segunda-feira, 24 de junho de 2024

 



 

RUÍDO – CONHEÇA OS DANOS QUE CAUSA À SAÚDE

 



Pode ser tentador pensar que o ruído não é um sério problema de saúde, afinal, é apenas ruído. Não vai nos matar…certo? Bem, talvez.

O ruído está presente em nossas vidas diariamente e para muitas pessoas este se faz presente 24 horas por dia, sete dias por semana. É o caso de pessoas que moram próximas à aeroportos, vias de trafego constante e intenso, independente de dia e horário, etc.

O que a maioria das pessoas não sabem é que, dependendo de sua intensidade e tempo de exposição, são prejudicais à saúde e podem provocar doenças graves, como as cardiovasculares, por exemplo.

 

Mas afinal, o que é ruído?

 



Uma definição aceitável é que ruído é qualquer som indesejável, desagradável e que perturba, tanto de forma física como de forma psicológica àquele que o ouve.

Varia na sua composição naquilo que se refere à frequência, intensidade e duração.

Podemos conceituá-lo como som ou a mistura de sons que são capazes de causar danos à saúde de quem o percebe.

Ou seja, é um som ou um conjunto de sons desagradáveis ao ouvido dos indivíduos.

 

O ruído pode ser produzido por muitas fontes, como por exemplo:

·       Motor em funcionamento;

·       Máquina em funcionamento;

·       Turbina de avião;

·       Buzina;

·       Alarme, etc.

 

Tipos de ruído

Basicamente há três tipos de ruído e estes são:

·       Intermitente;

·       Contínuo e;

·       Impacto.

 

Diferença entre os tipos de ruído

 



Segundo a NR 15 Anexo I, “entende-se por Ruído Contínuo ou Intermitente, para os fins de aplicação de Limites de Tolerância, o ruído que não seja de impacto”.

Os níveis de ruído contínuo ou intermitente devem ser medidos em decibéis (dB) com instrumento de nível de pressão sonora operando no circuito de compensação “A” e circuito de resposta lenta (SLOW). As leituras devem ser feitas próximas ao ouvido do trabalhador.

“Os tempos de exposição aos níveis de ruído não devem exceder os limites de tolerância fixados no Quadro deste anexo”, conforme imagem abaixo:

 


 

Ruído contínuo é o produzido continuamente. Pode ser causado por máquinas que funcionam de forma ininterruptas (sem parar) durante toda uma jornada de trabalho.

Ruído intermitente é um nível de ruído que aumenta e diminui rapidamente. Para exemplificar podemos citar a passagem de um metro ou trem.

Outro exemplo é o trabalhador que faz uso de alguma máquina ruidosa durante alguns períodos de sua jornada de trabalho.

Ruído de impacto, segundo anexo II da NR 15 “é aquele que apresenta picos de energia acústica de duração inferior a 1 (um) segundo, a intervalos superiores a 1 (um) segundo”.

Podemos citar como exemplo de ruído de impacto, aquele provocado por bate estacas, pois o ruído da batida é inferior a 1 (um) segundo e o intervalo entre uma batida e outra é superior a 1 (um) segundo.

Os níveis de impacto deverão ser avaliados em decibéis (dB), com medidor de nível de pressão sonora operando no circuito linear e circuito de resposta para impacto. As leituras devem ser feitas próximas ao ouvido do trabalhador.

O limite de tolerância para ruído de impacto será de 130 dB (linear). Nos intervalos entre os picos, o ruído existente deverá ser avaliado como ruído contínuo.

Em caso de não se dispor de medidor do nível de pressão sonora com circuito de resposta para impacto, será válida a leitura feita no circuito de resposta rápida (FAST) e circuito de compensação “C”.

 

Neste caso, o limite de tolerância será de 120 dB(C).

Quando o som passa a ser prejudicial à saúde?

 



O som deixa de ser considerado som quando este se torna desagradável. A partir daí este passa a ser considerado ruído e é prejudicial à saúde.

Especialistas dizem que o som acima de 80 decibéis – dB (que é a unidade utilizada para medir a intensidade de um som), já é prejudicial.

