sexta-feira, 25 de novembro de 2022

 


 

COMO A SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA AUXILIA NA PREVENÇÃO DE ACIDENTES

 



A Sinalização de Segurança é um conjunto de estímulos que tem por objetivo orientar as pessoas quanto as mais diversas situações. Saída de emergência, piso molhado, queda de materiais, alta tensão, risco de contaminação, etc., mas como esses estímulos podem auxiliar na prevenção de acidentes? Acompanhe o artigo de hoje.

Mesmo tendo cinco sentidos grande parte das pessoas tem sua atenção despertada por aquilo que veem. Seja um prato de comida, uma paisagem bonita, ou mesmo uma placa de trânsito. Estímulos visuais têm o poder de despertar as mais diversas reações nas pessoas.

Esse é um dos motivos pelos quais a Sinalização de Segurança é dividida por cores. Cada uma tem significado próprio e é usada num determinado local. O vermelho por exemplo, é usado para indicar extintores de incêndio. O amarelo indica alta tensão. O verde indica segurança.

 

A NR 26 é a Norma Regulamentadora que orienta quanto as cores utilizadas na Sinalização de Segurança.

 

São elas:

 

·       Vermelho (hidrantes, extintores, caixas com cobertores)

·       Amarelo (meios-fios, corredores de saída, empilhadeiras)

·       Branco (zonas de segurança, coletores de resíduos)

·       Verde (macas, mangueiras de oxigênio, localização de EPI)

 

Dentre as diversas cores previstas pela NR 26, algumas são usadas com maior frequência.

 

Veja alguns locais onde elas são importantes:

 

·       Sirenes de alarme de incêndio;

·       Portas de saídas de emergência;

·       Corredores sem saída;

·       Partes baixas de escadas móveis;

·       Localização de bebedouros;

·       Chuveiros de segurança;

·       Dispositivos de segurança.

 

Quais os tipos de sinalização?

 

·       Sinais de emergência

·       Sinais de aviso

·       Sinais de perigo

·       Sinais de obrigação

 

Além do ambiente estar sinalizado as pessoas precisam ser instruídas quanto ao seu significado. Tudo o que envolve placas de trânsito por exemplo, é aprendido ao fazer CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Na empresa o empregado precisa receber orientações, participar de palestras, e fazer treinamentos sempre que possível para que saiba a importância da Sinalização de Segurança e o significado das cores.

 





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SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE PTA (PLATAFORMA DE TRABALHO AÉREO)

 



Anualmente são registrados milhares de acidentes. De acordo com a Previdência social grande parte decorrente do Trabalho em Altura. Essa é uma das áreas que mais oferecem risco ao trabalhador. Por esse motivo exige-se conhecimento técnico e formação na área.

A NR 18 é a Norma Regulamentadora que determina os requisitos mínimos de segurança quando o assunto é Plataforma de Trabalho Aéreo. Devido à sua complexidade e perigo o empregado precisa ter certificado específico para a máquina na qual irá trabalhar.

 

O que é PTA?

 

PTA (Plataforma de Trabalho Aéreo) é um equipamento usado para realizar trabalhos em altura. A NR 35 considera Trabalho em altura todo aquele que ultrapassa os 2 metros do nível do chão. As plataformas podem variar quanto ao tipo e tamanho. Podendo chegar aos 43 metros de altura.

 

Quais os tipos de PTA?

 

·       Tesoura ou lança;

·       Telescópicas ou articuladas;

·       Acionamento elétrico, mecânico ou diesel.

 

Além disso, elas podem ser destinadas para o carregamento de pessoas ou materiais e/ou ferramentas.

 

Onde são usadas as PTA’s?

 

·       Instalações industriais e de manufatura

·       Refinarias de petróleo

·       Instalações elétricas

·       Instalações esportivas

·       Parques temáticos

·       Filmagens

·       Armazéns

 

Quais cuidados ter antes de subir na PTA?

 

·       Ter passado por treinamento específico

·       Usar EPIs de acordo com os riscos da atividade

·       Verificar se há necessidade de manutenção

·       Perceber se há pessoas, objetos ou materiais próximos

 

Como reduzir acidentes em PTA’s?

 

·       Evitar qualquer tipo de distração (conversas, celular, música)

·       Verificar se o ambiente está bem iluminado

·       Não trafegar próximo a rede elétrica

·       Permanecer na velocidade indicada

·       Caso perceba alguma anomalia solicitar manutenção

 

É possível evitar muitos acidentes tomando portando atenção em pequenos detalhes. Trabalho seguro é aquele realizado com responsabilidade, seguindo as orientações das NR’s e buscando sempre aprender mais sobre o trabalho em questão.

