quinta-feira, 12 de outubro de 2023

 





 

PPCI: O QUE É, QUEM DEVE TER E COMO ELABORAR


 

O Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios - PPCI é um documento que ajuda a proteger tanto as pessoas quanto bens materiais de incêndios.

 

O que é PPCI – Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios?

O PPCI, ou Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios, é um documento elaborado com o objetivo de estabelecer medidas de proteção, prevenção e combate a incêndios em edificações e áreas de risco.

Seu objetivo principal é garantir a segurança das pessoas que frequentam ou trabalham nas edificações, bem como a proteção de bens materiais, diminuindo os riscos de incêndio e estabelecendo procedimentos para evacuação do local e acesso dos bombeiros para combater o fogo.

O PPCI é um requisito legal em alguns estados, e é uma parte fundamental da segurança contra incêndios em diversos tipos de imóveis, como edifícios residenciais, comerciais, empresas, indústrias, entre outros.

 

Por que o PPCI é importante?

O Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI) é importante por várias razões, principalmente relacionadas à segurança de pessoas, propriedades e do meio ambiente. Vamos entender melhor a importância do PPCI:

 

Obrigatoriedade

Em muitos estados do Brasil, a elaboração e implementação do PPCI são requisitos legais. O não cumprimento dessas regulamentações pode resultar em multas e outras penalidades, além de colocar em risco a segurança da população.

No Rio Grande do Sul, por exemplo, a Lei Complementar nº 14.924/2016, também conhecida como Lei Kiss, estabelece que o PPCI é obrigatório para todos os proprietários de edificações e áreas de risco.

 

Proteção aos ocupantes

A principal razão para a existência do PPCI é a proteção dos ocupantes do imóvel. O documento estabelece medidas de prevenção e controle, como saídas de emergência, sinalização adequada e procedimentos de evacuação, que são essenciais para garantir a segurança dos moradores, trabalhadores e visitantes em caso de incêndio.

 

Incremento à segurança

Um dos objetivos do PPCI é implementar medidas que impeçam a propagação do fogo, incrementando a segurança do local e assim preservando tanto a estrutura do edifício quanto o bem-estar da população.

 

Preservação da reputação

Além de todos os riscos apresentados por incêndios, a ausência de uma estratégia de gestão do fogo é prejudicial à imagem do proprietário ou administrador do imóvel, principalmente de empresas.

Portanto, invista no PPCI para preservar a reputação do seu negócio e ao mesmo tempo garantir a segurança da propriedade e proteção à vida dos ocupantes.

 

Quais documentos compõem o PPCI?

 

Um PPCI normalmente pode incluir as seguintes informações:

·       Identificação da edificação ou área de risco (razão social, CNPJ, endereço);

·       Identificação do proprietário e do responsável (nome, CPF, telefone, e-mail);

·       Descrição das atividades desenvolvidas no local;

·       Análise de riscos de incêndio específicos para a edificação;

·       Medidas de prevenção implementadas, como sistemas de detecção de incêndio, extintores, saídas de emergência, sinalização, iluminação de emergência, entre outros;

·       Procedimentos de evacuação em caso de incêndio;

·       Plano de combate a incêndio, incluindo treinamento de brigada de incêndio, equipamentos de combate a incêndio e estratégias de controle;

·       Manutenção preventiva dos sistemas de segurança contra incêndio.

 

O PPCI pode conter ainda outros documentos e informações, conforme a legislação local.

 

Quem deve elaborar o PPCI?

A responsabilidade pelo Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI) recai sobre diferentes partes, dependendo do contexto e da legislação. Normalmente, as seguintes partes podem ser consideradas responsáveis pela elaboração, implementação e manutenção do PPCI:

Proprietário da edificação: em muitos casos, o proprietário da edificação é o primeiro responsável pela elaboração do PPCI. Isso significa que o dono do imóvel deve contratar profissionais qualificados para desenvolver o plano e garantir que as medidas de segurança contra incêndios sejam implementadas e mantidas adequadamente;

Gestores e inquilinos: dependendo do acordo entre proprietários e inquilinos, os gestores da propriedade e os inquilinos podem ser responsáveis por implementar e manter as medidas de segurança especificadas no PPCI, como sistemas de alarme de incêndio, extintores, saídas de emergência, etc.

