segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

 





 

POR QUE O EXAME DE SAÚDE OCUPACIONAL É TÃO IMPORTANTE?

 

 


 

Você já está acostumado com os exames admissionais e demissionais, não é mesmo? Afinal, eles são obrigatórios para que os seus colaboradores iniciem as atividades na empresa e se desliguem, descrevendo a condição de saúde do profissional em ambos os momentos. Pois saiba que esses exames fazem parte de um conjunto maior, chamado de exame de saúde ocupacional.

Os exames de saúde ocupacional são, portanto, um conjunto de exames que atestam o estado de saúde do colaborador, indicando mudanças nas condições e, inclusive, a capacidade física para que ele realize as suas atividades. Eles são extremamente importantes, tanto para a equipe quanto para a sua empresa.

 

Quais são os exames de saúde ocupacional?

Como você já percebeu, o exame de saúde ocupacional não é um único exame, mas um conjunto de exames que são realizados dentro da empresa.

 

Veja agora quais são os principais deles:

·       exame admissional;

·       exame demissional;

·       exames complementares;

·       exames de troca de função;

·       exame de retorno ao trabalho;

·       exames periódicos.

 

Por que o exame de saúde ocupacional é importante?

Os exames de saúde ocupacional são extremamente importantes, tanto para a empresa quanto para os colaboradores. Isso porque, em primeiro lugar, a maioria desses exames é uma exigência da legislação trabalhista. Dessa forma, ao realizá-los da forma correta e no período indicado, você evita multas e sanções legais que podem recair sobre a sua empresa.

Porém, os exames de saúde ocupacional vão além de apenas cumprir com a legislação. Eles indicam o estado de saúde dos trabalhadores, mostrando se eles estão ou não aptos a realizarem as atividades delegadas à eles. Além disso, eles também podem evidenciar problemas de saúde ou lesões causadas pelo trabalho, o que indica que você deve repensar toda a política de saúde e segurança da empresa, de forma a evitar qualquer acometimento à saúde do time.

Por fim, vale lembrar que os exames de saúde ocupacional também podem ajudar a equipe a controlar a própria saúde. Muitos trabalhadores não têm o hábito de consultar o médico com frequência e, dessa forma, problemas de saúde passam despercebidos. Com os exames de saúde ocupacional, os colaboradores têm a oportunidade de fazer uma avaliação da própria saúde, descobrindo hábitos que devem ser mudados para melhorar a sua condição física.

 

Quando realizar o exame de saúde ocupacional?

Diante da importância desses exames, é essencial que você entenda qual o melhor momento para realizar cada um deles e como fazer isso de forma efetiva.

 

Veja quando realizar cada um dos exames de saúde ocupacional na sua empresa:

·       exame admissional — deve ser realizado sempre que um novo colaborador é contratado pela organização;

·       exame demissional — deve ser realizado quando um colaborador é desligado da empresa;

·       exames complementares — podem ser realizados periodicamente, de acordo com as necessidades particulares da organização e dos colaboradores;

·       exames de troca de função — deve ser realizado quando um colaborador muda de função ou cargo dentro da empresa;

·       exame de retorno ao trabalho — deve ser realizado quando um colaborador volta de licença;

·       exames periódicos — podem ser exigidos dependendo das condições de trabalho às quais os colaboradores estão submetidos, sendo realizados periodicamente de acordo com a Norma Regulamentadora específica.

 

Como você pode perceber, o exame de saúde ocupacional é importante tanto para a sua equipe, que passa a ter uma visão global da própria saúde, quanto para a organização, que evita problemas legais e ainda garante o cuidado com os colaboradores. Portanto, aproveite e revise os exames que são oferecidos para a sua equipe buscando cuidar, cada vez mais, da saúde dos colaboradores!

 

 



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COMO MANTER A SEGURANÇA OCUPACIONAL EM DIA?

 

 


 

Segurança ocupacional é o conceito que se refere a todas as atividades e processos realizados na empresa com o objetivo de manter a segurança dos colaboradores enquanto realizam as suas atividades. Dessa forma, estão incluídos os programas de segurança, documentos, atividades de conscientização realizadas, processos de compra de EPI’s, entre outros.

