quarta-feira, 14 de junho de 2023

 






ENTENDA A IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA INTERNA PARA A EMPRESA

 



A auditoria interna é uma das mais importantes ferramentas para o controle administrativo. Consiste em um conjunto de procedimentos técnicos, cujo objetivo é analisar a conformidade, a integridade e a eficácia dos controles internos e das informações operacionais, contábeis e financeiras da empresa, buscando colaborar para o seu aprimoramento.

Conseguir manter a empresa funcionando perfeitamente ao longo do tempo requer avaliações constantes e um grande esforço de todas as áreas da empresa. Por essa razão, a auditoria é considerada a melhor solução para evitar transtornos com falhas, fraudes, desvios financeiros e atos desonestos em geral.

Por meio dela, o proprietário da empresa pode manter a tranquilidade acerca da administração, garantindo segurança nas operações, além de se tornarem importantes mecanismos de qualidade.

Para que você saiba mais sobre o assunto, no post de hoje, explicaremos a importância da auditoria interna para a empresa e listaremos seis pontos importantes dessa prática. Continue a leitura e confira!

 

O que é a auditoria interna?

A auditoria interna é a tarefa designada a avaliar a forma independente, dentro de uma organização, dos controles contábeis, financeiros e de outros tipos, no sentido de auxiliar a administração. É uma avaliação feita para garantir que os critérios do sistema da gestão estão sendo seguidos corretamente e os resultados esperados estão sendo alcançados.

Ao longo do processo de desenvolvimento das atividades de auditoria interna, várias modalidades foram incorporadas. Nesse contexto, abordaremos a auditoria de Normas Regulamentadoras do Ministério de Trabalho, que são sobre segurança e medicina do trabalho.

O serviço de auditoria costuma ser bastante temido dentro das empresas. Isso porque os auditores buscam falhas e responsáveis, fazendo um minucioso trabalho de entrevistas, acompanhamento de planilhas e relatórios, fiscalização de atividades com o intuito de assegurar que os processos estejam sendo executados perfeitamente.

As normas regulamentadoras da auditoria interna de saúde e segurança do trabalho são obrigatórias nas empresas, e o não cumprimento das disposições legais pode acarretar penalidades.

 

Existem diversos benefícios da prática, entre eles podemos destacar:

ü a redução dos riscos de acidentes e disfunções decorrentes do trabalho;

ü a contribuição da priorização das ações relacionadas à saúde e segurança do trabalho;

ü a melhoria do ambiente de trabalho;

ü o aumento da eficiência e produtividade;

ü a redução dos custos operacionais;

ü a documentação dos processos de saúde e segurança.

 

Qual a importância dessa prática?

Existem alguns pontos importantes da auditoria interna que geram impactos positivos na empresa. Listaremos para você alguns deles, confira!

 

1. Segurança

A segurança é a principal vantagem garantida com a auditoria interna. Acredita-se que a auditoria contribui para a melhoria contínua da segurança, reduzindo, significativamente, o número de acidentes de trabalho e de doenças ocupacionais.

Outro fator importante diz respeito à segurança das informações da empresa. O auditor interno lido com assuntos confidenciais, nesse caso precisa ter uma conduta pautada pela discrição, integridade moral e imparcialidade.

 

2. Gestão de riscos

Uma das principais preocupações de toda organização é evitar riscos. Prever e antecipá-los é uma maneira de manter intactas as estratégias da empresa para que os resultados não sejam impactados.

Por isso, a gestão de riscos é importante para evitar possíveis ameaças que possam ser prejudiciais para a organização. Áreas como a comercial e a financeira estão mais propícias a esses acontecimentos.

 

3. Controle

É necessário que os auditores estejam por dentro de tudo da empresa, auxiliando os gestores no cumprimento das metas e controlando as atividades desenvolvidas nos setores.

O sistema de controle interno assegura que todos os processos sejam executados e apura as responsabilidades por eventuais emissões. A ausência de um controle adequado expõe a organização a diversos riscos e frequentes erros e desperdícios.

 

4. Acompanhamento constante de atividades que geram melhoria contínua

O acompanhamento constante das ações da empresa representa um conjunto de oportunidades de melhorias nos diferentes setores. Esse processo possibilita gerar melhorias no procedimento e na execução, além de identificar inconformidades e melhorá-las durante o processo.

A auditoria é, portanto, um processo de controle e pode apresentar a capacidade de melhorias que reduzem a ineficiência, a incompetência, a negligência, os erros e as falhas, agindo, sobretudo, no sentido de evitar esses problemas e não apenas corrigi-los.

