segunda-feira, 28 de março de 2022

 

 

COMO ELABORAR O MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE DISTRIBUIÇÃO, ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE?

 



Para elaborar o manual de boas práticas de distribuição, armazenamento e transporte é preciso ficar atento ás exigências da nova RDC 430/2020 que passa a vigorar à partir de 13 de março de 2021.

 

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária se reuniu com o objeto de estabelecer requisitos mais rigorosos como forma de cuidados com a saúde pública.

 

A nova RDC 430/2020 revoga a 304/2019 e a 360/2020, formando um compilado com o que de há mais importante para orientar os responsáveis pelo transporte desse tipo de produto.

 

A partir dessa mudança é preciso investir na elaboração do manual de boas práticas de distribuição, armazenamento e transporte.

 

É importante que a empresa elabore os documentos: manual e POP’s de acordo com as atividades desempenhadas por ela.

 

Mas como elaborar esse manual e conseguir atender as exigências legais para não ter problemas com a Vigilância Sanitária?

 

Essa é uma dúvida bastante comum dos empresários donos de empresas envolvidas na logística de medicamentos.

 

Quer aprender como solucionar esse problema? Continue conosco lendo o texto abaixo com bastante atenção.

 

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE DISTRIBUIÇÃO, ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE: COMO ELABORAR? POR ONDE COMEÇAR?

 

Sua empresa precisa apresentar o manual de boas práticas e o procedimento operacional padrão de todos os seus fluxos operacionais de acordo com a nova RDC 430/2020 a partir de março de 2021.

 

O manual de boas práticas de distribuição, armazenamento e transporte é conhecido como o DNA da empresa.

 

Ou seja, é a forma detalhada de apresentar a qualidade de serviços prestados ao mercado.

 

Nesse documento é preciso conter de maneira simplificada todos os processos logísticos desta companhia.

 

Inclusive quais os principais objetivos que a instituição quer alcançar no curto, médio e longo prazo.

 

Sendo assim, muito mais que elaborar o manual de boas práticas de distribuição, armazenamento e transporte, toda essa organização contribuirá para que a empresa possa organizar seus fluxos.

 

Ou seja, é uma espécie de plano de negócios na área da qualidade e logística, sendo interessante conter um breve histórico sobre a empresa.

 

Veja algumas informações importantes que precisam conter:

 

Ø Atividade da empresa;

Ø Abrangência,

Ø Expediente;

Ø Fluxo colaborativo,

Ø Missão,

Ø Visão,

Ø Valores da empresa.

 

Ao concluí-lo você deverá começar a produção do procedimento operacional padrão (POP), por isso deve ser um documento mais específico e individual.

 

As informações contidas nele devem ser detalhadas de cada processo da companhia.

 

É importante que esse documento seja de fácil acesso, além disso, ele deve ser periodicamente revisado pelos responsáveis do setor.

 

É interessante realizar treinamentos frequentes entre os colaboradores, tanto do manual de boas práticas quanto dos POP’s (Procedimento Operacional Padrão).

 

 

É importante considerar os POP’s como o mais importante para evitar riscos operacionais, físicos, de qualidade e financeiros à instituição.

 



 

QUAIS OS ITENS MAIS IMPORTANTES NA ELABORAÇÃO DO MANUAL DE BOAS PRÁTICAS DE DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAMENTO E DOS POP’S NO ASPECTO DE QUALIDADE PARA A SUA EMPRESA.

 

O primeiro e mais importante passo para começar a elaborar o manual de boas práticas de distribuição, armazenamento e transporte da sua empresa é conhecer bem os processos da empresa.

 

Esse conhecimento será a base para o que o manual seja completo, assim como os POP’s.

 

Além disso, é preciso que ambos os documentos sejam feitos de acordo com as atividades da empresa, tendo como exemplo, uma transportadora.

 

Ela não precisa elaborar um manual de boas práticas com a abordagem na atividade de distribuição e armazenagem, pois sua atividade principal é o transporte.

 

Da mesma forma, as outras empresas que desempenham outras atividades como distribuição e armazenagem, não precisam focar em transporte.

 

Ou seja, o responsável por elaborar o manual de boas práticas de distribuição, armazenamento e transporte, precisa conhecer bem a atividade que a empresa desempenha para fazer tudo de forma adequada.