A legislação brasileira exige uma série de documentos e processos que devem ser realizados periodicamente para garantir a segurança ocupacional dentro da empresa. Mantê-los em dia é importante tanto para evitar problemas legais quanto para garantir que a sua organização realize todas as atividades necessárias para evitar acidentes e garantir a saúde do time.

Quer saber como manter a segurança ocupacional em dia? Então, veja quais são as principais dicas nesse sentido!

 

Invista na identificação e prevenção de riscos

Para garantir a segurança ocupacional na empresa, é essencial entender quais são os principais riscos ambientais aos quais os colaboradores estão submetidos e, a partir disso, compreender as atitudes que devem ser tomadas para garantir a prevenção. Isso pode ser feito a partir do PPRA, uma das exigências da legislação sobre a segurança ocupacional.

O PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) é um documento no qual todos os riscos são descritos, assim como a estratégia utilizada para a prevenção. Ele é exigido pela NR 9 e é essencial contar com um programa de qualidade, de forma a evitar contaminação, adoecimento e acidentes dentro da empresa.

 

Garanta a boa condição de saúde dos colaboradores

Outra política importante de segurança ocupacional é o cuidado com a saúde dos colaboradores que atuam na empresa. Afinal, é preciso assegurar a boa condição física do time para a realização das atividades e garantir que a saúde dos trabalhadores não é comprometida ao longo do tempo.

Para isso, é essencial manter sempre em dia o Atestado de Saúde Ocupacional - ASO. Ele é emitido por meio de exames ocupacionais, como o exame admissional, demissional e de troca de função. Esteja atento ao momento no qual ele deve ser emitido e garanta que as condições de saúde da sua equipe são adequadas ao trabalho.

 

Emita a CAT sempre que necessário

A CAT - Comunicado de Acidente de Trabalho deve ser emitida sempre que ocorrer um acidente dentro da empresa, desde o mais simples até o mais grave. Dessa forma, para manter a segurança ocupacional em dia na organização, é imprescindível sempre estar atento à necessidade de emissão da CAT e realizar o processo de forma adequada.

Portanto, caso ocorra algum acidente dentro da empresa, emita a CAT e comunique ao INSS. Dessa forma, caso o colaborador precise de assistência junto à Previdência Social, será possível comprovar o acidente e obtê-la. Além disso, você garante que a empresa cumpra com mais uma exigência legal no que se refere à segurança dos colaboradores.

A segurança ocupacional é um conceito extremamente importante para qualquer empresa. Nesse sentido, é essencial estar atento às exigências legais de forma a emitir todos os documentos necessários e se manter em dia com os órgãos de fiscalização. Aproveite as nossas dicas e comece, agora mesmo, a atualizar as suas políticas de segurança ocupacional!

 




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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

 




 

CONHEÇA QUAIS SÃO OS TIPOS DE MÁSCARAS PARA SOLDA!

 

 


 

O processo de soldagem envolve uma série de riscos para o trabalhador. Em primeiro lugar, o profissional pode se queimar com as faíscas que escapam desse processo, o que pode gerar um acidente grave, principalmente quando elas atingem olhos ou áreas mais sensíveis do rosto. Além disso, também é liberada uma radiação durante o processo que, com o tempo, pode levar a doenças nos olhos ou pele dos trabalhadores.

É aí que entram as máscaras para solda como EPI’s essenciais para quem trabalha nesse tipo de atividade. Afinal, essas máscaras protegem todo o rosto do colaborador contra ambos os problemas, sendo um instrumento essencial para garantir a saúde e segurança do trabalho.

Quer saber mais sobre as máscaras de solda e descobrir como escolher a melhor para a sua empresa? Então, continue a leitura e confira!

O que são máscaras para solda?

As máscaras para solda são equipamentos de proteção individual - EPI’s essenciais para o processo de soldagem. Elas protegem todo o rosto dos colaboradores, desde a parte de cima da cabeça até o início do pescoço. Elas são resistentes ao calor, faíscas e radiação e têm um visor para a parte dos olhos, fabricado com um material também resistente a esses elementos.

