quinta-feira, 10 de março de 2022

 


 

O QUE É O PCA E QUAIS SÃO 

OS OBJETIVOS DESSE PROGRAMA?

 



PCA é a sigla que corresponde ao Programa de Conservação Auditiva. Esse programa nada mais é do que um conjunto de medidas que tem como objetivo prevenir o surgimento ou a evolução de perdas auditivas resultantes de atividades ocupacionais.

 

Em qualquer ambiente e função onde haja o risco de perda ou prejuízo à audição do trabalhador, há necessidade de implantação do PCA. Ruídos associados a agentes físicos, como frio, calor e vibração, acidentes, ou químicos, são agentes ocupacionais que podem provocar a perda auditiva.

 

A Norma Regulamentadora que dá as diretrizes do PCA é a NR9. Segundo ela, o programa visa “a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venha a existir no ambiente do trabalho”.

 

O PCA envolve a atuação de uma equipe multiprofissional: profissionais de engenharia, medicina, fonoaudiologia, etc. A Portaria Nº 19, de 9 de Abril de 1998 do Ministério do Trabalho e Emprego, o qual estabelece a obrigatoriedade da implementação do PCA em todo estabelecimento de trabalho com Níveis de Pressão Sonora Elevados.

 

Quais são os objetivos específicos do programa?

 

·       Antes de tudo, melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores e garantir o bem-estar físico de todos.

·       Identificar colaboradores que possam ter problemas auditivos prévios e garantir que o quadro não se agrave.

·       Diagnosticar as perdas auditivas de forma precoce.

·       Adequar as empresas às Normas Regulamentadoras.

·       Proteger empresas e trabalhadores.

 

Por que fazer os programas ocupacionais?

 

Esses programas, além de uma obrigatoriedade, garantem a segurança dos trabalhadores. É a partir dessas avaliações técnicas e desenvolvimento dos documentos que as medidas de segurança cabíveis serão implementadas.

 

Dessa forma, além dos colaboradores estarem protegidos – e poderem trabalhar com tranquilidade sabendo que sua saúde não vai ser prejudicada, a empresa fica protegida também, já que não vai ter que lidar com nenhum processo trabalhista.

 

O SESMO pode ajudar seu SESMT ou empresa de SST a garantir a segurança e qualidade desses programas. Entre em contato através do site e fale com nosso consultor!

 

 

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quarta-feira, 9 de março de 2022

 


 

QUAIS SÃO OS TIPOS DE RISCOS OCUPACIONAIS?

 


Riscos ocupacionais são os aqueles perigos aos quais os trabalhadores ficam expostos enquanto desempenham suas atividades laborais. Qualquer circunstância que ofereça algum tipo de risco à saúde e bem estar do trabalhador caracteriza-se como um risco ocupacional.

 

Muitas vezes esses riscos são relacionados a certos tipos de profissões, como a altura em construção civil, riscos biológicos na área de saúde, atividades elétricas, por exemplo. Por isso, trabalhadores de outros setores do mercado acabam por achar que não existem riscos presentes na sua função e no seu ambiente. Acreditando não existir perigo, não se protegem corretamente.

 

Esse é mais um dos pontos que ressaltam a importância da cultura de segurança e de que os funcionários conheçam bem suas funções, os ambientes de trabalho e cada risco. Confira quais são eles:

 

Conheça os 05 tipos de riscos ambientais

 

·       Risco físico (representado pela cor verde)

 

Calor, frio, pressão, ruído, umidade, radiação, vibração. Cada um dos riscos possui um limite de tolerância indicado pela NR.

 

·       Risco químico (representado pela cor vermelha)

 

Substâncias ou produtos que possam adentrar o organismo do trabalhador através das vias respiratórias, pela pele ou ingestão. O limite de exposição varia de acordo com a toxicidade do agente químico. É o nível de toxicidade dos agentes que determinam o período máximo que o colaborador pode ficar exposto.

 

·       Risco biológico (representado pela cor marrom)

 

Bactérias, fungos, vírus, e demais microorganismos que possam prejudicar a saúde do trabalhador. Indústrias de alimentos, hospitais, limpeza pública e coleta de lixo, laboratórios, etc., são setores do trabalho que sofrem com esse tipo de risco.

 

·       Risco ergonômico (representado pelo amarelo)

 

Má postura, posto de trabalho inadequado, levantamento de peso, dentre outras atividades que exijam esforço físico intenso. Esses riscos são identificados através da AET (Análise Ergonômica do Trabalho).