 

5. Aumento da qualidade do ambiente de trabalho

Com a auditoria interna, as operações da organização passam a atingir os seus objetivos, melhorando a efetividade do sistema de controle interno. Além disso, assegura a uniformização e conformidade dos procedimentos, torna o ambiente organizado, funcional e eficiente, melhorando, assim, a imagem interna e externa da empresa.

A empresa que implanta um sistema de gestão da qualidade abrange todos os aspectos e atividades da organização, isso inclui a segurança e a saúde no trabalho. Com ela, há uma significativa melhoria nas condições de trabalho dos colaboradores, além de proporcionar qualidade de vida no trabalho.

 

6. Aumento da confiança e transparência

Caso os setores não cumpram as orientações determinadas pela gestão ou mudem a configuração das tarefas, isso, inevitavelmente, comprometerá a confiabilidade do trabalho desempenhado.

Com a auditoria interna, qualquer inobservância do procedimento e das regulamentações será detectada, permitindo a correção desses processos e garantindo maior confiança e transparência.

Portanto, a auditoria interna tem a intenção de contribuir com a análise efetiva dos processos exercidos em cada setor dentro da organização. Como resultado, tem-se um trabalho de qualidade e eficiência.

Vale ressaltar que, para que essas auditorias sejam eficazes, é necessário que haja uma certa periodicidade. A empresa deve levar em conta a natureza do processo, o ramo de atuação, a cultura e o contexto da organização para determinar a rotina de avaliações.

Para isso, a empresa pode contar com o apoio de uma equipe externa especializada para avaliar as operações do ambiente de trabalho, que dispõe de serviços de assessoria de segurança do trabalho e que auxilia os clientes na solução de problemas do ambiente e na proteção de saúde dos seus empregados.

 

 



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terça-feira, 13 de junho de 2023

 





 

ENTENDA COMO FAZER UM TREINAMENTO DE SEGURANÇA DO TRABALHO EFICIENTE

 



Independentemente do tipo de negócio, a segurança é sempre um item essencial para o cumprimento de qualquer função, concorda? É nesse ponto que um elemento se torna crucial: o treinamento de segurança do trabalho.

Mesmo que o assunto sempre esteja em pauta, sem a correta orientação os colaboradores acabam se esquecendo dos princípios da segurança, o que pode gerar sérias consequências até mesmo, acidentes fatais!

Como realizar um treinamento de segurança do trabalho para que as orientações oferecidas sejam bem assimiladas pelos colaboradores? Continue a leitura deste artigo e saiba a resposta!

 

Qual é a importância do treinamento de segurança do trabalho?

A segurança do trabalho é uma prioridade para qualquer tipo de empresa, seja qual for o seu ramo. Seguindo essa linha de raciocínio, é necessário investir no treinamento dos colaboradores para que eles caminhem nos passos da organização.

Além de orientar sobre as normas de segurança da empresa como uso de EPI’s e maneiras para evitar acidentes o treinamento é uma maneira de direcionar os funcionários para que eles exerçam suas atividades da maneira mais coerente e consciente, além de cumprir procedimentos adequados diante de situações de risco.

Ou seja, as vantagens do treinamento de segurança do trabalho são inúmeras, seja para a empresa como um todo, para os colaboradores ou até mesmo para a área econômica. Por isso, é muito importante desenvolver uma cultura organizacional, permitindo que todos usufruam dessa preciosa ferramenta.

 

Como fazer da segurança uma cultura no ambiente de trabalho?

Para que a segurança do trabalho se torne algo enraizado na cultura organizacional da sua empresa, convém que seja desenvolvido um treinamento exclusivo para a organização. Afinal, cada empresa tem suas características próprias

Veja algumas dicas para que você possa desenvolver um treinamento de segurança do trabalho alinhado com a cultura de uma empresa!

 

Elabore um treinamento adequado para sua empresa

Cada empresa tem uma cultura e um método de executar os procedimentos. Sendo assim, nada mais justo do que elaborar um treinamento específico de acordo com a sua cultura organizacional. Para isso você pode contar com empresas especializadas no assunto, que vão criar processos exclusivos de acordo com as atividades desenvolvidas na sua empresa.

Além de analisar o histórico do negócio e a política de segurança organizacional, os treinamentos são desenvolvidos levando em consideração os riscos do ambiente de trabalho.

Assim, além de permitir que os colaboradores desenvolvam habilidades para perceber possíveis acidentes e evitar que eles ocorram, os procedimentos serão específicos para as atividades, fazendo com que os profissionais tenham uma melhor compreensão sobre a importância da segurança no ambiente de trabalho.