 

Quais os principais tipos de máscaras para solda?

Agora que você já sabe o que é uma máscara para solda, é hora de entender quais são os principais tipos disponíveis no mercado. Vejamos a seguir.

 

Com filtro passivo

São máscaras para solda com um filtro no visor. Isso significa que o visor é escuro, protegendo os olhos do trabalhador enquanto ele realiza a atividade.

 

Com filtro automático

Esse tipo de máscara também protege os olhos do colaborador mas, ao contrário da anterior, apresenta um sistema de escurecimento automático no visor. Isso significa que, em vez de se manter escuro o tempo todo, ele escurece apenas quando em contato com a luz emitida pelo aparelho de soldagem. Após desligar o aparelho, o visor volta a ser translúcido.

 

Como escolher a melhor máscara para solda?

Como você pode perceber, existem diferenças fundamentais entre esses dois tipos de máscara para solda. Além disso, vale destacar que há diferenças relacionadas ao tipo de material com o qual elas são feitas, assim como a forma como encaixam na cabeça do colaborador.

Diante de tantas opções, como escolher a melhor para o seu time?

 

Veja algumas dicas para isso:

·       verifique a situação de trabalho na qual o seu colaborador atua;

·       pense no conforto que a máscara oferece;

·       verifique a segurança oferecida e o CA;

·       pesquise sobre a reputação da empresa fornecedora;

·       colete feedbacks com os colaboradores para entender qual a máscara mais confortável para o time.

 

Como você já sabe, oferecer EPIs de qualidade, confortáveis e seguros é essencial para garantir a saúde dos seus colaboradores. No processo de soldagem, a situação não é diferente. Afinal, as máscaras de solda são equipamentos obrigatórios para quem atua nessa área. Portanto, aproveite o nosso artigo e adquira as melhores máscaras para a sua equipe agora mesmo!

 

 



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CONHEÇA OS RISCOS OCUPACIONAIS NO PROCESSO DE SOLDAGEM!

 




Muitas empresas e indústrias precisam trabalhar com o processo de soldagem, ou seja, é necessário que um colaborador utilize uma solda para unir peças metálicas. Isso pode ser importante para a produção de mercadorias, unir peças para chegar ao produto final e, até mesmo, para o reparo de máquinas e equipamentos utilizados dentro da empresa.

Porém, o processo de soldagem é uma atividade que envolve uma série de riscos para os trabalhadores. Afinal, eles precisam manipular a solda, um equipamento perigoso, além de poderem se queimar com as faíscas entre outros problemas. Entender os riscos ocupacionais do processo de soldagem é o primeiro passo para que você ajude a sua equipe a se proteger e reduza o índice de acidentes na empresa.

 

Os riscos ocupacionais no processo de soldagem

Antes de entender como proteger os colaboradores, é essencial que você tenha consciência sobre os principais riscos do processo de soldagem. Veja agora quais são eles e como eles podem comprometer a saúde e integridade física da sua equipe.

 

Queimadura

A solda é um equipamento que emite uma chama, utilizada para unir os metais. Dessa forma, um dos riscos ocupacionais que acomete os soldadores são as queimaduras, uma vez que esses profissionais podem se queimar nas chamas da solda ou, até mesmo, no metal quente recém-soldado.

 

Respingos e faísca

Ao realizar o processo de soldagem, há a emissão de respingos e faísca. Esses materiais podem atingir pele, olhos e ouvidos dos soldadores, o que também pode levar a sérias lesões e queimaduras, sendo esse um outro risco do processo.

 

Inalação de partículas perigosas

A inalação das partículas perigosas liberadas ao longo do processo de soldagem também é um risco ocupacional. Afinal, essas partículas podem atingir os pulmões dos soldadores e, ao longo do tempo, causar lesões e doenças respiratórias, com sequelas para o resto da vida desses profissionais.

 

Má postura

Por fim, um outro risco ocupacional do processo de soldagem é a lesão da coluna devido à má postura. Sem análise ergonômica do trabalho do soldador, o profissional corre o risco de trabalhar em superfícies muito baixas ou altas, o que pode, ao longo do tempo, gerar lesões na coluna.