 

·       Risco de acidentes (representado pela cor azul)

 

São condições perigosas que podem resultar em acidentes, como má iluminação, operar maquinário sem uso dos equipamentos de proteção ou sem o devido treinamento, trabalho em altura, com eletricidade, etc.

 


Mapa de riscos

 

Mas por que as cores? Cada um desses riscos é identificado por uma cor no mapa de riscos, o que facilita a sinalização de cada ambiente onde eles possam estar presentes. Realizar o mapa de riscos juntamente com os outros laudos de segurança, é fundamental para prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, garantindo a saúde e segurança do trabalhador.

 

Como assegurar que esses riscos não prejudiquem os trabalhadores?

 

A gestão ocupacional é fundamental para que o bem-estar físico e psicológico dos colaboradores seja preservado. Para isso, existem as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, que determinam diretrizes específicas para cada função e tipo de risco.

 

No caso de segurança do trabalho, as NR determinam medidas de identificação dos riscos e de proteção, como o uso de equipamentos e realização dos treinamentos. Quando falamos em saúde ocupacional, as NR específicas tratam dos exames de acompanhamento e periodicidade das avaliações.

 

Se você é empresário, não deixe de cuidar da saúde dos seus colaboradores. Se você trabalha na área de SST, incentive que seus clientes levem essa gestão a sério e reforce a importância desses cuidados!

 

 

 

 

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RISCOS FÍSICOS NO TRABALHO: SAIBA COMO COMPROMETEM A PRODUTIVIDADE

 



Algumas atividades profissionais oferecem riscos físicos. Essa é uma questão que deve ser tratada como prioridade pelos empregadores a fim de diminuir a probabilidade desses riscos se transformarem em acidentes ou provocarem danos a saúde do colaborador e comprometerem a produtividade dos negócios.

 

Pensando nisso, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou a Portaria 3.214 em 8 de junho de 1978. O documento firma algumas normas reguladoras que consolidam a legislação trabalhista relacionada à segurança do trabalho, entre elas a NR-9 e a NR-15.

 

A ideia do MTE foi incluir os riscos físicos dentro do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, o PPRA, “visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho”. Saiba mais sobre essa importante estratégia agora.

 

O que são riscos físicos

 

Os riscos físicos são aqueles que precisam do ar para se propagar mecanicamente, diferentemente dos riscos biológicos ou químicos, por exemplo. As normas reguladoras definem os tipos. Conheça:

 

Vibrações

 

Algumas funções causam problemas de saúde devido à exposição ocupacional às vibrações em mãos, braços ou no corpo inteiro.

 

Por isso, “os empregadores devem adotar medidas de prevenção e controle da exposição às vibrações mecânicas que possam afetar a segurança e a saúde dos trabalhadores, eliminando o risco ou, onde comprovadamente não houver tecnologia disponível, reduzindo-o aos menores níveis possíveis”, afirma o anexo 1, item 1.1 da NR-9.

 

Ruídos

 

Outro fator de risco advertido pelo Ministério do Trabalho são os ruídos. Eles podem ser contínuos, intermitentes e variáveis.

 

Em geral, não devem ultrapassar os 85 decibéis, pois podem causar surdez temporária ou permanente, além de outros problemas, como irritabilidade, aumento de pressão sanguínea e dificuldades de concentração.

 

A prevenção é relativamente simples com a distribuição de EPI (equipamentos de proteção individual) e, quando possível, o isolamento da fonte de ruídos.

 

Temperatura

 

Frio extremo ou calor excessivo trazem grandes danos ao colaborador. O primeiro pode provocar feridas, necroses, doenças respiratórias e reumáticas. Já o segundo pode acarretar desidratação, fadiga, distúrbios circulatórios, insolação e desmaios.

 

Solucionar ambos exige que o gestor forneça roupas e acessórios adequados para as baixas temperaturas, isolamento da fonte de calor e ventilação adequada.

 

Umidade

 

Um ambiente de trabalho alagado pode provocar quedas, deslizamentos, doenças no sistema respiratório e contaminações na pele.

 

Prevenir esse incômodo é possível com a distribuição de equipamentos específicos para isolar a água, como aventais, botas de borracha, luvas e outros instrumentos que minimizem os riscos físicos no trabalho.