 

Visando preservar a qualidade da prestação de serviço, é importante considerar alguns pontos cruciais que devem ser inseridos no manual de boas práticas e também nos POP’s.

 

Veja abaixo alguns itens que devem ser descritos no manual de forma breve e nos POP’s de forma detalhada

 

POLÍTICA DA QUALIDADE

 

É importante descrever como são realizados os seguintes tópicos:

 

1.   Treinamentos

 

Ø Como são realizados e com qual frequência. Descreva se possível a pontuação média dos colaboradores de uma maneira geral (isso pode ser importante na melhora da capacitação e compreensão dos funcionários aos processos da empresa);

 

2.   Autoinspeção

 

Ø Como é realizada a Autoinspeção, descreva também como são os procedimentos de auditoria interna;

 

3.   Rastreabilidade

 

Ø Qual o nível de conhecimento e transparência dos seus fluxos operacionais? Toda a companhia tem fácil acesso a esses dados? Eles são medidos com eficiência? Quais tecnologias são utilizadas? Por quanto tempo os dados são armazenados?

 

FACILITIES

 

É importante identificar como são feitos os seguintes tópicos:

 

1.   Limpeza e manutenção da área logística;

 

Ø Quais produtos são utilizados? Eles apresentam algum risco ao processo? Qual a frequência da limpeza e em quais horários ela é realizada?

 

2.   Programa de Gerenciamento de Resíduos;

 

Ø Quais resíduos são gerados? Como é feito o descarte ou reaproveitamento? Qual o impacto ambiental desse processo?

 

3.   Controle de Pragas;

 

Ø Qual a periodicidade e qual controle é feito? Qual o protocolo de intervenção com os colaboradores?

 

4.   Sistema de Segurança;

 

Ø Onde ficam armazenados os dados? Quanto tempo eles permanecem registrados? Quem tem acesso aos dados?

 

DESCREVA SOBRE OS RESPONSÁVEIS PELA EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS

 

É muito importante descrever os detalhes de como o processo é realizado internamente ou se há a contratação de uma empresa terceirizada.

 

Se esta for a situação é preciso descrever todos os dados da executora do serviço.

 

Caso seja a própria empresa responsável pela limpeza e controle de pragas, é preciso descrever de forma clara qual o setor é responsável.

 

Além disso, descrever quais as funções definidas para cada um dos colaboradores desse departamento em relação a essa atividade.

 

Além disso, crie um item apenas para a descrição de cada POP, pode ser um item curto onde será registrado quantos POP’s existem e quais são eles.

 

Por fim, não se esqueça de colocar o fluxo operacional e organograma da sua empresa, faça da maneira que julgar mais necessário, sendo como um arquivo anexo ou fazendo parte do conteúdo do manual.

 

Escrever o Manual de Boas Práticas de Distribuição, Armazenamento e Transporte é uma atividade que exige dedicação e conhecimento interno do funcionamento da empresa.

 

Portanto, seja na elaboração do manual ou até mesmo dos POP’s, é muito importante que o responsável pela execução de ambos entenda seus processos e funcionamento da empresa.

 

Muito mais que descrever o manual e o POP’s todas as informações descritas nesses documentos visam estimular o seu raciocínio e não necessariamente precisam ser como descritos.

 

BOAS PRÁTICAS DE DISTRIBUIÇÃO, ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE: QUAIS OS CRITÉRIOS SÃO PRECISO RESPEITAR

 

É importante que a empresa fique atenta às exigências da nova RDC 430/2020, especialmente àquelas que estão ligadas a atividade desenvolvida.

Portanto, procure ler a Resolução na íntegra para obter as informações de acordo com a atividade desempenhada.

 

Veja abaixo algumas dicas importantes para cada setor em especial:

 

Distribuição

 

As empresas envolvidas na distribuição de medicamentos devem observar os seguintes critérios:

 

Ø Na distribuição dos medicamentos é preciso verificar se as demais condições de armazenamento e transporte foram respeitas.

Ø É preciso que a documentação ao lote, data de validade, bem como quantidades recebidas estão de acordo com o pedido efetuado e as notas fiscais.

