sexta-feira, 31 de outubro de 2025

 



 

LUVA ANTI IMPACTO - O QUE É? PARA QUE SERVE? QUANDO UTILIZAR?

 

 


 

A luva anti impacto é um EPI essencial para quem trabalha em áreas onde se expõe aos riscos de choques, batidas e esmagamentos. Afinal, com o EPI é possível reduzir o risco de lesões como contusões, fraturas e cortes.

Todavia, é importante que o profissional entenda se a luva é eficiente para sua demanda, com o intuito de que possa utilizá-la na prevenção eficaz de acidentes com as mãos.

Por isso, trouxemos todos os detalhes a respeito da luva, com o intuito de esclarecer suas dúvidas e te auxiliar a identificar se a luva é a solução que busca para sua rotina.

 

O que é a luva anti impacto?

A luva anti impacto é um EPI usado em indústrias de mineração, logística, construção e petróleo.

Confeccionada em vaqueta, ela tem reforço interno na palma e externo, para que possa promover proteção contra agentes escoriantes, cortantes, perfurantes e abrasivos.

Por isso, é um equipamento que tem Certificado de Aprovação dos EPI’s e uso obrigatório para alguns profissionais.

Com fechamento em velcro e proteção anti impacto no dorso, a luva é resistente e durável. Além de contar com reforço na costura do dedo anelar e polegar médio, justamente para absorver melhor os impactos da rotina de trabalho.

 

A luva anti impacto possui CA?

Sim, a luva possui Certificado de Aprovação dos EPI’s (CA), que confirma para o comprador a qualidade na prevenção de acidentes.

De acordo com a NR-6, toda luva anti impacto vendida e usada em ambientes de risco precisa ter CA, comprovando que foi testada e aprovada.

É interessante saber que, além do CA existe a EN 388 que é uma norma Europeia que define os índices de proteção da luva.

Para orientar o comprador, o símbolo da norma aparece no dorso ou na embalagem da luva, com os dados correspondentes ao teste de resistência à abrasão que vai de 0 a 4, corte por lâmina de 0 a 5, rasgo de 0 a 4, perfuração por punção de 0 a 4 e proteção contra impacto.

 

Para que serve a luva anti impacto?

A luva anti impacto tem múltiplas funções na rotina de proteção do colaborador. Uma vez que, o equipamento protege de:

Cortes durante a jornada de trabalho;

Reduz o impacto por batida ou queda de objetos;

Evita contusões, esmagamentos e traumas nas mãos.

 

Portanto, é um equipamento importante para a jornada de trabalho de profissionais de múltiplas áreas de atuação.

 

Principais proteções que a luva anti impacto oferece

Para que entenda detalhes sobre o grau de proteção, nós trouxemos alguns aspectos relacionados à proteção promovida pelo equipamento, confira:

Absorção de impactos

A luva anti impacto é uma peça construída com placas de TPR que é uma borracha termoplástica aplicada em pontos estratégicos para absorver e dissipar choques de impacto.

Resistência a abrasão

Graças aos materiais aplicados na palma e nos dedos da luva, o equipamento suporta atrito intenso, protegendo a pele do usuário. Além disso, o material resistente prolonga a durabilidade do EPI.

Resistência a cortes

As luvas anti impacto possuem diferentes níveis de proteção contra corte, conforme estabelecido na norma EN 388. Por isso, são luvas que combinam resistência e flexibilidade, o que contribui para que o profissional possa desempenhar atividades com lâminas ou superfícies cortantes com eficiência e proteção.

Proteção contra perfurações

Alguns modelos de luvas contam ainda com camadas extras, que auxiliam a impedir que objetos pontiagudos atravessem o tecido. Por isso, o profissional não terá problemas ao manusear pregos e arames, por exemplo.

Resistência a produtos químicos

Alguns modelos de luvas também contam com revestimento contra produtos químicos leves, como graxas, óleos e solventes. Adicionando uma camada de proteção para a rotina de trabalho do profissional.

Proteção Térmica

Existem modelos de luvas anti impacto que protegem contra o calor por contato ou faíscas. O que torna a proteção mais eficiente para quem atua com operações de solda ou fundição leve.

 

Quando usar a luva anti impacto?

Profissionais que atuam em construção civil, logística e com ferramentas pesadas, por exemplo, precisam utilizar a luva.

Uma vez que, o EPI é capaz de proteger as mãos e punhos dos riscos de impacto, esmagamento, vibração e contato com materiais perigosos.