 

Promova a conscientização dos colaboradores

Agora que os treinamentos foram realizados, todos os colaboradores já estão engajados e dispostos a colaborar? Infelizmente, nem sempre é assim que acontece. É preciso ter um pouco de paciência, pois esse processo não é uma tarefa fácil e pode levar algum tempo.

Não desanime, a recompensa é garantida! Para otimizar o comprometimento dos funcionários, é importante fazer com que toda a empresa caminhe no mesmo intuito, contando com a colaboração das diretorias, e com gerentes e diretores participando ativamente do processo.

Além disso, contrate uma empresa que seja acessível, permitindo que os colaboradores possam sanar suas dúvidas sempre que necessário e incentivando com que eles compartilhem opiniões e colaborem ainda mais para a segurança organizacional.

 

Tenha recursos para que os treinamentos possam ser cumpridos

O feedback não é novidade para ninguém, concorda? Então que tal aplicá-lo como um aliado a segurança da sua empresa? Você realizou os treinamentos e mostrou aos colaboradores a importância de cumpri-los, mas como manter esses profissionais motivados?

É aí que entra o feedback! Mostre-se sempre acessível para sanar dúvidas e forneça um retorno periódico — mensal, quinzenal ou semanal, fazendo uma análise dos resultados e reafirmando a importância de estar atento às normas e aos procedimentos.

 

Monte um cronograma

Para que o treinamento seja realmente eficaz, ele precisa seguir um cronograma bem definido. Você pode fazer uma semana com programações voltadas à segurança de trabalho. Esse tipo de evento recebe o nome de Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho - SIPAT.

Assim, podem ser convidados diversas pessoas para palestrar na sua empresa, cada qual contribuindo com conhecimentos em sua área de atuação. Médicos, engenheiros, enfermeiros, bombeiros, técnicos em segurança do trabalho, entre outros, são exemplos de profissionais que podem fazer parte do corpo docente de seu treinamento.

 

Contrate uma assessoria especializada

Existem empresas especialistas em na assessoria em segurança do trabalho e que oferecem consultoria na realização de treinamentos. É o caso da Super Seg, que pode proporcionar à sua organização palestras e cursos de qualidade.

Assim, os seus colaboradores serão capacitados para usar equipamentos de proteção individual - EPI, saber como proceder em casos de incêndios e acidentes de trabalho etc. Tudo isso ministrado por uma empresa que tem experiência nesse mercado e que já conta com mais de 250 clientes em sua carteira.

 

Invista mais em ações internas de conscientização

É importante destacar que não é apenas na semana da SIPAT que devem ser desenvolvidas ações para conscientizar os colaboradores sobre a importância da segurança do trabalho. Isso deve ser tratado no dia a dia da empresa, para que os funcionários possam assimilar e adotar as boas práticas em sua rotina.

Por isso, desenvolver matérias e reportagens sobre o assunto em revistas e jornais internos, criar cartazes de conscientização e colá-los nos murais da empresa, fazer pequenas reuniões diárias, entre outras ações são relevantes.

 

Elabore um planejamento bem definido

Um treinamento de segurança do trabalho não será eficiente se for feito de um dia para o outro, sem que haja um planejamento estratégico bem definido. É por isso que devem ser desenvolvidos estudos e planos de ações para verificar informações sobre a cultura organizacional e aplicá-los nos treinamentos.

Se em uma empresa os colaboradores são muito resistentes em usar EPI’s, por exemplo, isso precisa ter maior ênfase no treinamento. Agora se eles usam os itens de proteção sem nenhum problema, não vale a pena perder muito tempo com essa questão. Tudo isso precisa ser avaliado na elaboração do planejamento.

Por fim, não se esqueça de reforçar a informação. Faça reuniões constantes para garantir que todos tenham compreendido o que foi dito no treinamento, sendo consistente e persistente. Também é importante colher o feedback dos colaboradores, para garantir que eles realmente compreenderam os assuntos que foram abordados.

Uma maneira de fazer isso são os Diálogos de Segurança - DDS eles são uma forma de instruir claramente os funcionários, insistindo diariamente na importância da segurança do trabalho. Além disso, ao adotar esse método de trabalho, você terá mais certeza de que está conduzindo o treinamento de forma correta e atrativa para os participantes.

 

Por que é tão importante investir em treinamento de segurança do trabalho?