 

Como reduzir os riscos ocupacionais do processo de soldagem

 

Agora que você já sabe quais são os principais riscos envolvidos no processo de soldagem, veja algumas dicas de ouro para reduzi-los e proteger a saúde e integridade física da sua equipe de soldadores:

·       invista em EPI’s adequados, como máscara, avental, luva, manga e outros;

·       invista em EPC’s como cortina de solda;

·       tenha equipamentos para o caso de emergência (extintores de incêndio e outros);

·       capacite os colaboradores para o uso de EPI’s e EPC’s de forma adequada;

·       capacite os colaboradores para o manuseio adequado da solda;

·       faça uma análise ergonômica do ambiente de trabalho dos soldadores.

 

A soldagem pode ser uma atividade bastante perigosa quando realizada sem os equipamentos adequados e por profissionais não capacitados. Entender quais são os principais riscos ocupacionais do processo de soldagem e como minimizá-los é essencial para proteger a sua equipe e evitar acidentes e adoecimentos. Portanto, aproveite as nossas dicas e comece, agora mesmo, a investir na saúde e segurança do seu time!

 

 



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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

 




 

SAIBA COMO GARANTIR A SEGURANÇA NO ALPINISMO INDUSTRIAL!

 


 

Muitas vezes, é necessária a execução de tarefas em áreas que não podem ser acessadas por métodos tradicionais. Nesses casos, o alpinismo industrial é indispensável para viabilização do trabalho, mas é preciso ter atenção com a segurança.

Afinal, os equipamentos são a principal garantia de que acidentes não vão acontecer. Logo, é preciso atender o que está determinado na NR-35, para que esse trabalho em altura seja feito da forma mais segura possível.

Neste artigo, você vai entender melhor o conceito e as aplicações do alpinismo industrial, além do que é preciso para garantir que essa técnica seja aplicada com menos risco de acidentes.

 

O que é alpinismo industrial?

O alpinismo industrial é uma técnica desenvolvida para realização de trabalhos em altura. Também conhecido como acesso por cordas, possibilita a execução de tarefas em locais com difícil acesso, que não podem ser acessados utilizando, por exemplo, plataformas elevatórias, andaimes ou bailéus.

A técnica é muito similar àquela que os alpinistas utilizam para escalar montanhas. O trabalhador é sustentado por cordas e uma série de outros equipamentos que garantem a sua segurança e possibilitam a realização das tarefas. Entre esses equipamentos, estão trava queda, haste completa e talabarte.

 

Atualmente, o alpinismo industrial é aplicado nas mais diferentes áreas, como:

·       construção civil;

·       mineração;

·       soldagem;

·       serviços de inspeção;

·       limpeza, reparo e manutenção de fachadas;

·       pinturas industriais;

·       instalação de equipamentos.

 

Como garantir segurança no alpinismo industrial?

Para garantir segurança durante a execução de trabalhos por meio do alpinismo industrial, é preciso observar o que está estabelecido na NR35. Ela determina os requisitos mínimos para proteger o trabalhador, além de apontar toda a fase de planejamento, organização e execução das atividades em altura.

A seguir, apresentamos quatro aspectos fundamentais para garantir que o alpinismo industrial seja executado da forma mais segura possível.

 

Realização da análise de risco

A primeira medida que deve ser adotada para garantir a segurança do alpinismo industrial é a realização de uma análise de risco. Por meio dela, é possível definir quais problemas e acidentes poderiam acontecer e, assim, adotar medidas que evitem essas situações.

 

Treinamento do trabalhador

Só deve ser delegada a tarefa de trabalho em altura para o trabalhador devidamente certificado pela NR-35. Ela traz as capacitações técnicas para manuseio e uso dos EPI’s nesse tipo de trabalho, além de apontar o que pode ou não ser feito durante o alpinismo industrial para que ele seja seguro.