É importante ressaltar que as responsabilidades específicas podem variar de acordo com a legislação do local e as características do imóvel. Portanto, é fundamental consultar as autoridades competentes e profissionais capacitados para garantir que todas as obrigações e requisitos relacionados ao PPCI sejam atendidos adequadamente.

 

Quem é responsável pelo PPCI?

A elaboração do PPCI deve ser realizada por profissionais qualificados na área de segurança contra incêndios, como engenheiro especializado e devidamente registrado no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia).

O profissional é responsável por avaliar os riscos específicos da edificação, determinar as medidas de segurança necessárias e criar o plano de acordo com a legislação e regulamentos locais. Além disso, também será preciso emitir a Anotação de Responsabilidade Técnica - ART.

Já o Corpo de Bombeiros é a autoridade responsável por revisar e aprovar o PPCI. O órgão tem a responsabilidade de garantir que o plano atenda aos padrões de segurança estabelecidos e que esteja em conformidade com a lei.

Ainda, empresas de manutenção e serviços especializados podem ser contratadas para realizar inspeções regulares, testes e manutenção de sistemas de segurança contra incêndio, como sistemas de sprinklers, alarmes de incêndio, extintores, entre outros.

 

Como solicitar o PPCI?

Solicitar a elaboração do Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI) envolve um processo que pode variar dependendo da legislação do seu estado e até das normas regulamentadoras do setor.

 

Geralmente, os passos para solicitar um PPCI incluem o seguinte:

·       Identifique a necessidade: determine se a edificação em questão requer um PPCI. Isso é determinado com base em regulamentos locais e pode depender do tipo de imóvel, do uso e de sua capacidade de ocupação. Verifique com as autoridades locais para entender os requisitos específicos;

·       Contrate um profissional qualificado: o próximo passo é contratar um engenheiro, arquiteto ou outro profissional qualificado em segurança contra incêndios. Este profissional será responsável por realizar uma análise de riscos da edificação e elaborar o PPCI de acordo com as regulamentações aplicáveis;

·       Contate as autoridades competentes: entre em contato com as autoridades locais responsáveis pela segurança contra incêndios, como o Corpo de Bombeiros. Pergunte sobre os procedimentos específicos de submissão de um PPCI e quais documentos são necessários, já que pode variar conforme o estado;

·       Elabore o PPCI: o profissional qualificado irá realizar uma análise de riscos do local e criar um PPCI que inclua medidas de prevenção, proteção e combate a incêndios, conforme exigido pelas regulamentações locais;

·       Submeta o PPCI: após a conclusão do PPCI, submeta-o às autoridades competentes de acordo com os procedimentos estabelecidos. Isso geralmente envolve o preenchimento de formulários específicos e a entrega de documentos relacionados;

·       Aprovação e implementação: os órgãos responsáveis revisarão o PPCI e podem solicitar ajustes ou esclarecimentos. Após a aprovação, você receberá autorização para implementar as medidas de segurança conforme especificado no plano;

·       Manutenção e revisão: uma vez implementado, é essencial manter o PPCI atualizado e revisá-lo periodicamente para garantir que as medidas de segurança estejam funcionando conforme o planejado e para atender a quaisquer novos requisitos ou mudanças na estrutura do imóvel.

 

Certifique-se de seguir as regulamentações locais rigorosamente e de contar com a assistência de profissionais capacitados em segurança contra incêndios ao solicitar e implementar um PPCI.

O não cumprimento das regulamentações de segurança contra incêndios pode resultar em penalidades e representar um risco significativo para a segurança das pessoas e propriedades.

Portanto, é fundamental seguir os procedimentos corretos e garantir que todas as medidas necessárias sejam tomadas.

 

Como o PPCI deve ser elaborado?

A elaboração do Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (PPCI) envolve uma série de etapas e considerações importantes para garantir que o plano seja eficaz na prevenção, proteção e combate a incêndios. Separamos os principais passos que devem ser seguidos ao elaborar um PPCI:

 

Identificação da edificação ou área de risco

Descreva detalhadamente a edificação ou área de risco, incluindo sua localização, dimensões, uso, capacidade de ocupação, número de pavimentos, e outras informações relevantes.