 





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quinta-feira, 24 de novembro de 2022

 




NR 11 - DICAS DE SEGURANÇA PARA O TRABALHO COM EMPILHADEIRAS

 



A NR 11 é a Norma Regulamentadora que orienta quanto a segurança no transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais. Abrange operações com elevadores, guindastes, transportadores industriais e máquinas transportadoras. Empresas que possuam empregados CLT nessas áreas devem exigir conhecimento técnico e certificação.

Empilhadeiras são equipamentos que exigem cuidado e atenção quanto as normas de segurança. Seu uso incorreto pode provocar diversos acidentes colocando em risco não apenas a vida do condutor, mas de terceiros e dos materiais que estão sendo manuseados.

A empilhadeira possui alguns itens de segurança, já integrados ao equipamento, que precisam ser usados com atenção garantindo segurança durante a execução do trabalho.

 

Quais requisitos para ser operador de empilhadeira?

 

·       Ter ensino fundamental completo

·       Possuir no mínimo carteira de habilitação categoria B

·       Fazer um curso de qualificação profissional para operador de empilhadeira

 

O que abrange o curso de operador de empilhadeira?

 

·       Conhecimentos sobre as NR 11 e NR 12

·       Detalhes técnicos da máquina

·       Uso de equipamentos de proteção

·       Normas de saúde e segurança do trabalho

·       Técnicas de carregamento

·       Fundamentos de logística

 

O que fazer antes de começar o trabalho?

 

·       Examinar o mastro (se há alguma avaria)

·       Conferir os níveis dos fluídos hidráulicos

·       Verificar se os garfos estão igualmente espaçados (se há falhas)

·       Verificar se as pistas dos roletes estão engraxadas e se as correntes se movimentam com facilidade

 

Dicas de segurança na operação de empilhadeiras

 

·       Possuir treinamento para operar a máquina

·       Transportar apenas quantidade permitida

·       Fazer manutenção sempre que necessário

·       Ter cuidado ao trafegar em áreas menos iluminadas

·       Usar itens sonoros para sinalizar movimento

·       Usar barreiras para delimitar as áreas de tráfego

 

Além desses cuidados é importante salientar que o trabalho com empilhadeira exige também o uso de EPIs entre eles óculos de segurança, luvas, capacete, protetor auricular. A empresa deve se certificar que o empregado possua treinamento adequado e saiba desempenhar sua função com segurança.

Você tem conhecimento sobre a NR 11? Já trabalhou nessa área ou com empilhadeiras? Como foi sua experiência ao trabalhar com esse equipamento? Deixe um comentário ao final do artigo.

 

 

 

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SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS (SPC):

COMO FUNCIONA?

 

 



Você sabe o que é o sistema de proteção contra quedas (SPQ)? Todo trabalhador tem direito a estar protegido contra riscos ocupacionais, sendo obrigação do empregador se adaptar para garantir isso.

As quedas figuram entre as principais razões por trás dos acidentes de trabalho. Além disso, também estão entre os acidentes com os maiores índices de vítimas fatais.

Por isso, o sistema de proteção contra quedas é fundamental no dia a dia do trabalhador. Quer saber mais a respeito? Continue conosco e leia o artigo na íntegra.

O que é a proteção contra quedas?
 

O sistema de proteção contra quedas são ações e equipamentos de uso coletivo e individual, utilizados para diminuir ou eliminar completamente riscos de acidentes ocupacionais. É, em geral, destinado às atividades realizadas em locais acima de dois metros do nível inferior. 

São diversas as atividades que necessitam da realização do trabalho em altura, indo desde a limpeza de janelas até a construção de arranha-céus. 

Logo, todas as operações precisam ser analisadas de perto por especialistas em segurança do trabalho. Dessa forma é possível fazer um planejamento específico a fim de garantir a segurança durante a realização do trabalho.

Entretanto, aquém das particularidades de cada tarefa, existem itens regulares para todo trabalho em altura, tanto para proteção coletiva quanto individual.

Os equipamentos devem ser usados de acordo com a necessidade e riscos de cada trabalho em altura.

 

Principais riscos para funcionários que atuam em alturas elevadas

 



Sem dúvidas, a maior preocupação em relação às quedas durante a realização do trabalho em altura são as mortes. Entretanto, existem diversos outros riscos que preocupam e não podem ser deixados de lado. 
 

Suspensão inerte
 

A suspensão inerte também representa um grande risco para os trabalhadores que executam serviços em altura. 

Elas acontecem quando o colaborador antes ou depois de cair vem a perder a consciência.

A tendência é que se ele estiver com o sistema de proteção contra quedas em seu devido lugar, ficará a salvo. No entanto, também é preciso que o resgate seja feito de forma rápida e eficiente.

A suspensão inerte, ainda que por um período curto de tempo, pode causar problemas fisiológicos muito graves, em virtude da compressão das artérias. Esse tipo de queda por provocar problemas na circulação sanguínea e, inclusive, levar ao óbito.
 