Um acidente no ambiente de trabalho pode gerar consequências graves, tanto para os colaboradores quanto para a empresa. Sendo assim, a prevenção é o melhor remédio e um treinamento de segurança do trabalho é uma das melhores maneiras de fazer isso. Ao promover palestras, cursos e treinamentos práticos a organização está investindo em si mesma, pois terá funcionários comprometidos e caminhando em sincronia, priorizando a segurança e buscando zerar a taxa de acidentes.

Para termos uma ideia da importância de investir na segurança, é obrigação legal do empregador zelar pelo bem-estar físico, psicológico e profissional do funcionário, ofertando a ele condições adequadas de trabalho e orientações coerentes.

E não para por aí: a Norma Regulamentadora 18 foi desenvolvida para tratar desse assunto. A NR 18 estabelece diretrizes de ordem organizacional, administrativa e de planejamento. Logo, ela tem como intuito implementar sistemas preventivos e medidas de controle focados na segurança de processos organizacionais.

Além disso, essa Norma Regulamentadora determina medidas protetivas e preventivas para que as empresas proporcionem um ambiente seguro e livres de risco, reduzindo ao máximo as chances de acidentes e incidentes. Ou seja, investir na segurança é uma atitude que também engloba conceitos legais, sendo extremamente importante investir nessa área.

No entanto, para garantir que os treinamentos ofertados reflitam nas atitudes dos colabores, é necessário contar com uma empresa de qualidade e especializada nesse campo — para que ela possa auxiliar no melhor desenvolvimento de treinamentos, garantindo que os colaboradores compreendam e caminhem lado a lado com a organização.

Investir em treinamento de segurança do trabalho é uma atitude que todas as empresas devem ter! Por meio desse treinamento é possível otimizar os processos, contar com funcionários engajados, prevenir acidentes e garantir o bem-estar comum!

 

 



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5 ERROS QUE PODEM GERAR CAUSAS TRABALHISTAS PARA AS EMPRESAS

 



A gestão de uma empresa engloba muitas questões específicas e, eventualmente, os proprietários podem não estar preparados para essa tarefa. A burocracia, as questões trabalhistas e os pormenores financeiros podem dificultar o processo.

Uma gestão adequada pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso da empresa. Devido a falhas, desconhecimentos ou equívocos, é elevado o número de causas trabalhistas. 

 

Você conhece as razões mais comuns para esses problemas? Acompanhe aqui 5 erros para não cometer na sua empresa!

 

 

1. Não pagamento ou pagamento equivocado das verbas rescisórias

Esses valores serão devidos ao colaborador quando do encerramento do contrato de trabalho. Lembre-se de que os recursos serão diferenciados em função da origem da rescisão, que pode ser: demissão por parte do empregado, sem justa causa ou culpa recíproca.

É responsabilidade do empregador levantar de forma correta os valores devidos bem como as opções de parcelamento, pois, na eventualidade de pagamento incorreto, as verbas rescisórias poderão ser questionadas judicialmente.

Não se esqueça de verificar itens como aviso prévio indenizado, pagamento proporcional do décimo terceiro e pagamento de multas para os casos em que seja aplicável.

 

2. Jornada de trabalho excessiva

A jornada de trabalho deve considerar a necessidade ou demanda que o serviço terá sem prejudicar a qualidade de vida do colaborador — a jornada padrão é de oito horas diárias. Para situações em que o trabalhador passe a fazer horas extras de forma frequente, essa rotina diferenciada deverá ser considerada também no cálculo dos demais valores, como férias e décimo terceiro salário.

Aos empregadores, vale o aviso: cuidem do excesso de horas extras, pois permite ao colaborador rescindir o contrato e permanecer com os direitos trabalhistas referentes às verbas rescisórias.

 

3. Realização de acordos sem documentação

Seu colaborador concordou em trabalhar um período com uma jornada de trabalho maior? Registre! O exemplo citado considera uma situação de risco, pois muitos empregadores ainda têm o hábito de realizar acordos de forma verbal.

A falta de registro, nesses casos, muitas vezes ocasiona demandas e cobranças judiciais. Usualmente, parte-se do princípio de que o trabalhador está sendo lesado, daí a necessidade de documentar os acordos existentes.

 

4. Falta de controle ou verificação inadequada do ponto

Uma das maneiras de assegurar para ambas as partes que o colaborador está cumprindo sua jornada de trabalho é o ponto. Além disso, o ponto é uma documentação que protege o empregador quando feito de forma correta.

É graças a esses registos que se pode verificar o cumprimento ou não das jornadas de trabalho, horários de entrada e saída e intervalo entre períodos. Isso garante tranquilidade para ambas as partes.