 

Avaliação de riscos

Realize uma análise de riscos específica para o local. Isso pode incluir a identificação de fontes potenciais de incêndio, materiais inflamáveis, ocupantes vulneráveis, entre outros fatores de risco.

 

Medidas de prevenção

Liste as medidas de prevenção que serão implementadas para reduzir os riscos de incêndio. Alguns exemplos são: a instalação de sistemas de detecção de incêndio, alarmes, sprinklers, extintores, sistemas elétricos seguros, armazenamento adequado de materiais inflamáveis, entre outros.

 

Medidas de proteção

Especifique as medidas de proteção destinadas a proteger as pessoas em caso de incêndio, tais como a criação de rotas de evacuação claras, saídas de emergência, sinalização adequada, iluminação de emergência, entre outras.

 

Plano de evacuação

Desenvolva um plano de evacuação detalhado que descreva como os ocupantes devem sair da edificação de forma segura em caso de incêndio, incluindo a designação de responsáveis pela evacuação, pontos de encontro externos e procedimentos de evacuação para pessoas com mobilidade reduzida.

 

Procedimentos de combate a incêndio

Estabeleça procedimentos claros para o combate a incêndio, como treinamento de brigada de incêndio, uso adequado de extintores, acionamento de alarmes e chamada de socorro para o Corpo de Bombeiros.

 

Manutenção e inspeção

Defina um programa de manutenção preventiva para garantir que os sistemas de segurança contra incêndio estejam funcionando corretamente. Isso inclui inspeções regulares, testes e registros de manutenção.

 

Revisão periódica

O PPCI deve ser revisado periodicamente para garantir que ele continue atendendo às necessidades da edificação e esteja em conformidade com as regulamentações locais, que são frequentemente atualizadas.

 

Treinamento

Certifique-se de que todos os ocupantes da edificação sejam treinados e estejam cientes dos procedimentos de segurança e evacuação conforme definidos no PPCI. Além da brigada de incêndio, todos os moradores ou funcionários devem conhecer os procedimentos de emergência.

 

Entrega às autoridades

Submeta o PPCI às autoridades competentes, como o Corpo de Bombeiros, para revisão e aprovação. Certifique-se de cumprir todos os requisitos específicos da legislação local e, se necessário, faça todas as alterações solicitadas e então entregue o documento novamente.

Além disso, é importante que o plano seja revisado e atualizado periodicamente para garantir a eficácia contínua das medidas de segurança.

 

O que deve constar em um PPCI?

Além das exigências das autoridades locais, um bom PPCI também deve incluir algumas informações essenciais para facilitar o controle do fogo e a evacuação do local. Vamos entender melhor:

 

Plano de emergência

O plano de emergência deve conter as informações relacionadas ao que fazer quando o incêndio estiver instaurado, ou seja, quando as medidas de controle (falaremos sobre elas mais abaixo) não forem suficientes.

 

Por exemplo:

·       Características gerais da edificação, incluindo acesso a escadas e saídas;

·       Procedimentos básicos de emergência contra incêndio e pânico, como evacuação imediata e suspensão dos elevadores;

·       Plano de abandono;

·       Realização de exercícios simulados;

·       Plantas de emergência.

 

Medidas de controle

Já as medidas de controle devem ser implementadas preventivamente para evitar que os incêndios se iniciem ou se alastrem.

 

Tais como:

·       Esclarecer as responsabilidades quanto à saúde, segurança e proteção contra incêndios;

·       Garantir que todos os ocupantes compreendam seus papéis e responsabilidades;

·       Definir padrões específicos e mensuráveis ​​para avaliar o desempenho das medidas;

·       Garantir uma supervisão adequada.

·       Outros pontos

 

Quaisquer outros pontos que não sejam mencionados no plano de emergência nem nas medidas de controle podem ser incluídos como observação no documento, tipo:

·       Se os EPC’s foram instalados corretamente e estão atendendo às necessidades do imóvel e seus ocupantes;

·       A existência de EPI’s em bom estado de conservação para a brigada de incêndio;

·       Quais treinamentos e simulações foram aplicados para capacitação dos ocupantes;

·       E outras informações relevantes ao PPCI.