 

Hiperbáricos

 

Algumas condições hiperbáricas, quando a pressão é maior que a do ar atmosférico, podem ocasionar o rompimento do tímpano ou, em condições extremas, levar o funcionário ao óbito por causa da liberação de nitrogênio na corrente sanguínea. É imprescindível a descompressão do ambiente.

 

Radiações

 

Aparelhos de radioterapia, raios X, ultravioleta, micro-ondas e máquinas a laser resultam em problemas de pele e nos olhos.

 

A longo prazo, a exposição às radiações ionizantes e não ionizantes geram doenças graves no trabalhador e até mesmo nas gerações seguintes, como filhos e netos.

 

O setor é tão importante que existem até outras normas ditadas pela Comissão Nacional de Energia Nuclear.

 

Como não comprometer a produtividade

 

Os riscos físicos comprometem a produtividade, quando eles se transformam em danos a saúde ou acidentes aumentando o absenteísmo ou deixando o ambiente inseguro afetando a segurança da equipe ou tirando o foco do colaborador. Por conseguinte, é relevante tomar todas as medidas preventivas. E colocar em prática uma gestão de riscos não é uma atividade simples, pois requer esforço contínuo e planejamento bem estruturado.

 

Diante disso, é crucial não cometer erros que possam colocar a sua empresa em maus lençóis. Uma das formas seguras de evitar isso é a utilização de empresas especializadas em soluções de saúde e segurança do trabalho para que elas possam aconselhar, planejar, auxiliar na implementação dos programas ou planos de ações focados nesse tema bem como treinar, atualizar, preparar, educar e reciclar os conhecimentos de toda a organização.

 

Avaliar e diminuir os riscos físicos no trabalho é a maneira mais eficaz de potencializar resultados de desempenho, financeiros, de redução de acidentes, de formação de consciência e de uma cultura de saúde e segurança. Continue lendo sobre como a avaliação ambiental contribui para o sucesso do seu negócio.

 

 

 

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terça-feira, 8 de março de 2022

 



 

AFINAL, PORQUE TENHO QUE ME PREOCUPAR COM SEGURANÇA DO TRABALHO NA MINHA EMPRESA?

 



 

De uma forma geral, Segurança do Trabalho tem um impacto direto nas vidas de todos os colaboradores das organizações e por este motivo tem um reflexo que pode ser analisado e explicado a partir de diversos pontos de vista dependendo de qual área o gestor atua.

 

Área de Recursos Humanos

 

Se o gestor atuar na área de Recursos Humanos, poderíamos enfatizar que as ações preventivas referentes à Segurança do Trabalho e a percepção de que a empresa se preocupa e cuida do colaborador, faz com que o clima organizacional melhore, a satisfação em executar as tarefas seja maior, a atração dos melhores profissionais cresça, a rotatividade diminua e os treinamentos sejam mais incrementais e aconteçam de forma recorrente somente dentro do programa para tal, para citar alguns benefícios.

 

Área de Operação

 

Se olharmos sob o ponto de vista da Operação, traz aumento de produtividade pela diminuição do absenteísmo e também pela queda na rotatividade dos colaboradores como também aumento da qualidade do produto ou serviço prestado pois a repetição (mesmas pessoas realizando de forma planejada a atividade), leva quase a perfeição diminuindo o retrabalho, otimizando os custos de produção e tendo como resultado final o aumento da satisfação dos clientes sejam eles internos ou externos (finais).

 

Área Jurídica

 

Pelo lado jurídico, poderíamos enfatizar pelo menos dois pontos principais, quais sejam: a prevenção e consequente diminuição dos acidentes no trabalho tem como reflexo direto a diminuição de possíveis indenizações, bem como é uma ação mitigatória para evitar reclamações trabalhistas.

 

Área de Marketing

 

Também há, de forma indireta, mas que nos dias de hoje está crescendo muito em importância, a contribuição de forma positiva ou negativa na imagem da empresa, fortalecendo ou enfraquecendo o conceito de empresa sustentável, pois a sustentabilidade em seu conceito mais amplo, tem aspectos que tratam do meio ambiente, sim, mas também da sustentabilidade social e financeira, ou seja, uma empresa que não é sustentável põe em risco a estabilidade da comunidade na qual ela está inserida e portanto sua imagem pode ser afetada.