 

5. Não efetuação de exame médico

A empresa é responsável por realizar exames médicos admissionais e demissionais, pois, nas situações em que não o fizer, estará sujeita a fraudes.
Antes da admissão, é importante realizar o exame para verificar doenças e condições pré-existentes à contratação.

E depois da rescisão do contrato, o exame médico verifica se o colaborador está saindo da empresa com as mesmas condições de saúde, o que evita alegações futuras.

Informe-se sobre a legislação e verifique o cumprimento do que é estabelecido por lei. Dessa forma, é possível reduzir o número de causas trabalhistas na sua empresa.

 

 

 

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segunda-feira, 12 de junho de 2023

 





 

MAPA DE RISCO:

SAIBA O QUE É E PARA QUE SERVE!

 



O principal objetivo dos gestores em todas as organizações é evitar a ocorrência de acidentes e garantir a segurança de toda a equipe durante a realização das tarefas diárias. Para isso, é fundamental contar com uma ferramenta gráfica que relacione os perigos presentes no local: o mapa de risco.

O mapa de risco é uma ferramenta essencial para a Segurança e Saúde do Trabalho, e seu principal objetivo é informar e conscientizar os funcionários sobre as ameaças presentes no ambiente, por meio de uma fácil visualização de círculos de diferentes cores e tamanhos. Para que você saiba mais sobre o assunto, no post de hoje, abordaremos o que é e para o que serve. Continue a leitura e confira!

 

O que é o mapa de risco?

Trata-se de uma representação gráfica relacionada aos riscos presentes no ambiente de trabalho. É demonstrado graficamente, de acordo com o nível do risco, variando no tamanho dos círculos e das cores correspondentes.

 

Os tipos de riscos podem ser classificados em:

·       Grupo I – cor vermelha: agentes químicos, como exposição a substâncias com odores desagradáveis ou tóxicos, fumaça, gases, produtos químicos em geral;

·       Grupo II – cor verde: agentes físicos, como temperaturas altas ou baixas, pressões anormais, umidade, ruído excessivo e radiação;

·       Grupo III – cor marrom: agentes biológicos, como presença de insetos ou outros agentes patológicos, como vírus, bactérias, protozoários ou fungos;

·       Grupo IV – cor amarela: agentes ergonômicos, como trabalho físico com peso excessivo, lesão por esforço repetitivo, jornadas de trabalho prolongadas, postura errada ao executar movimentos, entre outros;

·       Grupo V – cor azul: agentes mecânicos, causados devido à má preparação do ambiente de trabalho, como iluminação inadequada, não utilização de equipamentos de segurança, ferramentas defeituosas, incêndios, entre outros.

 

Para que serve e qual a sua importância?

Tem por finalidade reunir informações necessárias para determinar o diagnóstico do estado de segurança da empresa e possibilitar a troca e divulgação de conhecimentos entre a equipe, conscientizando-os sobre os riscos presentes.

O mapa de risco é imprescindível para que a segurança dos colaboradores seja garantida. Com ele, é possível minimizar e eliminar os riscos presentes no ambiente de trabalho, fazendo um diagnóstico preciso da situação da empresa ou do setor analisado.

Além disso, por meio do mapa de risco, é possível criar medidas de prevenção de acidente e doenças ocupacionais ou anulação dos referidos riscos.

 

Como elaborá-lo?

Essa ferramenta deve ser elaborada pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) ou empresas terceirizadas, com a participação de pessoas capacitadas em Segurança do Trabalho. É importante ressaltar que o mapa de risco é obrigatório em empresas que tenham grau de risco ou quantidade de funcionários que exija a presença da ferramenta.

Primeiramente, é necessário conhecer o processo de trabalho do local avaliado e identificar os fatores de risco existentes. Em seguida, verifica-se as medidas preventivas que podem ser implementadas e os indicadores de saúde. Por fim, elabora-se o mapa de riscos de acordo com a classificação.

 

Como conscientizar os funcionários?

Com a ferramenta, estimula-se a conscientização dos colaboradores na empresa, permitindo que, após conhecer os riscos, os envolvidos se tornem mais cuidadosos e responsáveis pela própria segurança.

Além disso, a adoção do mapa traz inúmeros benefícios tanto para o empregado quanto para a organização, como o aumento da produtividade, a redução de custos, o aumento da proteção dos colaboradores e de melhorias nos setores de gestão de saúde e de segurança do trabalho.

Vale ressaltar que, se uma empresa for fiscalizada, e o mapa de risco não estiver de acordo com as exigências, ela fica suscetível a sofrer penalidades especificamente, multas.