Ø A carga deve estar sem nenhum tipo de violação.

Ø Em caso de descumprimento de qualquer um dos itens acima deve ser devolvido e até que seja verificada sua integridade e disposição para entrega.

Ø O fracionamento dos medicamentos deve ser feito de acordo com as orientações específicas à quantidade estipulada.

Ø Os arquivos eletrônicos referentes à distribuição devem conter informações completas. Tais como nome e documentos da empresa responsável pelo transporte, documentos do motorista, quantidade, relatório com as condições de armazenagem, nota fiscal, entre outros.

Ø No momento de elaborar o cronograma de entrega, bem como as rotas, informações tais como as condições locais e as necessidades, devem ser respeitadas.

 



Armazenamento de medicamentos

 

Em situações em que a empresa seja responsável armazenamento de medicamentos, ela também terá que observar alguns critérios.

 

Veja abaixo quais são eles:

 

É preciso seguir todas as orientações de armazenamento de acordo com as exigências do fabricante;

 

O local destinado ao armazenamento dos medicamentos não deve ter incidência de luz solar direta que possa refletir sobre eles.

 

É preciso respeitar uma distância média da parede para que não haja contato dela com o produto armazenado, bem como eles também não devem ser colocados no chão;

 

É preciso que os paletes onde os medicamentos ficarão sejam de material de fácil limpeza e que não favoreça a contaminação.

 

É preciso ter apenas um local de destino, para evitar trocas.

 

Faça inventários com uma determinada periodicidade para verificar as adequações do local e do produto armazenado. Quaisquer inconsistências devem ser averiguadas para que a carga não seja alvo de crimes, tais como roubos e furtos.

 

Não ultrapassar o limite de carga estipulado pelo fabricante para evitar danos aos medicamentos.

 

Transporte

 

Quando a empresa é responsável apenas pelo transporte é preciso respeitar as exigências da nova RDC 430/2020, ao que diz respeito às boas práticas de distribuição, armazenamento e transporte, é preciso que ela esteja atenta aos critérios.

 

Veja abaixo quais são eles:

 

Qualificação das transportadoras antes de executar o serviço.

 

Disponibilizar um responsável técnico para prestar assistência em caso de acidentes envolvendo os medicamentos de forma a preservar a integridade e a qualidade deles.

 

Apresentar manifesto da carga transportada com informações relativas ao desembarque.

 

Fazer cumprir às exigências da RDC/2020 no que diz respeito à: temperatura; acondicionamento; armazenagem e umidade, por meio de instrumentos devidamente calibrados.

 

Atender as exigências do registro sanitário, bem como outras especificações de forma a aplicar o sistema ativo e passivo para controlar a temperatura e umidade adequada.

 

Manual de boas práticas de distribuição, armazenamento e transporte: como o Grupo Qualifica pode ajudar sua empresa

 

DESCUBRA O GRUPO QUALIFICA!

 

Elaborar o manual de boas práticas de distribuição, armazenamento e transporte é uma necessidade para todas as empresas envolvidas em qualquer uma das atividades citadas.

 

Se a sua empresa ainda não se adequou à nova resolução, não se engane pensando que possui 1 ano pela frente. Algumas exigências já serão cobradas e você poderá ter muitos problemas.

 

O Grupo Qualifica é especialista na nova RDC 430/2020 e quando o assunto é cold chain, atuando com produtos e serviços tais como mapeamento térmico, monitoramento, calibração e qualificação.

 

Além disso, fornecemos assessoria na área logística farmacêutica com adequação a legislação, elaboração de protocolos e serviços de excelência. Tudo isso com um time de especialistas de peso como a ACC Metrologia, a PackID, a Gelotech e a LogMinds.

 

Se a sua empresa precisa de ajuda para atender as exigências da nova resolução, entre em contato conosco ainda hoje.

 

O transporte, bem como o armazenamento de medicamentos e a distribuição são assuntos sérios e devem ser tratados como tal.

 

Por isso, é importante contratar os serviços de uma empresa que de fato entenda do assunto e disponibilize profissionais capacitados para ajudar a sua empresa.

 



Conclusão

 

Todo o cuidado deve ser tomado em relação ao transporte, armazenado e distribuição dos medicamentos, afinal de contas eles servem para aliviar dores, tratar e até mesmo curar doenças.