Efeito pêndulo
 

É chamado de efeito pêndulo o ato de balançar para frente, para trás e para os lados, após a queda. Isso acontece quando o profissional sofre o declive após a queda.

Com o efeito pêndulo, além da queda, o colaborador pode se chocar contra uma parede, maquinário, encanamento, equipamentos ou um outro companheiro de trabalho.

Ou seja, não apenas a queda é preocupante, mas também todas as forças adicionais que podem de alguma forma ferir o trabalhador em altura. Por isso, é indispensável o uso correto do sistema de proteção contra quedas.
 

Insolação


Um trabalhador em altura fica exposto a vários tipos de intempéries climáticas, como a chuva, raios, ventos e granizo. Além disso, o sol também representa um risco para o bem-estar do colaborador.

Nos dias em que o sol está muito forte, existe um grande risco de insolação, problema que pode provocar desmaios e vertigens. Por isso, é necessário ficar atento sempre às condições climáticas.

Mas por que a insolação é tão preocupante? Também conhecida como hipertermia, pode causar disfunções no sistema nervoso central, náuseas e vômitos, fazendo com que o risco de queda aumente.
 

Mortes e traumas

 

De acordo com o Observatório de Saúde e Segurança no Trabalho, entre os anos de 2012 e 2020 foram notificados 5.589.837 casos de acidentes no trabalho. 

Durante o mesmo período, 20.467 dos acidentes notificados resultaram no óbito do colaborador.

 

Entre as lesões que mais acometem os trabalhadores estão:





Os municípios brasileiros com o maior número de acidentes no trabalho são:
 

1. São Paulo/SP 125.925

2. Rio de Janeiro/RJ 39.934

3. Manaus/AM 23.908

4. Salvador/BA 23.150

5. Brasília/DF 20.951

 

A construção civil figura na quinta posição entre os setores com maior número de notificações de acidentes no trabalho. O que reforça a necessidade do sistema de proteção contra quedas.
 

Importância do sistema de proteção contra quedas


Quando o assunto é segurança em altura todo cuidado é pouco. Os ambientes devem estar plenamente adaptados e preparados para que esse tipo de trabalho seja realizado sem riscos. 

Anualmente, cerca de 1,3 milhão de quedas acontecem em todo o mundo, segundo a Organização Internacional do Trabalho. Diante desses dados, iniciativas como o sistema de proteção contra quedas são indispensáveis.
 

Como funciona o Sistema de Proteção contra Quedas - SPQ?
 

O Sistema de Proteção Contra Quedas é regido pela Norma Regulamentadora 35, cabendo ao empregador a responsabilidade de implementar integralmente as medidas de proteção.
 

O que a NR 35 diz sobre o SPQ?

 

Na NR 35 estão estabelecidas as medidas de proteção fundamentais para o trabalho em altura. Ela cobre todo o processo de planejamento, organização e realização das atividades.

 

A norma determina que:

 

ü é obrigatório o uso correto de EPI’s;

ü uso correto de sistemas de ancoragem;

ü é obrigatório a existência de plano de ação em caso de emergência;

ü análise de riscos envolvidos;

ü inspeção de cordas e cabeamento;

ü análise do estado mental e físico do colaborador.

 

3 (tres) metodologias de proteção contra quedas

A fim de garantir a proteção contra as quedas, existem diversas metodologias que variam de acordo com a situação do trabalho.

 

Queda controlada


Nesta metodologia são adotados equipamentos e ações com efeito de contenção. Em outras palavras, o sistema de proteção contra quedas e todos os seus elementos são selecionados em conjunto com o planejamento do trabalho e os riscos que ele apresenta.

 

Trabalho posicionado

O modelo tem como objetivo posicionar de forma correta o trabalhador, deixando-o com as mãos livres e boa mobilidade para executar o trabalho.

 

Trabalho restrito

A metodologia faz com que o acesso do trabalhador a lugares perigosos seja restrito. Ou seja, controla a área em que as movimentações serão realizadas.
 

Existe capacitação para trabalho em altura?
 

A NR 35 estabelece que o empregador deve obrigatoriamente fornecer programas de capacitação para os colaboradores que executam trabalhos em altura.

 

Conclusão

 

O Sistema de Proteção Contra Quedas é fundamental para a segurança no ambiente de trabalho, além de ser uma obrigação legal. Portanto, não perca tempo, atualize seus conhecimentos e faça a implementação.

 



 

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terça-feira, 22 de novembro de 2022

 




 

PRIMEIRAS LEIS DE PROTEÇÃO AO TRABALHO:

COMO SURGIU?

 



Você conhece a história por trás do surgimento das primeiras leis da proteção ao trabalho? Elas remontam desde o século XIX, época em que muitos trabalhadores eram prejudicados por conta das condições do ambiente de trabalho.