 

 



 

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TREINAMENTO EM ESPAÇO CONFINADO

 



O Treinamento em Espaço Confinado foi projetado para fornecer consciência dos perigos e procedimentos de entrada em espaços confinados para a operação de funcionários da empresa e contratados envolvidos no controle de entrada em espaços confinados e procedimentos de resgate, combinado com treinamento prático em entrada e fuga

Trabalhar em ou perto de espaços confinados pode ser uma tarefa perigosa. O treinamento para cenários de emergência em espaços confinados destina-se a fornecer aos funcionários e empregadores a possibilidade de tomar decisões capazes de salvar vidas, caso ocorra um acidente.

Para se portar adequadamente em um acidente em espaço confinado, você deve possuir conhecimento profundo e treinamento prático. O Treinamento em Espaço Confinado fornecerá as ferramentas necessárias e experiência prática para garantir práticas seguras de trabalho e procedimentos operacionais padronizados.

Certifique-se de ler a descrição do curso cuidadosamente para garantir que seu curso de segurança corresponda ao tipo de ambiente de espaço confinado no qual você irá trabalhar.

 

O que é espaço confinado?

Um espaço confinado pode ser caracterizado por diferentes características. Espaços confinados serão um perigo óbvio ou terão potencial para se tornar perigoso. O cockpit e a cabine de um helicóptero, por exemplo, não são necessariamente inseguros, mas podem se tornar um espaço confinado arriscado se a aeronave estiver submersa na água.

Silos, salas de máquinas, porões e tubos são outros exemplos de ambientes de trabalho apertados que oferecem certo grau de perigo ao entrar neles. As características dentro do espaço confinado também podem ser perigosas. Tensão por calor, água, maquinário em operação, chão inclinado, gases, etc, também contribuem para a natureza perigosa de um espaço confinado.

 

O que é o treinamento em espaço confinado?

Em geral, o treinamento em espaços confinados fornecerá conscientização dos perigos de entrada no espaço confinado e os procedimentos necessários, compreensão do trabalho em espaços fechados combinado com treinamento prático em entrada e escape.

O treinamento irá focar em diversas características-chave ao lidar com espaços confinados. Isso significa que tudo, de conhecimento aos requisitos legais, para a compreensão das práticas de trabalho em espaços confinados, pode ser coberto durante um curso. Como cada curso individual destina-se a um objetivo específico, leia com cuidado a descrição do curso para garantir que o escolhido cubra exatamente as suas expectativas.

Cada curso específico possui um objetivo definido. Por exemplo, o curso “Risco Médio de Entrada em Espaço Confinado” destina-se a pessoas trabalhando em espaços confinados que possam conter perigos de vapor ou fumaça, como tanques e contêineres que tenham sido bem drenados e ventilados e que exijam o uso de aparelho de respiração de emergência. Outros tipos de treinamentos em espaços confinados terão objetivos diferentes, então é muito importante escolher o curso correto.

O treinamento em espaço confinado usa múltiplas estruturas e simulações para replicar diversos cenários. Por exemplo, contêineres com pontos de entrada laterais e superior, cabines para simular helicópteros, piscinas e incêndio.

O treinamento pode durar vários dias, para garantir que os procedimentos sejam corretamente implementados e que os participantes do curso sejam capazes de usar o treinamento em cenários na vida real.

 

Quais os principais perigos de um espaço confinado?

Espaços confinados restringem o modo como as pessoas podem entrar, operar dentro deles e sair. Isso implica uma longa série de riscos que tornam o trabalho em espaços confinados diferente e mais perigoso que na maioria dos ambientes de trabalho. Alta concentração de gases, risco de alagamento e tensão por calor são alguns dos muitos perigos que um espaço confinado oferece. Mas também a falta de treinamento e a negligência dos perigos é um risco potencial ao trabalhar em espaços confinados.

Todos os anos trabalhadores morrem ou são gravemente feridos em espaços confinados. As pessoas nesses espaços devem compreender os riscos de trabalhar em um ambiente onde o treinamento e a compreensão da situação são normalmente as melhores chances de não se ferir. É por isso que em muitos casos é obrigatório possuir treinamento adequado antes de entrar em um espaço confinado.

 

Quem deve realizar o treinamento em Espaço Confinado

Muitas indústrias diferentes estão operando dentro ou no entorno de espaços confinados. Qualquer um que esteja em um cenário de espaço confinado deve realizar o treinamento antes da entrada. Legalmente, muitas indústrias e empresas possuem regulamentos rígidos para o pessoal trabalhando em espaços confinados. Até mesmo as pessoas que trabalharão apenas por um único dia dentro ou nas proximidades de um espaço confinado precisarão, em muitos casos, realizar o treinamento.