 

Como a tecnologia pode ajudar na criação do PPCI?

Uma ferramenta que pode te ajudar a elaborar e implementar o PPCI é o checklist online. A versão digital da lista de tarefas pode ser usada para inspecionar os equipamentos de controle de incêndio, acompanhar o andamento das manutenções, planejar as próximas inspeções, e muito mais.

Com o Produtivo, você conta com modelos prontos de checklists, relatórios e ordens de serviço para vários segmentos, inclusive proteção e combate a incêndio. Vamos conhecer algumas opções que podem te auxiliar.

 

Modelo de checklist gratuito em Word

Para quem está em busca de um material gratuito, o Kit Checklist vem com 16 modelos em Word prontos para usar, como o Checklist de Sistemas contra Incêndio. Olha só:

 

 





Vários recursos para te ajudar na elaboração do seu PPCI, como:

Plano de atividades com alerta para planejar as inspeções com antecedência e não perder nenhuma vistoria;

Personalização do relatório com cores, logo e questões que façam sentido para as suas necessidades;

Portal de abertura de chamados ideal para empresas que realizam a manutenção dos equipamentos de controle de incêndios;

 



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RIMA: O QUE É RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL?

 



O Relatório de Impacto Ambiental, ou RIMA, é uma obrigatoriedade da lei brasileira para registrar como um projeto pode afetar a natureza.

 

O que é um Relatório de Impacto Ambiental?

É um documento técnico que descreve e avalia os possíveis impactos ambientais significativos de um projeto ou atividade que pode afetar o meio ambiente.

O RIMA é uma parte essencial do processo de Avaliação de Impacto Ambiental – AIA, que é um procedimento para garantir que as decisões de desenvolvimento sejam tomadas levando em consideração as implicações ambientais.

No Brasil, tanto o Relatório de Impacto Ambiental quanto a AIA são uma exigência da Lei Federal nº 6.938/1981, assim como da Resolução n° 001/198 do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA.

 

O que é impacto ambiental?

O impacto ambiental se refere a qualquer alteração e efeitos significativos (positivos ou negativos) que uma atividade humana, projeto ou ação pode causar no meio ambiente.

 

Esses impactos podem ser de curto ou longo prazo e podem afetar diversos componentes do ambiente, incluindo:

·       Ar: poluição atmosférica, emissões de gases de efeito estufa, degradação da qualidade do ar;

·       Água: poluição da água, degradação da qualidade da água, esgotamento dos recursos hídricos, alterações nos ecossistemas aquáticos;

·       Solo: erosão do solo, contaminação do solo por produtos perigosos ou tóxicos, compactação do solo devido a construções, degradação da fertilidade do solo;

·       Biodiversidade: destruição de habitats naturais, extinção de espécies, introdução de espécies invasoras, fragmentação de ecossistemas;

·       Paisagem: alterações na paisagem devido à construção de infraestruturas, mineração, urbanização, entre outros;

·       Recursos naturais: esgotamento de recursos naturais, como petróleo, minerais, árvores, etc.;

·       Clima: contribuição para as mudanças climáticas devido às emissões de gases de efeito estufa;

·       Saúde humana: impactos na saúde das pessoas devido à exposição a poluentes ou outros fatores ambientais adversos;

·       Sociedade: impactos sociais, como deslocamento de comunidades locais, mudanças na qualidade de vida, emprego e economia.

 

É importante ressaltar que nem todos os impactos ambientais são negativos. Alguns projetos podem ter impactos positivos, como a criação de empregos, a geração de energia limpa, a preservação de ecossistemas, entre outros.

A Avaliação de Impacto Ambiental é a ferramenta utilizada para identificar, avaliar e gerenciar os impactos ambientais, e o Relatório de Impacto Ambiental registra e formaliza essas informações.

 

Qual o objetivo do Relatório de Impacto Ambiental?

O principal objetivo do Relatório de Impacto Ambiental é fornecer informações claras e acessíveis sobre os impactos ambientais de um projeto proposto para que a sociedade, as autoridades reguladoras e outras partes interessadas possam tomar decisões informadas em relação a projetos que podem afetar o meio ambiente.