 

Profissionais que mais utilizam a luva anti impacto

Nós trouxemos mais detalhes sobre os profissionais que mais utilizam a luva anti impacto, entenda:

Trabalhadores da construção civil

Pedreiros, carpinteiros e operadores de martelete, por exemplo, lidam com risco de quedas de ferramentas e vibração, o que desencadeia a necessidade de uso do EPI.

Mecânicos

Os mecânicos que precisam manusear peças pesadas como rodas, discos de freio e outros equipamentos precisam usar a luva. De modo que, possam ter prevenção contra cortes e pancadas.

Profissionais da indústria metalúrgica e movelaria

Profissionais que lidam com chapas metálicas e itens de movelaria, estão sujeitos a impactos. Por isso, é importante recorrer ao uso do EPI para a proteção de mãos e punhos.

 

Operadores de máquinas e equipamentos

Quem opera máquinas que vibram ou equipamentos que oferecem risco de esmagamento das mãos pode recorrer ao uso do EPI com o intuito de promover proteção.

Trabalhadores da indústria de vidro e bebidas

Neste contexto, a luva é útil para proteger as mãos caso algum produto estilhace, evitando que cause perfurações ou danos.

 

Qual a diferença entre luva anti impacto e a luva antivibração?

É comum acreditar que ambas as luvas cumprem a mesma função, quando na verdade, a luva anti impacto foca na proteção contra eventuais choques e pancadas mecânicas.

Enquanto a luva anti impacto protege as mãos contra vibração prolongada de ferramentas como lixadeira e britadeira.

Para facilitar a rotina de trabalho, existem modelos híbridos de luvas. Ou seja, são equipamentos que oferecem ambas as proteções, evitando a necessidade de ter duas luvas.

Todavia, para selecionar o que é mais indicado para a rotina de seus colaboradores é importante analisar a necessidade específica da atividade.

 

Como conservar e armazenar a luva anti impacto?

Um erro extremamente comum ao conservar a luva anti impacto é lavar o EPI. Para que não cometa este ou outros erros, confira alguns cuidados de conservação:

·       Sempre faça a higienização conforme a orientação do fabricante;

·       Guarde a luva em local seco, protegido de calor e luz solar direta após o uso;

·       Nunca utilize luva danificada, a proteção é perdida após o dano;

·       Observe o prazo de validade da luva e substitua antes do prazo em caso de sinais de desgaste.

 

Dessa forma, as mãos estarão devidamente protegidas, evitando riscos durante a rotina de trabalho.

 

O que considerar no momento da compra?

É indispensável analisar uma série de detalhes, como o risco da atividade, tamanho das luvas e outros detalhes. Compreenda alguns aspectos que precisa analisar quando for realizar a compra:

Tipo de risco da atividade: considere abrasão, corte, impacto, para escolher a luva com os níveis adequados de proteção;

Tamanho das luvas: o tamanho deve ser adequado para as mãos do profissional, visando promover conforto;

Conforto, flexibilidade e ajuste: uma luva confortável terá maior adesão ao uso;

Certificações e CA válido: o equipamento precisa ser apropriado para que a empresa cumpra todos os requisitos legais;

Nível de proteção: que precisa estar de acordo com a função executada, consulte a tabela EN 388 para efetuar uma compra coerente;

Fornecedor confiável: é indispensável ter um bom fornecedor, para que possa comprar um EPI de qualidade para sua equipe.

 

Por que comprar a luva anti impacto

Com mais de 500 avaliações no Google e mais de 10 anos de experiência no mercado Brasileiro, é uma fornecedora confiável para atender suas demandas de segurança.

Nossa equipe é distribuidora autorizada da Volk do Brasil, que é a maior fabricante de luvas de segurança do país.

Além disso, dispomos de um catálogo variado, preço justo, faturamento para empresas, atendimento especializado e suporte pós-venda. Em algumas condições de compras disponibilizamos benefícios como o frete grátis, que facilita a aquisição de EPIs para toda a sua equipe.

 

Conclusão

A luva anti impacto é um EPI essencial para uma série de profissionais, promovendo segurança durante todo o expediente.

Útil em diferentes setores graças à proteção contra impacto, vibração e esmagamento, a luva deve ser adquirida de acordo com a função desempenhada. Escolha um fornecedor confiável e compre com segurança.

Escolher o EPI correto para proteger as mãos em atividades de alto risco é indispensável para evitar acidentes graves.

 

 

 

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COMO A TECNOLOGIA ESTÁ TRANSFORMANDO A GESTÃO DE EPIS NAS EMPRESAS?