 

Área Financeira

 

E deixado por último de forma proposital, pois todos os efeitos acima tem um impacto financeiro, e entendendo que os gastos com Segurança do Trabalho devem ser vistos como investimento e não como custo, pois já foi demonstrado o quanto de custo pode ser evitado com um programa robusto e integrado, poderíamos citar um outro ponto pouco explorado que é mais sensível em grandes organizações: o custo com os planos de saúde. É sabido por todos que as renovações dos planos de saúde têm uma ligação direta com a sinistralidade do plano, ou seja, quanto mais o plano é utilizado, mais alto é o índice de aumento na renovação, ou seja, quanto mais se usa mais se paga. Com a prevenção, doenças relacionadas ao trabalho são evitadas e, portanto, a utilização do plano e saúde diminui automaticamente.

 

Para concluir, creio que todo profissional tem uma ligação direta ou indireta com algum dos pontos colocados acima. Desta forma, penso que você tem razões de sobra para, não só se preocupar com Segurança do Trabalho, mas também para defender essa bandeira e argumentar porquê o investimento em Segurança do Trabalho tem um retorno tão rápido e seguro.

 

 

 

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DESCUBRA AGORA COMO ORGANIZAR UM EVENTO SUSTENTÁVEL

 



Em diversos setores do mercado, podemos notar um crescente senso de responsabilidade social com a sustentabilidade. Organizar um evento sustentável, que promova o uso inteligente de recursos, vem se tornando mais e mais popular.

 

A conscientização de preservação do meio ambiente envolve mudanças de comportamento e, para muitas empresas, investir em ações com uma gestão ecoeficiente e que estimule uma mentalidade mais socioambientalmente responsável têm sido prioridade.

 

Foi com base nisso que elaboramos este post. Aqui, você encontrará dicas de como planejar um evento com o foco na sustentabilidade. Confira!

 

Buffet orgânico

 

Apostar em um cardápio inteiramente orgânico é uma ótima forma de deixá-lo mais saudável e, ainda assim, saboroso. Busque por alimentos naturais e que foram produzidos localmente para preparar as refeições.

 

Uma outra sugestão é diminuir a quantidade de produtos que sejam derivados de animais, como carne, pois a produção deles envolve uma emissão excessiva de CO2. Por isso, dê preferência às opções vegetarianas/veganas.

 

Transporte alternativo

 

A emissão de CO2, produzida pelos meios de transporte convencionais, é um dos maiores agentes poluidores da atmosfera. Dessa forma, procure contratar fornecedores próximos ao local do evento para que o mínimo de veículos seja utilizado no transporte dos produtos.

 

Os participantes também não podem ficar de fora dessa estratégia: escolha um espaço de fácil acesso, que possibilite a chegada dos convidados por meio de transporte público, de bicicleta ou até a pé. Caso essas alternativas não sejam viáveis, incentive campanhas de caronas coletivas.

 

Venda online de ingressos

 

O momento de vender os ingressos também deve fazer parte das táticas do evento sustentável. Uma maneira simples e bastante eficaz de diminuir os impactos negativos ao meio ambiente é vendê-los por meio da internet. O participante poderá apresentar seu ingresso via smartphone. Além de prática, essa medida evita o desperdício de papel.

 

Brindes ecologicamente corretos

 

Investir em brindes biodegradáveis é uma ótima alternativa ao pen drives, canetas e pastas que costumam ser distribuídos na maioria dos eventos. Essa é mais uma forma de mostrar aos participantes o compromisso sustentável que a empresa tem.

 

Um bom exemplo de brinde nessa categoria são os o ecocups. Além de serem ecologicamente corretos, eles podem ser reutilizáveis e tem o poder de reforçar a marca e a imagem da empresa de maneira estratégica.

 

Empresa especializada em soluções sustentáveis

 

Este tópico abrange os patrocinadores e fornecedores do seu evento. Prefira fechar parcerias que compartilhem do mesmo ideal de sustentabilidade, que tenham planos de ações e políticas relacionadas à preservação ambiental.

 

Faça questão de que os produtos fornecidos e utilizados pelas prestadoras sejam, de fato, biodegradáveis e não prejudiquem a saúde humana e a natureza.

 

Verifique se há a preocupação com o mínimo de geração de resíduos por parte delas, incluindo aspectos como reutilização, reciclagem e descarte correto dos produtos. Confira, também, se elas prezam pela economia de energia e água, além de estimular, sempre que possível, a comunidade do entorno.

 

É lógico que todas essas dicas lhe ajudarão, e muito, na hora de organizar seu evento sustentável. Entretanto a questão mais importante é a conscientização das pessoas envolvidas. Quanto maior o compromisso com a sustentabilidade, mais rápido o planeta se torna um lugar melhor.