O RIMA ainda é um instrumento importante para a transparência. Em muitos países, sua elaboração e análise são parte fundamental do processo de licenciamento ambiental, no qual os órgãos competentes avaliam se um projeto deve ou não ser autorizado com base em seu impacto ambiental potencial e nas medidas de mitigação propostas.

 

Qual a importância de elaborar o Relatório de Impacto Ambiental – RIMA?

A elaboração do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) é importante por várias razões, sendo fundamental para a tomada de decisões embasadas sobre projetos, atividades ou empreendimentos que podem afetar o meio ambiente.

 

Vamos ver algumas das principais razões para a importância do RIMA:

·       Transparência: o RIMA fornece informações claras e detalhadas sobre os possíveis impactos ambientais de um projeto, promovendo a transparência e permitindo que as partes interessadas, incluindo o público em geral, entendam as implicações ambientais do projeto;

·       Tomada de decisões informadas: o relatório oferece dados e análises objetivas que ajudam as autoridades reguladoras a tomar decisões informadas sobre a aprovação, modificação ou rejeição de um projeto. Isso permite avaliar se os benefícios do projeto superam seus impactos ambientais negativos;

·       Identificação de alternativas: o relatório ambiental muitas vezes inclui uma análise de alternativas ao projeto proposto. Com isso, as partes interessadas avaliam se existem opções mais sustentáveis ou menos impactantes disponíveis;

·       Mitigação de impactos negativos: ao identificar os impactos ambientais potencialmente prejudiciais, o RIMA também apresenta medidas de mitigação que podem ser implementadas para minimizar ou compensar esses impactos, contribuindo para a redução dos efeitos adversos sobre o meio ambiente.

·       Cumprimento legal: no Brasil, a elaboração e a análise do RIMA são requisitos legais para a aprovação de projetos que possam afetar o meio ambiente. O não cumprimento dessas regulamentações pode resultar em ações legais e sanções;

·       Participação pública: como o relatório frequentemente envolve consultas públicas, ele permite que as comunidades locais e outras partes interessadas expressem suas preocupações e opiniões sobre o projeto. Isso contribui para a inclusão de perspectivas variadas no processo de tomada de decisões;

·       Preservação da biodiversidade e dos ecossistemas: o RIMA ajuda a identificar os impactos que um projeto pode ter sobre a biodiversidade e os ecossistemas locais, incentivando a busca de soluções que minimizem danos à natureza;

·       Prevenção de consequências não planejadas: ao analisar cuidadosamente os impactos ambientais, o RIMA ajuda a evitar consequências não planejadas que podem ocorrer se um projeto for aprovado sem uma avaliação adequada.

 

Em resumo, o Relatório de Impacto Ambiental é uma ferramenta essencial para garantir que o desenvolvimento econômico e industrial seja equilibrado com a preservação do meio ambiente e o bem-estar das comunidades locais.

 

Quando o Relatório de Impacto Ambiental é necessário?

A necessidade de um Relatório de Impacto Ambiental varia de acordo com a legislação ambiental local. Geralmente, o RIMA é exigido em situações em que um projeto tem o potencial de causar impactos significativos no meio ambiente.

 

Aqui estão algumas circunstâncias comuns em que o RIMA é necessário:

·       Projetos de grande porte: projetos de construção de grande escala, como usinas elétricas, barragens, rodovias, aeroportos, complexos industriais e empreendimentos imobiliários, frequentemente requerem a elaboração de um RIMA devido ao seu potencial para causar impactos significativos no ambiente;

·       Atividades potencialmente poluidoras: atividades industriais, agropecuárias ou de mineração que envolvem o uso intensivo de recursos naturais ou a emissão de poluentes são geralmente sujeitas à elaboração de RIMA;

·       Mudanças no uso da terra: projetos que envolvem a conversão de áreas naturais em áreas urbanas, agrícolas ou industriais podem exigir um RIMA devido ao impacto na paisagem, nos ecossistemas e nos recursos naturais;

·       Infraestrutura de transporte: a construção de estradas, ferrovias, portos e outras infraestruturas de transporte pode afetar o meio ambiente e, portanto, muitas vezes requer a elaboração de RIMA;