 


 

Os sistemas tecnológicos estão revolucionando a gestão de EPI’s, impactando diretamente o cotidiano de empresas de diferentes segmentos.

Tendo em vista que, é possível garantir a segurança dos colaboradores e a conformidade com as normas regulatórias de forma mais simples e prática. Com o suporte tecnológico é viável reduzir os custos operacionais de forma expressiva, por evitar perdas, falhas no controle e uso inadequado de EPI’s.

Nós trouxemos uma série de informações sobre como a tecnologia transforma a gestão de EPI’s na empresa, tornando o gerenciamento mais preciso e estratégico. Confira tudo a seguir e esclareça suas principais dúvidas.

 

O que é gestão de EPI’s?

A gestão de EPIs é um trabalho que precisa ser feito em organizações que precisam distribuir os EPI’s para os colaboradores. Tendo em vista que, a empresa é responsável pela compra, controle de estoque, distribuição, manutenção, orientação de uso e descarte do EPI.

Portanto, é necessário ter um pequeno estoque na organização, onde os EPI’s poderão ser conferidos, armazenados e posteriormente distribuídos para cada colaborador. Após o uso, é importante que alguns EPI’s sejam armazenados corretamente para o próximo uso, como ocorre com capacetes, por exemplo.

O que demanda que a empresa tenha estrutura mínima, para que possa garantir o cumprimento da legislação.

 

Qual é a importância da gestão de EPI’s?

A gestão de EPI’s é importante para diferentes frentes, especialmente por reduzir desperdícios, evitar acidentes e garantir a conformidade legal.

Tendo em vista que, sua empresa contará com um profissional capacitado para realizar a compra e administração dos EPI’s. Dessa forma, os profissionais terão a quem recorrer em caso de um capacete quebrado, por exemplo.

Possibilitando que uma nova peça seja fornecida com rapidez, para que o colaborador volte ao trabalho com o EPI adequado.

Uma empresa que promove a cultura de segurança precisa ter um bom gestor de EPIs, justamente para que possa ter aquilo que é essencial sempre à mão.

Garantindo que os profissionais se sintam respeitados por contarem com tudo que precisam. Além de saber que podem procurar a empresa quando um equipamento quebra durante o uso, visando a reposição.

Afinal, é natural que esse tipo de situação ocorra e a reposição imediata é fundamental para manter os mais altos padrões de segurança conforme o esperado.

 

Principais Desafios na gestão de EPI’s

Muito embora seja essencial, a gestão de EPIs é desafiadora, especialmente para empresas com pouco pessoal.

Por isso, os processos digitalizados são grandes aliados, que ajudam a manter o controle sobre retiradas, devoluções e sobre o uso adequado de EPI’s. Alguns dos desafios na gestão sem a tecnologia são:

Controle sobre a retirada de EPIs: sem sistemas automatizados é comum não saber exatamente quem retirou o quê, quando e em qual quantidade, o que compromete rastreabilidade e auditoria dos produtos que foram comprados;

Ausência de informações em tempo real sobre o estoque: a falta de dados atualizados gera risco de falta de EPI’s essenciais e leva a compras emergenciais que costumam ser muito mais caras pela urgência;

Falta de relatórios detalhados de consumo: sem histórico confiável, é difícil prever necessidades, evitar desperdícios e justificar gastos com EPIs, o que gera significativa dificuldade de manter uma boa gestão;

Dificuldade no controle de CA’s (Certificados de Aprovação): para que a empresa esteja em conformidade legal, é preciso monitorar as datas de validade dos EPI’s. Por isso, a empresa fica sob risco de sofrer multas e sanções;

Problemas com extravios, perdas e custos desnecessários: por não conseguir rastrear quais produtos constam em estoque, é inviável evitar furtos, extravios e perdas. Portanto, a empresa fica sujeita a prejuízos e desperdícios, que aumentam os custos operacionais.

 

Diante de todos esses desafios, é importante recorrer a tecnologias que permitam rastrear, monitorar e analisar dados em tempo real, visando melhorar a gestão de EPI’s na empresa.

 

Tecnologias que estão revolucionando a gestão de EPI’s

Com o avanço tecnológico, existem soluções que estão revolucionando a gestão de EPI’s, entenda mais detalhes a seguir:

1.      Sistemas de Gestão e Rastreabilidade

São softwares que automatizam todo o ciclo do EPI: cadastro no estoque, entrega ao colaborador, uso, validade e descarte. E o melhor: tudo em tempo real para que sejam feitas auditorias eficientes e a equipe possa tomar boas decisões.