 

Avaliação prévia do perímetro

É indispensável para conferir qualquer detalhe que possa influenciar a análise de risco já realizada. Permite planejar o modo como a tarefa será executada e definir os EPI’s e outros equipamentos que serão necessários para que o trabalhador realize suas funções e esteja seguro.

 

Uso dos EPI’s adequados

Diversos EPI’s devem ser utilizados durante a execução de trabalhos por meio do alpinismo industrial.

 

Além daqueles que mantêm o trabalhador devidamente sustentado, ele precisará de:

·       capacete;

·       protetor facial;

·       óculos;

·       luvas;

·       protetor auricular;

·       proteção respiratória.

 

Lembrando que o ideal é selecionar os EPI’s e demais equipamentos de acordo com as análises de riscos. Esses equipamentos de proteção são escolhidos conforme a tarefa que será executada e o que foi identificado no perímetro.

É importante lembrar que 40% dos acidentes de trabalho que acontecem no Brasil estão relacionados com as atividades realizadas em altura. Portanto, é essencial seguir as determinações da NR-35 para que o alpinismo industrial seja executado com total segurança.

Não se esqueça, também, de fazer a reciclagem do treinamento dos trabalhadores que realizam o alpinismo industrial, além de garantir que os EPI’s estejam com a manutenção em dia. É essencial seguir todos os trâmites exigidos para prever riscos e adotar todas as medidas cabíveis para prevenção de acidentes.

 

 



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AFINAL, O QUE É UM PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS? ENTENDA

 


 

Todo ambiente de trabalho apresenta riscos à saúde ou segurança dos colaboradores. Afinal, acidentes podem acontecer em qualquer contexto, sendo essencial entender quais são os principais riscos e ameaças do ambiente e, a partir disso, criar uma estratégia eficiente para minimizá-los.

Esse é um dos principais objetivos do Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR. Esse programa é uma exigência legal para todas as empresas, constando na NR 01. Dessa forma, entender como funciona e como implementar o PGR é essencial para que a sua empresa esteja dentro do que é exigido pelo Fisco, assim como para garantir a proteção à saúde e integridade física e psicológica do seu time.

 

O que é um Programa de Gerenciamento de Riscos?

O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) é um processo que envolve a identificação, monitoramento, minimização e controle dos riscos ambientais de uma determinada empresa. Ele é, portanto, um documento no qual são descritos todos os riscos da organização, assim como as práticas e estratégias realizadas para minimizá-los. O PGR também deve conter propostas de saúde e segurança do trabalho e planos de ação para o caso de situações de emergência.

 

Qual a importância do Programa de Gerenciamento de Riscos?

O Programa de Gerenciamento de Riscos é extremamente importante, tanto para a empresa quanto para os colaboradores.

Em primeiro lugar, ele permite que você identifique os principais riscos ambientais aos quais o seu time está submetido. Com essa consciência, é possível descobrir as ações de proteção para os colaboradores, evitando acidentes e comprometimentos à saúde e integridade física do time.

O PGR também é essencial para você tranquilizar o time sobre as práticas de saúde e segurança do trabalho. A equipe sabe que está protegida e, com isso, se sente mais tranquila e confortável para realizar as suas atividades. A consequência é um aumento da produtividade e eficiência, o que é capaz de potencializar os resultados da organização.

Por fim, vale lembrar que o PGR também é uma proteção legal para a sua companhia. Além de ser uma exigência na NR 01, o Programa de Gerenciamento de Riscos pode evitar multas e processos trabalhistas. Afinal, com esse documento, você é capaz de reduzir o número de acidentes e adoecimentos, diminuindo também os custos com indenizações e outras despesas trabalhistas.

 

Como criar um Programa de Gerenciamento de Riscos?

 

Agora que você já sabe o que é e a importância de um Programa de Gerenciamento de Riscos, descubra quais são as principais dicas para colocar o PGR em prática:

·       faça um levantamento dos riscos ambientais;

·       entenda quais são os EPI’s e EPC’s necessários para proteger o time;

·       crie momentos de conscientização para a equipe;

·       documente todos os processos de saúde e segurança do trabalho;

·       elimine os riscos que forem possíveis de serem eliminados;

·       crie e descreva todo o processo de contenção no caso de emergências.