O anexo I da NR 15, que trata dos limites de tolerância e tempo de exposição do trabalhador ao ruído contínuo ou intermitente, diz que para uma jornada de trabalho de 8 horas, o nível de ruído não pode exceder 85 decibéis – dB.

Se o trabalhador estiver exposto a níveis de ruído superior a 85 decibéis – dB, o tempo de exposição deve ser reduzido, conforme mostra a imagem do anexo I da NR 15, acima.

 

Exame audiométrico

O exame audiométrico é utilizado para identificar possíveis perdas auditivas antes do trabalhador ser contratado, durante o período dede seu contrato com empregador e após o trabalhador se desligar da empresa.

 


O exame audiométrico deve ser realizado antes da contratação do empregado (Exame Admissional), seis meses após contrato de trabalho e na sequência a cada 12 meses ou conforme definido no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO pelo médico coordenador (Exame Periódico) e no término do contrato de trabalho (Exame demissional)

O exame de audiometria é benéfico tanto para a empresa quanto para o empregado, pois identifica no ato da contratação do empregado se este apresenta perdas auditivas ou se está apresentando perda após contrato de trabalho, possibilitando medidas preventivas.

 

Danos provocados a saúde

 

Alguns efeitos negativos para os seres humanos, provocados pelo ruído são:

·       Estresse;

·       Depressão;

·       Insônia;

·       Agressividade;

·       Perda de atenção;

·       Perda de memória;

·       Dor de cabeça;

·       Cansaço;

·       Gastrite;

·       Problemas cardiovasculares;

·       Queda de rendimento no trabalho;

·       Zumbido;

·       Perda de audição temporária ou permanente;

·       Surdez;

·       Impotência sexual, etc.

 

Como se proteger?

 



Em local de trabalho ruidoso devemos utilizar protetores auditivos, que podem ser do Tipo Plug de inserção ou tipo concha/abafador;

Seguir as orientações do empregador quanto a guarda, conservação e uso do Equipamento de Proteção Individual – EPI;

Escutar música no aparelho portátil com um volume baixo e não utilizá-lo por um período muito longo;

Evitar ficar perto das caixas acústicas de shows e casas noturnas e etc.

 



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COMO EVITAR ACIDENTES COM MÁQUINAS PESADAS?

 

 

A ocorrência de acidentes com máquinas pesadas é uma preocupação constante em diversos setores da indústria, como na agricultura, construção e mineração. Afinal, essas situações podem causar danos significativos à segurança dos trabalhadores e ao funcionamento das operações.

Neste artigo, abordaremos os principais tipos de acidentes que podem ocorrer durante o manuseio desses equipamentos, além de algumas dicas de como evitá-los.

 

Quais são os acidentes mais comuns?

Diversos tipos de ocorrências podem surgir durante o manuseio de equipamentos pesados.

 

A seguir, apresentamos os principais. Acompanhe!

Choque

Esse tipo de acidente pode acontecer devido à falta de visibilidade do operador, principalmente em locais com manobras complicadas ou má iluminação. A proximidade com outros equipamentos e pessoas também pode aumentar os riscos de colisões.

Para deixar a operação mais segura, é essencial instalar alguns dispositivos de segurança, como câmeras e sensores. Eles podem alertar o operador sobre a presença de obstáculos ao redor da máquina e, assim, tornar o seu manuseio mais seguro.

Quedas

As quedas representam outro perigo significativo em ambientes com máquinas pesadas, especialmente quando o operador precisa subir e descer de cada uma com uma certa frequência. A existência de rampas ou superfícies escorregadias também pode aumentar o risco de acidentes.

Por isso, usar calçados adequados, com solas antiderrapantes, e garantir que as escadas ou plataformas estejam em boas condições são medidas preventivas essenciais.

Aprisionamentos

O aprisionamento ocorre quando partes do corpo de um operador ficam presas em partes móveis da máquina, como correias, correntes, engrenagens ou cilindros.

Quando acontece, pode levar a ferimentos graves, a amputações e até mesmo ao óbito, o que o torna um dos acidentes mais preocupantes em ambientes com equipamentos pesados.

Para evitá-lo, é crucial ter proteções em todas as partes perigosas da máquina, além de fornecer orientações claras sobre o uso adequado dos equipamentos.