2.      Biometria

A biometria, nesse caso, é utilizada para que o colaborador receba o EPI correto e possa ter acesso a apenas algumas áreas da empresa. De modo que, a área restrita de estoque não seja acessada por todos os colaboradores, o que evita falhas na segurança.

3.      Monitoramento e Alertas Inteligentes

As plataformas com IA e IoT monitoram os desvios de segurança, identificam uso inadequado de EPI’s e enviam alertas em tempo real para os responsáveis. Por isso, atuam como grandes aliados fornecendo dados para treinamentos e auditorias. O que contribui para evitar falhas que prejudicam diretamente a segurança da equipe.

4.      Vending Machines de EPI’s

A distribuição de itens de segurança é um processo complexo quando se tem muitos colaboradores. Por isso, o uso de vending machines para a entrega automática de EPI’s pode ser uma excelente opção.

Uma vez que, controla o estoque em tempo real, reduz custos operacionais por não precisar de um responsável no local e garante maior agilidade na obtenção de equipamentos. Portanto, é um aliado na conformidade com normas de segurança do trabalho.

5.      Realidade Aumentada e Virtual (AR/VR)

Para os treinamentos, é interessante usar a realidade aumentada e virtual, que permitem ao colaborador uma imersão total nos conceitos que estão sendo aplicados.

O que melhora o aprendizado por facilitar que o profissional entenda os riscos de não usar corretamente os EPI’s. Dessa forma, a empresa fortalece sua cultura de segurança.

 

Benefícios da tecnologia na gestão de EPI’s

A utilização de tecnologia é repleta de benefícios para a gestão de EPIs, entre eles, podemos destacar:

Monitoramento em tempo real e rastreabilidade

É possível monitorar o estoque, rastrear o consumo de EPIs e ter dados concretos que baseiam a sua tomada de decisão.

 

Otimização de estoques e redução de desperdícios

Ciente de quais são as demandas da empresa, é possível reduzir o estoque disponível na organização, minimizando o custo e desperdícios. Ao mesmo tempo, todos os profissionais estarão devidamente protegidos, contando com todos os EPI’s necessários sempre à disposição.

 

Análise de dados e tomada de decisões estratégicas

Com base no histórico, é possível tomar decisões estratégicas sobre momento de compra, quantidades e uma série de outros aspectos que otimizam a gestão.

Redução de custos operacionais

É viável reduzir falhas nas compras, desperdícios e perdas de EPI’s, o que gera redução significativa nos custos sem perda de qualidade.

Aumento da eficiência e produtividade

Com dados precisos e um sistema confiável, a equipe tem significativo ganho de eficiência e produtividade.

 

Principais Tendências de Tecnologia em SST para o futuro

Sem dúvidas, a tecnologia continuará transformando o SST para o futuro, entenda algumas tendências:

EPI’s inteligentes e conectados (wearables com sensores): capacetes, coletes e luvas estão sendo equipados com sensores que monitoram diversos indicadores em tempo real, o monitoramento contínuo permite acompanhar dados relevantes, para promover a segurança do usuário;

Integração com IA para prever consumo e manutenção: a plataforma integrada permite o cruzamento de dados, apoiando auditorias e decisões estratégicas. Além disso, é possível também usar a tecnologia para prever falhas e desgastes em equipamentos, agendando manutenções para evitar paradas inesperadas;

Treinamentos personalizados via realidade aumentada: as simulações imersivas permitem um treinamento muito mais realista e com aprendizado prático e controlado. A tecnologia oferece retorno em tempo real, acelerando o aprendizado e a retenção de conteúdo.

 

Como implementar tecnologia na gestão de EPI’s nas empresas?

Implementar tecnologia na gestão de EPI’s nas empresas requer que siga alguns passos, como:

·       Avaliar necessidades da empresa e tipos de solução ideais: afinal, a tecnologia escolhida também depende diretamente do porte da empresa;

·       Implementar projetos-piloto e escalar gradualmente: é preciso testar antes de utilizar o sistema para a empresa toda, justamente com o intuito de avaliar se valerá a pena ou se há outro sistema mais eficaz;

·       Treinar equipes e integrar ferramentas aos processos internos: a implementação eficaz demanda o treinamento de toda a equipe, para que os sistemas sejam eficazes e não ocorram falhas inesperadas;

·       Monitorar resultados e ajustar estratégias com base em dados: a partir do processo de implementação do sistema é preciso monitorar resultados, para que possa acompanhar de perto as estratégias da empresa com base nos dados obtidos.