 

Como você pode perceber, o Programa de Gerenciamento de Riscos é um processo extremamente importante para a empresa. Além de ser uma exigência legal, esse documento protege a saúde e integridade física do seu time. Portanto, aproveite as nossas dicas e comece, agora mesmo, a colocá-lo em prática na sua empresa.

 

 



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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

 





 

POR QUE O EXAME DE SAÚDE OCUPACIONAL É TÃO IMPORTANTE?

 

 


 

Você já está acostumado com os exames admissionais e demissionais, não é mesmo? Afinal, eles são obrigatórios para que os seus colaboradores iniciem as atividades na empresa e se desliguem, descrevendo a condição de saúde do profissional em ambos os momentos. Pois saiba que esses exames fazem parte de um conjunto maior, chamado de exame de saúde ocupacional.

Os exames de saúde ocupacional são, portanto, um conjunto de exames que atestam o estado de saúde do colaborador, indicando mudanças nas condições e, inclusive, a capacidade física para que ele realize as suas atividades. Eles são extremamente importantes, tanto para a equipe quanto para a sua empresa.

 

Quais são os exames de saúde ocupacional?

Como você já percebeu, o exame de saúde ocupacional não é um único exame, mas um conjunto de exames que são realizados dentro da empresa.

 

Veja agora quais são os principais deles:

·       exame admissional;

·       exame demissional;

·       exames complementares;

·       exames de troca de função;

·       exame de retorno ao trabalho;

·       exames periódicos.

 

Por que o exame de saúde ocupacional é importante?

Os exames de saúde ocupacional são extremamente importantes, tanto para a empresa quanto para os colaboradores. Isso porque, em primeiro lugar, a maioria desses exames é uma exigência da legislação trabalhista. Dessa forma, ao realizá-los da forma correta e no período indicado, você evita multas e sanções legais que podem recair sobre a sua empresa.

Porém, os exames de saúde ocupacional vão além de apenas cumprir com a legislação. Eles indicam o estado de saúde dos trabalhadores, mostrando se eles estão ou não aptos a realizarem as atividades delegadas à eles. Além disso, eles também podem evidenciar problemas de saúde ou lesões causadas pelo trabalho, o que indica que você deve repensar toda a política de saúde e segurança da empresa, de forma a evitar qualquer acometimento à saúde do time.

Por fim, vale lembrar que os exames de saúde ocupacional também podem ajudar a equipe a controlar a própria saúde. Muitos trabalhadores não têm o hábito de consultar o médico com frequência e, dessa forma, problemas de saúde passam despercebidos. Com os exames de saúde ocupacional, os colaboradores têm a oportunidade de fazer uma avaliação da própria saúde, descobrindo hábitos que devem ser mudados para melhorar a sua condição física.

 

Quando realizar o exame de saúde ocupacional?

Diante da importância desses exames, é essencial que você entenda qual o melhor momento para realizar cada um deles e como fazer isso de forma efetiva.

 

Veja quando realizar cada um dos exames de saúde ocupacional na sua empresa:

·       exame admissional deve ser realizado sempre que um novo colaborador é contratado pela organização;

·       exame demissional deve ser realizado quando um colaborador é desligado da empresa;

·       exames complementares podem ser realizados periodicamente, de acordo com as necessidades particulares da organização e dos colaboradores;

·       exames de troca de função deve ser realizado quando um colaborador muda de função ou cargo dentro da empresa;

·       exame de retorno ao trabalho deve ser realizado quando um colaborador volta de licença;

·       exames periódicos podem ser exigidos dependendo das condições de trabalho às quais os colaboradores estão submetidos, sendo realizados periodicamente de acordo com a Norma Regulamentadora específica.

 

Como você pode perceber, o exame de saúde ocupacional é importante tanto para a sua equipe, que passa a ter uma visão global da própria saúde, quanto para a organização, que evita problemas legais e ainda garante o cuidado com os colaboradores. Portanto, aproveite e revise os exames que são oferecidos para a sua equipe buscando cuidar, cada vez mais, da saúde dos colaboradores!

 

 


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