 

Agora que você recebeu essas dicas de como planejar uma ação focada na preservação do meio ambiente.

 

 

 


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segunda-feira, 7 de março de 2022

 

 

 

ENTENDA A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS

 



Você já deve ter se deparado com a cena clássica em que uma fumaça é lançada constantemente no céu pelas chaminés de uma grande indústria. Esses gases são os principais responsáveis, junto com resíduos líquidos vindos da atividade industrial e doméstica, pela poluição do ar.

 

O tratamento de efluentes industriais exige uma série de cuidados e especificações, pois uma mesma indústria pode emitir diferentes tipos de gases e líquidos na atmosfera.

 

Neste post, listaremos alguns impactos do processo de purificação dos efluentes e sua minimização. Confira!

 

Legislação sobre o tratamento de efluentes industriais

 

Para reduzir os efeitos dos efluentes industriais há um controle governamental sobre a poluição ambiental. O monitoramento é feito por meio de leis e normas que agem sobre a reutilização, a potabilidade, o tratamento dos efluentes industriais e a venda de material reciclado, entre outros. A regulamentação é feita pelos governos federal, estadual e municipal.

 

Normas que regulamentam tratamento de efluentes industriais

 

Tudo o que se refere aos sistemas de tratamento dos efluentes industriais e seus padrões complementares, além do reuso dos resíduos sólidos, está na NBR 13.969/97 da Associação Brasileira de Normas e Técnicas (ABNT).

 

A norma se ocupa do descarte final dos rejeitos e oferece opções de técnicas que promovem um tratamento com mais eficiência e disposição adequada. Aponta ainda os prováveis níveis de retirada dos poluentes, além dos sistemas de tratamento que devem ser atendidos.

 

Outra é a NBR 7.229/93 – Versão corrigida 1997, da ABNT, que cuida especificamente dos detalhes do projeto do tanque séptico. Como a composição dos efluentes é diversificada, é importante ter a certeza de que os reservatórios tenham resistência a elementos corrosivos.

 

E a mais recente trata das condições, parâmetros, padrões e diretrizes da gestão do lançamento de efluentes em águas receptoras. Chamada de Resolução nº 430 do CONAMA, complementa a Resolução nº 357.

 

A norma define que todos os efluentes poluidores poderão ser jogados diretamente na água depois de tratados. Isso, se obedecerem às condições, exigências e padrões determinados.

 

Agora que você conhece as normas que regem o tratamento dos efluentes industriais, vamos conhecer os seus impactos e o que fazer para amenizar os efeitos prejudiciais.

 

Principais efeitos do não tratamento de efluentes industriais

 

As organizações sabem que é preciso tratar seus efluentes para minimizar o impacto a saúde ambiental e adequar às normas. Um dos pontos mais frágeis do não tratamento é o seu efeito sobre a qualidade de vida das pessoas e do ambiente.

 

1. Poluição das águas

 

Lançar os efluentes industriais e esgotos sanitários em águas gera uma série de desequilíbrios à vida aquática. Entre os efeitos está a falta de oxigênio na decomposição, que pode causar a morte de peixes, no caso do lançamento do esgoto doméstico sem tratamento.

 

Outro problema é a grande concentração de fósforo e nitrogênio que surge com esses despejos, provocando a proliferação de algas e o desequilíbrio do meio.

 

A poluição térmica causada pelas águas dos sistemas de refrigeração faz a temperatura da água aumentar e, por consequência, reduzir o oxigênio. Os poluentes químicos dos metais e agrotóxicos também prejudicam as plantas aquáticas e os animais.

 

2. Doenças são transmitidas pelas águas contaminadas

 

Quando jogados no ambiente sem nenhum tratamento, os efluentes líquidos e industriais impactam de forma grave a saúde pública. Aparecem doenças como hepatites, meningite e disenteria, além de tumores, rinites, dermatoses e mudanças neurológicas devido aos metais pesados presentes nos efluentes industriais.

 

3. Efluentes gasosos e os danos sobre o ar

 

A poluição atmosférica originada da emissão de gases industriais provoca os fenômenos da chuva ácida, do efeito estufa e destrói a camada de ozônio.

 

Entre as doenças que podem ocorrer estão as pulmonares crônicas, como asma e enfisema, e até o câncer de pulmão.

 

Portanto, a poluição ambiental afeta a todos pela concentração de substâncias nocivas à saúde e ao ambiente.

 

A necessidade e obrigatoriedade do tratamento dos efluentes industriais parte da adequação às normas e à legislação e do compromisso ambiental.