 

Qual o impacto da transformação digital na segurança do trabalho?

Com a tecnologia facilitando a dinâmica de gestão de EPI’s na empresa, é natural que a cultura de segurança nas empresas seja positivamente impactada.

Com uma gestão de EPI’s mais eficiente e confiável é possível promover redução de custos e de acidentes. Além de otimizar o tempo da equipe que fica responsável pela gestão de EPI’s da empresa.

Portanto, é natural que a utilização de mais tecnologia transforme definitivamente a segurança do trabalho.

 

Conclusão

Implementar tecnologia na gestão de EPI’s é interessante para empresas de todos os portes e segmentos. Afinal, as soluções digitais estão tornando a gestão de EPI’s mais eficiente, segura e econômica.

Vale a pena aproveitar a tecnologia em sua organização, com o intuito de ter resultados acima da média.

 

 

 

 

 

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quinta-feira, 30 de outubro de 2025

 



 

QUAIS SÃO OS TIPOS DE LUVAS HOSPITALARES E COMO DESCARTÁ-LAS?

 


Saber quais são os tipos de luvas hospitalares, como retirá-las sem se contaminar e como descartá-las é fundamental. Afinal, as luvas hospitalares são usadas em hospitais, clínicas e laboratórios como EPI para proteger o profissional.

O objetivo do equipamento é reduzir a exposição a agentes infecciosos, substâncias químicas e riscos físicos. Por isso, nós trouxemos todos os detalhes sobre diferentes tipos de luvas, seus materiais, indicações de uso e formas corretas de descarte.

Dessa forma, será possível garantir a segurança no ambiente hospitalar e atendimento às normas de biossegurança. Confira tudo a seguir para que não incorra em equívocos que comprometem o que determina as normas da Anvisa e a NR 32.

 

A NR 32 e sua aplicação em Hospitais

A NR 32 é determinante para a segurança de profissionais de saúde em ambiente hospitalar. Uma vez que, determina as condições de segurança em hospitais, clínicas, laboratórios e qualquer local de assistência à saúde.

Por isso, a norma regulamenta a prevenção de riscos biológicos e químicos, orientando o fornecimento e uso de EPI’s como:

·       Luvas descartáveis;

·       Máscaras cirúrgicas e respiradores (como N95/PFF2);

·       Aventais;

·       Óculos de proteção ou protetores faciais;

·       Calçados fechados ou botas de proteção.

 

Quais os principais riscos no ambiente hospitalar?

O ambiente hospitalar é repleto de riscos para os profissionais da saúde, que precisam de prevenção. Compreenda os principais pontos de atenção:

Riscos físicos

Radiações, ruídos, temperaturas extremas e objetos perfurocortantes são alguns dos riscos físicos encontrados em hospitais. Eles representam potenciais acidentes que podem impactar significativamente o profissional.

Riscos químicos

A exposição constante a medicamentos, anestésicos, produtos de limpeza e desinfetantes colocam os profissionais em risco. Afinal, são substâncias que podem ser inaladas ou absorvidas pela pele.

Riscos biológicos

Devido ao contato constante com vírus, bactérias, fungos, fluidos corporais de pacientes e materiais contaminados com sangue, os colaboradores estão constantemente expostos a riscos biológicos.

Riscos ergonômicos

É normal que na rotina de trabalho o profissional faça esforço físico repetitivo. Além disso, a má postura e longas jornadas em pé são riscos ergonômicos significativos. Portanto, são aspectos que devem ser levados à sério para evitar lesões.

 

Qual a importância do uso de luvas no ambiente hospitalar?

As luvas são aliadas importantes do profissional de saúde, por reduzirem a exposição a agentes infecciosos. Portanto, quando corretamente utilizadas, as luvas evitam a contaminação cruzada entre pacientes e profissionais.

Por isso, é um EPI que faz parte do protocolo de prevenção de infecções hospitalares (IRAS). Para que seja eficaz, é importante recordar que o uso correto da luva está vinculado à higienização adequada das mãos e à troca entre atendimentos.

 

Tipos de luvas hospitalares

Existem diferentes tipos de luvas hospitalares que podem ser utilizadas dependendo do contexto de atendimento, compreenda:

Luvas cirúrgicas

As luvas cirúrgicas são, como o próprio nome sugere, usadas em ambiente cirúrgico. São estéreis, usadas em procedimentos invasivos e garantem proteção máxima nos ambientes críticos.

Por isso, são úteis para procedimentos invasivos, manipulação de tecidos e possuem o formato anatômico.