 

Antes de chegarem até às farmácias, foi preciso muito tempo de estudo para descobrir as fórmulas adequadas para tipo de moléstia.

 

Além disso, há grandes investimentos para que a medicação possa chegar à cada pessoa que necessita seja pelo Sistema Único de Saúde e pela iniciativa privada.

 

Não atender as exigências do fabricante e as normas estipuladas pela Anvisa por meio da nova RDC 430/2020 é colocar em risco a saúde da população.

 

Entre em contato hoje ainda com o Grupo Qualifica e tenha toda a assessoria que você precisa para elaborar o manual de boas práticas de distribuição, armazenamento e transporte para que a sua empresa possa oferecer um serviço de qualidade e se manter no mercado.

 

 

 

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ELABORAÇÃO DO MANUAL

DE BOAS PRÁTICAS

 



Priorizar a elaboração o manual de boas práticas é uma das obrigações de todas as empresas que atuam com produtos sujeitos à fiscalização em órgão competente, seja no ramo alimentício, na indústria de cosméticos, higiene pessoal, perfumes, saneantes, medicamentos, insumos farmacêuticos e produtos para saúde.

 

O Manual de Boas Práticas é individual para cada tipo de atividade e deve conter informações relacionadas a:

 

§  Manutenção e higienização dos equipamentos, utensílios e instalações;

§  Fluxograma do processo produtivo;

§  Controle de pragas e vetores;

§  Capacitação profissional dos colaboradores;

§  Sistema e instalações de água;

§  Manejo de resíduos;

§  Saúde, sanitização, higiene, vestuário e conduta dos manipuladores/operadores;

§  Qualidade dos produtos finais e matérias-primas utilizadas para a sua produção;

§  Reclamações e devoluções, dentre outros.

 

Por que a sua empresa precisa de um manual de boas práticas?

 

Segundo a Anvisa, as boas práticas são um conjunto de medidas que devem ser adotadas pelas empresas, a fim de garantir a qualidade higiênico-sanitária e a conformidade dos produtos com os regulamentos técnicos.

 

Isso significa que, se o seu negócio atua com a manipulação/fabricação, transporte, distribuição ou venda de alimentos ou de outros tipos de produtos que se encaixam nas exigências da Anvisa, ele deve se adequar às normas específicas para a respectiva classe de produto. Afinal, é por meio delas que é possível assegurar a alta qualidade dos seus produtos, atender as exigências da vigilância Sanitária, evitar qualquer tipo de risco à saúde devido ao uso dos produtos e garantir a segurança dos consumidores.

 

Além disso, o cumprimento das Boas Práticas mitiga outros tipos de problemas, como multas, suspensão da fabricação e comercialização e, em casos mais sérios, até a interdição do seu estabelecimento.

 

Por meio da elaboração do Manual de Boas Práticas também é possível:

 

§  Apresentar as práticas adotadas dentro da sua empresa e padronizá-las, e dessa forma diminuir a quantidade de erros;

§  Facilitar os treinamentos;

§  Comunicar o comprometimento do negócio com os procedimentos exigidos por lei.

 

Como fazer a elaboração do manual de boas práticas

 

O manual de boas práticas é um documento único para cada estabelecimento. Por isso, não existe um modelo pronto que possa ser aplicado em todas as empresas. Nele, deve estar descrita a reprodução fiel da rotina de trabalho do negócio, bem como conter toda a documentação comprobatória, como planilhas de controle, registros, Checklists e os Procedimentos de Operação Padrão (POP’s).

 

Mesmo em redes e franquias que adotam procedimentos similares, o manual de boas práticas deve ser elaborado de forma individualizada entre cada uma das unidades e todas elas devem treinar toda a sua equipe de funcionários no conteúdo deste documento e, principalmente, auxiliá-los na aplicação do manual em sua rotina de trabalho.

 

Um ponto importante sobre o manual de boas práticas é que ele não deve ser apenas elaborado, mas também atualizado sempre que houver qualquer alteração na estrutura física ou operacional da sua empresa.

