procedimentos corretos consistentemente é marketing.

Fazer com que eles completem, leiam e utilizem os dados, rastreamento e relatórios é marketing.

Fazer com que as pessoas se envolvam nos formulários, inspeções e avaliações é marketing. Motivá-los a adotar e usar a nova tecnologia é o marketing.

 Em outras palavras, criar uma infraestrutura de segurança é mecânico. Conseguir que os colaboradores usem consistentemente essa infraestrutura de segurança, é marketing.

 

Você acaba confiando demais nas comunicações e não no marketing.

 

A diferença? Comunicação informa. Mas o marketing move as pessoas.

 

Marketing cria ação. O marketing faz com que escolhas sejam feitas. Marketing cria impulso. A informação fica lá.

As comunicações são jogadas em grande quantidade, mas não criam motivação para fazer melhores escolhas.

Estatísticas e gráficos não inspiram um melhor trabalho em equipe ou uma vontade de cuidar um do outro.

A revisão das regras de segurança não inspira melhor qualidade e melhora o envolvimento. Os dados simplesmente informam seu pessoal.

O que você quer que eles façam com as informações?

Peça-lhes para fazer algo diferente. Isso é marketing. Desenvolva uma frase de chamariz para as informações. Isso é marketing.

 

As grandes culturas de segurança que eu conheço estão focadas em fazer com que cada membro da equipe ajude os outros membros da equipe a vencer.

 

Como você está pedindo ao seu pessoal para ajudar os colegas de equipe a trabalhar melhor e obter melhores resultados? Isso é marketing!

 Você está definindo novos padrões de como sua equipe trabalhará em conjunto? Isso é marketing!

Você está pedindo à sua equipe que aceite a visão e a missão de segurança e qualidade? Isso é marketing.

Você está demonstrando entusiasmo e cuidando da sua equipe e colaboradores? Isso também é marketing.

Qual é a ideia, plano ou visão que você está vendendo? O que você quer que eles façam que não estão fazendo agora? Isso é marketing.

 

Crie uma Cultura de Segurança muito mais envolvente e inspiradora para o funcionário.

O marketing de segurança claro e focado faz com que as pessoas queiram fazer parte de algo especial.

 

 



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terça-feira, 11 de abril de 2023

 





 

COMO CUIDAR DA SAÚDE MENTAL DOS TRABALHADORES

 



As empresas precisam prezar pelo bem mais valioso que elas têm: as pessoas.

 

De nada adianta contratar os melhores profissionais e disponibilizar as melhores ferramentas de trabalho se os funcionários não se sentem bem recebidos e felizes no seu trabalho.

Contar com o suporte da instituição em todos os momentos é fundamental para que o colaborador enfrente as adversidades e consiga entregar o seu melhor.

Um funcionário feliz e saudável mentalmente é mais propenso a prosperar na vida pessoal e no trabalho, desempenhando suas funções com qualidade e ótima relação com a equipe.

Dessa forma, o número de faltas e a taxa de absenteísmo tendem a cair significativamente.

 

Pensando nisso, separamos algumas dicas para cuidar da saúde mental do trabalhador:

 

·       Manter uma comunicação eficaz – Quando não se tem um fluxo de informações eficiente os setores se sentem desguarnecidos. A troca de experiências é muito importante para que os departamentos trabalhem de forma integrada.

·       Manter uma rotina sólida – Organize reuniões diárias pela manhã para garantir que os funcionários estão prontos para começar o dia – esses encontros precisam ser breves (15 minutos) e você pode começar essas reuniões com boas notícias. Da mesma forma, estabelecer horários específicos para pausas e almoços leva a equipe a fazer pausas regulares.

·       Incentivar a desconexão – Estimular práticas de relaxamento, alongamento e meditação, por exemplo, pode fazer com que os participantes resgatem suas origens e lidem melhor com suas dores.

 

Essas são apenas algumas práticas que podem ser desenvolvidas. O essencial é assumir a saúde mental como um ativo primordial para uma empresa mais saudável.

 





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