Luvas de procedimentos (não cirúrgicas)

As luvas não cirúrgicas, conhecidas como luvas de procedimentos são usadas em coletas de sangue, exames simples, contato com secreções e outros procedimentos simples.

Afinal, são luvas mais finas, com acabamento simples e que protegem contra o contato com sangue, secreções e materiais contaminados.

 

Qual a diferença entre Luvas de Procedimento x Luvas Cirúrgicas?

Existem várias diferenças, a começar pela finalidade de uso de cada luva. Além disso, a cirúrgica é estéril e a de procedimento não. As luvas de procedimento costumam ser mais finas, proporcionando proteção com eficiência para atendimentos simples.

As luvas cirúrgicas oferecem maior precisão. Contudo, ambas oferecem sensibilidade tátil para o usuário.

 

Principais modelos de luvas hospitalares (por material)

É interessante saber que existem diferentes tipos de materiais que podem ser usados para confeccionar luvas hospitalares, compreenda detalhes a seguir:

Luvas de látex

Indicadas para todos os profissionais que não possuem alergia ao material, as luvas de látex são flexíveis e elásticas, oferecem boa sensibilidade tátil e podem ser usadas em procedimentos como exames e coletas de sangue.

Luvas de nitrila

As luvas de nitrila são uma alternativa para quem tem alergia ao látex. Com alta resistência química e a perfurações, é um tipo ideal para manipular medicamentos. Além disso, são elásticas e texturizada, favorecendo a firmeza no manuseio de instrumentos.

Luvas de vinil

Ideal para procedimentos com baixo risco de contaminação, as luvas de vinil são flexíveis. Com custo mais acessível, oferece menor elasticidade e proteção, por isso, são recomendadas para procedimentos com baixo risco de contaminação.

 

Como escolher a luva hospitalar ideal para cada procedimento?

É importante considerar uma série de fatores para que possa escolher luvas hospitalares adequadas, como:

·       Se o procedimento é invasivo ou não;

·       Se é preciso ser uma luva estéril;

·       Observe se o procedimento tem presença de substâncias químicas;

·       Avalie se a pessoa que vai usar tem alergia ao látex.

 

Um exemplo prático, a coleta de sangue pode ser feita com luva de procedimento em nitrila. Dessa forma, o profissional estará protegido para realizar a intervenção.

 

Como fazer o descarte correto das luvas hospitalares?

É importante saber retirar a luva, com o intuito de evitar contaminação. O primeiro passo é saber que a luva deve ser puxada com a outra mão, visando virar do avesso, para evitar que na retirada e pele tenha contato com a parte contaminada.

Após a retirada, a luva deve ser descartada em local apropriado. Portanto, em hospitais, clínicas e laboratórios é comum ter um lixo específico para o descarte, visando evitar a dispersão de agentes infecciosos.

 

Luvas contaminadas

As luvas que entraram em contato com sangue, fluidos ou materiais infectantes são classificadas como resíduo de grupo A. Por isso, devem ser descartadas em lixo identificado com o símbolo de risco biológico.

Além disso, o recolhimento desse lixo deve ser feito por empresas especializadas que vão dar a destinação correta para o resíduo.

Segundo a Anvisa, o estabelecimento de saúde precisa ter o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) que orienta esse processo.

 

Luvas sem contaminação

Luvas utilizadas em procedimentos que não oferecem risco biológico podem ser descartadas no lixo comum. Contudo, é importante respeitar a política interna da empresa, para evitar cometer erros.

Além disso, é importante observar que mesmo em procedimentos sem contaminação, não se deve reutilizar ou acumular luvas.

 

Conclusão

Saber detalhes sobre os tipos de luvas e materiais hospitalares é importantíssimo para adotar os cuidados necessários no uso.

Tendo em vista que, o uso correto e descarte correto são fundamentais para a proteção do profissional de saúde.

 

 

 

 

 

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RESGATE EM ALTURA: COMO FUNCIONA? QUAIS SÃO OS TIPOS?

 


O resgate em altura requer planejamento, equipe treinada e equipamentos específicos para que seja feito com segurança. Por isso, toda empresa que atua em altura precisa ter equipe preparada para uma situação emergencial.

Afinal, por mais segura que seja a operação, os riscos existem e é indispensável estar devidamente pronto para dar suporte a um colega em caso de emergência. Em 2022 foram 612 mil ocorrências de acidentes de trabalho, segundo o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho. Cerca de 40% dos acidentes foram em altura.