Prensa

Acidentes envolvendo prensas são especialmente perigosos e podem causar lesões graves ou até mesmo fatais. A má utilização ou a falta de treinamento podem levar a essas ocorrências.

O ideal é que apenas operadores treinados manipulem as máquinas e que sejam implementados sistemas de controle de qualidade para reduzir os riscos.

Tombamentos

São acidentes com máquinas pesadas que envolvem a inclinação ou a virada dos equipamentos durante operações em terrenos acidentados, irregulares ou instáveis.

 

Eles podem ocorrer em uma variedade de ambientes, incluindo:

·       canteiros de obras;

·       minas;

·       florestas

·       outros locais.

 

Como evitar?

Existem alguns cuidados que podem ser tomados no dia a dia das suas operações que contribuem para a maior segurança dos trabalhadores. A seguir, apresentamos os principais.

Manutenção

A manutenção adequada é a base para evitar acidentes com máquinas pesadas. Por isso, você deve fazer verificações periódicas para garantir que todas as peças estejam em bom estado de funcionamento. Além disso, é preciso seguir rigorosamente as instruções do fabricante quanto às revisões e trocas de peças.

Treinamento

Investir em treinamentos é essencial para a segurança dos operadores e demais profissionais que lidam com máquinas pesadas.

 

Eles devem ser capacitados para:

·       operar os equipamentos corretamente;

·       seguir procedimentos de segurança;

·       identificar possíveis riscos;

·       saber como agir em situações de emergência.

 

Portanto, promova reciclagens periódicas para manter todos atualizados e conscientes dos protocolos de segurança.

Sinalização

A presença de uma sinalização clara e eficiente é essencial para alertar os trabalhadores e visitantes sobre os perigos potenciais e as precauções que devem ser tomadas ao redor das máquinas pesadas.

Além de ajudar a prevenir acidentes, a sinalização orienta o fluxo de tráfego e fornece informações importantes sobre as operações em andamento. Portanto, não negligencie esse aspecto no seu negócio e promova a maior segurança para todas as pessoas que circulam por lá todos os dias.

 

Como o aluguel de maquinário ajuda a evitar acidentes?

A locação de máquinas pode desempenhar um papel importante na redução do risco de acidentes com máquinas pesadas. Confira algumas razões!

 

Equipamentos mais modernos e seguros

Em geral, as empresas que trabalham com locação mantêm seus equipamentos em bom estado de conservação. Além disso, garantem que estejam de acordo com as regulamentações de segurança vigentes.

Ao optar pelo aluguel, você tem acesso a máquinas mais modernas e seguras, equipadas com dispositivos de segurança atualizados e recursos de proteção aprimorados. Com isso, é possível reduzir o risco de falhas mecânicas e aumentar a confiabilidade durante o uso.

 

Manutenção e inspeções regulares

As locadoras são responsáveis pela manutenção adequada dos equipamentos que oferecem. Rotineiramente, realizam inspeções, revisões e manutenção preventiva para garantir que as máquinas estejam em perfeitas condições de funcionamento.

Com isso, conseguem identificar e resolver possíveis problemas antes que eles se tornem sérios o suficiente para causar acidentes.

 

Fornecimento de orientações e treinamentos

Muitas empresas de locação oferecem orientações e treinamentos adequados para os operadores de seus equipamentos.

 

Isso inclui:

·       as instruções sobre como operar as máquinas corretamente;

·       as precauções de segurança a serem observadas;

·       os procedimentos a serem seguidos em caso de emergência.

 

A capacitação adequada aumenta a conscientização dos operadores sobre os riscos e as melhores práticas, minimizando, assim, as chances de acidentes.

 

Substituição de equipamentos defeituosos

Em caso de falhas ou problemas significativos com o equipamento alugado, os fornecedores de locação normalmente têm a capacidade de substituir rapidamente a máquina com defeito por outra em bom estado.

Essa pronta resposta evita interrupções prolongadas nas atividades e ajuda a manter um ambiente de trabalho seguro e produtivo.