·       Exploração de recursos naturais: projetos de exploração de petróleo, gás, minerais e outros recursos naturais podem causar impactos significativos no meio ambiente, de modo que são frequentemente sujeitos a avaliações de impacto ambiental, incluindo a elaboração de RIMA;

·       Grandes planos ou programas governamentais: planos governamentais de grande alcance, como planos de desenvolvimento regional ou planos de uso da terra, podem exigir a Avaliação de Impacto Ambiental, incluindo a produção de um RIMA;

 

Atividades próximas a áreas sensíveis: projetos localizados próximos a áreas protegidas, habitats de espécies ameaçadas, corpos d’água importantes ou outras áreas ambientalmente sensíveis podem requerer um RIMA devido ao potencial impacto sobre esses locais.

É importante observar que os critérios para determinar a necessidade de um RIMA podem variar de região para região e podem estar sujeitos a regulamentações específicas. Portanto, é essencial consultar a legislação ambiental local e as autoridades competentes para determinar quando um RIMA é necessário para um projeto específico.

 



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segunda-feira, 9 de outubro de 2023

 





 

COMO A GESTÃO DE TREINAMENTOS PODE AJUDAR SUA EMPRESA

 


Ter uma boa Gestão de Treinamentos pode ajudar profissionais a ganharem mais conhecimento e produtividade, entregando bons resultados para a empresa 

 

Faça a Gestão dos treinamentos oferecidos pela sua empresa 

Realizar treinamentos em sua empresa é investir no seu negócio e no seu colaborador, isso porque, ao ter um profissional que seja bem treinado, ele exercerá suas tarefas com mais dedicação, tendo motivação e consequentemente, mais produtividade.  

Esse tipo de capacitação ajuda a ampliar o desempenho dos profissionais em suas atividades.  

 

Benefícios de investir em treinamentos 

Como já falamos, investir em treinamentos é investir tanto na empresa quanto no colaborador, no entanto, trouxemos alguns dos benefícios para que você possa entender melhor:  

·       Melhora a produtividade;  

·       Capacitação pessoal; 

·       Incentiva o trabalho em equipe; 

·       Estimula o surgimento de lideranças; 

·       Diminui a rotatividade de funcionários; 

·       Melhora o clima organizacional; 

·       Proporciona mais credibilidade aos clientes; 

·       Impulsiona uma cultura de inovação. 

 

Gestão de Treinamentos por meio do SOC 

Imagine poder realizar toda a gestão dos eventos de sua empresa, tanto interno quanto externos? Tanto aqueles que são solicitados quanto aqueles que são fornecidos? O SOC pode te ajudar nisso! Temos o recurso de Gerenciamento de Treinamentos oferecidos pelas empresas. Com isso, você pode gerenciar diversos tipos de eventos, como por exemplo, treinamentos, cursos, palestras e workshop.

 

Veja só algumas funções disponíveis:  

·       Cadastro de cursos com carga horária, conteúdo programático e número de participantes; 

·       Planejamento anual de treinamentos; 

·       Controle de vencimento e convocação de treinamentos; 

·       Gestão de funcionários treinados e não treinados; 

·       Cadastro de turmas com palestrantes, valores, dias e horários da realização do curso; 

·       Emissão de certificados parametrizáveis e personalizados; 

·       Avaliação de eficácia com controle de notas; 

·       Lista de presença. 

 

No ramo de Segurança e Saúde do Trabalho – SST – a realização de treinamentos é fundamental, visto que, muitas normas regulamentadoras exigem treinamentos específicos. E por isso, a realização deste, exige uma preparação tanto dos profissionais que irão realizá-lo, tanto dos que vão participar. Por isso, ter uma gestão completa para ter o controle de todos os passos desde o cadastro até a emissão de certificados, é essencial.  

 

Portanto, faça seus colaboradores serem engajados nos treinamentos!  

Atente-se: por conta da alteração da CIPA, o treinamento de assédio passou a ser obrigatório 

No dia 21 de setembro de 2022, por meio da lei nº 14.457, foi instituído o Programa Empresa + Mulheres, com o intuito de inserir e fazer a manutenção das mulheres no mercado de trabalho. Ainda no mesmo ano, no mês de dezembro, aconteceu a portaria MTP nº 4.219, que oficializou alterações em diversas Normas Regulamentadoras, e entre elas, a NR-5, norma que estabelece os parâmetros e requisitos da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA.  