Portanto, é indispensável entender o que é o resgate em altura, quais são os tipos de resgates existentes, equipamentos utilizados e quem pode realizar a operação. Nós trouxemos mais detalhes para que entenda o processo e quais práticas ajudam a prevenir acidentes.

 

O que é resgate em altura?

O resgate em altura é, na verdade, um conjunto de técnicas e procedimentos adotados para retirar, com segurança, um trabalhador de um local elevado. Afinal, é possível que esse trabalhador tenha sofrido uma queda, mal súbito ou outro incidente que desencadeia a necessidade de socorro.

Portanto, a operação é delicada, exige preparo técnico e equipamentos apropriados para que seja possível proporcionar uma resposta rápida de suporte, para evitar complicações à saúde do acidentado.

 

Qual é a importância do resgate em altura?

O trabalho de resgate em altura é essencial para a preservação de vidas em situações críticas. É por isso, que a demora de resgate pode desencadear perdas irreversíveis.

Não ter um plano adequado de suporte pode agravar o quadro do acidentado enquanto espera suporte. E o mais grave: um resgate realizado por pessoas não capacitadas coloca a todos em risco.

Por isso mesmo, toda empresa que presta trabalho em altura precisa ter um plano de resgate em caso de acidente. Além de ser necessário ter equipamentos apropriados e equipe capacitada para agir imediatamente após ser acionada.

 

Quais normas falam sobre o resgate em altura?

O resgate em altura é regulamentado pela NR-35 e NR-33, visando que o suporte garanta a segurança de todos os profissionais envolvidos no resgate.

A NR-35 trata do trabalho em altura, ou seja, toda atividade acima de dois metros de altura, onde há risco de queda já exige plano de resgate e salvamento previamente elaborado.

Enquanto a NR-33 determina a segurança para trabalho em espaços confinados e exige que a equipe esteja preparada para atuar em situações de emergência.

 

Quais são os tipos de resgate em altura?

É importante destacar que existem diferentes cenários de resgate em altura, o que exige diferentes condições de preparação, compreenda:

1.      Resgate simples

É realizado em situações em que se pode usufruir de acesso facilitado ao acidentado, com uso de técnicas básicas como utilização de corda ou escada.

2.      Resgate complexo

Ocorre em casos que envolvem obstáculos, em locais de difícil acesso ou com múltiplas vítimas. Uma vez que, nesses casos, é preciso ter um planejamento detalhado para a situação de resgate e uso de equipamentos específicos.

3.      Resgate em espaços confinados

Complexo, o resgate em espaços confinados ocorre em locais com pouca ventilação como tanques, galerias e silos. Portanto, demanda cuidados e equipamentos especiais para proteger os envolvidos em todo o processo.

4.      Resgate com descida controlada

Nesse caso, o trabalhador é transportado de forma segura até o solo, usando um sistema de cordas que controla a velocidade da descida.

 

Quais são as 3 condições básicas para um resgate em alturas?

Existem três pilares que são essenciais para que um resgate em altura seja realizado com segurança e eficiência, são eles:

Planejamento do resgate: requer a elaboração de um plano de emergência detalhado, considerando os riscos do local e as estratégias de retirada da pessoa acidentada;

Equipamentos adequados: é indispensável utilizar EPIs e sistemas de resgate certificados e compatíveis com o tipo de atividade que será executada, para que o resgate não coloque a todos em maior risco;

Treinamento da equipe de resgate: os profissionais responsáveis devem ser devidamente capacitados e passar por treinamentos frequentes, incluindo simulações práticas de emergências, visando que estejam sempre preparados.

 

Se um dos três pontos falhar, o resgate como um todo é comprometido, podendo desencadear um novo acidente.

 

Como montar um plano de resgate em altura?

É importante que a equipe seja orientada sobre como agir em casos de emergência em altura. O plano deve ser montado de forma estruturada e adaptado à realidade do ambiente e das atividades executadas pela equipe. Para te ajudar, trouxemos os passos que vão compor esse planejamento:

·       Análise prévia dos riscos do local: é preciso ter consciência das condições de cada espaço de trabalho, visando adaptar o plano para cada cenário possível;

·       Definição dos procedimentos operacionais: o documento deve detalhar o que precisa ser feito em caso de acidentes, passo a passo, como os pontos de ancoragem, equipamentos que serão usados e rotas de evacuação, para proporcionar agilidade durante o resgate;

·       Comunicação eficiente: durante toda a operação a equipe precisa usar rádios e sinais visuais e sonoros para que tenham uma comunicação rápida e sem atrasos críticos. O objetivo é que toda a equipe esteja alinhada durante o resgate;

·       Capacitação com simulações práticas: a equipe sempre deve passar por treinamentos específicos e simulações realistas de situações de resgate. Dessa forma, é possível até mesmo perceber falhas e reforçar o planejamento para que seja mais eficaz;

·       Documentação completa e atualizada: todo plano de resgate precisa ser documentado formalmente para que a empresa possa atender às exigências legais;

·       Revisão e atualização contínua do plano: periodicamente o plano deve ser atualizado, bem como, sempre que houver alteração no ambiente, nos equipamentos ou na equipe que realiza o resgate visando manter a eficiência desejada.