 

Responsabilidade compartilhada

Ao optar pelo aluguel, parte da responsabilidade pela segurança dos seus operadores recai sobre os fornecedores. Por isso, eles têm um incentivo adicional para garantir que os seus equipamentos estejam em boas condições e em conformidade com as normas de segurança.

Por fim, entenda que, em um cenário no qual a segurança é fundamental, prevenir acidentes com máquinas pesadas deve ser uma prioridade em todos os setores. Ao adotar os cuidados adequados, é possível manter a integridade dos seus operadores e das suas operações, o que contribui para o alcance de resultados cada vez melhores.

 

 




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sexta-feira, 21 de junho de 2024

 





 

QUAL O TEMPO IDEAL PARA DESCARTAR A LUVA DE SEGURANÇA?

 

 


As luvas de segurança são específicas para muitas atividades profissionais e requerem o uso recomendável ou obrigatório, podem ser feitas dos mais variados tipos de materiais, como raspa de couro, látex, PVC, neoprene, lona, dependendo do uso a que se destina.

 

Este EPI tem a função de proteger as mãos contra diversos riscos como:

·       Riscos Biológicos – como fungos e bactérias;

·       Riscos Mecânicos – como abrasão, corte e perfuração;

·       Riscos Químicos.

 

As luvas de proteção evitam inúmeros acidentes, além de proporcionar conforto e aumentar a confiança do funcionário, melhora o fluxo e a produção no trabalho. É essencial que as empresas invistam em segurança do trabalho para que as atividades do dia a dia sejam realizadas com a garantia da proteção da saúde e integridade física do trabalhador.

 

O que define uma Luva de Segurança?

As Luvas de Segurança são Equipamentos de Proteção Individual definidos pela NR 06 e presentes no Anexo I da mesma Norma Regulamentadora. Têm como principal objetivo oferecer diversos tipos de proteção às mãos do usuário, que poderá fazer uso em diversas atividades. 

A escolha da Luva irá depender dos riscos que o trabalhador irá encontrar durante suas atividades, que podem ser desde os mais leves até os mais pesados. Dizemos isso pois existem muitos tipos de luvas de segurança, mas isso nós iremos ver logo abaixo.

Um interessante dado a trazer aqui, é que de acordo com uma pesquisa do extinto Ministério do Trabalho, as mãos são consideradas a parte do corpo mais atingida em acidentes de trabalho ou domésticos. Sejam eles: queimaduras, cortes, fraturas, lesões que podem até mesmo impossibilitar e incapacitar os movimentos das mãos. 

Por este motivo, o uso do EPI é de extrema importância não só para que o trabalhador exerça as suas tarefas com conforto, mas também com segurança e proteção. Evitando, assim, muitos acidentes que podem gerar problemas sérios ao trabalhador e à empresa.  

 

Qual o tipo de luva de segurança utilizar?

Para saber qual luva utilizar, é preciso fazer uma análise da atividade específica do trabalhador e pesquisar no mercado qual a luva mais adequada. Se você tiver a possibilidade de consultar um engenheiro ou um técnico de segurança no trabalho, isso facilitará a escolha.

 

Essa análise deverá partir do PPRA – o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (ou PGR, a entrar em vigor em agosto deste ano). Segundo a NR 9, o PPRA tem como principal objetivo: 

 

“Estabelecer a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA, visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.”

 

Desta forma, será a partir dele que a análise dos riscos será feita e os EPI’s bem como as luvas de proteção ideais deverão ser identificados. Dentre as Luvas de Segurança, existem uma série de riscos a serem protegidos. 

 

Tipos de Luva de Segurança

Luva Anticorte: Proteção a produtos secos, sob temperatura ambiente, que possam causar corte nas mãos

Luva de Látex Natural: Grande flexibilidade e boa resistência a muitos ácidos e álcool, são a escolha confortável para proteção contra químico.

Luva de Látex Nitrílica: Resistente a saliências e perfurações, abrasões e cortes para uma luva de polímero fino. Ótima proteção contra bases, óleos, muitos solventes, graxas e gordura animal.

Luva de Malha: Resistem à riscos de abrasão e contato com farpas de madeiras e outros. Quando são de malha de algodão, proporcionam excelente conforto térmico pois, o algodão tende a absorver o suor das mãos.