 

Depois de conhecer a essencial necessidade de tratar os efluentes industriais e as suas consequências, que tal saber sobre gestão de riscos e mais assuntos relacionados ao meio ambiente?

 

 

 

 

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ENTENDA O QUE FAZER COM O USO DE CELULAR NO TRABALHO

 



 

O uso de celular no trabalho reflete muito bem o que ocorre na vida privada. O que se observa, em muitos casos, é a introdução de um verdadeiro vício que induz à consulta permanente a cada sinal ou vibração.

 

Na verdade, o celular já se posiciona como o agente dispersor mais evidente. Assim, não há produtividade no trabalho que resista à sua presença.

 

Além disso, diversas atividades exigem total atenção em razão dos riscos diante da perda do foco na tarefa. Por essa razão, reportam-se inúmeros casos de acidentes resultantes da distração provocada pelo toque do aparelho.

 

Continue neste post e saiba o que fazer com o celular no trabalho!

 

Quais os impactos do uso de celular no trabalho?

 

É muito fácil imaginar como a utilização do aparelho de telefone celular no ambiente laboral impacta o trabalho. Os estudos e pesquisas confirmam e apontam que 82% dos trabalhadores que têm um “smartphone” ficam de olho nele enquanto trabalham.

 

Com o resultado da perda de foco, deve-se esperar:

 

§  déficit de atenção nas atividades laborais;

§  risco de acidentes de trabalho devido à falta de concentração ou constante distração;

§  surgimento da indisciplina no ambiente de trabalho, sobretudo nos mais formais;

§  queda na qualidade de produtos e serviços;

§  redução drástica no desempenho pessoal;

§  redução na produtividade da equipe;

§  descumprimento de prazos.

 

Alguns segmentos são especialmente perigosos e suscetíveis a acidentes de trabalho pelo uso do aparelho celular. Por essa razão, devem ser objeto constante de atenção das áreas que atuam na segurança do trabalho.

 

Entre esses, destaca-se a construção civil, em inúmeras situações de risco que lhe são próprias. Do mesmo modo, aquelas que envolvem operação manual de máquinas e equipamentos.

 

Por sua vez, vale observar alguns dados obtidos com as referidas pesquisas. Destacam-se os 10 principais usos do celular no ambiente de trabalho:

 

·       Mensagem pessoal: 65%;

·       Previsão do tempo: 51%;

·       Notícias: 44%;

·       Jogos: 24%;

·       Compras: 24%;

·       Trânsito: 12%;

·       Fofoca: 7%;

·       Vendas: 6%;

·       Conteúdo adulto: 4%;

·       Namoro: 3%.

 

Como a empresa pode lidar com o assunto?

 

A estratégia a ser adotada para minimizar a ocorrência de uso do aparelho no trabalho está diretamente relacionada à cultura organizacional. É essencial considerar esse aspecto, caso contrário, o tratamento poderá ser pior que a doença.

 

Desse modo, as medidas devem ser trabalhadas em conformidade com cada organização. Logo, as iniciativas para lidar com o assunto podem ser assim resumidas, entre outras:

 

·       promover rodadas de conscientização, deixando claros os efeitos negativos da prática;

·       estimular a autorreflexão sobre o assunto e o engajamento da equipe;

·       assinar um acordo de compromisso desde a contratação;

·       estabelecer regras com tolerância zero para setores de maior risco;

·       adotar penalização gradual até o desligamento da empresa;

·       implantar norma de política interna da empresa definindo as regras de uso ou a proibição;

·       demitir por justa causa (“indisciplina” ou “insubordinação”) com base na norma supra referida.

 

Que boas práticas podem ser adotadas?

 

Uma iniciativa importante no conjunto de medidas para administrar a questão é a criação de um manual de boas práticas para o uso de tecnologia. Desse modo, a empresa pode regular internamente, de maneira formal e direta, a utilização de smartphones, tablets, câmeras fotográficas e outros semelhantes.

 

Dentre as principais recomendações, poderiam constar:

 

§  estabelecer normas claras sobre a utilização desses equipamentos no ambiente de trabalho;

§  manter o aparelho no modo silencioso;

§  desativar as notificações dos diversos aplicativos;

§  definir os aplicativos que poderiam ser acessados;

§  definir os momentos e ambientes em que poderiam ser acessadas as redes sociais;

§  divulgar princípios da ética e da boa educação.

 

 

 

 

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