 

Quais equipamentos são utilizados em resgates em altura?

Os equipamentos usados variam de acordo com o tipo de resgate a ser feito. Todavia, alguns itens são indispensáveis para que se possa garantir a segurança da operação, como:

Cinturão de segurança tipo paraquedista

Com pontos de conexão, o cinturão de segurança tipo paraquedista é o principal EPI para trabalhos e resgate em altura. Em resumo, ele permite o engate seguro em sistemas de retenção, posicionamento e resgate e precisa ser bem ajustado ao corpo.

Cordas

As cordas são essenciais para a ancoragem, descida, subida e movimentação da pessoa acidentada. Por isso, geralmente as cordas utilizadas em resgate possuem baixa elasticidade.

Talabarte

Útil para a restrição de movimentação e conexão do trabalhador ao ponto de ancoragem, o talabarte é um sistema secundário de segurança em resgates.

Mosquetões

Os mosquetões são dispositivos de segurança usados para interligar as cordas, talabartes, polias e cintos durante o resgate.

Polias

Essencial para facilitar o içamento ou a descida da vítima, as polias reduzem o esforço físico necessário para movimentar a pessoa que está sendo resgatada.

Travaquedas

É um dispositivo que bloqueia automaticamente a queda em caso de perda de controle. Portanto, o travaquedas é muito útil em sistemas verticais.

Tripé de resgate

Utilizado em resgates em poços, silos, caixas d’água e espaços confinados, o tripé é um ponto de ancoragem seguro para o resgate.

Dispositivos de comunicação

São usados rádios comunicadores, sinais combinados, intercomunicadores com headset e outras alternativas para um resgate eficaz.

 

Quem pode realizar um resgate em altura?

Para realizar o resgate em altura é preciso ter treinamento conforme determina a NR-35, visando que o profissional esteja preparado para usar corretamente todos os equipamentos e técnicas necessárias para realizar o resgate.

Afinal, somente ser habituado a trabalhar em altura não é o suficiente para estar apto a realizar o resgate de um colega de trabalho acidentado.

 

Dicas para prevenir acidentes em altura

Prevenir acidentes em altura requer preparo para o resgate, entenda algumas dicas práticas:

Realizar análise de risco antes de iniciar a atividade: para que saiba quais equipamentos usar e como proceder durante o trabalho, evitando um acidente;

Exigir o uso correto e contínuo dos EPI’s: exija que sua equipe use EPI’s para evitar acidentes em altura;

Inspecionar os equipamentos antes de cada uso: inspecione os EPI’s antes de cada uso, evitando que o equipamento esteja desgastado e falhe;

Treinar periodicamente os colaboradores: garanta que seus colaboradores sabem o que estão fazendo para que adotem condutas que evitam acidentes;

Estabelecer planos de emergência com equipes preparadas: tenha um plano claro a ser adotado em caso de emergência, para que todos saibam como proceder evitando agravamento do acidente.

 

Onde comprar equipamentos para resgate em altura?

Além de oferecer linha completa de EPI’s para o trabalho em altura, oferece linha completa de EPI’s e equipamentos para resgate e trabalho em altura, com entrega rápida, frete grátis para diversas regiões e condições especiais para empresas.

Com experiência acumulada no mercado, tem catálogo variado e atendimento especializado para auxiliar durante toda a sua compra.

 

Conclusão

O resgate em altura é um trabalho essencial para a segurança daqueles que executam serviços acima de dois metros do nível do solo. Ter uma equipe bem treinada, capacitada e bem equipada para atuar no resgate é indispensável para preservar vidas.

Em resumo, aproveite que já sabe quais são os equipamentos utilizados, as normas de resgate em altura e sua importância e proteja sua equipe com treinamento e capacitação.

Estar preparado para situações emergenciais salva vidas. Sempre conte com EPI’s confiáveis, equipe capacitada e um plano de resgate eficiente.

 

 

 

 

 

 

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