Luva de PVC: Proporciona boa resistência contra muitos ácidos, cáusticos, bases álcoois e ainda resiste a abrasão.

Luva de Vaqueta e Raspa de Couro: São excelentes para resistência à abrasão e por ser couro, possui boa resistência nas atividades de solda. Para atividades onde não exija muita maleabilidade, estão entre as favoritas.

Luva Descartável: São luvas de uso único com propósitos específicos; podem ser de Vinil, Látex natural, nitrílicas, com amido e sem amido. Bem conhecidas como luvas de procedimento.

Luva para Alta Performance: São luvas com características específicas e, normalmente, com finalidades especiais, como: Maior resistência à corte, maior resistência à impacto, maior resistência à perfuração e outros.

Luva para Isolação Elétrica: proteção contrachoque e energia elétrica.

Luva para Temperatura: Protege contra altas e baixas temperaturas dos diversos tipos de ambientes de trabalho.

 

Quando descartar a luva de segurança?

 



Gostamos sempre de lembrar que assim como fornecer o EPI adequado e em perfeito estado de conservação é uma obrigação do empregador, o descarte de EPI’s correto também é! Sendo passível de multa em caso de descumprimento.

O descarte da luva deve ser feito somente quando ela furar, rasgar ou sofrer alguma reação química que a torne inutilizável. Se a luva, se mantém em ótimo estado de uso, de acordo com as instruções do fabricante para higienização da mesma, pode reutilizá-la sem problemas. 

Mas, cuidado, existem possibilidades de haver uma contaminação indireta, por isso é importante verificar a qualidade do material com a empresa para que seja feita a reutilização da luva sem riscos e com segurança.

 

Descarte de Luvas Contaminadas

Durante a pandemia do Coronavírus, muito se tem utilizado as Luvas de Segurança, seja em hospitais, seja em lojas e estabelecimentos. Mas em caso das luvas se contaminarem com o vírus, o que fazer? 

Essa é uma pergunta que recebemos com frequência e por isso fizemos questão de incluir este tópico aqui. EPI’s que sejam contaminados pelo Coronavírus devem ser manejados com muita atenção e responsabilidade, uma vez que o vírus perdure por um tempo na superfície. 

Por este motivo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA listou uma série de determinações para o descarte destes equipamentos de uma maneira segura e responsável. 

De acordo com a entidade, as luvas contaminadas devem ser acondicionadas em sacos de cor branca leitosa, que sejam impermeáveis e produzidos em material resistente à ruptura e evitar vazamentos contidos no interior.

Nos casos de hospitais, onde pode ocorrer de um número muito grande de luvas de segurança a serem descartadas de uma só vez, deverá ser respeitado o peso limite destes sacos brancos para que não haja um acidente. 

Dessa forma, ao atingir 2/3 de sua capacidade ou pelo menos 1 vez a cada 48 horas, os recipientes devem ser devidamente substituídos. Além disso, o símbolo da substância perigosa deverá ser colocado pelo lado de fora dos sacos, a fim de identificar claramente o perigo ali iminente. 

Durante as etapas de gerenciamento deste descarte, os sacos deverão permanecer guardados em recipientes acondicionados e com tampa. Esses contentores deverão ser laváveis e resistentes ao vazamento, ruptura e tombamento. 

Será de responsabilidade da empresa estabelecer um local específico para que estes resíduos sejam guardados até o recolhimento, uma recomendação da RDC/ANVISA nº 222/2018.

 

E antes de serem descartadas?

Antes de descartar a luva de segurança, se a mesma estiver contaminada, deverá receber um tratamento prévio para diminuir os riscos de contaminação. Também deverá ser observada a preservação dos recursos naturais e o atendimento aos padrões de qualidade ambiental e de saúde pública, que são muito importantes.

Outro ponto fundamental quanto ao descarte das luvas é a existência da necessidade de que o seu tratador dos resíduos seja licenciado pelos órgãos ambientais para evitar qualquer tipo de complicação. 

Logo depois deste tratamento, este lixo descartado passará a ser considerado resíduo Grupo D, o que será informado na disposição final. 