Neste artigo vamos voltar no tempo e mostrar o surgimento dessas leis e como elas se desenvolveram ao longo da história!

 

Como surgiram as primeiras leis de proteção ao trabalho?

 

A Revolução Industrial é um marco sem precedentes na história da humanidade. A partir dela os processos produtivos foram profundamente mudados. 

É o início da produção em massa e do capitalismo industrial, que trouxe mais produtos para o mercado e preços mais baixos e atrativos. 

No entanto, começou-se a observar que as condições insalubres e jornadas de trabalho terríveis prejudicavam muito os trabalhadores das fábricas. Então se viu  a necessidade de regularizar e proteger em algum nível os trabalhadores.

 

Quais foram as primeiras leis do trabalho?

 

A primeira lei de proteção ao trabalho foi homologada na Inglaterra, em 1802.

 

O parlamento britânico determinou:

 

ü que a jornada de trabalho não poderia ultrapassar 12h diárias;

ü proibiu a realização de trabalho durante a noite;

ü a obrigatoriedade de que se lavasse as paredes das fábricas no mínimo duas vezes ao ano;

ü tornou obrigatória a existência de um sistema de ventilação no local de trabalho.

 

Organização Internacional do Trabalho

 

A entidade foi fundada pouco depois do fim da Primeira Guerra Mundial. O objetivo da OTI, assim como as primeiras leis de proteção ao trabalho, é garantir mais segurança para o ambiente de trabalho.

Nosso país, o Brasil, faz parte dos membros fundadores da OIT e participa da Conferência Internacional do Trabalho desde a primeira edição. Além disso, abriu o primeiro escritório da organização na América Latina. 

 

Primeira Lei de Segurança do Trabalho no Brasil

 



No entanto, o Brasil começou a legislar sobre segurança e saúde no trabalho apenas no século XX, através do decreto 3.724/1919. Ele estabelecia várias obrigações ligadas ao ambiente de trabalho.

Entre elas, as indenizações e ações judiciais em caso de acidentes no durante a jornada de trabalho.
E em 1943, no governo do então presidente Getúlio Vargas, passou a valer a Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.

Uma das primeiras leis de proteção ao trabalho e, sem dúvidas, uma das mais importantes!

Em 1978, o Ministério do Trabalho e Emprego fez a publicação da Portaria 3.214/78, que aprovou a criação da comunidade de Normas Regulamentadoras (NR’s).

As NR’s são verdadeiros manuais técnicos de segurança do trabalho e que estabelecem diretrizes de proteção das mais diversas áreas, indo desde a industrialização até a saúde.

 

O que motivou as primeiras leis de proteção ao trabalhador?

 

Como dissemos anteriormente, as fábricas forneciam péssimas condições de trabalho, eram localizadas em ambientes inapropriados. Além disso, a utilização da mão de obra de mulheres e crianças era muito comum. 

O resultado dessas condições insalubres foi uma explosão nos casos de acidentes no trabalho, mutilações e óbitos.

E dessa forma, começaram a se formar os primeiros movimentos operários. Eles reivindicavam jornadas de trabalho mais humanas e ambientes mais saudáveis. A partir daí as leis que anteriormente só legislavam a respeito de crianças e mulheres passaram a englobar todos os trabalhadores.

Portanto, é possível afirmar que as primeiras leis de proteção ao trabalho foram instituídas por pressão dos trabalhadores que se organizaram em sindicatos para defender seus interesses. 

 

Como as leis em Segurança do Trabalho evoluíram?

 

Hoje é possível dizer que boas condições de saúde e proteção à integridade física e mental dos trabalhadores são direitos fundamentais e previstos na Constituição Federal Brasileira.

Ao longo do tempo, as primeiras leis de proteção do trabalho evoluíram para acompanhar as mudanças nas próprias relações de trabalho.

 

Veja a linha do tempo dos principais acontecimentos:

 

Ø 1919: foi criada a lei de Acidentes do Trabalho, que transformou em compulsório o seguro contra os riscos ocupacionais;

Ø 1923: marco da Previdência Social que criou o fundo de pensão e aposentadoria para ferroviários;

Ø 1930: criação do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio;

Ø 1943: consolidação da CLT, que aborda a segurança e saúde no trabalho;

Ø 1975: criação das normas regulamentadoras.

 

Tanto as normas regulamentadoras como a própria CLT passaram por muitas mudanças ao longo das décadas. E é preciso acompanhar essas mudanças.

 

Conclusão


O trabalho é inerente ao homem. E a promoção de condições de trabalho decentes e seguras foi o grande objetivo das primeiras leis de proteção ao trabalho e segue sendo um desafio até os dias de hoje.

Garantir trabalho digno é uma forma poderosa de promover a inclusão social e o crescimento econômico de toda a nação.

 

 

 

 

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