 

Por quanto tempo é válida uma certificação de entrada em espaço confinado?

Uma resposta clara para essa questão é difícil. No entanto, as certificações devem ser atualizadas se o espaço confinado no qual estiver trabalhando mudar. Se suas tarefas diárias forem diferentes dos cenários do treinamento anterior, mesmo que levemente, um novo certificado deve ser obtido.

 

O treinamento em espaço confinado é obrigatório?

Sim, em muitos casos e situações o treinamento é obrigatório. O motivo é que não é apenas uma questão de ser capaz de se ajudar. O treinamento em espaços confinados também torna todo o pessoal um resgatista em potencial. Normalmente espaços confinados possuem acessos remotos e não facilmente acessíveis para serviços de emergência. Isso torna as pessoas um recurso valioso e salva vidas em potencial.

 

Tipos de treinamento em espaço confinado

Cada curso engloba um conjunto de competências específicas. Logo, o objetivo dos cursos varia. Alguns cursos vão enfatizar como entrar e escapar de um espaço confinado, e outros focarão no trabalho seguro dentro do espaço. Os diferentes tipos de treinamento significam que você será capaz de encontrar um curso que atenda às necessidades do seu ambiente de trabalho.

 

Risco Médio de Entrada em Espaço Confinado ECITB

Para pessoas trabalhando em espaços confinados que possam conter uma variedade de perigos, como trabalho em tanques e contêineres, que exijam o uso de diferentes tipos de aparelhos respiratórios. Leia detalhadamente a descrição do curso para ver os detalhes e o itinerário para a certificação.

 

 

 



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domingo, 11 de junho de 2023

 





 

5 ATIVIDADES DE BEM-ESTAR CORPORATIVO PARA IMPLEMENTAR NA SUA EMPRESA

 



As atividades de bem-estar corporativo estão diretamente associadas com um bom ambiente de trabalho e deixam os colaboradores mais satisfeitos. Trabalhando em um local com melhor clima organizacional, a equipe se sentirá bem, será mais eficiente e produzirá mais.

 

As práticas que otimizam o bem-estar corporativo podem ser implementadas com baixo custo, e terão bons resultados. Acompanhe 5 dicas para implementar na sua empresa.

 

1. Estabeleça a prática de ginástica laboral

A atividade leva esse nome por ser realizada no ambiente de trabalho, durante o expediente. A prática considera alongamentos de curta duração — média de 10 a 15 minutos — de acordo com a função exercida pelo colaborador.

 

O tempo dispendido para a atividade não é proporcional aos benefícios. Confira as vantagens:

ü reeducação postural;

ü redução de estresse;

ü menos sedentarismo;

ü queda do número de lesões por esforço repetitivo (LER);

ü menor índice de distúrbios osteomoleculares relacionados ao trabalho (DORT);

ü aumento do foco;

ü melhoria no desempenho.

 

Lembre-se que as atividades devem ser conduzidas por um profissional capacitado e orientadas de acordo com a necessidade de cada colaborador.

 

2. Adote a quick massage

A expressão, que em tradução livre significa massagem rápida, é um momento de relaxamento proporcionado no ambiente de trabalho. A massagem é feita nos membros superiores, na região cervical, ombros e braços, com duração média de 10 minutos.

O relaxamento proporcionado pela massagem faz com que o colaborador se sinta melhor, reduza o estresse das atividades, volte relaxado para suas obrigações e, consequentemente, produza mais.

Novamente, o período dedicado à terapia é muito pequeno quando comparado ao benefício trazido à equipe.

 

3. Incentivo à atividade física

A prática de atividades físicas proporciona benefícios para a saúde do trabalhador como um todo, pois durante as atividades são liberados hormônios que auxiliam na redução do estresse, além de diminuir os riscos de vários problemas de saúde associados ao sedentarismo.

É recomendável que os trabalhadores intercalem os longos períodos sentados com pequenas caminhadas e alongamentos. Outra dica legal é pensar em uma parceria entre empresa e academias para que os funcionários recebam desconto nas atividades.

 

4. Organize o ambiente de trabalho

O local de trabalho também impacta no rendimento dos colaboradores: um bom clima na empresa está associado a um ambiente produtivo. Forneça os materiais de trabalho necessários, lembre-se que uma equipe de resultados depende de suprimentos para poder realizar suas atividades.

Além disso, o ambiente deve ser organizado, seguro, atender às condições de ergonomia e ter iluminação e ventilação adequadas. Um ambiente de trabalho ordenado ajuda o colaborador a se sentir valorizado, o que impacta diretamente na produtividade.