 

 



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EPI’s PARA MARCENEIRO – SAIBA QUAIS SÃO ELES!

 


 

Os riscos, infelizmente, são muito comuns na grande maioria das profissões e nem sempre é possível eliminá-los por completo. Na marcenaria é a mesma coisa. O profissional que atua neste ramo deve utilizar os EPI’s para Marceneiro adequadamente para sua proteção. 

Do contrário, estará exposto aos riscos diariamente durante suas atividades, o que aumenta e muito o grau de probabilidade de um acidente. É preciso lembrar que o nosso país ainda está dentre os 4 com maiores números de acidentes ocupacionais registrados.

Essa informação reforça o alerta de que é preciso mais conscientização e mais segurança do trabalho. E como aqui na Prometal EPI’s nós gostamos sempre de dizer, a informação confiável e de qualidade é primordial nestes casos! 

Por isso, no artigo de hoje, trataremos sobre os EPI's para Marceneiro e a importância da utilização com responsabilidade. Você também vai conhecer quais os riscos da profissão e que outros equipamentos são igualmente fundamentais neste âmbito. 

 

Riscos da Marcenaria 

A Marcenaria é um ambiente cheio de riscos para o trabalhador, já que a profissão envolve todo um maquinário pesado e ferramentas cortantes. Para definir quais riscos são esses é necessário fazer uma análise do ambiente, já que muita coisa muda de um lugar para outro.

No entanto, vamos descrever aqui alguns riscos bem comuns de serem identificados em diversos ambientes do ramo.

 

Riscos Mecânicos

Riscos mecânicos são aqueles que podem estar relacionados à falta de organização, ambiente inadequado, maquinário desprotegido, etc. Eles configuram uma lista de acidentes que os trabalhadores podem sofrer, geralmente devido à má manutenção de suas ferramentas, falta de EPI ou de treinamento, e por aí vai.

Alguns exemplos de riscos mecânicos: risco de queda; instalações elétricas defeituosas; arranjos físicos insuficientes; máquinas desprotegidas; ferramentas mal conservadas ou defeituosas; incêndio ou explosão; picadas de animais peçonhentos; etc. 

 

Riscos Físicos

Dentro da marcenaria, o ruído talvez seja o fator prejudicial mais preocupante em termos de risco físico. Não se limitando a problemas auditivos, este risco também pode ter muitos efeitos imediatos no trabalho, como: problemas de comunicação, baixa concentração e baixo desempenho, resultando em desconforto e cansaço, que podem levar a outros tipos de acidentes.

Além dos ruídos, outros riscos físicos podem aparecer neste ambiente, como: variações de temperatura, pressão, umidade, vibração, entre outros. Cada um destes riscos que estamos elencando aqui precisarão ser atenuados através dos EPI’s para Marceneiro. 

 

Riscos Químicos

Os riscos químicos estão relacionados aos efeitos nocivos das interações químicas no corpo. As consequências da exposição do trabalhador ao manuseio dessas substâncias podem ser lesões físicas, como queimaduras e irritações na pele e nos olhos, e até mesmo danos à saúde pela exposição a produtos tóxicos, que podem levar a diversos tipos de doenças, desde respiratórias até alguns tipos de câncer. 

Como principal fator de risco químico, podemos elencar a pintura final, já que são utilizados diversos tipos de verniz na fase de acabamento. 

 

Riscos Biológicos 

Os riscos biológicos incluem microrganismos vivos que podem contaminar a saúde do trabalhador. Alguns exemplos são: bactérias, vírus, fungos, protozoários, etc. Nesses casos, medidas de proteção como EPI dependerão da patogenicidade do risco e de outros fatores.

Dentro da marcenaria não é muito comum esse tipo de risco, no entanto, é preciso tomar cuidado para que este não venha a ser um problema. Isso porque os vírus e bactérias podem se proliferar em qualquer ambiente, caso não sejam tomadas as medidas higiênicas para evitá-los.

 

Riscos Ergonômicos

Os aspectos ergonômicos vão desde inadequações antropométricas até análise da jornada, atividades diárias, conforto de roupas e calçados e adaptação ao trabalho. Essa análise leva em consideração a relação dos humanos com as máquinas, com os sistemas e outros elementos que interagem nessa relação. 