 

Este documento deve servir como um guia para todas as pessoas inseridas no negócio, desde os manipuladores até o proprietário. Por isso, ele deve possuir uma linguagem simples e objetiva, oferecer um fácil entendimento e estar acessível sempre que for necessário consultá-lo.

 

Por se tratar de um documento exigido por lei e que precisa atender uma série de determinações, muitos negócios optam por confiar a sua elaboração a uma empresa com experiência e conhecimento em cada uma das etapas desse processo.

 

Profissionais Qualificado identificam os pontos de melhoria dentro do seu negócio, coletam todas as informações necessárias para a implantação das boas práticas, oferecem a capacitação aos colaboradores e organizam toda a documentação exigida por lei!

 

 

 

 

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AET – ANÁLISE ERGONOMICA DO TRABALHO: POSTURA NO TRABALHO: CONHEÇA A IMPORTÂNCIA DA ERGONOMIA!

 



Sabemos que a postura no trabalho é um tema importante, já que engloba não só os colaboradores das empresas; mas, também, os empregadores.

 

A atenção à postura no trabalho, assim como os problemas que a envolvem, deve fazer parte do dia a dia de quaisquer empresas no mercado profissional. Um dos motivos é que a ergonomia é uma Lei – NR17, por isso os empregadores precisam estar sempre atentos.

 

Mas, antes de falarmos dos problemas de má postura, dos benefícios, dos serviços que visam cuidar da saúde dos colaboradores e da NR-17, precisamos entender melhor o que é ergonomia.

 

Afinal, o que é ergonomia?

 

Baseando-se em definições oficiais, a ergonomia consiste em um:

 

Ciência que estuda a interação entre seres humanos e máquinas de maneira abrangente.

 

O principal objetivo da ergonomia é adaptar os elementos do ambiente de trabalho ao ser humano com o objetivo de gerar o bem-estar do trabalhador e consequentemente aumentar a sua produtividade.

 

Portanto, podemos afirmar que a ergonomia é a área que deve compreender a relação entre colaborador e trabalho, de modo a elaborar medidas que visam cuidar da saúde e bem-estar.

 

Qual a relação da ergonomia com a postura no trabalho?

 

A ergonomia é a área que visa cuidar da saúde e bem-estar no ambiente laboral. A postura no trabalho é justamente uma das vertentes que englobam a ergonomia.

 

Por exemplo: os problemas de má postura representam, claro, danos à saúde dos colaboradores. Portanto, a ergonomia prevista na Norma Regulamentadora 17 é quem regularizará as condições de trabalho, criando medidas preventivas e corretivas.

 

Por que é importante investir em postura no trabalho

 

Uma boa postura no trabalho é importante devido a vários fatores, como adequação à Norma Regulamentadora 17, melhora na produtividade dos colaboradores e diminuição no absenteísmo das empresas.

 

A má postura acarreta enormes “dores de cabeça” aos empregadores, como processos judiciais devido aos danos à saúde no ambiente de trabalho.

 

Adequação à Norma Regulamentadora 17

 

A NR-17 é uma obrigatoriedade imposta pelo Ministério do Trabalho. Por isso, qualquer empresa que tenha demanda e não elaborar medidas que visam à adequação à ergonomia está sujeita a multas.

 

A NR-17 estabelece uma série de parâmetros que abordam diversos segmentos. Por isso, separamos algumas das obrigatoriedades mais comuns relacionadas à postura no trabalho:

 

17.3.1. Sempre que o trabalho puder ser executado na posição sentada, o posto de trabalho deve ser planejado ou adaptado para esta posição. (117.006-6 / I1)

 

17.3.2. Para trabalho manual sentado ou que tenha de ser feito em pé, as bancadas, mesas, escrivaninhas e os painéis devem proporcionar ao trabalhador condições de boa postura, visualização e operação e devem atender aos seguintes requisitos mínimos:

 

a) ter altura e características da superfície de trabalho compatíveis com o tipo de atividade, com a distância requerida dos olhos ao campo de trabalho e com a altura do assento;(117.007-4/I2)

 

b) ter área de trabalho de fácil alcance e visualização pelo trabalhador; (117.008-2 / I2)

 

c) ter características dimensionais que possibilitem posicionamento e movimentação adequados dos segmentos corporais. (117.009-0 / I2)

 

Lembrando que essas são apenas alguns itens relacionadas à postura no trabalho dentro da NR-17.