Com isso, a CIPA passou a se chamar Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédios, e diversas medidas tiveram que ser tomadas pelas empresas, incluindo um treinamento de combate ao assédio. 

Esse treinamento é obrigatório, independente do porte da empresa ou seu segmento, além disso, deve-se incluir regras de conduta a respeito do assédio sexual e de outras formas de violência nas normas internas da empresa.  

 



 

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ATENDA AS NORMAS REGULAMENTADORAS E FAÇA UMA GESTÃO EFICIENTE

 


Cumprir as Normas Regulamentadoras e a Legislação não é uma tarefa simples, pode ser a solução ideal que você procure para sua empresa.

As Normas Regulamentadoras consistem em obrigações, diretos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores. Garantindo assim um trabalho seguro e sadio, além de prevenir a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho.

 



Cumpra com as Normas Regulamentadoras

Cumprir as normas é uma obrigação de empresas privadas, públicas e órgãos públicos da administração direta e indireta, que possuam empregados pela Consolidação das Leis Trabalhistas, ou CLT.

Temos ao todo 38 Normas Regulamentadoras, sendo 2 delas revogadas. No entanto, gerenciar diversas NR’s ao mesmo tempo e ter acesso a todos os dados de forma fácil e rápida é um desafio. Mas temos uma solução: o SOC! Com ele, é possível ter o controle de diversas Normas Regulamentadoras.

 

Veja alguns exemplos de soluções para as NR’s


NR 7:

A Norma Regulamentadora 7 é a norma que determina o Programa de Controle Médico de Saúde Operacional (PCMSO), com foco na prevenção de doenças ocupacionais e doenças do trabalho, independentemente do número de funcionários.

Atualizado com a NR7, nossas funcionalidades do SOC seguem as exigências da norma como: elaboração do Relatório Analítico, mudanças de médico coordenador para médico responsável, ampliação do rol de exames exigidos por lei, alteração da periodicidade do exame para colaboradores com doenças crônicas e muito mais.

 

PGR – NR 1:

A Norma Regulamentadora 1 é a norma que traz a obrigatoriedade de realizar a gestão dos riscos ocupacionais e a elaboração do PGR. Todos os empregadores que mantem trabalhadores como empregados no regime CLT, devem cumprir essa norma. Entretanto, há exceções.

O módulo do GRO no SOC apresenta duas funcionalidades, de acordo com a NR 1 para ajudar a sua empresa a gerenciar riscos da melhor forma: o inventário de riscos e plano de ação, que irão compor o Programa de Gerenciamento de Riscos, o PGR.

Desta forma, é possível ter um método de prevenção eficaz, ágil e, também, analítico, por meio de versões de características de risco.

 

NR 9:

A Norma Regulamentadora 9 estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, o PPRA. Faz parte de um conjunto de medidas regulamentadas pelo Ministério do Trabalho e do Emprego com o objetivo de assegurar que os ambientes de trabalho estejam em condições ideais, assim preservando a saúde e integridade física dos trabalhadores.

Realize a aplicação e caracterização de riscos ocupacionais físicos, químicos e biológicos, bem como suas medições com o SOC. Além disso, crie cronogramas de atividades para determinar medidas de segurança.

 

Entrega de EPI – NR 6:

A Norma Regulamentadora 6 regulamenta a execução do trabalho com uso do Equipamento de Proteção Individual (EPI).

O módulo de Entrega e Gestão de EPI do SOC possibilita o controle de informações relevantes sobre a entrega dos EPIs, como: cadastros documentais, características, reposição, data de entrega, compra, vencimentos de validade do EPI e Certificado de Aprovação (CA) e muito mais.

 

CIPA – NR 5:

A Norma Regulamentadora 5 estabelece os parâmetros e requisitos da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédio, CIPA.

O Módulo de Gestão da CIPA do SOC respeita os critérios legais e possui diversos recursos, como: dimensionamento específico por Norma Regulamentadora, cronograma de ações, registro de atas, cadastro de membros e candidatos à gestão, gerenciamento de treinamentos e ocorrências, além de permitir o controle de mandatos, votação e eleição eletrônica.

 

 

 

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