Os principais riscos ergonômicos encontrados na marcenaria estão relacionados à má postura e ao transporte manual de cargas.

Como você pode perceber, existem muitos riscos nesta atividade que precisam ser eliminados ou atenuados com os EPI’s para Marceneiro. Vamos falar mais sobre eles a seguir. 

 

EPI’s para Marceneiro

A escolha de quais EPI’s serão necessários depende unicamente do Programa de Gerenciamento de Riscos. Independentemente do tamanho da empresa, realizar este programa é fundamental para identificar quais equipamentos serão necessários.

Isso porque é através do PGR que análise do ambiente, que mencionamos anteriormente, será realizada. Após essa análise, será possível desenvolver as Medidas de Controle de Riscos que buscarão eliminar ou atenuar os agentes do ambiente de trabalho.

 

Assim, os EPI’s para Marceneiro mais comuns de serem utilizados, são:

Óculos de Proteção: equipamento utilizado para proteger os olhos do trabalhador contra objetos volantes.

Protetor Auditivo: evitar ao máximo os ruídos é a medida necessária para evitar problemas no aparelho auditivo futuramente.

Luva Antiderrapante ou de Raspa: as luvas têm o objetivo de proteger as mãos do trabalhador contra estilhaços e cortes, mas também promove uma aderência melhor da mão do trabalhador à peça que está sendo trabalhada.

Respirador: os riscos respiratórios também estão presentes neste ambiente através das poeiras e vapores que podem ser inalados. Por isso, é importante a prevenção.

Calçados de Segurança: as botinas de segurança protegem os pés do trabalhador e, neste caso, podem possuir biqueira de aço ou de Composite a fim de fortalecer o sistema de proteção nos dedos. 

Capacete de Segurança: o uso de capacete também é necessário nessas ocasiões, já que protege a cabeça do trabalhador contra quedas de objetos, estilhaços volantes, entre outros.

Avental de Raspa: o avental de raspa é um equipamento de proteção individual que oferece proteção ao corpo do trabalhador. 

 

Havendo a incidência de outros tipos de risco, haverá a necessidade de outros tipos de EPI. Portanto, lembre-se que o importante é realizar de fato a análise do ambiente, só assim será possível fornecer a segurança necessária no ambiente e nas atividades.

 

Além dos EPI’s: EPC’s para Marcenaria

Além dos equipamentos de proteção individual, há também a necessidade da utilização de EPC’s – os Equipamentos de Proteção Coletiva. Existem uma série de EPIs necessários, mas dois em principal que falaremos um pouco mais sobre.

 

São eles:

Sistema para Detecção e Combate de Incêndios

Alguns sistemas automatizados servem apenas como alarmes de incêndio, mas há outros no mercado que podem iniciar a ação de combate a incêndios, como sprinklers (componentes que descarregam água quando um incêndio é detectado) e unidades de dióxido de carbono. Também é importante o uso de extintores de água e gás para incêndios envolvendo detritos ou resíduos de madeira, extintores de dióxido de carbono e pó químico para acidentes envolvendo equipamentos elétricos e líquidos inflamáveis.

 

Coifa de Proteção

Este é um dispositivo de segurança usado para evitar que o conector toque acidentalmente na lâmina de serra. Para isso, deve ser composto por um material resistente ao desgaste que retenha qualquer parte da lâmina que possa ser projetada no profissional. Este equipamento de proteção coletiva é fundamental para proteger os trabalhadores de estilhaços, objetos volantes, entre outros.

 

Outros EPC’s importantes são:

·       Equipamentos para ventilação;

·       Exaustores;

·       Tela para proteção;

·       Placa de Sinalização;

·       Sensores de máquinas;

·       Fitas antiderrapantes para escadas.

 

EPI’s para Marceneiro? É na Prometal EPI’s

Aqui na Prometal EPI’s você garante os melhores tipos de EPI’s para Marceneiro com excelentes condições de pagamento e custo-benefício. Além disso, dispomos de uma equipe especializada e pronta para oferecer a você um atendimento de confiança.

 

 

 

 

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