 

Melhora na produtividade

 

Dentre os principais motivos para começar a investir em postura no trabalho podemos citar a melhora na produtividade como um dos benefícios mais sintomáticos no dia a dia de trabalho.

 

Uma equipe de colaboradores sem problemas de postura no trabalho não terá que conviver com dores constantes.

 

Logo, a tendência é que se sintam mais confortáveis para exercer suas funções de forma mais tranquila.

 

Para qualquer empresa, ter uma equipe motivada é um dos principais segredos para o sucesso profissional.

 

Diminuição no absenteísmo

 

O absenteísmo consiste no número de ausência de colaboradores no dia a dia de trabalho.

 

Um grupo de doenças ocupacionais (aquelas que surgem devido a rotina de trabalho) mais comuns estão relacionados à má postura.

 

Então, a má postura gera, eventualmente, afastamento de colaboradores.

 

É aí que entra, então, a ergonomia voltada à postura. Através de métodos corretivos e preventivos os problemas de má postura serão praticamente eliminados.

 

Com isso, o absenteísmo na empresa diminuirá, o que ajuda a manter os cronogramas e produção em dia, sem atrasos desagradáveis.

 

O que pode acontecer se eu não investir em postura no trabalho?

 

Um dos prejuízos mais temidos pelos empregadores é o processo judicial.

 

Um colaborador que tenha sua saúde colocada em risco devido à ausência de estratégias voltadas a postura no ambiente de trabalho poderá entrar com uma ação na esfera judicial.

 

Claro, se esse mesmo colaborador, que entrou com um processo, adquiriu um problema relacionado à má postura, muito provavelmente é porque a empresa não se adequou à NR-17.

 

Além de ter que se resolver com o colaborador, agora, o assunto é, também, com o Ministério do Trabalho.

 

Percebe como os problemas começam a formar uma bola de neve?

 

E não para por aí. O trabalhador que entra com um processo judicial devido os problemas osteomusculares contraídos no ambiente laboral ficará ausente na rotina da empresa.

 

Logo, pode haver atrasos e diminuição na produção. Para qualquer empresa, esse é um problema e tanto.

 

Medidas para melhorar a postura no trabalho

 

Existem alguns métodos alternativos eficientes que visam estimular uma postura certa e saudável no ambiente de trabalho.

 

Dentro os melhores, destacam-se dois: a ginástica laboral e a blitz postural.

 

Blitz postural

 

A blitz postural é o serviço com ação mais sintomática, já que sua metodologia está focada em melhorar a postura dos colaboradores diretamente.

 

A orientação postural consiste em transmitir informações por meio da conscientização.

 

Essa orientação visa adaptar os postos de trabalho dos colaboradores às suas características.

 

Algumas medidas têm foco na adequação do arranjo físico, como ajuste e uso adequado do mobiliário.

 

A ideia é sempre a conscientização como a melhor forma de prevenção de patologias oriundas do ambiente de trabalho.

 

Ginástica Laboral

 

A ginástica laboral é o serviço mais focado em exercícios no ambiente de trabalho. A ideia é fazer com que todos façam alongamentos/fortalecimentos periódicos, a fim de quebrar a rotina desgastante do trabalho.

 

Os exercícios ajudam a melhorar a qualidade de vida no trabalho, estimulam os colaboradores e deixam o clima na empresa muito mais agradável.

 

Além disso, os exercícios auxiliam no combate aos problemas de má postura. Não à toa, cada vez mais empresas são adeptas da ginástica laboral.

 

Agora é só agendar com a SEGVIDA uma consultoria sobre este importante trabalho. Nosso foco? Desenvolver e aplicar técnicas de adaptação de elementos do ambiente de trabalho ao ser humano, com o objetivo de gerar o bem-estar do trabalhador e consequentemente aumentar a sua produtividade, que contribuirá de forma relevante com o processo de cuidado e preservação da saúde no ambiente operacional! Saber o que fazer, com segurança e saúde preservada, com certeza define resultados, alinhamento de processos e acolhe os colaboradores com maior assertividade, além de levar a empresa segurança jurídica!

 

 

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