 

5. Incentive a alimentação saudável

Uma dieta saudável provê ao consumidor todos os nutrientes necessários, ajuda a melhorar a saúde, a imunidade, a qualidade do sono e, consequentemente, auxilia na disposição dos colaboradores.

Uma dica legal é elaborar um programa de incentivo à alimentação saudável dentro da empresa e acompanhar o comprometimento e desempenho da sua equipe.

 

 



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ABSENTEÍSMO:

COMO REDUZIR O ÍNDICE NA MINHA EMPRESA?

 



Atualmente, um dos grandes desafios dos gestores é identificar e controlar o índice de absenteísmo nas empresas. Isso porque, além de criar um efeito ruim na rotina da empresa, a ausência de funcionários é um evidente sintoma da carência de motivação da equipe.

Em excesso, tal adversidade pode se caracterizar como uma consequência de insatisfação com o trabalho e provocar prejuízo na produtividade do profissional e da empresa como um todo.

Para que você saiba mais sobre o assunto, falaremos, no post de hoje, sobre como reduzir o índice de absenteísmo e daremos cinco dicas para reduzi-lo em sua empresa. Continue a leitura e confira!

 

Principais causas de absenteísmo

Entende-se por absenteísmo o volume em excesso de faltas ou atrasos no trabalho. Em sua maioria, as faltas são motivadas por problemas pessoais, de saúde ou por simples insatisfação com o ambiente de trabalho. Porém, além dessas, existem outras causas do absenteísmo.

 

Entre elas, podemos destacar:

ü falta de motivação e engajamento;

ü problemas de saúde;

ü volume excessivo de trabalho;

ü assédio moral;

ü procura por melhores oportunidades, entre outros.

 

Vale ressaltar que, para saber as causas do absenteísmo, é necessário entender o motivo do funcionário não estar comparecendo e analisá-lo isoladamente, para saber qual medida tomar. Nesse caso, cabe ao gestor identificar a origem do problema e implementar ações para controlar esse índice.

 

Como reduzir esse índice

Separamos para vocês algumas estratégias eficazes para evitar o absenteísmo. Confira!

 

1. Comunicação interna

Problemas relacionados à comunicação podem causar inúmeras adversidades com a relacionamento da equipe. As falhas na comunicação, por exemplo, podem resultar em perdas de prazos, pressão sob os colaboradores e os resultados podem acabar sendo afetados.

Por isso, manter uma comunicação eficiente entre a equipe e um diálogo aberto com os gestores e demais funcionários é essencial para identificar os problemas e ajustar os objetivos. Além disso, utilizar ferramentas de comunicação é uma opção para melhorar o ambiente.

 

2. Pesquisas de clima

Melhorar o clima organizacional está entre as principais medidas que devem ser tomadas para minimizar o problema. As condições no ambiente de trabalho podem influenciar consideravelmente o bem-estar dos funcionários e o clima agradável entre a equipe, além de afetar a produtividade.

Quando os colaboradores não se sentem bem onde trabalham, eles acabam faltando com frequência, para evitar os conflitos. Portanto, para oferecer um bom clima organizacional, que motive a equipe e alcance os resultados, é essencial realizar pesquisa de clima com regularidade, para identificar as oportunidades e resolver os impasses.

 

3. Plano de cargos e salários

É sempre importante oferecer condições de trabalho favoráveis aos colaboradores, já que elas influenciam diretamente no índice de absenteísmo. Assegurar os recursos necessários para a execução das atividades diárias, garantir bons salários e um plano de carreira dentro da empresa demonstram as possibilidades de crescimento e valorização profissional. Essa prática incentiva o desenvolvimento e a qualificação das equipes, reduzindo, consequentemente, o número de faltas.

 

 4. Política de trabalho flexível

Para garantir que tenha tempo para resolver as questões particulares, todo profissional precisa saber equilibrar sua vida profissional e pessoal. O problema é que muitos profissionais acabam se dedicando exageradamente ao emprego. Por esse motivo, adotar uma política de trabalho flexível garante mais satisfação e motivação ao profissional, eliminando as sobrecargas e proporcionando maior qualidade de vida no trabalho.

 

5. Feedbacks constantes

Os feedbacks são tão importantes para reduzir o índice de absenteísmo quanto oferecer um plano de carreira aos colaboradores. Essa prática auxilia no entendimento das falhas e na melhoria da rotina de trabalho, visando solucionar os problemas e aprimorar as habilidades dos profissionais, o que faz com que eles se sintam mais confiantes e valorizados.

 

 

 



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